Tag Archive | "criatividade nas organizações"

IDEIA DE BRASILEIRO : Clube de Autores – Livros sob demanda

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Imagine você poder publicar seu livro, dizer quanto quer por ele, ter alguém para vender e ainda receber  o dinheiro sem sair de casa? Isto já é realidade.


O Clube de Autores foi o primeiro site brasileiro a permitir a publicação gratuita de livros de forma 100% sob demanda. Em outras palavras, você, autor, pode submeter o seu livro, determinar quanto deseja ganhar por venda e disponibilizá-lo na loja sem pagar absolutamente nada por isso. Uma vez lá, todo e qualquer usuário pode adquiri-lo via comércio eletrônico.

Quando o livro é comprado, o pedido vai diretamente para a gráfica, que imprime um a um, dá o acabamento final e despacha para o comprador – sendo que o autor recebe os direitos autorais após acumular-se um montante mínimo de R$ 100,00.

O site Clube de Autores é uma dessas ótimas ideias  que realmente podem facilitar a nossa vida.


Para ver uma apresentação sobre seu funcionamento , acesse: http://clubedeautores.com.br/presentation/tour.html

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Capital humano inovador: computador nasce do lixo e é vendido por R$ 5 ao mês

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por Gilberto Dimenstein ( texto) e Olhar Digital ( vídeo)

Num galpão de 1.800 metros quadrados, 22 trabalhadores recrutados em uma favela das redondezas conseguem produzir um computador que custa R$ 199,00, com capacidade de acesso à internet e garantia de um ano. A máquina começa, neste ano, a ser vendida para estudantes universitários, em 24 prestações.

A inspiração do negócio não saiu dos planos de laboratórios de engenharia americanos que propuseram o computador de U$ 100,00. Saiu literalmente do lixo.

Na década de 1950, Jair Martinkovic tinha 9 anos de idade e morava num cortiço na zona norte de São Paulo. Para ganhar uns trocados, revendia latas e garrafas encontradas no lixo. Mas não vendia por peso.

Montou no quintal de sua casa uma pequena oficina de remanufatura, transformando os objetos descartados em produtos de valor. “Assim eu conseguia mais dinheiro.” Como naquela época muitos animais circulavam, especialmente pela periferia, ele vendia esterco embalado. Era motivo de piada, chamado na rua de “Jair Merdeiro”. Está aí a base do negócio que ele inventaria, muitos anos depois, para vender computadores baratos.

Jair descobriu cedo o talento de comerciante. Como vendedor de uma loja, conseguiu pagar a mensalidade de uma faculdade privada e se formou em contabilidade.  Muito tempo depois, montou uma empresa de processamento de dados,Planac, e, com o tempo, vendeu equipamentos de informática – aceitava, como parte do pagamento, máquinas antigas. “  (Trecho da da coluna Urbanidade, publicada no jornal Folha de São Paulo )

Fontes : Catraca Livre (Gilberto Dimenstein) e Olhar Digital

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Vendendo geladeira para esquimó

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por Gledson Magalhães (*) , publicado originalmente em INCORPORATIVA


Infelizmente ainda é comum encontrar no manual de vendas de algumas empresas a frase “Vender Geladeira Para Esquimó” , que nada mais é que vender a todo custo mesmo que para isso precise enganar seu cliente.

Partindo desse princípio não é raro encontrarmos empresas que para vender só faltam carregar o cliente no colo, empurrando para o cliente até o que ele não quer. Algumas pessoas podem dizer: mas isso é um vendedor de verdade; eu discordo, pois temos que analisar o foco do cliente e NÃO o foco NO cliente, ou seja, entramos numa questão onde precisamos encontrar qual o VALOR que nosso produto tem para o nosso cliente, dessa forma estamos tendo o Foco do Cliente, mas se observarmos somente o preço do produto estamos entrando em foco no cliente, ou seja, quanto vou faturar e quanto meu cliente pode pagar.

Já participei de consultorias onde me disseram que determinado produto para venda não tinha preço, tal a importância do produto. Vai falar para o financeiro/Faturamento sobre custo/preço e ouça o que eles tem a dizer. Isso de não ter preço não existe e um dia meu cliente vai deixar de comprar da minha empresa porque sempre vai ter alguém que conseguirá vender com preço mais baixo e não adianta dizer que o preço é imbatível, pois sempre vai aparecer um concorrente com um preço menor.

Qual é a saída? Vender Valor, pois isso o meu concorrente dificilmente conseguirá proporcionar e o meu cliente saberá que somente comigo encontrará a valorização necessária do produto para ser um diferencial no mercado que atua.

Então vender Valor é fácil ? Claro que não !

