Tag Archive | "conhecimento"

Prêmio Destaque do Ano na Iniciação Científica

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O incentivo à iniciação científica é ação consolidada do CNPq desde quando foi criado, no início da década de 50. Tendo como missão a promoção do desenvolvimento do país não só quanto à produção de pesquisa, mas também ao contribuir na formulação de políticas nacionais de C&T, o CNPq preocupou-se em instituir e fortalecer o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC).

O objetivo central é despertar a vocação científica e incentivar novos talentos potenciais entre estudantes de graduação, além de contribuir para reduzir o tempo médio de titulação de mestres e doutores. Com o sucesso – de procura e de resultados – obtido com essa ação, o CNPq, em 2004, lançou uma nova modalidade de bolsa: o PIBIC Jr, possibilitando inserir no meio acadêmico e científico alunos do ensino médio. Por meio de parcerias com instituições de pesquisa e de ensino superior e com as Secretarias de Estado de Ciência e Tecnologia ou Fundações de Amparo à Pesquisa, o CNPq tem proporcionado, em milhares de jovens estudantes, o despertar do interesse à carreira de cientista.

Para reforçar estas ações, foi criado, em 2003, o Prêmio Destaque do Ano na Iniciação Científica, a mais nova premiação concedida pelo CNPq. O objetivo é premiar os trabalhos de destaque entre os bolsistas de Iniciação Científica do CNPq, sob os aspectos de relevância e qualidade do seu relatório final de pesquisa, e as instituições participantes do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) que contribuíram de forma relevante para o alcance das metas do Programa.

Em 2009, foi consolidada a parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e com Academia Brasileira de Ciências (ABC), proporcionando ao Prêmio maior visibilidade, notadamente, junto a comunidade acadêmica e universitários brasileiros.

CLIQUE AQUI PARA INSCRIÇÕES E MAIS INFORMAÇÕES


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Assista gratuitamente aulas das maiores universidades do mundo

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Faculdades e universidades de todo os Estados Unidos já vinham, isoladamente, oferecendo cursos gratuitos, online, incluindo a filmagem das  palestras de seus mais ilustres professores.


Em matéria publicada no Blog do Prof. Fábio Prudente, Estude no MIT sem sair de casa o mesmo já explicitava o caráter inovador do projeto  OpenCourseWare, promovido pelo MIT -Massachussetts Institute of Technology cujo objetivo era abrir todo o conteúdo dos seus cursos na internet sob licença CC.

Várias universidades seguiram o mesmo modelo e o que parecia óbvio acontecer, mais cedo ou mais tarde, agora está disponível e nomeado: chama-se YouTube.EDU

O site de compartilhamento de vídeos YouTube acaba de criar um núcleo, composto de vários canais, exclusivamente dedicado a concentrar todas estas aulas. Com uma diferença  :

Além do MIT, agora são mais de 100 faculdades e universidades que disponibilizaram as suas aulas gratuitamente na Internet.

Podemos citar, dentre as várias renomadas instituições mundiais, universidades como  Berkeley, Columbia Business School, Cornell, Dartmouth, Duke, Harvard, Princeton, Stanford, MIT , Yale,UCLA, Princeton e etc.

São mais de 1.000 vídeos  em praticamente todos as áreas imagináveis ! Interessado em odontologia?canal da Universidade de Michigan pode ser o lugar para você, servindo-nos um total de 426 vídeos.

Em Energia ? Meio Ambiente? Ciências Sociais? Finanças ? Saúde ? Eletrônica ? Mercado ? ….. Basta uma pesquisa que você encontrará seu tema de interesse.

Todos os países do mundo já sabem que a educação, a investigação e a ciência são peças chave para o seu desenvolvimento . Compartilhar estas informações é ir rapidamente ao seu encontro. Os Estados Unidos já entraram na prática. O Brasil ainda mora no discurso

Acesse AQUI o núcleo do YouTube.EDU


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Meu negócio está bombando.Inovar para quê ?

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por Adriano Lima ( Recomendo)


Resposta: Este é um dos pensamentos mais perigosos e ingênuos que qualquer pessoa que administre um negócio pode ter.

