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Innovation Challenge Brasil 2010

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Alunos de pós e de MBA devem responder a demandas reais de empresas. Equipe vencedora leva R$ 10 mil.


Originalmente sediado na Darden School of Business, em Virginia, EUA,  o Innovation Challenge se tornou a principal competição de inovação corporativa do mundo, envolvendo grandes marcas, grandes empresas e alunos de MBA e pós-graduação.

As empresas selecionadas atuam como patrocinadoras do evento e  colocam  desafios reais dos seus negócios para serem  trabalhados pelos competidores. Em grupos de até 05 alunos, os competidores tem poucas semanas para  elaborarem  as mais inovadoras soluções sobre temas e áreas diversas.

A capacidade de planejamento, criatividade, originalidade e trabalho em grupo vão definir os melhores trabalhos que serão julgados por especialistas em inovação, executivos do mercado e das empresas patrocinadoras.

O Innovation Challenge foi idealizado pela Idea Crossing e trazido ao Brasil pelo Insper - Instituto de Ensino e Pesquisa.  Em 2010 será realizado pela segunda vez no Brasil.

As inscrições devem ser feitas pelo site do evento até o dia 20 de agosto.
No ano passado, 87 equipes formadas por 296 alunos de 27 universidades brasileiras se inscreveram.

E você ? Vai ficar fora dessa ?



Anote na sua agenda, avise a seus professores e coordenadores, aproveite e veja outros eventos importantes na área.

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Empreendedorismo Estratégico: um novo conceito emergente

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por Donald F. Kuratko 1 e David B. Audretsch 2

1 Indiana University
2 Max Planck Institute of Economics


O planejamento estratégico é a formulação de planos de longo prazo para a gestão eficaz de oportunidades e ameaças  em função dos pontos fortes e as fraquezas de uma empresa . Ela inclui a definição da missão do empreendimento, especificando objetivos tangíveis, desenvolver estratégias e definir orientações políticas. (Hitt, Ireland, & Hoskisson, 2009).

Recorde-se que o maior valor do processo de planejamento estratégico é o “pensamento estratégico” promovido entre os proprietários do negócio. Embora nem sempre articulado formalmente, o pensamento estratégico sintetiza a intuição e a criatividade de um empresário em uma visão para o futuro (Mintzberg, 1994).

A capacidade de navegar por esse ambiente desafiador, e as nuances da combinação de empreendedorismo e gestão estratégica, levou o foco dos estudiosos em gestão estratégica, empreendedorismo e economia para um novo conceito: “Empreendedorismo Estratégico”

É o novo termo que surgiu na literatura para representar a intersecção da estratégia com o empreendedorismo. Entanto, a natureza exata deste conceito permanece indefinida. A fim de investigar as diferentes perspectivas que este termo representa os autores fornecem uma visão geral dos domínios específicos que constituem o conceito.

O “melhor” plano estratégico será influenciado por muitos fatores, entre eles as habilidades do empreendedor, a complexidade do empreendimento, bem como a natureza da indústria/serviço. No entanto, independentemente da situação específica, cinco etapas básicas devem ser seguidas no planejamento estratégico:

  • Examinar os ambientes internos e externos da empresa (pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças).
  • Formular estratégias de curto alcance e longo prazo da empresa  (missão, objetivos, estratégias, políticas).
  • Implementar o plano estratégico (programas, orçamentos, procedimentos).
  • Avaliar o desempenho da estratégia.
  • Tomar medidas de acompanhamento através de feedback contínuo.

Em empreendedorismo há um consenso de que estamos a falar de um tipo de comportamento que inclui: (1) tomar a iniciativa, (2) organizar ou reorganizar  mecanismos econômicos para transformar recursos e situações em práticas, e (3) a aceitação de riscos e falhas (Shapero, 1975). Depois de analisar a evolução do espírito empresarial e análise de suas diferentes definições , Ronstadt (1984) elaborara uma descrição sumária:

O empreendedorismo é um processo dinâmico de criação de riqueza incremental. Essa riqueza é criada por indivíduos que assumem os maiores riscos em termos de equidade, tempo e / ou comprometimento com a carreira ao fornecer valor a algum produto ou serviço. O produto ou serviço em si pode ou não ser novo ou único, mas de alguma forma o valor deve ser administrado, garantindo e alocando as competências e os recursos necessários.

Empreendedorismo e gestão estratégica  são processos dinâmicos preocupados com o desempenho da empresa. Chama de gestão estratégica para as empresas ao estabelecer e explorar as vantagens competitivas dentro de um contexto ambiental específico, enquanto promove o espírito empresarial na busca de vantagens competitivas através de produtos, processos e inovações no mercado. A nova empresa é normalmente criada para exercer a “promessa” de inovações .

Ao tentar integrar o empreendedorismo com a estratégia, temos de estar cientes do termo “lógica dominante” (Bettis e Prahalad, 1995), que refere-se à maneira pela qual os gestores conceituam o negócio e tomam decisões de alocação de recursos críticos.

A lógica dominante de uma empresa tenta capturar a mentalidade dominante, e que impulsiona o foco global dos sistemas e rotinas . Além disso, filtra e interpreta a informação do ambiente; atenua complexidades; e orientam as estratégias, sistemas e comportamentos da organização. Na verdade, os gestores consideram frequentemente a única informação e inteligência que se acredita ser relevante para a  empresa .