Caso tenha o pensamento do esquimó, tire o manual da cabeça e pense que para vender valor tem que:

1º) Saber qual a necessidade do cliente e não a sua necessidade;
2º) Estude o cliente, pesquise sobre ele;
3º) Analise o mercado que o seu cliente atua, quais são os concorrentes;
4º) Monte para ele uma consultoria gratuíta.

Com esses quatro pontos, quando for para a apresentação leve seu trabalho e mostre que quer vender para ele algo que irá valorizar a marca, pois você sabe o Valor necessário para satisfazer seus clientes, superar seus concorrentes e ser destaque no mercado.

Lembre-se que fazer uma venda é otimo, mas entenda que esse cliente voltará quando você supriu a necessidade dele e não a sua própria necessidade.

(*) Gledson Magalhães – Administrador de Empresas pela Oswaldo Cruz, Pós-Graduado em Finanças e Controladoria pelo Instituto Nacional de Pós-Graduação, Docente em Graduação da UNINOVE-SP (Empreendedorismo, Administração Estratégica, Jogos de Empresas), SENAC (Gestão Empresarial) e SEBRAE-SP, credenciado como Instrutor nos módulos de Recursos Humanos e Depto. Pessoal. Palestrante e Instrutor nas áreas de Empreendedorismo, Negócios, Liderança e Motivação, Co-autor do Livro “SER+LÍDER – O Caminho da Liderança na Visão de Grandes Especialistas. Atua também como Gestor e Consultor em empresas na área Administrativa (RH, Compras, Vendas e Atendimento ao Cliente) e Financeira (Tesouraria, Contas a Pagar/Receber, Cobrança). Palestrante focado nas áreas de Liderança, Motivação, Empreendedorismo e Gestão de Negócios;
e-mail: gledson.magalhaes@ig.com.br
www.mudodolider.blogspot.com

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Inovação Aberta: LG e Sinc criam ” laboratório de ideias “

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Ambiente na web, que traz um desenvolvedor sem criatividade, entediado e esperando por uma ideia genial, convida os internautas a indicarem um aplicativo inovador para celular

Com a chegada ao Brasil do LG GW620, o primeiro smartphone da empresa com o sistema operacional Android, do Google, a LG pediu à Sinc que criasse uma campanha de lançamento na internet.

“Um celular inovador merece um aplicativo sem precedentes”. Com esse raciocínio, foi criado um concurso cultural em um “laboratório de ideias”, o LG Labs. Nele, um desenvolvedor, bom de serviço e ruim de ideias, esta entediado e a espera da indicação de um aplicativo criativo e inovador para celular, para então colocar a mão na massa.



O site apresenta diariamente fontes de inspiração para os participantes, com fotos de situações nas quais um aplicativo no celular faria a diferença, e ainda mostra tudo o que estão falando no Twitter sobre aplicativos e sobre o LG Labs.

Versátil como o produto, o site atinge todo tipo de pessoa, independente de sexo, idade, classe social ou região. Para participar, basta acessar o endereço www.lgelabs.com.br e inscrever uma grande ideia!

As cinco sugestões mais interessantes e viáveis para serem concretizadas pelo desenvolvedor serão colocadas em votação para o público, de onde sairá a grande vencedora. O dono da melhor ideia, além de ganhar o aparelho LG GW620, verá o seu aplicativo ser disponibilizado gratuitamente para download no LG Labs.


Fonte : http://www.portaldapropaganda.com.br/

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O valor da criatividade no mundo dos negócios

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Os resultados da boa gestão são geralmente confundidos com a imagem de uma empresa ordenada e eficiente.

No  IX Congresso Internacional de Administração e Gestão do Mercosul, ” Talento, Imaginação e Valores”, discutiu-se, entre outras coisas, o conceito de criatividade aplicada ao mundo dos negócios.


Uma das expositoras, Silvia Pirraglia, apresentou um documento com o título “Criatividade Aplicada é um diamante escondido “, onde fez uma visita guiada à tomada de decisões e processos dentro das organizações, identificando  vantagens e oportunidades.

Ela propõe a integração de conceitos provenientes de diversas áreas profissionais que trabalham com a criatividade, as últimas pesquisas em neurociências e até mesmo alguns princípios budistas aplicados aos negócios. A ideia é lidar com as estruturas rígidas que prejudicam o desenvolvimento das empresas e indivíduos.

“A aplicação da criatividade em diferentes áreas só será possível se compreendermos que o potencial a ser desenvolvido é equivalente a um recurso inexplorado. Que um processo individual de criatividade pode ser ensinado. No entanto, é imprescindível  a existência de um facilitador para orientar e acompanhar o processo de conversão ‘ do carbono em um valioso diamante ‘ .

Em organizações que são muito rígidas nos seus processos e padrões, uma pessoa criativa geralmente é tratada como agente desintegrador e um possível problema . Como citado pelo autor de Fazer Acontecer.com.br, Julio Ribeiro, uma “Síndrome da Branca de Neve ” :  onde os empresários e gestores tratam seus funcionários como “anões”.