Alguém, em algum lugar, está trabalhando em alguma coisa que vai competir e tirar clientes de você. Quando você perceber poderá ser tarde ! E esta é uma verdade absoluta, SEMPRE !

Além do mais, qualquer produto, serviço ou processo tende a perder sua capacidade de gerar valor com o tempo. O produto pode ficar ultrapassado na visão dos clientes e se “comoditizar” (ser decidido apenas por preço). Muito rapidamente um negócio quer era lucrativo pode se tornar uma grande dor de cabeça.  O mundo dos negócios está cheio de exemplos de empresas: xerox, filmes fotográficos, walkmans, indústria da música, telefone fixo, etc…

Um bom administrador deve conduzir dois tipos de ação em paralelo:

  1. Garantir a excelência na entrega dos seus produtos e serviços atuais
  2. Desenvolver novas formas de capturar mais valor.

O excelente administrador sabe que nos bons momentos é que novas oportunidades devem ser criadas, investimentos no futuro devem ser realizados. Ficar na “zona de conforto” pode ser o mesmo que sentar em cima de uma bomba com pavio aceso.

Resumindo. Seu negócio está bombando por enquanto. Se você não inovar, em pouquíssimo tempo, sua empresa vai estar na lista das empresas que se tornaram absolutamente irrelevantes no mercado.

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Inteligência Emocional aplicada a Lideranças Empresariais

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A FNQ convida a todos para a palestra com David Caruso, pesquisador da Yale University, PhD em Psicologia e pioneiro no tema Inteligência Emocional.

Na palestra GRATUITA , no dia 29 de abril das 9 às 11 horas, e transmitida ao vivo , o professor falará sobre Inteligência Emocional aplicada a Lideranças Empresariais, um assunto que ele tem desenvolvido há mais de 15 anos como pesquisador da Yale University e coacher empresarial.

Como produto de suas pesquisas com os pesquisadores Peter Salovey e John Mayer desde a década de 90, Caruso é um dos autores do teste MSCEIT de medição de inteligência emocional.

A palestra será transmitida em inglês com opção de tradução simultânea em português.

Para assistir o evento ao vivo acesse o link a seguir no dia e horário divulgados http://www2.fnq.isat.com.br/Home.aspx

Para assistir presencialmente inscreva-se no link abaixo
http://www.fnq.org.br/site/cursoId=237/586/default.aspx

Veja abaixo os requisitos para assistir a palestra via webcast:
(Alguns usuários não possuem permissões para assistir a vídeos em suas empresas. Pedimos que contatem as áreas de TI para verificar permissão)
Sistema Operacional:
Windows Explorer 2000; XP; Vista;Linux ou OS
Browsers:
IE7 ou superior; Firefox ou Chrome
Plugins:
Microsoft SilverLight v.2 ou superior
Hardware:
PC (Windows) – X86 or x64 1-gigahertz (GHz) ou superior, com 512-megabytes
Teste de Requisitos da Videoteca

http://www2.fnq.isat.com.br/SystemTest.aspx

David Caruso

PhD em Psicologia, é pioneiro no tema Inteligência Emocional. Como produto de suas pesquisas com os pesquisadores Peter Salovey e John Mayer desde a década de 90, Caruso é um dos autores do teste MSCEIT de medição de inteligência emocional.
Com Salovey, é autor do livro Liderança com Inteligência Emocional, traduzido e aplicado nos cinco continentes. Psicólogo fundador da WorkLife Strategies, trabalha com avaliação executiva, counselling e coaching de Inteligência Emocional há mais de 15 anos.
É membro do National Institute of Mental Health e professor afiliado do Departamento de Psicologia da Yale University. Realiza palestras no mundo inteiro para disseminar esse conceito no desenvolvimento de lideranças empresariais

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Empreendedor alça-de-bota: resultados com poucos recursos

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por Luiz Piovesana, originalmente publicado no  Saia do Lugar ( que recomendo)


A realidade é clara: é muito difícil conseguir financiamentos para se começar uma empresa. Mas isso não é e nunca foi motivo pra não começar a sua.