Morris, Kuratko e Covin (2008) sugerem a criação de uma lógica dominante dinâmica a fim de tornar o empreendedorismo, a base sobre a qual a organização é conceituada e os recursos são alocados. Como lógica dominante, o empreendedorismo promove agilidade estratégica, flexibilidade, criatividade e inovação contínua em toda a empresa. Além disso, o principal foco da empresa volta-se para a identificação de oportunidades, a descoberta de novas fontes de valor e a inovação de produtos e processos que conduzirão a uma maior rentabilidade. Finalmente, uma ênfase na atividade empresarial é traduzida em objetivos, estratégias, sistemas de recompensas, sistemas de controle, planejamento de estratégias, estrutura, e assim por diante .

O empreendedorismo torna-se mais do que um curso de uma ação, mas sim uma mentalidade. Ao nível da organização, o empreendedorismo pode fornecer um tema ou direção às operações . Ele pode servir como um componente integral da estratégia de uma empresa e, em alguns casos, servir como o núcleo ou na definição de componente da estratégia corporativa (Kuratko, Irlanda, & Hornsby, 2001). A estratégia, na sua essência, as tentativas de captura, onde a empresa quer ir e como pretende chegar lá. Quando o empreendedorismo é introduzido na estratégia as possibilidades de onde a empresa pode ir, o quão rápido, e como se chega lá são bastante reforçadas.

Não só o empreendedorismo pode servir como a lógica dominante de uma empresa, mas também desempenha um papel importante na estratégia da empresa. A integração do espírito empreendedor com a estratégia tem dois aspectos, ambos os quais são fundamentais Morris et al. (2008) . Referem-se a estes dois aspectos como estratégia: o empreendedorismo e a empresarial .

O empreendedorismo diz respeito à aplicação da criatividade e do pensamento para o desenvolvimento de uma estratégia fundamental para a empresa: definir “uma visão direcionada,  ampla sobre o comportamento empreendedor, que propositalmente rejuvenesce continuamente a organização, e as formas no âmbito das suas operações, através do reconhecimento e exploração de oportunidades empresariais “. Uma estratégia altamente empreendedora não é um exemplo óbvio. Descobrir posições  no mercado é difícil, como é romper formas pré-estabelecidas de fazer as coisas. Essa estratégia implica um maior nível de risco, especialmente quando  implementada.

Desenvolver uma matriz estratégica empresarial onde medidas de risco e inovação sejam participantes. Para os efeitos desta matriz, inovação é definida como a criação de algo novo e/ou diferente. Em termos de medição, quanto mais novo e/ou mais diferente o produto ou serviço proposto, maior seria em sua escala de medição. Risco é definida como a probabilidade de perdas financeiras importantes. Quais são as chances do empreendimento empresarial ? Como grave seria a consequente perda financeira? Considerando que existem muitas maneiras de aumentar a inovação, a redução do risco de grande parte concentra-se em fatores financeiros, com um aspecto secundário da autoimagem e do ego. O modelo permite que até mesmo os empresários mais inexperientes possam caracterizar as situações de novos riscos  ou os dos já existentes e identificar estratégias apropriadas. O valor da matriz de estratégia empresarial é que sugere caminhos adequados para  empreendedores diferentes. Quando o empresário identifica a célula que melhor descreve o novo empreendimento existente ou a ser contemplado, em seguida algumas estratégias são indicadas como mais provável em ser eficazes.

Integrar o empreendedorismo a estratégia diz respeito à necessidade de desenvolver um caminho para orientar as atividades  que ocorrem dentro da empresa. Em sua essência, esta é uma estratégia empresarial para determinar como a empresa realmente se esforça para ser e como ela irá atingir esse nível . Colocam questões como:

  • Em que medida a ênfase empresarial da empresa é voltada ao crescimento de novos negócios ou início de novos empreendimentos : transformando a empresa existente e as suas operações internas em um ambiente mais empreendedor?
  • Em que áreas da empresa o gerenciamento é observado tanto nos  níveis superior como inferior da atividade empresarial? Quais as unidades de negócios ou áreas de produção são esperadas inovação? Quais serviços são esperados para ser o verdadeiro lar do espírito empresarial, direcionamento e fornecendo a liderança para o resto da empresa?
  • Até que ponto a inovação é esperada vir da alta administração, média gerência ou de primeiro nível? Existe uma orientação clara em termos de tipos de inovação esperados em cada nível?


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Onde estaremos em 2030 ?

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Afinal, onde e como estaremos em 2030? Existirá o canal de vendas e distribuição da forma que é concebido hoje? Quem será o comprador de tecnologia? Será possível utilizar as ferramentas de colaboração para se fazer negócio? E quais marcos regulatórios definirão a sobrevivência de sua empresa? Como será o processo educacional ?

Estas e outras perguntas norteiam o Projeto Zomo:  um espaço virtual criado pela CRN BRASIL , aberto a pessoas interessadas em desenhar a realidade em 2030, que estão dispostas a pensar diferente, propor novas ideias, olhar as necessidades do mundo de outra forma.


Lançado no final do ano passado,  teve como marco um debate  com grandes nomes da inovação, dos negócios e da tecnologia :

Fábio Gandour, cientista-chefe da IBM Brasil; Kip Garland, diretor da consultoria de processos em inovação innovationSEED®; João Antonio Zuffo, coordenador-geral do LSI (Laboratório de Sistemas Integráveis, departamento de engenharia de sistemas eletrônicos da Escola Politécnica da USP); Ricardo Jordão, fundador da BizRevolution e da Armrebel e Gilberto Pavoni Jr., jornalista especializado em negócios digitais, comportamento do consumidor e cybercultura .