As empresas precisam se conscientizar e praticar a abertura e  a mudança. Devem mudar o pensamento de que a criatividade é algo isolado e inato ao ser humano, e não um fator que deve ser trabalhado individualmente e de forma integrada  :  um processo onde elas têm que envolver todos de forma sistêmica e estruturada.

Sem ambientes criativos, sem inovação: e ponto final !

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Variáveis que transformam vaga temporária em emprego fixo

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Funcionários que pretendem ser efetivados na vaga temporária devem mostrar interesse e disposição no trabalho. Há sempre alguém na empresa observando o seu comportamento.

Final de ano é o período em que a maioria dos segmentos precisa de mão de obra extra para suprir a demanda de trabalho. A época é ideal para quem procura uma oportunidade de emprego.


A consultora de empresas da Treinecon, Maria Alice Pinatti, afirma que segundo especialistas na área, 30% dos empregos temporários se tornam fixos. Por isso é muito importante saber aproveitar as novas chances.


Entre os candidatos às vagas de trabalho, a consultora destaca três tipos de pessoas que aceitam o emprego temporário: os que pretendem trabalhar para se firmar no mercado; aqueles que querem ganhar um dinheiro extra para gastar nas festas de fim de ano e os que vão utilizar o dinheiro para efetuar algum planejamento futuro.

Fique Atento(a)


Para os que realmente buscam experiência e desejam permanecer na empresa, alguns comportamentos relacionados à ética pessoal e profissional devem ser observados:


Em primeiro lugar, segundo a consultora, o funcionário contratado deve ter comprometimento com o trabalho. Deve desempenhar muito bem a tarefa, demonstrando todas as suas habilidades.


O entusiasmo é outra característica muito importante. “O novo contratado deve demonstrar alegria no que faz. Se ficar encostado e desanimado, nunca será um candidato a conseguir uma vaga efetiva.


Outra dica da consultora é que o empregado deve primar pelo bom atendimento, ser ágil e criativo. “No caso de um vendedor, por exemplo, ao mostrar um vestido, pode oferecer produtos agregados como uma bolsa ou uma meia fina”.


Ela acrescenta que o funcionário deve ter iniciativa e não esperar que alguém peça para que ele faça alguma coisa importante no desenvolvimento do trabalho.


A comunicação é outro item fundamental para a permanência do funcionário. Ele deve se mostrar prestativo e saber trabalhar em equipe, respeitando os colegas de trabalho.


A consultora lembra que normalmente existe alguém, um gerente ou proprietário que estará atento a todas às atitudes do novo empregado.


“Mesmo que o empresário não tenha interesse em contratar, se a pessoa se destacar   terá uma oportunidade para ser efetivada. Afinal, o mercado de trabalho está carente de profissionais competentes”, diz.


Talita Amaral – Diário do Norte do Paraná

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A criatividade realmente funciona ?

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Eis que me deparo na Web com a pergunta : a criatividade realmente funciona ? Algo que muitos empresários ainda perguntam, duvidam e, por isso, não ousam e não praticam a inovação.


A pergunta, e a sua resposta , foram para mim brilhantemente exemplificadas pelo publicitário Bruno Divetta, em seu sugestivo Blog :  Diário de um Turco


Vejam abaixo a resposta do autor e depois me digam se estou errado em compartilhar com vocês este texto ?


A criatividade realmente funciona?


É a pergunta que o vídeo  abaixo tenta responder da forma que o negócio da propaganda adora fazer: Encantando.



Mas até onde é permitido brincar? Ou melhor, até quanto? Comprar uma bicicleta por $ 27,50, usar bom humor para anunciá-la, gerar mídia orgânica e valorizá-la 300% é uma brincadeira que envolveu um investimento baixo. Investimento baixo + risco baixo = criatividade fluente² = Lucro/ vendas/ diversão.


E se não fosse uma bicicleta, mas sim, uma conta de 50 milhões anuais? É preciso ousadia “insanamente radical” para brincar com o dinheiro dos outros, quando as cifras são maiores.


Isso me lembra uma história de um velho empresário muito rico que arrematou em um leilão um diamante do mais alto quilate. A pedra media 8 cm de diâmetro e com ela, pretendia fazer um pingente “discreto” a sua amada e belíssima esposa.


Procurava joalheiros por toda a cidade para partir a pedra ao meio. Foi nas maiores joalherias e ofereceu pagar quantia irrecusável para a execução do serviço, mas todos recusavam, pois um erro mínimo resultaria em prejuízo irreversível para a joalheria que poderia até falir, tamanha a preciosidade do diamante.