O empreendedor alça-de-bota faz a empresa girar a partir de muito pouco e, claro, fazendo isso de uma maneira mais eficiente que o normal. O termo “alça-de-bota” (bootstrapping) vem da lenda alemã do Barão de Münchhausen, que conseguiu sair sozinho do pântano se puxando pelas alças das próprias botas.


Aqui vão 7 dicas sobre como ser um empreendedor alça-de-bota:


1- Fluxo de caixa positivo ao invés de lucratividade
Sim, a empresa é financeiramente saudável se tiver lucro, mas a realidade é que você paga contas com dinheiro, logo sem dinheiro você não paga nada e suas atividades ficam comprometidas. Enquanto não se tem giro suficiente, priorize receber rápido e jogar pagamentos pro futuro. Aquele super projeto caro que demora pra receber ficará mais pra frente.


2- Comece prestando um serviço
Por exemplo, você está abrindo uma empresa que produz um dispositivo de economia de energia para grandes máquinas e, enquanto você o desenvolve, você também pode oferecer consultoria e outros seviços embasados no progresso já feito. Isso resulta em dinheiro rápido, contato direto com futuros clientes e feedback direto deles.


3- Faça previsões realistas: de baixo pra cima
Não adianta falar que seu mercado vale R$ 500 milhões e que se você pegar 1% do mercado é uma previsão pessimista, porque com certeza uma empresa nova não terá capacidade pra isso. Ao invés, monte suas previsões a partir de suas capacidades (bottom-up): número de vendedores, horas de trabalho, capacidade de produção etc.


4- Lute nos pontos certos e com foco
Tentar abraçar o mundo é furada, principalmente se sua empresa está começando. Escolha onde atuar e, aí sim, coloque recursos nisso – invista no que faz a diferença e no que você faz melhor. Não ache que criar tudo sozinho seja um diferencial, acredite: existem muitas coisas prontas pra usar e parcerias por fazer.


5- Entregue seu produto e converse diretamente com seu cliente
A perfeição é inimiga do suficientemente bom. Entregar seu produto faz não só dinheiro entrar, como também trará respostas de clientes. Além disso, contate diretamente seu cliente final, pois só ele pode falar como melhorar seu produto – distribuidores são sim importantes, mas desde que você tenha clientes.


6- Menos pessoas
Ter gente suficiente pra atender aquele 1% do mercado de 500 milhões é loucura, porque você não vai vender tudo isso e porque você vai ter que pagar esse pessoal. Em caso do mundo acabar de tanto trabalho, quem está lá tem que dar conta até que essa tendência vire regra e você tenha capital para contratar mais – isso é um problema bom, mas não tão comum.


7- Simplifique a comunicação
Pessoas, incluindo seus clientes, são bombardeadas o tempo todo, por isso explique bem seu produto e em pouco tempo (esse pouco é o único que você tem). Pra economizar esse tempo e também dinheiro, posicione seu produto contra o líder – tendo essa referência você economiza o tempo de entendimento do produto e pode gastá-lo comparando-o. Exemplo: “O Lexus é tão bom quanto um Mercedes, mas mais barato”.


Empresas deixam de existir porque morrem, e morrem por falta de dinheiro. Garanta a existência dele e você poderá continuar crescendo pra mudar o mundo.


Artigo baseado em texto de Guy Kawasaki. Para ler o artigo original, clique aqui.


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Os diferentes tipos de empreendedores

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por MARCOS PICCINI , publicado em ADMINISTRADORES.COM


O Brasil é considerado um dos dez países líderes em empreededorismo no mundo, segundo relatório do GEM (Global Entrepreneurship Monitor), realizado anualmente desde 2001. Por outro lado, o estudo que o Banco Mundial faz desde 2003 coloca o Brasil em um amargo, e talvez mais realista, 125º lugar entre 181 países no critério “facilidade de fazer negócios”. Este critério é medido por atributos como facilidade em abrir e fechar uma empresa, em obter crédito e em fazer valer contratos.