Contando atualmente com 783 membros ( eu já estou por lá ! ) , a rede abre discussões importantes :

  • Como serão as cidades digitais do futuro?
  • O canal de distribuição vai existir em 2030?
  • Como gerar receita com as redes sociais?
  • Sustentabilidade é problema de quem?
  • Hierarquia, cargas horárias rígidas e escritórios cheios estão com os dias contados?
  • O seu negócio está preparado para a geração Y?
  • e etc.

A discussão e a construção do futuro continuam online. Entre na rede do Projeto Zomo,   torne-se um membro , dê suas contribuições e compartilhe sua visão do futuro.


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10 atitudes das pessoas muito criativas

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por Jairo Siqueira, publicado originalmente no site Criatividade e Inovação


Criatividade não é meramente uma questão de técnicas e habilidades, mas sobretudo de uma atitude mental no trato de problemas e de ideias. Mesmo para alguém versado nas técnicas de criatividade (Brainstorming, Mapa Mental,SCAMPER, TRIZ, etc.), sem uma atitude mental correta, estas técnicas não produzirão resultados. Para serem eficazes, as técnicas de criatividade precisam ser acompanhadas de atitudes que nos levem a ver o mundo sob diferentes perspectivas e a trilhar caminhos nunca antes tentados.

Algumas atitudes mentais essenciais para o pensamento criativo são apresentadas a seguir :

1. Curiosidade

Criatividade requer uma disposição permanente para investigar, procurar entender e obter novas informações sobre as coisas que nos cercam. Para se tornar uma pessoa mais criativa você deve aprender a perguntar “por quê?” e “e se…?” e incorporar estas perguntas ao seu modo de vida. Infelizmente, com a maturidade perdemos aquela atitude inquisitiva da infância, quando não dávamos trégua aos nossos pais, querendo saber o porquê sobre tudo. Faz-se necessário estimular a volta desta curiosidade natural, anulada pela escola, pela família e pelas empresas.

2. Confrontando desafios

As pessoas criativas não fogem dos desafios mas os enfrentam perguntando “como eu posso superar isto?”. Elas têm uma atitude positiva e vêem em cada problema uma oportunidade de exercitar a criatividade e conceber algo novo e valioso.

3. Descontentamento construtivo

As pessoas criativas têm uma percepção aguda do que está errado no ambiente em volta delas. Contudo, elas têm uma atitude positiva a respeito desta percepção e não se deixam abater pelas coisas erradas. Ao contrário, elas transformam este descontentamento em motivação para fazer algo construtivo. Santos Dumont era um entusiasta dos balões mas não estava satisfeito com suas limitações e não descansou até inventar uma aeronave dirigível.

4. Mente aberta

Criatividade requer uma mente receptiva e disposta a examinar novas idéias e fatos. As pessoas criativas têm consciência e procuram se livrardos preconceitos, suposições e outros bloqueios mentais que podem limitar o raciocínio. Quem vê um celular apenas como um telefone, jamais pensaria em agregar ao aparelho outras utilidades como fotografia, GPS, e-mail e MP3.

5. Flexibilidade

As pessoas muito criativas são hábeis em adotar diferentes abordagens na solução de um problema. Elas sabem combinar idéias, estabelecer conexões inusitadas e gerar muitas soluções potenciais. Elas adoram olhar as coisas sob diferentes perspectivas e gerar muitas idéias.

6. Suspensão do julgamento

Imaginar e criticar ao mesmo tempo, é como dirigir com o pé no freio. As pessoas criativas sabem que há um tempo para desenvolver idéias e outro para julgá-las. Elas têm consciência que toda idéia nasce frágil e precisa de tempo para maturar e revelar seu valor e utilidade antes de ser submetida ao julgamento.

7. Síntese

Olhe as árvores, sem perder a visão da floresta. A capacidade de se concentrar nos detalhes sem perder de vista o todo é uma habilidade fundamental das pessoas criativas. A visão do todo lhe dá os caminhos para estabelecer conexões entre informações e idéias aparentemente desconexas.

8. Otimismo

Henry Ford resumiu bem as conseqüências de nossas atitudes: Seja acreditando que você pode, seja que não pode, você estará provavelmente certo. Pessoas que acreditam que um problema pode ser resolvido acabam por encontrar uma solução. Para elas nenhum desafio é tão grande que não possa ser enfrentado e nenhum problema tão difícil que não possa ser solucionado.

9. Perseverança

As pessoas muito criativas não desistem facilmente de seus objetivos e persistem na busca de soluções, mesmo quando o caminho se mostra longo e os obstáculos parecem intransponíveis. Com muita freqüência, a procura de uma solução criativa requer determinação e paciência. Ouçamos o Professor Sir Harold Kroto, prêmio Nobel de Química: Nove entre dez de meus experimentos falham, e isto é considerado um resultado muito bom entre os cientistas.

10. Eterno aprendiz

Freqüentemente, a solução criativa nasce de combinações inusitadas, estabelecendo analogias e conexões entre idéias e objetos que não pareciam ter qualquer relação entre si. A matéria prima para estas analogias e conexões são os fatos observados e os conhecimentos e experiências anteriores que a pessoa traz consigo. É através de seu patrimônio cultural que cada pessoa pode dar seu toque de originalidade. Este patrimônio cultural nasce e se alimenta de uma atitude de insaciável curiosidade e de prazer em aprender coisas novas.

Quais destas atitudes mentais caracterizam sua maneira de lidar com seus desafios? Quais são seus pontos fortes? Quais atitudes você precisa desenvolver para fortalecer sua criatividade? Focalize naquelas que você considera essenciais para o aprimoramento de sua criatividade e prepare um plano de ação. Mas tenha sempre em mente que atitudes não são mudadas de um dia para outro. Isto requer disciplina, paciência e perseverança. Pode ser difícil, mas o prêmio é alto.