Quando estava prestes a desistir, ouviu um conselho de um joalheiro:


- Vá neste endereço e fale com um vejo joalheiro chamado José – e anotou o endereço, que ficava em um bairro do subúrbio da cidade.


O rico empresário não teve dúvidas, foi a procura do joalheiro e ao chegar no local, surpreendeu-se com a simplicidade daquela joalheria, no mínimo três vezes menor que qualquer outra que havia visitado.Sr. José tinha bastante idade, já poderia estar aposentado “de velho”, mas estava sempre disposto a trabalhar e atendeu muito bem seu cliente.


Assim que o empresário apresentou a pedra preciosa e explicou o que desejava, Sr José gritou para seu jovem estagiário:

- Chico, parta esta pedra ao meio!


- É pra já! – O garoto pegou a pedra, posicionou sobre a mesa, pegou um martelo e um instrumento pontiagudo e em um único golpe, partiu a pedra ao meio com absoluta perfeição.


“- MINHA NOSSA! Magnífico!” O empresário ficou muito surpreso e perguntou ao Sr. José “Como ele teve coragem de dar uma pedra desta preciosidade nas mãos de um garoto inexperiente, enquanto que os mais bem sucedidos joalheiros da cidade recusaram o risco que o serviço oferecia?”


E Sr. José respondeu: – O garoto não tem noção de quanto vale a pedra, por isso suas mãos não tremeriam para executar o serviço, diferente de mim ou qualquer outro joalheiro experiente desta cidade.


Criatividade e ignorância fazem parte da mesma equipe multidisciplinar. O segredo está em quem coordena os projetos em sua empresa. Faz a conta. ” ( Bruno Divetta )


E aí, gostaram ? Eu achei o texto magnífico !  Deixe sua opinião aqui ou no Blog do autor.


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Empreendedorismo Corporativo traz novas oportunidades

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Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Atualmente, não basta o funcionário ser capacitado, falar idiomas e se relacionar bem com os colegas de equipe. Tem sido cada vez mais comum as empresas exigirem que eles tenham um espírito empreendedor, senso crítico apurado e que saibam inovar como se fossem proprietários dos negócios.

Entretanto, o intraempreendedor, também conhecido como empreendedor corporativo, ainda encontra uma série de obstáculos para implementar novas ideias dentro das empresas, porque grande parte delas não sabe conduzir iniciativas e dar a autonomia necessária para o desenvolvimento de projetos inovadores.


Durante seminário sobre o tema, realizado no Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), em São Paulo,  Jay Rao, professor de tecnologia da Babson College, nos EUA, afirmou que as empresas precisam desenvolver a cultura da inovação, investir em pessoas criativas e não ter medo de falhar.

“Infelizmente, as corporações não incentivam o lado empreendedor dos indivíduos porque para isso é necessário apostar em transformações e saber relevar erros de percurso. É comum ver boas ideias serem descartadas devido à insegurança do gestor”, diz.


Marcos Hashimoto, consultor e coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper, diz que para criar a cultura de inovação em uma empresa deve-se estimular a tomada de risco e a criatividade, valorizar a autonomia , aprender a tolerar falhas e apostar na diversidade do time. “Os donos das empresas dizem que querem funcionários empreendedores, porém não estão preparados para lidar com a quebra de normas e nem com críticas aos modelos tradicionais de gestão.”


A indústria de alimentos Arcor iniciou recentemente um programa de incentivo ao empreendedorismo corporativo. Segundo Manuel San Pedro, gerente de inovação corporativa da empresa, os funcionários têm sido constantemente estimulados a propor novas ideias para melhorar desde os produtos alimentícios até o ambiente de trabalho.



“Criamos uma premiação para iniciativas que rendem frutos concretos e em pouco tempo percebemos como as pessoas gostam de participar de mudanças e se sentem valorizadas quando contribuem. Além disso, qualquer empresa que deseja crescer, independente do porte, precisa investir em novidade, em gente antenada com o futuro e sem receio de arriscar. Isso faz com que o negócio passe por melhoras contínuas e esteja sempre à frente da concorrência ”

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Duas palavras que abalaram o mercado e a web em 2009

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Duas palavras  alavancaram  um aumento substancial em  compras este ano: FRETE GRÁTIS .


Parece loucura, certo? A questão é que as pessoas estão gastando mais tempo em compras via Internet, o famoso  B2C , do que os especialistas esperavam.  E quando muda o comportamento humano, muda-se o mercado e deve-se repensar as estratégias.

Mesmo os executivos que lidam com e-commerce foram surpreendidos com o súbito aumento nas compras on-line. Michael Rubin, executivo-chefe da GSI Commerce, uma empresa que administra lojas web , disse recentemente a analistas que ele não achava que o comércio eletrônico seria tão grande como se pensava que seria.