“A verdade é que para o empreendedorismo qualificado, o Brasil ainda gera pouquíssimo estímulo.”, diz Marcos Piccini, Sócio-Diretor da Piccini & Fumis Consulting and Management.

“A maioria dos cérebros mais brilhantes do nosso país é atraída por grandes empresas, que oferecem condições atrativas de salários, oportunidades de desenvolvimento e crescimento, com relativa segurança.”

Porém, curiosamente, esses mesmos cérebros, quando indagados quanto a um sonho de vida ou carreira, respondem: “Abrir um negócio próprio”, e ainda assim, apenas uma mínima quantidade deles tem coragem de colocar esse sonho em prática.

Para compreender essa discrepância no ranking do empreendedorismo, segundo Piccini é preciso analisar os três tipos de empreendedores existentes no Brasil: os sem oportunidade, os oportunistas e os que “pensam grande”.

Os empreendedores sem oportunidade são aqueles que por não terem chance no mercado de trabalho, acabam encontrando no empreendedorismo a única solução digna de sobrevivência. “Pouco qualificados, muitos fracassam ou gerem o negócio com o único objetivo de sobreviver, causando assim pouco impacto econômico.”, explica Marcos Piccini. Eles são os principais responsáveis pela décima posição do Brasil no ranking dos países líderes em empreendedorismo no mundo, uma vez que a pesquisa é feita tendo como critério o número de indivíduos que possuem empresa no país.

Os empreendedores oportunistas possuem geralmente qualificação e ambição superiores, mas encaram a atitude empreendedora como uma “tacada de sorte”. Para eles, o sucesso se dá pela constante busca de oportunidades pontuais e pela agilidade e coragem em “investir” nelas. “O problema é que o oportunista não está preocupado em construir um negócio duradouro e o seu vínculo é puramente financeiro – com o objetivo de extrair o maior valor possível daquela oportunidade em curtíssimo espaço de tempo. Logo depois, ele parte para a próxima”, esclarece o consultor.

Já os “Empreendedores que Pensam Grande” são indivíduos realmente diferenciados, não necessariamente pela sua qualificação, mas essencialmente pelo seu caráter e comportamento. São indivíduos que carregam consigo uma enorme ambição e entendem o valor de construir algo sólido e sustentável. Com certeza eles esperam maior suporte do governo, porém não justificam suas dificuldades pela ausência destes, e seguem lutando incansavelmente por seu espaço no mercado, crescimento, desenvolvimento e sucesso duradouro.

“É desse tipo de empreendedor que o cenário econômico brasileiro precisa”, alerta Marcos. Os “Empreendedores que Pensam Grande”, se munidos de estímulo e de líderes que não se acomodam, farão de seus negócios estruturas realmente diferenciadas e de grande impacto na economia do país. Gerarão empregos, oportunidades e inovação. É daí que nascerão novos “Buscapés”, “Cacau Shows”, “Totvs” etc.

“Precisamos formar uma geração de brasileiros que se sintam mais seguros em empreender no país.”, diz Marcos. O Brasil perde potenciais empreendedores por falta principalmente de referências e estímulos governamentais – o que acaba com a coragem da decisão de empreender. Entretanto, o cenário do país já mudou e precisamos avisar nossa juventude disso. Conhecendo o potencial empreendedor do brasileiro, é seguro dizer que com os “Empreendedores que Pensam Grande” a capacidade de crescer do país será ainda maior.

Marcos Piccini é Sócio-Diretor da Piccini & Fumis Consulting and Management, trabalha ao lado de “Empreendedores que Pensam Grande®” na construção de organizações vencedoras e sustentáveis. Administrador com MBA pelo MIT Sloan School of Management, e MBA Executivo pelo IBMEC.

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Onde estaremos em 2030 ?

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Afinal, onde e como estaremos em 2030? Existirá o canal de vendas e distribuição da forma que é concebido hoje? Quem será o comprador de tecnologia? Será possível utilizar as ferramentas de colaboração para se fazer negócio? E quais marcos regulatórios definirão a sobrevivência de sua empresa? Como será o processo educacional ?