Outros artigos do Consultor e Professor Jairo Siqueira:

O declínio da criatividade

Criatividade e intuição

Para inovar, questione as regras sagradas

O processo criativo

Ferramentas de criatividade


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Conheça o brasileiro que criou a impressora de alimentos no MIT e outras invenções

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Fonte : Último Segundo, IG
Indicação de Notícia : Reinaldo Melo – Instituto Federal de Sergipe


Quando era criança, Marcelo Coelho gostava de brincar com lápis, tesoura e cola para fazer objetos a partir de folhas de papel. Aos 29 anos, ele ainda gosta de usar a imaginação para criar coisas. Com uma diferença: a brincadeira virou profissão. Coelho é um dos responsáveis por uma novidade recém saída dos laboratórios do Massachussetts Institute of Technology (MIT) e que ganhou manchetes no começo do ano: a impressora de alimentos.

“A ideia é digitalizar a culinária, uma atividade que ainda é muito analógica”, disse Coelho ao iG, em entrevista por telefone do seu laboratório em Cambridge, nos Estados Unidos.

A novidade pode soar estranha para a maioria das pessoas. Para quem não tem tempo de cozinhar, a promessa é, com o perdão do trocadilho, um prato cheio. Ao fim do expediente, basta abrir um programa de computador que funciona como um cardápio virtual e escolher o jantar. A receita do prato selecionado é enviada para uma impressora e, ao chegar em casa, não é preciso perder tempo na frente do fogão. O jantar está pronto para ser servido .

Deixar a comida pronta na hora programada não é a única função da Cornucópia, cujo nome foi inspirado no chifre que representa a fertilidade, a riqueza e a abundância na mitologia greco-romana. Ela também vai ajudar a preparar pratos mais saudáveis. Na tela sensível ao toque, será possível escolher a quantidade de alguns ingredientes usados na preparação do prato. A precisão será tamanha que permitirá estabelecer até mesmo o número de calorias e quantidade de carboidratos da refeição.

Comida feita em casa

Coelho teve a ideia da Cornucópia depois de sofrer com um trauma gastronômico nos Estados Unidos. “Muitas vezes você come algo e não sabe que ingredientes foram usados na comida”, afirmou Coelho. “Descobri há pouco tempo que tem até milho no suco de laranja vendido no supermercado”. A impressora ainda está em fase inicial de desenvolvimento e vai demorar pelo menos mais dois anos para ficar pronta, mas Coelho está animado com os resultados. “Fizemos testes com alguns ingredientes e ficou com gosto de comida feita em casa”.

Desenvolvida nos últimos seis meses ao lado do israelense Amit Zoran, a Cornucópia não é a primeira invenção de Coelho. Antes dela, trabalhou com os objetos que mudam de forma. Ao todo, três ideias saíram do seu laboratório. A que mais gosta é a Shutters, uma espécie de cortina cujas abas mudam de um lado para o outro para facilitar o fluxo de luz e de ar . Depois de um ano e mais de US$ 10 mil investidos, a novidade chamou a atenção de uma fabricante americana de brinquedos.

Entenda como funciona a impressora de alimentos

De Campinas para o mundo


Inventar objetos não foi a primeira opção de vida para Coelho. Em 1998, ele decidiu sair de Campinas, no interior de São Paulo, onde nasceu, para estudar cinema na USP. Um ano e meio depois, foi fazer um intercâmbio na Universidade Concórdia, em Montreal, no Canadá, onde estudou cinema por mais um ano e meio antes de perceber que aquela não era bem a sua praia.

“Estava mais interessado em montar e desmontar câmeras do que fazer filmes”, disse o jovem inventor. Coelho continuou em Montreal, mas mudou de curso. Em 2002, matriculou-se na faculdade de Arte e Computação.

O gosto pelas pesquisas inovadoras ele herdou da professora canadense de design Joanna Berzowska, com que foi trabalhar há cinco anos. Entre suas pesquisas estão tecidos inteligentes que mudam de cor de acordo com a temperatura ambiente. De lá para cá, Coelho não deixou mais o laboratório. Se a Cornucópia der certo, ele pretende montar uma empresa para comercializar o mais novo utensílio de cozinha. Caso contrário, vai voltar para o mundo das pesquisas. “Sempre tenho dez projetos acontecendo ao mesmo tempo”, disse. “No mundo das pesquisas, é bom não apostar tudo numa coisa só”.

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Pulseira indica nível de estresse na hora de fazer negócios

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por Rafael Barifouse , Blog Tecneira em  Época Negócios

A pulseira “da razão” tem sensores que avaliam o estado emocional de uma pessoa e emitem sinais via ondas de rádio para uma tigela luminosa, que brilha de acordo com a intensidade das emoções. Amarelo indica tranquilidade. Laranja é sinal de alerta. Se chegar a vermelho, é hora de tirar um tempo para esfriar a cabeça e refletir.

A tecnologia usada é chamada de “sensor galvânico de resposta cutânea”. “É uma forma legal de dizer que a pulseira mede a intensidade do seu suor”, diz Geert Christiaansen, designer-chefe de desenvolvimento de negócios da Philips.

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FAB LABS: a inovação ao alcance de todos

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Dia 22 de Janeiro occoreu a Conferência FAB LABS PORTUGAL – A inovação ao alcance de todos, promovida pelo Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação, I.P. (IAPMEI).