E agora? “Agora eu acho que o comércio eletrônico vai ser significativamente maior do que qualquer um projetado”, disse Rubin.


Rubin creditou a Amazon o termo “rápido e gratuito” , quando adotou internamente uma nova postura na sua política de transporte e externamente um novo sentimento ao consumidor.  A tendência é que a estratégia também afete  os negócios B2B .


Tudo isso por causa de duas palavras ?  Sim ! Uma pequena inovação incremental nos processos pode trazer novos clientes, novos sentimentos e um novo fluxo de caixa.


Quem disse a você que toda inovação precisa ser necessariamente coisa ” de outro mundo” ? Ações simples podem trazer grandes impactos, se ninguém as adota e torna-se um diferencial competitivo.


GLOSSÁRIO:


Business to Business, B2B, é o nome dado ao comércio eletrônico associado a operações de compra e venda, de informações, de produtos e de serviços através da Internet ou através da utilização de redes privadas partilhadas entre parceiros de negócios, substituindo assim os processos físicos que envolvem as transações comerciais. O B2B pode também ser definido como troca de mensagens estruturadas com outros parceiros comerciais a partir de redes privadas ou da Internet, para criar e transformar assim as suas relações de negócios.

Business-to-consumer, B2C, é o comércio efetuado diretamente entre a empresa produtora, vendedora ou prestadora de serviços e o consumidor final, através da Internet.

Consumer to Consumer, C2C, é uma referência ao comércio eletrônico que se desenvolve entre usuários particulares da Internet. Aqui o comércio de bens ou serviços não envolve produtores e sim consumidor final com consumidor final.  Esse tipo de transação entre consumidores está associado a transação direta, com a ajuda (ou intermediação) de alguma empresa. Um grande exemplo desse tipo de transação são os leilões online, como Ebay e o Mercado Livre.


Referência:   Marc Brownstein





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Aos que não acreditam em seus sonhos: grandes empresas também nascem em garagens

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Conheça as histórias de gigantes internacionais que começaram em dormitórios de universidades, ou na garagem, com poucos bens, muito talento, criatividade , uma gigantesca vontade de acertar e , principalmente, que não desistiram dos seus sonhos.



AMAZON

Em 1994, quando a internet ainda engatinhava, o analista financeiro Jeffrey Bezos, então com 30 anos, acreditava que a web seria algo popular, que mudaria os paradigmas do mundo dos negócios. Ele achava que a rede se transformaria num excelente canal de vendas para qualquer produto, inclusive livros. Deixou, então, um bom emprego em Wall Street e mudou-se para Seattle, próximo a uma grande distribuidora de livros, e fundou a Amazon, na garagem de casa. Hoje, a empresa fatura US$ 7 bilhões de dólares por ano e atende mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo.

DELL

Michael Dell fundou sua empresa em 1984, quando tinha 19 anos e  US$ 1.000 no bolso. Começou a vender os computadores que ele mesmo montava em seu dormitório na Universidade do Texas, nos Estados Unidos. Fatura mais de US$ 30 milhões por ano. Michael Dell fundou sua empresa em 1984, quando tinha 19 anos e míseros US$ 1.000 no bolso. Começou a vender os computadores que ele mesmo montava em seu dormitório na Universidade do Texas, nos Estados Unidos. Fatura mais de US$ 30 milhões por ano.


HP

Bill Hewlett e Dave Packard iniciaram, em 1939, na garagem da casa de número 367 da Addison Avenue, em Palo Alto, uma das maiores fabricantes de computadores do mundo, a HP. O negócio começou com um capital de US$ 500 e a produção de instrumentos de medição. Hoje fatura mais de US$ 100 bilhões ao ano e está presente em mais de 130 países.


MICROSOFT

Em 1975, o trio Bill Gates, Paul Allen e Steve Ballmer, estudantes de Harvard, desenvolveu uma nova versão para substituir a linguagem Basic, que de básica não tinha nada. Era o início da Microsoft. Em 1985, eles assinaram um acordo com a IBM para o desenvolvimento do sistema operacional DOS. De lá para cá, já foram mais de centenas de softwares desenvolvidos e, hoje, faturam mais de US$ 50 bilhões ao ano.

SONY

Foi com uma oficina de fundo de quintal que Akio Morita, presidente da Sony, mudou o panorama empresarial do Japão. Ele e Masaru Ibuka criaram uma companhia de telecomunicações, o embrião da Sony, trabalhando nas ruínas de uma loja de departamentos de Tóquio no pós-guerra. O primeiro salto ocorreu quando Morita convenceu a americana Bell Laboratories a licenciar à sua minúscula companhia a tecnologia para fabricar transistores. Foi assim que a Sony fabricou o primeiro rádio transistorizado no Japão. A fixação por miniaturas fez Morita lançar em 1979 o primeiro walkman. Nenhuma pesquisa indicava que as pessoas queriam um radinho com fones de ouvido, mas Morita levou milhões de pessoas a acreditar que não podiam mais viver sem o aparelho.

