
Mayana Zatz é professora do Instituto de Biociências e Pró-reitora de Pesquisa da Universidade de São Paulo (USP). Coordena o Centro de Estudos do Genoma Humano e do Instituto Nacional de células-tronco em doenças genéticas. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq), já publicou 303 trabalhos científicos, até março deste ano, que foram citados mais de 4.900 vezes. Possui mestrado e doutorado em genética pela USP e pós-doutorado em genética humana e médica pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA).
Segundo o informe do Conselho Consultivo de Ciências (CCC) do México, a especialista brasileira foi escolhida por “suas contribuições pioneiras na introdução das técnicas de genética molecular, que geraram conhecimento relevante sobre a distrofia muscular“
Criada em 1990, a premiação visa reconhecer o trabalho de pesquisadores da América Latina, Caribe e Península Ibérica. Em 17 edições, o Brasil foi premiado sete vezes, sendo o país com mais pesquisadores agraciados. Curiosamente, os pesquisadores brasileiros sempre foram escolhidos em anos consecutivos. Antes de Mayana Zatz, os últimos premiados brasileiros foram Martín Schmal e Constantino Tsallis, premiados em 2002 e 2003 respectivamente.
A edição deste ano recebe inscrições até 13 de novembro. Para participar o candidato precisa obter reconhecido prestígio profissional, além de ter contribuído de forma significativa para o conhecimento científico universal, para o avanço tecnológico ou para o desenvolvimento das ciências sociais. De acordo com o informe da Embaixada do México, a edição de 2009 contemplará o vencedor com medalha e premiação no valor equivalente a US$ 45 mil.
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Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CNPq
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