Dos vários oradores presentes na Conferência, destaque para o próprio criador do conceito dos Fab Labs, Neil Gershenfeld, Diretor do The Center for Bits and Atoms, do Massachusetts Institute of Tecnhology (MIT), bem como de representantes de dois casos de sucesso europeus, o Fab Lab Holanda e o Fab Lab Noruega.


Apesar de ainda relativamente desconhecido entre nós, o conceito de Fab Lab já vai fazendo alguma história pelo mundo afora e é provável que, em Portugal, as entidades públicas, sobretudo a administração local, adiram ao conceito e o utilizem enquanto instrumento de um novo modo de governança, mais aberta e colaborativa, que dê verdadeiro poder às pessoas – mais do que poder para se fazer ouvir ou poder para decidir, poder para fazer aquilo de que necessitam para resolver as suas necessidades.


No Center for Bits and Atoms, do MIT, um grupo de investigação que procura trabalhar a forma como a tecnologia digital influenciará o nosso mundo físico, relacionando os dois constituintes elementares destes dois universos, bits e átomos, foi testado um conceito simples: colocar à disposição dos alunos, numa aula intitulada “How to make almost anything”, equipamento tecnológico industrial que lhes permitiu desenvolver conceitos e construir objetos que nunca surgiriam a partir da iniciativa industrial.

A  ideia é colocar à disposição do cidadão comum laboratórios de “fabricação pessoal” (fab labs), onde são instaladas uma série de ferramentas de prototipagem rápida que aliam software open source e maquinaria de ponta para que os cidadãos tenham condições para desenvolver os seus próprios projectos tecnológicos, úteis para si próprios e para a sua comunidade.
Surgiu, assim, uma rede mundial de laboratórios colaborativos administrados pela comunidade local, já cerca de 40, em locais tão diversos como Noruega, Afeganistão, Holanda, Índia ou Espanha.

Os Fab Labs, verdadeiros espaços de inovação aberta a todos, poderão permitir a mobilização dos habitantes em cada comunidade para fazer quase tudo, numa lógica de faça-você-mesmo.


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O valor da criatividade no mundo dos negócios

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Os resultados da boa gestão são geralmente confundidos com a imagem de uma empresa ordenada e eficiente.

No  IX Congresso Internacional de Administração e Gestão do Mercosul, ” Talento, Imaginação e Valores”, discutiu-se, entre outras coisas, o conceito de criatividade aplicada ao mundo dos negócios.


Uma das expositoras, Silvia Pirraglia, apresentou um documento com o título “Criatividade Aplicada é um diamante escondido “, onde fez uma visita guiada à tomada de decisões e processos dentro das organizações, identificando  vantagens e oportunidades.

Ela propõe a integração de conceitos provenientes de diversas áreas profissionais que trabalham com a criatividade, as últimas pesquisas em neurociências e até mesmo alguns princípios budistas aplicados aos negócios. A ideia é lidar com as estruturas rígidas que prejudicam o desenvolvimento das empresas e indivíduos.

“A aplicação da criatividade em diferentes áreas só será possível se compreendermos que o potencial a ser desenvolvido é equivalente a um recurso inexplorado. Que um processo individual de criatividade pode ser ensinado. No entanto, é imprescindível  a existência de um facilitador para orientar e acompanhar o processo de conversão ‘ do carbono em um valioso diamante ‘ .

Em organizações que são muito rígidas nos seus processos e padrões, uma pessoa criativa geralmente é tratada como agente desintegrador e um possível problema . Como citado pelo autor de Fazer Acontecer.com.br, Julio Ribeiro, uma “Síndrome da Branca de Neve ” :  onde os empresários e gestores tratam seus funcionários como “anões”.

As empresas precisam se conscientizar e praticar a abertura e  a mudança. Devem mudar o pensamento de que a criatividade é algo isolado e inato ao ser humano, e não um fator que deve ser trabalhado individualmente e de forma integrada  :  um processo onde elas têm que envolver todos de forma sistêmica e estruturada.

Sem ambientes criativos, sem inovação: e ponto final !

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Variáveis que transformam vaga temporária em emprego fixo

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Funcionários que pretendem ser efetivados na vaga temporária devem mostrar interesse e disposição no trabalho. Há sempre alguém na empresa observando o seu comportamento.

Final de ano é o período em que a maioria dos segmentos precisa de mão de obra extra para suprir a demanda de trabalho. A época é ideal para quem procura uma oportunidade de emprego.


A consultora de empresas da Treinecon, Maria Alice Pinatti, afirma que segundo especialistas na área, 30% dos empregos temporários se tornam fixos. Por isso é muito importante saber aproveitar as novas chances.


Entre os candidatos às vagas de trabalho, a consultora destaca três tipos de pessoas que aceitam o emprego temporário: os que pretendem trabalhar para se firmar no mercado; aqueles que querem ganhar um dinheiro extra para gastar nas festas de fim de ano e os que vão utilizar o dinheiro para efetuar algum planejamento futuro.

Fique Atento(a)


Para os que realmente buscam experiência e desejam permanecer na empresa, alguns comportamentos relacionados à ética pessoal e profissional devem ser observados:


Em primeiro lugar, segundo a consultora, o funcionário contratado deve ter comprometimento com o trabalho. Deve desempenhar muito bem a tarefa, demonstrando todas as suas habilidades.


O entusiasmo é outra característica muito importante. “O novo contratado deve demonstrar alegria no que faz. Se ficar encostado e desanimado, nunca será um candidato a conseguir uma vaga efetiva.


Outra dica da consultora é que o empregado deve primar pelo bom atendimento, ser ágil e criativo. “No caso de um vendedor, por exemplo, ao mostrar um vestido, pode oferecer produtos agregados como uma bolsa ou uma meia fina”.