YOUTUBE

Eis outra garagem famosa, essa em São Francisco, nos Estados Unidos. Corria o ano de 2005, fevereiro, mais precisamente, quando a dupla Chad Hurley e Steve Chen, então com 27 e 25 anos, respectivamente, criou um programa de computador para dividir vídeos com os amigos. Cerca de 20 meses depois, a invenção foi comprada por US$ 1,65 bilhão pelo Google.

FACEBOOK

Em 2004, Mark Zuckerberg, então estudante da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, criou um site para que seus colegas colocassem fotos e trocassem informações. O que parecia despretensioso em pouco tempo se tornou sensação. O Facebook, site montado no dormitório da faculdade, hoje conta com mais de 49 milhões de usuários, 250.000 novos registros por dia e vale US$ 15 bilhões.

APPLE

Seus fundadores, Steve Jobs e Stephen Wozniak, venderam uma Kombi e uma calculadora científica, suas maiores posses, para reunir capital e montar os primeiros computadores pessoais que o mundo conheceu. Isso em 1976, quando os computadores de grande porte dominavam o mercado. A dupla virou muitas madrugadas trabalhando enfurnada na garagem. Hoje, a Apple, dona do iPod, do iTunes e do iPhone, fatura mais de US$ 6 bilhões ao ano.

GOOGLE

A história do Google começa em 1995 com a criação de um sistema chamado BackRub por dois estudantes de doutorado de ciência da computação: Sergey Brin, russo,
23 anos, e Larry Page, americano, 24 anos. O BackRub ganhou aperfeiçoamentos e gerou, em 1998, o Google e a empresa Google Inc. Quando isso aconteceu, a dupla deixou os dormitórios da Universidade de Stanford e foi se alojar na casa de uma amiga. Hoje, o faturamento da empresa passa dos US$ 3,2 bilhões ao ano.


Referência : Pequena Empresas & Grandes Negócios .

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Criatividade como ferramenta estratégica

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Por Fernando Viana

Criatividade não é mais apenas uma habilidade, mas nesse mundo de intensas transformações a criatividade tornou-se uma ferramenta estratégica de trabalho. Portanto, as empresas que quiserem sobreviver e progredir neste século vão ter que pensar não apenas no seu plano estratégico, mas essencialmente em como resgatar e desenvolver o pensamento criativo da sua equipe de trabalho.

É complicado pensar nisto, quando percebemos que uma maioria expressiva das empresas ainda não consegue enxergar como incluir a criatividade no seu processo ou como resgatar e desenvolver a criatividade dos seus empregados. Todavia, vale considerar que primeiramente há a necessidade de que os líderes da empresa entendam o significado e a importância da criatividade no âmbito organizacional, para que seja possível disseminar esse processo para os demais empregados da organização.

Sabe-se que o sucesso de se desenvolver a criatividade no âmbito organizacional está diretamente associado no interesse dos líderes em introduzir e aplicar essa habilidade dentro da organização. Portanto, uma pesquisa da Universidade de Lund, Suécia, mostra que o poder das lideranças em disseminar conceitos positivos ou negativos na organização é da ordem de 67%. Na verdade essa resposta é realmente a esperado, porque o que percebemos na maioria dos ambientes organizacionais é que os líderes terminam por se transformar em exemplos bons ou maus seguidos pelas suas equipes.

Uma outra pesquisa afirma que apenas 39% dos produtos propostos chegam a ser realmente desenvolvidos, mas apenas 17% completam o processo e, finalmente, apenas 8% chega a ser introduzido no mercado e apenas 1% atinge os objetivos desejados. Portanto, é grande o desperdício do que é produzido e o que realmente é desejado pelo mercado.

O que provoca essa perda tão grande? O que é dito pelo departamento de marketing das empresas é que os diretores das suas empresas em sua maioria não têm a mínima noção do impacto desses novos produtos no mercado e, ao mesmo tempo, esses altos executivos contribuíram muito pouco para a finalização dos produtos e uma grande parte desses executivos não querem ter o menor envolvimento com os produtos.

Por esse motivo, falamos que se uma empresa quer trabalhar verdadeiramente com inovação, o primeiro passo é cultivar a prática do pensamento criativo na organização; todavia, não basta apenas a famosa “caixinha de idéias criativas”. Esse é um caminho utilizado por muitas empresas que, em seguida, propalam que estão resgatando a criatividade. O processo criativo, antes de qualquer coisa, é um processo atitudinal, ou seja, as pessoas precisam se sentir ouvidas, as suas idéias precisam ser analisadas antes de massacradas, e sobretudo, a criatividade não é apenas para os empregados mais simples ou de áreas específicas. Mais do que nunca a gestão das organizações precisa de doses maciças de criatividade, justamente para que os seus líderes comecem a entender que é possível fazer mais com menos e não afirmem que a empresa não consegue inovar porque para inovar é preciso um investimento muito alto.