Estas e outras perguntas norteiam o Projeto Zomo:  um espaço virtual criado pela CRN BRASIL , aberto a pessoas interessadas em desenhar a realidade em 2030, que estão dispostas a pensar diferente, propor novas ideias, olhar as necessidades do mundo de outra forma.


Lançado no final do ano passado,  teve como marco um debate  com grandes nomes da inovação, dos negócios e da tecnologia :

Fábio Gandour, cientista-chefe da IBM Brasil; Kip Garland, diretor da consultoria de processos em inovação innovationSEED®; João Antonio Zuffo, coordenador-geral do LSI (Laboratório de Sistemas Integráveis, departamento de engenharia de sistemas eletrônicos da Escola Politécnica da USP); Ricardo Jordão, fundador da BizRevolution e da Armrebel e Gilberto Pavoni Jr., jornalista especializado em negócios digitais, comportamento do consumidor e cybercultura .

Contando atualmente com 783 membros ( eu já estou por lá ! ) , a rede abre discussões importantes :

  • Como serão as cidades digitais do futuro?
  • O canal de distribuição vai existir em 2030?
  • Como gerar receita com as redes sociais?
  • Sustentabilidade é problema de quem?
  • Hierarquia, cargas horárias rígidas e escritórios cheios estão com os dias contados?
  • O seu negócio está preparado para a geração Y?
  • e etc.

A discussão e a construção do futuro continuam online. Entre na rede do Projeto Zomo,   torne-se um membro , dê suas contribuições e compartilhe sua visão do futuro.


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Mapa da competência brasileira em P&D

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A ABIPTI está apoiando o projeto intitulado Mapa da Competência Nacional em P&D, o qual integra uma série de atividades financiadas pela Comissão Européia, com o objetivo de promover uma maior participação das instituições de pesquisa brasileiras no 7º Programa Quadro de P&D da Comissão Européia.

A ideia é construir um banco de dados que irá reunir informações sobre as várias instituições brasileiras de P&D. Esse banco de dados, então, será disponibilizado para a Comunidade Européia com o intuito de estimular e facilitar a busca por parceiros brasileiros por parte das instituições e empresas européias para desenvolver projetos em conjunto.

A ABIPTI endossa o projeto, através da publicação em seu site da Carta de Apresentação, e do arquivo a ser preenchido pelos associados.

A coordenação  está a cargo do Coordenador do Projeto B.Bice, professor Paulo Egler (pegler@unb.br).


Download

- Carta de apresentação

- Anexo 1

- Anexo 2

Glossário:

P&D - Pesquisa e Desenvolvimento

Referência : ABIPTI

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Inovação e Cocriação : em Busca do Oceano Azul

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por André Coutinho , publicado originalmente em Financial Web


O livro Estratégia do Oceano Azul, do coreano Chan Kim e da francesa Renée Maugborne , tornou-se um best seller no Brasil, com mais de 200 mil cópias vendidas.

Trabalhando uma idéia ao mesmo tempo simples e poderosa, a “busca por espaços de mercado não explorados que tornem a concorrência irrelevante”, este parece ser afinal o sonho de qualquer empresa.

Estimulados pela idéia, no Brasil muitas empresas estão criando seus próprios comitês, institutos ou projetos de “Oceano Azul”, cujo objetivo principal é o de se lançar em busca de oportunidades, incentivando a inovação de valor para o cliente e os novos negócios. Este é o caso da Kimberly Clark, da Mapfre, da DuPont, da Tecnisa, entre outras empresas. São apenas 5 anos de experiência com o Oceano Azul, mas já é possível extrair algumas “lições de campo”…

O Oceano Azul tem essencialmente a ver com mudanças no modelo de negócio. Desde 2004 tenho visto algumas empresas aumentarem, diminuirem, elimarem ou criarem os tais elementos de valor (tipo variedade de produtos ou portfolio de serviços) para o cliente achando que estão criando o Oceano Azul, quando na verdade estão apenas jogando o jogo do Oceano Vermelho (afinal os concorrentes também estão fazendo o mesmo movimento de aumentar, diminuir, eliminar ou criar elementos de valor).