Ela acrescenta que o funcionário deve ter iniciativa e não esperar que alguém peça para que ele faça alguma coisa importante no desenvolvimento do trabalho.


A comunicação é outro item fundamental para a permanência do funcionário. Ele deve se mostrar prestativo e saber trabalhar em equipe, respeitando os colegas de trabalho.


A consultora lembra que normalmente existe alguém, um gerente ou proprietário que estará atento a todas às atitudes do novo empregado.


“Mesmo que o empresário não tenha interesse em contratar, se a pessoa se destacar   terá uma oportunidade para ser efetivada. Afinal, o mercado de trabalho está carente de profissionais competentes”, diz.


Talita Amaral – Diário do Norte do Paraná

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A criatividade realmente funciona ?

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Eis que me deparo na Web com a pergunta : a criatividade realmente funciona ? Algo que muitos empresários ainda perguntam, duvidam e, por isso, não ousam e não praticam a inovação.


A pergunta, e a sua resposta , foram para mim brilhantemente exemplificadas pelo publicitário Bruno Divetta, em seu sugestivo Blog :  Diário de um Turco


Vejam abaixo a resposta do autor e depois me digam se estou errado em compartilhar com vocês este texto ?


A criatividade realmente funciona?


É a pergunta que o vídeo  abaixo tenta responder da forma que o negócio da propaganda adora fazer: Encantando.



Mas até onde é permitido brincar? Ou melhor, até quanto? Comprar uma bicicleta por $ 27,50, usar bom humor para anunciá-la, gerar mídia orgânica e valorizá-la 300% é uma brincadeira que envolveu um investimento baixo. Investimento baixo + risco baixo = criatividade fluente² = Lucro/ vendas/ diversão.


E se não fosse uma bicicleta, mas sim, uma conta de 50 milhões anuais? É preciso ousadia “insanamente radical” para brincar com o dinheiro dos outros, quando as cifras são maiores.


Isso me lembra uma história de um velho empresário muito rico que arrematou em um leilão um diamante do mais alto quilate. A pedra media 8 cm de diâmetro e com ela, pretendia fazer um pingente “discreto” a sua amada e belíssima esposa.


Procurava joalheiros por toda a cidade para partir a pedra ao meio. Foi nas maiores joalherias e ofereceu pagar quantia irrecusável para a execução do serviço, mas todos recusavam, pois um erro mínimo resultaria em prejuízo irreversível para a joalheria que poderia até falir, tamanha a preciosidade do diamante.


Quando estava prestes a desistir, ouviu um conselho de um joalheiro:


- Vá neste endereço e fale com um vejo joalheiro chamado José – e anotou o endereço, que ficava em um bairro do subúrbio da cidade.


O rico empresário não teve dúvidas, foi a procura do joalheiro e ao chegar no local, surpreendeu-se com a simplicidade daquela joalheria, no mínimo três vezes menor que qualquer outra que havia visitado.Sr. José tinha bastante idade, já poderia estar aposentado “de velho”, mas estava sempre disposto a trabalhar e atendeu muito bem seu cliente.


Assim que o empresário apresentou a pedra preciosa e explicou o que desejava, Sr José gritou para seu jovem estagiário:

- Chico, parta esta pedra ao meio!


- É pra já! – O garoto pegou a pedra, posicionou sobre a mesa, pegou um martelo e um instrumento pontiagudo e em um único golpe, partiu a pedra ao meio com absoluta perfeição.


“- MINHA NOSSA! Magnífico!” O empresário ficou muito surpreso e perguntou ao Sr. José “Como ele teve coragem de dar uma pedra desta preciosidade nas mãos de um garoto inexperiente, enquanto que os mais bem sucedidos joalheiros da cidade recusaram o risco que o serviço oferecia?”


E Sr. José respondeu: – O garoto não tem noção de quanto vale a pedra, por isso suas mãos não tremeriam para executar o serviço, diferente de mim ou qualquer outro joalheiro experiente desta cidade.


Criatividade e ignorância fazem parte da mesma equipe multidisciplinar. O segredo está em quem coordena os projetos em sua empresa. Faz a conta. ” ( Bruno Divetta )


E aí, gostaram ? Eu achei o texto magnífico !  Deixe sua opinião aqui ou no Blog do autor.


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Empreendedorismo Corporativo traz novas oportunidades

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Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Atualmente, não basta o funcionário ser capacitado, falar idiomas e se relacionar bem com os colegas de equipe. Tem sido cada vez mais comum as empresas exigirem que eles tenham um espírito empreendedor, senso crítico apurado e que saibam inovar como se fossem proprietários dos negócios.

Entretanto, o intraempreendedor, também conhecido como empreendedor corporativo, ainda encontra uma série de obstáculos para implementar novas ideias dentro das empresas, porque grande parte delas não sabe conduzir iniciativas e dar a autonomia necessária para o desenvolvimento de projetos inovadores.


Durante seminário sobre o tema, realizado no Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), em São Paulo,  Jay Rao, professor de tecnologia da Babson College, nos EUA, afirmou que as empresas precisam desenvolver a cultura da inovação, investir em pessoas criativas e não ter medo de falhar.

“Infelizmente, as corporações não incentivam o lado empreendedor dos indivíduos porque para isso é necessário apostar em transformações e saber relevar erros de percurso. É comum ver boas ideias serem descartadas devido à insegurança do gestor”, diz.