Fernando Viana
Diretor Presidente da
FBC


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Para os amantes da criatividade

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by Rindert Dalstra


Uma ótima maneira de ganhar a exposição para seu produto ou serviço é fazer propaganda em pontos de ônibus. As pessoas têm de esperar até que o ônibus chegue e não tem muito o que fazer além de esperar. Mas também existem motoristas e pedestres que são atraídos por estes anúncios , quando bem produzidos.

Loja Ikea

Fitness First

Guaraná Antarctica

Osram: Só use a eletricidade quando precisar.

Vejam outras peças publicitárias no link original da matéria

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“Inovação e Ciclos Econômicos” é tema de programa do Centro de Inovação e Criatividade da ESPM

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O Centro de Inovação e Criatividade da ESPM abre inscrições para o curso de “Inovação e Ciclos Econômicos: uma abordagem multidisciplinar”, ministrado pelo professor Marcelo Lopes de Oliveira e Souza.

Voltado a todos os profissionais que buscam entender sobre as constantes instabilidades do mercado, o curso acontece nos dias 7 e 8 de dezembro, das 19h30 às 22h30.

O conteúdo tem o objetivo de mostrar que a crise faz parte do contexto econômico e esclarecê-los em uma abordagem multidisciplinar, mencionando os ciclos naturais e inúmeras inovações criadas pelo homem. Além disso, sinalizará os alvos de cada época, ao contemplar os vários setores da sociedade e do meio ambiente, estimulando a formação dos ciclos de poder.


ESPM-CIC

Ao final, e para aprofundar os conceitos, o professor fará referências a obras de vários economistas do século XIX e XX que estabeleceram ou estudaram os vários Ciclos Econômicos, como William Stanley Jevons, Clément Juglar, Joseph Kitchin Nicolai Kondratieff, Joseph Shumpeter e o renomado economista brasileiro, Ignácio de Mourão Rangel.

Os tópicos que serão discutidos contemplam: os ciclos curtos, médios e longos; conceitos de inovação; correlações entre as inovações e os ciclos econômicos, entre outros.

Marcelo Lopes de Oliveira e Souza é engenheiro de eletrônica pelo ITA; mestre em Ciências Espaciais/Mecânica Orbital pelo INPE; Ph.D. em Aeronáutica e Astronáutica pelo MIT; diplomado no Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia – CAEPE pela Escola Superior de Guerra-ESG (onde aprofundou o estudo dos Ciclos Econômicos e dos Ciclos de Poder); Professor de Engenharia e Tecnologia Espaciais-ETE e pesquisador titular A3 da Divisão de Mecânica Espacial e Controle – DMC do INPE (onde aprofundou o estudo da Inovação).

Mais informações pelo telefone (11) 5085-4600 ou pelo site www.espm.br/cic

Informações:


A Inovação e os Ciclos Econômicos: uma Abordagem Multidisciplinar.
Dia: 7 e 8 de dezembro, segunda e terça-feira
Horário: 19h30 às 22h30
Local: Centro de Inovação e Criatividade ESPM (CIC)
Endereço: ESPM – Campus Profº Francisco Gracioso
Dr. Álvaro Alvim, 123, prédio Otto Scherb
5º andar – Vila Mariana
11 5085-4680 / 5085-4681 / 5085-4682
www.espm.br/cic
cic@espm.br

Fonte: Assessoria de Imprensa da ESPM

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ESPM segue tendência e lança série de cursos voltados à inovação

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Nascida em 1951, a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), que dispensa apresentações  por seu nome e credibilidade, criou o Centro de Inovação e Criatividade : CIC – ESPM.


O CIC tem duas grandes áreas de atuação: Criatividade e Inovação.

Na primeira há  cursos de criação publicitária, design e planejamento em parceria com a Miami Ad School, os de criatividade voltados para inovação: Recriação e Mídia como diferencial criativo e os cursos curtos com variados temas.

Já na segunda área de atuação,  Inovação, o CIC oferece programas com foco em experiência de marca, comunicação, processos e modelos de negócios: ações inovadoras em comunicação digital e Gestão da Inovação.

Alguns dos seus cursos :

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Inovação em tempos líquidos

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por Martha Terenzzo


Após a Sociedade do hiperconsumo cunhada pelo professor de Filosofia Gilles Lipovetski, o que virá?

Vivemos em tempos líquidos como explora Zygmunt Bauman, filósofo polonês, que provoca nosso pensar sobre a fragilidade e superficialidade em todos os aspectos do mundo moderno. Tudo se molda mais rapidamente. Inovar em tempos líquidos é possível?