A verdadeira inovação de valor é aquela em que “reeditamos”, “reescrevemos” a oferta de valor para os clientes, ou seja, a oferta de valor passa a ser tão única e gera uma experiência tão inusitada para os clientes, que é quase como se partíssemos do papel em branco…

ESPM/Centro de Inovação e Criatividade está organizando um CURSO INÉDITO que irá não só desvendar o Oceano Azul omo trabalhar com os participantes o como chegar lá.

Mais informações sobre o curso em: Desvendando a Estratégia do Oceano Azul


André Ribeiro Coutinho
é um dos sócios da Symnetics. Coordena no Brasil e AL a aliança com a Experience Co-Creation Partnerhsip. Nos últimos 12 anos, trabalhou com 60 organizações privadas e públicas no Brasil, AL e África. Coautor do livro “Gestão da Estratégia: Experiências e Lições de Empresas Brasileiras”, é professor da Business School São Paulo e da Fiap. Diretor da Anefac, tem MBA pela FDC, pós-graduação pela JFK School of Government (Harvard), é mestre em RI pela University of Reading e economista pela Unicamp. Na coluna do Financial Web, dá detalhes sobre os processos de inovação e cocriação.

Matéria Completa : Em Busca do Oceano Azul

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Presidente da Fiat América Latina fará palestra gratuita sobre Inovação

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Cledorvino Belini, presidente da Fiat América Latina, é o palestrante que abrirá o V Ciclo de Encontros FNQ . Nesta palestra, transmitida ao vivo, pela internet, Belini falará sobre o processo e a cultura de Inovação na organização.


O webcast será transmitido diretamente da nova videoteca da FNQ, que oferece recursos que permitem ao internauta interagir por meio de chat, avaliação do vídeo, comentários e etc.


Para assistir a palestra é necessário instalar o aplicativo Microsoft Silverlight.

Acesse o link abaixo para fazer o download :

http://www.microsoft.com/brasil/windows/silverlight/default.mspx


ATENÇÃO:

A palestra deverá ser acessada através do link  abaixo, no dia e horário divulgados.

Webcast : http://www2.fnq.isat.com.br/Home.aspx


Encontro FNQ: Inovação na Fiat
Dia e horário: 11 de março, das 9 às 11 horas : Evento transmitido ao vivo pela internet.
Para vagas presenciais :
Para assistir presencialmente é necessário fazer inscrição. Clique aqui e inscreva-se

Fonte e Informações: http://www.fnq.org.br

Mais uma vez meus parabéns pelas sucessivas iniciativas da FNQ através do seu programa “Ciclo de Encontros “

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Como ter estratégia nas redes sociais ? 10 dicas para fazer seu mapa estratégico

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Entrar ou não nas redes sociais? Os nativos digitais com certeza responderiam que sim. Já os mais “analógicos” e conservadores seriam mais ponderados em suas respostas.


Preocupadas em reforçar a marca e aumentar as receitas, as empresas de diversos segmentos fazem ginásticas para desenvolver estratégias que se apliquem as mídias sociais. Todas querem estar lá. Mas será mesmo estratégica a mesma fórmula para todos?

Adrian Slywotsky, especialista em estratégia, cita em vídeo que as estratégias de mercado mudaram para as empresas na Era Digital. Ele reforça que nem sempre quem detém o market share é quem tem mais lucratividade.

Para ele três perguntas precisam ser respondidas: onde nós como fornecedores poderemos criar lucratividade em nosso setor? O que acontece com a forma que os clientes estão mudando, não somente em suas preferências, mas também no seu poder que redefine o espaço de oportunidades? Qual o design ou modelo de negócios da próxima geração que temos que construir para capturar e proteger a lucratividade?

Responder a estas perguntas antes de definir a estratégia de lucro é um bom começo, assim como fazer um levantamento completo do tipo de relação que a empresa tem com as mídias sociais. Rene de Paula, especialista em experiência do usuário da Microsoft Brasil e professor do I-Group, dá um alerta: “Talvez estar fora seja a melhor estratégia”.