Marcos Hashimoto, consultor e coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper, diz que para criar a cultura de inovação em uma empresa deve-se estimular a tomada de risco e a criatividade, valorizar a autonomia , aprender a tolerar falhas e apostar na diversidade do time. “Os donos das empresas dizem que querem funcionários empreendedores, porém não estão preparados para lidar com a quebra de normas e nem com críticas aos modelos tradicionais de gestão.”


A indústria de alimentos Arcor iniciou recentemente um programa de incentivo ao empreendedorismo corporativo. Segundo Manuel San Pedro, gerente de inovação corporativa da empresa, os funcionários têm sido constantemente estimulados a propor novas ideias para melhorar desde os produtos alimentícios até o ambiente de trabalho.



“Criamos uma premiação para iniciativas que rendem frutos concretos e em pouco tempo percebemos como as pessoas gostam de participar de mudanças e se sentem valorizadas quando contribuem. Além disso, qualquer empresa que deseja crescer, independente do porte, precisa investir em novidade, em gente antenada com o futuro e sem receio de arriscar. Isso faz com que o negócio passe por melhoras contínuas e esteja sempre à frente da concorrência ”

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Robô 100% brasileiro é controlado por smartphone

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por Edson Menezes


Fruto de um projeto de Pesquisa ,Desenvolvimento e Inovação Tecnológica (P&D&IT) de dois anos na área de robótica, financiado pelo programa de fomento para pequenas empresas da FAPESP, surge a Xbot.


Criada junto ao programa de inovação e novos negócios da Cientistas Associados, a empresa é mais um caso de apoio, dedicação, persistência e sonhos concretizados por brasileiros.


Aberta e agora especializada na fabricação e comercialização de robôs móveis para as áreas de pesquisa, educação e entretenimento, vai além e ensina , através de seus treinamentos , Conceitos e aplicações, Futebol de robôs para iniciantes e intermediários , Programação em C/C++ para robôs móveis inteligentes e Programação de robôs móveis baseado em Microsoft Robotics Studio.



E ainda dizem que sonhar não vale a pena : aos que não acreditam em seus sonhos


O mais novo sonho concretizado, e pelo visto não o último,  foi a criação de um robô móvel controlado por um smartphone com acelerômetro.


O robô chama-se Robodeck e é fabricado e comercializado em São Carlos (SP). O projeto teve o apoio da FINEP, FAPESP e CNPq. Com tecnologia 100% verde e amarela , e acessível aos brasileiros,  já possui seis pedidos de universidades nacionais para adquir o produto.


Vejam o vídeo abaixo :


Características Técnicas:


O RoboDeck possui tecnologia com características relacionadas a mobilidade omnidirecional, que permite deslocamento em qualquer direção, sensores digitais e analógicos, capacidade de acoplar câmeras digitais com interface USB e possui uma placa-mãe baseado em ARM9. O robô móvel pode ser controlado remotamente ou funcionar de forma autônoma, para realizar tarefas pré-determinadas. Este robô é constituído de um hardware básico (plataforma universal) que permite acrescentar os módulos opcionais como por exemplo, placa de alta performance com Linux embarcado que permite inclusive comunicação Wi-fi e Bluetooth. Esses módulos adicionais permitem acoplar desde câmera com interface USB até garras mecânicas entre outros dispositivos. O RoboDeck permite que outros módulos desenvolvidos por terceiros possam ser acoplados ao sistema. O RoboDeck é acompanhado por um Software Development Kit (SDK) em C++/CLI concebido para elaboração de programas por meio do Microsoft Visual C/C++ 2008 ou similar. Além disso, existe também um SDK para programação Java Mobile (JME) e uma biblioteca de serviços para programação em Microsoft Robotics Studio 2008.


Para maiores informações conheça a nova fábrica de sonhos: Xbot


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Aos que não acreditam em seus sonhos: grandes empresas também nascem em garagens

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Conheça as histórias de gigantes internacionais que começaram em dormitórios de universidades, ou na garagem, com poucos bens, muito talento, criatividade , uma gigantesca vontade de acertar e , principalmente, que não desistiram dos seus sonhos.



AMAZON

Em 1994, quando a internet ainda engatinhava, o analista financeiro Jeffrey Bezos, então com 30 anos, acreditava que a web seria algo popular, que mudaria os paradigmas do mundo dos negócios. Ele achava que a rede se transformaria num excelente canal de vendas para qualquer produto, inclusive livros. Deixou, então, um bom emprego em Wall Street e mudou-se para Seattle, próximo a uma grande distribuidora de livros, e fundou a Amazon, na garagem de casa. Hoje, a empresa fatura US$ 7 bilhões de dólares por ano e atende mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo.

DELL

Michael Dell fundou sua empresa em 1984, quando tinha 19 anos e  US$ 1.000 no bolso. Começou a vender os computadores que ele mesmo montava em seu dormitório na Universidade do Texas, nos Estados Unidos. Fatura mais de US$ 30 milhões por ano. Michael Dell fundou sua empresa em 1984, quando tinha 19 anos e míseros US$ 1.000 no bolso. Começou a vender os computadores que ele mesmo montava em seu dormitório na Universidade do Texas, nos Estados Unidos. Fatura mais de US$ 30 milhões por ano.


HP

Bill Hewlett e Dave Packard iniciaram, em 1939, na garagem da casa de número 367 da Addison Avenue, em Palo Alto, uma das maiores fabricantes de computadores do mundo, a HP. O negócio começou com um capital de US$ 500 e a produção de instrumentos de medição. Hoje fatura mais de US$ 100 bilhões ao ano e está presente em mais de 130 países.