Nada mais é permanente. Necessidades humanas que se alteram diariamente. As informações chegam com velocidade que mal conseguimos alcançar.


Crédito: http://www.sxc.hu/profile/StefanG81

Crédito: http://www.sxc.hu/profile/StefanG81


Uma dissonância cognitiva nas pessoas dificultando nosso entendimento sobre comportamento. Por um lado queremos a velocidade, queremos todas as novidades que a tecnologia nos oferece e somos expostos a mais de sete estímulos diários de tal forma que é impossível gerenciar tudo em nossas vidas.

Instala-se uma fadiga pelo excesso ofertas, de inovações e de estímulos. Não é mais possível nos aprofundarmos nas essências das situações.


Estamos fragmentados em nossas necessidades e queremos a inovação customizada, quando não exclusiva para um determinado momento. Essa customização de necessidades cresce dia-a-dia, e somos mais exigentes.


Com necessidades tão fragmentadas criamos uma demanda incerta com possibilidades infinitas de escolha. Para a indústria que necessita inovar, há mais geração de custos e uma possibilidade de gerar confusão com novos produtos e serviços que as pessoas não necessitam.


Paralelamente, há a pressão tecnológica nos arrebatando com a obsolescência planejada cada vez mais rápida. Vivemos momentos tecnológicos turbulentos. E uma onda de regulamentação ambiental, ainda burocrática, mas prioritária, para sobrevivência futura deste planeta, mas que gera novos custos internos.


O consumidor de hoje tem muita pressa para tudo e o tempo é o fator mais caro para ele – o dia só tem 24 horas e ele muita coisa para fazer. É o que podemos denominar de “consumidor líquido” e que procura os recursos necessários para facilitar a sua vida. A inovação de hoje deve solucionar muitas destas necessidades.


Para inovar em tempos líquidos será necessário entender profundamente o comportamento destas pessoas. E principalmente simplificar a vida delas com o recurso mais escasso nos dias de hoje: TEMPO.


Numa era caótica a inovação, os gestores das empresas devem ter como “drive” uma maior capacidade de correr risco. Planejar é importante, mas com muita tolerância em errar e tentar mais vezes. Temos que ser mais “betas” para testar na própria experiência qualquer tipo de sucesso de inovação.


Ao lançar um novo olhar à inovação é importante colocar seus parceiros, colaboradores, fornecedores, juntos para conversar e entender os “gargalos”, os problemas de cada área e conseqüentemente suas soluções. A empresa que quer inovar terá que criar sua própria metodologia e ter uma voz própria para fazer a diferença na vida das pessoas, colaboradores, parceiros, fornecedores. Criar relevância nas reais necessidades será uma prioridade.


O consumidor apressado não tem tempo e estará cada vez mais exigente em relação as suas compras e marcas, por um lado sempre ávido por novidades, mas sempre disposto a trocar de marcas e produtos que não atendam suas expectativas e que não simplifiquem seu dia-a-dia. A inovação nestes tempos deve resolver qualquer que seja o problema: desde incrementar o lucro da empresa, integrar negócios numa mesma empresa, redefinir um modelo de negócio e até reposicionar uma marca tradicional. A inovação será de fato a que gerar valor para o negócio e resolva um problema ainda não resolvido.

Em tempos líquidos é necessário:


-Conhecer muito bem o consumidor que você deseja impactar , entendendo as suas reais necessidades, seus motivadores e discriminadores de experiência de compra

-Lidar com frustração e aprender a verdadeira razão da palavra resiliência

-Ser rápido nas decisões, a economia de tempo será o seu maior aliado

-Sintonizar-se com tudo que está ao seu redor em termos de tendências e sinais periféricos do que vem por aí. Antecipar-se as necessidades das pessoas é uma vantagem competitiva

-Gerar relevância para as pessoas. Inovação sem relevância está fadada ao insucesso

-Buscar incansavelmente o fator WOW-gerando maior poder de atratividade, surpreendendo positivamente

-Introduzir a co-criação na empresa através de redes de inovação com participação ativa do consumidor, consultores externos e parceiros. Eles trarão novos “insights” através de reais problemas do dia-a-dia e com uma visão mais aberta para inovar.


O líquido não tem forma, ele se adapta, não fixa no tempo e tem facilidade de adaptação. Esta é a analogia com a Inovação nos dias de hoje. Ela deve ser moldada a necessidade individual da empresa e das pessoas.


MARTHA TERENZZO -  GESTORA DE INOVAÇÃO E BUSINESS

Twitter @marthaterenzzo9

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CITAÇÕES

Devemos definir quem nós somos e o que fazemos bem. Esta é a essência da estratégia ( Michael Porter )

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