10 dicas para fazer seu mapa estratégico

Algumas estratégias têm demonstrado retorno na Web 2.0. Mas antes de sair testando, tome nota de alguns pontos que devem ser levados em conta e podem te ajudar no desenho do mapa de estratégias digitais.

1- Se a estratégia estiver voltada para gerar negócios, o Twitter tem demonstrado uma boa ferramenta com retorno para promoções específicas para quem está nesta rede social. Não se esqueça que promessa é dívida. Só ofereça aquilo que você poderá entregar. Na Web 2.0 a quantidade de pessoas atingidas por uma ação é totalmente imprevisível. O que pode ser bom ou ruim. Portanto, prepare sua infraestrutura para entregar e gerar acesso. Divulgue suas ações promocionais sempre com muito respeito e de maneira honesta….

Matéria completa : http://br.hsmglobal.com/notas/56584-como-ter-estrategia-nas-redes

Autora: Katia Cecotosti, editora do portal HSM Online

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Curso de Inovação para quem for participar do Edital Senai-Sesi

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PROTEC dará capacitação em projetos de inovação tecnológica com foco no Edital Senai-Sesi de Inovação 2010. O curso, gratuito, será oferecido em 12 estados, em março e abril

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Social da Indústria (Sesi) vão patrocinar uma série de 12 cursos gratuitos de elaboração de projetos de inovação tecnológica que serão oferecidos pela Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (PROTEC) sob coordenação do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), entidade do Sistema S da Indústria.

A série de cursos, que será oferecida entre março e abril, coincide com a vigência do Edital Senai-Sesi de Inovação 2010, a ser lançado no dia 10 de março, no Rio de Janeiro, durante a Olimpíada do Conhecimento e a mostra Inova Senai. A capacitação é voltada para empresários que pretendam participar do edital e para técnicos e gestores do Senai, Sesi e IEL.


Este ano o edital, que está em sua sétima edição, deve contar com uma verba total de R$ 15,5 milhões, com um teto de R$ 300 mil por projeto, para subvencionar o desenvolvimento de inovações em empresas. Segundo o diretor geral da PROTEC, Roberto Nicolsky, que será palestrante dos cursos, o modelo do edital, que envolve obrigatoriamente uma parceria entre a empresa e uma unidade regional do Senai ou do Sesi, tem elevada eficiência, já que assegura todo o desenvolvimento tecnológico necessário para viabilizar a inovação, incorporar produtos e processos à cadeia produtiva das empresas e levar o resultado ao mercado.

Professor do curso de projetos de inovação tecnológica, o consultor Joel Weisz – mestre em engenharia de produção pela New York University com MBA Executivo da Coppead-UFRJ e ex-gerente de Tecnologia da Finep – é autor do livro Projetos de Inovação Tecnológica: planejamento, formulação, avaliação, tomada de decisões e do manual Mecanismos de Apoio à Inovação Tecnológica, editado pelo Senai. O curso, com duração de oito horas, será ministrado em um único dia, dividido em dois módulos de quatro horas, um teórico e outro prático, durante o qual os alunos irão formular um projeto de inovação tecnológica e ter sua proposta avaliada. Serão oferecidas apenas 30 vagas por curso. Em breve a Protec irá divulgar os procedimentos para as pré-inscrições.


Clique aqui para ver a lista preliminar de datas e locais dos cursos

Clique aqui para conhecer o edital Inovação do ano passado


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Maturidade Emocional, Inovação e Mercado

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O emprego mais antigo de um conceito similar ao inteligência emocional remonta a Charles Darwin, que em sua obra referiu a importância da expressão emocional para a sobrevivência e adaptação. ( Wikipedia)


Na década de 1990, a expressão “inteligência emocional” tornou-se tema de vários livros (e até best-sellers) e de uma infinidade de discussões em programas de televisão, em escolas e empresas. O interesse da mídia foi despertado pelo livro “Inteligência emocional“, de Daniel Goleman, redator de Ciência do The New York Times, em 1995.

Goleman definiu inteligência emocional como:

“…capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos.”

Mas o que a Inteligência Emocional, sinônimo de Maturidade Emocional , ou a falta dela, tem a ver com  a Inovação e o Mercado ?

A resposta, por mais absurdo que eu venha a achar,  não parece óbvia para muitas pessoas !

Neste sentido deixo que você reflita  ( a reflexão faz parte desta maturidade ) e busque a sua resposta . Para lhe ajudar , abaixo  dois vídeos, de uma sequencia de 8 partes, onde o médico psiquiatra, psicoterapeuta e escritor brasileiro Flávio Gikovate nos ajuda nesta busca .


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Inovação em Pauta entrevista Henry Chesbrough

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Revista  Inovação em Pauta , uma publicação da FINEP e do Ministério da  Ciência e Tecnologia do Brasil , traz entre outras grandes matérias uma entrevista com Henry Chesbrough.


Entrevista – Henry Chesbrough
“A inovação acontece mais em redes do que entre quatro paredes”
Carlos Haag

Coluna
Inovação em Foco
Paula Ferreira

Subvenção Econômica
Empresas apoiadas pela FINEP ganham mercado
Rodrigo Pelot

Biocombustíveis
O desafio da tecnologia
Solange Varejão

Transporte
Saída para desafogar o trânsito em Belém
Fábio Torres

Aeronáutica
Robôs garantem precisão na montagem de aeronaves
Rogério Rangel

Meio Ambiente
Segredos da Amazônia começam a ser desvendados
Fábio Torres

Recursos Hídricos
Atlas apresenta radiografia do setor no Brasil
Paula Ferreira

Artigo
Os desafios em financiar a inovação no Nordeste
Roberto Smith

Biotecnologia
Juro Zero apoia projeto de clonagem de bovinos
Paula Ferreira

Jogos Eletrônicos
Os games que fazem a diferença
Isadora Marinho

Tecnologia Social
Uma casa que acolhe e transforma
Rodrigo Pelot

Capa: Esportes
De olho no pódio, Brasil investe em tecnologias esportivas
Paula Ferreira

Couro e calçados
Tecnologia e criatividade ajudam indústrias a superar crise
Rogério Rangel


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Dicas para aumentar as vendas no seu website

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Publicado originalmente em Bernardo Porto - SUGIRO


A Internet anda cada vez mais rápida e seus clientes em potencial também.  Todo mundo quer aumentar as vendas da empresa.  Quem nunca se perguntou: “Como aumentar as vendas?“. Não é uma tarefa muito fácil.  Para ajuda-lo nesta questão, separei dez dicas que poderão fazer a diferença na hora do cliente em potencial decidir se compra no site da sua empresa ou no site do concorrente.

  1. Você fala claramente o que a sua empresa oferece em termos de produtos e serviços na página inicial?
  2. Os benefícios estratégicos de ponto de vista do cliente estão claramente indicados na página inicial?
  3. Você informa claramente o que o cliente deve fazer para comprar de sua empresa na página inicial?
  4. Você indica os múltiplos canais de vendas à disposição do cliente (atendimento via chat, e-mail, telefone e etc)?
  5. Você mostra casos de sucesso de clientes que têm usado os seus produtos e/ou serviços na página principal?
  6. O Website está escrito em português correto? Está escrito de forma que qualquer pessoa tenha uma noção do que você está expondo?
  7. Você sabe que tipos de públicos estarão visitando o seu site? O seu site está adequado para recebê-los?
  8. O Website está definido em torno dos interesses ou tarefas a serem executadas?
  9. Seu site tem uma área onde press releases são frequentemente divulgados?
  10. Você apresenta os demos dos seus produtos ou soluções desenvolvidas?

Fonte: PEREIRA, Aisa. Vendendo Software

Clique na capa para mais informações


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CITAÇÕES

A chave não é priorizar o que está em sua agenda, mas agendar suas prioridades. ( Stephen Covey )

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