MICROSOFT

Em 1975, o trio Bill Gates, Paul Allen e Steve Ballmer, estudantes de Harvard, desenvolveu uma nova versão para substituir a linguagem Basic, que de básica não tinha nada. Era o início da Microsoft. Em 1985, eles assinaram um acordo com a IBM para o desenvolvimento do sistema operacional DOS. De lá para cá, já foram mais de centenas de softwares desenvolvidos e, hoje, faturam mais de US$ 50 bilhões ao ano.

SONY

Foi com uma oficina de fundo de quintal que Akio Morita, presidente da Sony, mudou o panorama empresarial do Japão. Ele e Masaru Ibuka criaram uma companhia de telecomunicações, o embrião da Sony, trabalhando nas ruínas de uma loja de departamentos de Tóquio no pós-guerra. O primeiro salto ocorreu quando Morita convenceu a americana Bell Laboratories a licenciar à sua minúscula companhia a tecnologia para fabricar transistores. Foi assim que a Sony fabricou o primeiro rádio transistorizado no Japão. A fixação por miniaturas fez Morita lançar em 1979 o primeiro walkman. Nenhuma pesquisa indicava que as pessoas queriam um radinho com fones de ouvido, mas Morita levou milhões de pessoas a acreditar que não podiam mais viver sem o aparelho.

YOUTUBE

Eis outra garagem famosa, essa em São Francisco, nos Estados Unidos. Corria o ano de 2005, fevereiro, mais precisamente, quando a dupla Chad Hurley e Steve Chen, então com 27 e 25 anos, respectivamente, criou um programa de computador para dividir vídeos com os amigos. Cerca de 20 meses depois, a invenção foi comprada por US$ 1,65 bilhão pelo Google.

FACEBOOK

Em 2004, Mark Zuckerberg, então estudante da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, criou um site para que seus colegas colocassem fotos e trocassem informações. O que parecia despretensioso em pouco tempo se tornou sensação. O Facebook, site montado no dormitório da faculdade, hoje conta com mais de 49 milhões de usuários, 250.000 novos registros por dia e vale US$ 15 bilhões.

APPLE

Seus fundadores, Steve Jobs e Stephen Wozniak, venderam uma Kombi e uma calculadora científica, suas maiores posses, para reunir capital e montar os primeiros computadores pessoais que o mundo conheceu. Isso em 1976, quando os computadores de grande porte dominavam o mercado. A dupla virou muitas madrugadas trabalhando enfurnada na garagem. Hoje, a Apple, dona do iPod, do iTunes e do iPhone, fatura mais de US$ 6 bilhões ao ano.

GOOGLE

A história do Google começa em 1995 com a criação de um sistema chamado BackRub por dois estudantes de doutorado de ciência da computação: Sergey Brin, russo,
23 anos, e Larry Page, americano, 24 anos. O BackRub ganhou aperfeiçoamentos e gerou, em 1998, o Google e a empresa Google Inc. Quando isso aconteceu, a dupla deixou os dormitórios da Universidade de Stanford e foi se alojar na casa de uma amiga. Hoje, o faturamento da empresa passa dos US$ 3,2 bilhões ao ano.


Referência : Pequena Empresas & Grandes Negócios .

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Criatividade como ferramenta estratégica

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Por Fernando Viana

Criatividade não é mais apenas uma habilidade, mas nesse mundo de intensas transformações a criatividade tornou-se uma ferramenta estratégica de trabalho. Portanto, as empresas que quiserem sobreviver e progredir neste século vão ter que pensar não apenas no seu plano estratégico, mas essencialmente em como resgatar e desenvolver o pensamento criativo da sua equipe de trabalho.

É complicado pensar nisto, quando percebemos que uma maioria expressiva das empresas ainda não consegue enxergar como incluir a criatividade no seu processo ou como resgatar e desenvolver a criatividade dos seus empregados. Todavia, vale considerar que primeiramente há a necessidade de que os líderes da empresa entendam o significado e a importância da criatividade no âmbito organizacional, para que seja possível disseminar esse processo para os demais empregados da organização.

Sabe-se que o sucesso de se desenvolver a criatividade no âmbito organizacional está diretamente associado no interesse dos líderes em introduzir e aplicar essa habilidade dentro da organização. Portanto, uma pesquisa da Universidade de Lund, Suécia, mostra que o poder das lideranças em disseminar conceitos positivos ou negativos na organização é da ordem de 67%. Na verdade essa resposta é realmente a esperado, porque o que percebemos na maioria dos ambientes organizacionais é que os líderes terminam por se transformar em exemplos bons ou maus seguidos pelas suas equipes.

Uma outra pesquisa afirma que apenas 39% dos produtos propostos chegam a ser realmente desenvolvidos, mas apenas 17% completam o processo e, finalmente, apenas 8% chega a ser introduzido no mercado e apenas 1% atinge os objetivos desejados. Portanto, é grande o desperdício do que é produzido e o que realmente é desejado pelo mercado.

O que provoca essa perda tão grande? O que é dito pelo departamento de marketing das empresas é que os diretores das suas empresas em sua maioria não têm a mínima noção do impacto desses novos produtos no mercado e, ao mesmo tempo, esses altos executivos contribuíram muito pouco para a finalização dos produtos e uma grande parte desses executivos não querem ter o menor envolvimento com os produtos.

Por esse motivo, falamos que se uma empresa quer trabalhar verdadeiramente com inovação, o primeiro passo é cultivar a prática do pensamento criativo na organização; todavia, não basta apenas a famosa “caixinha de idéias criativas”. Esse é um caminho utilizado por muitas empresas que, em seguida, propalam que estão resgatando a criatividade. O processo criativo, antes de qualquer coisa, é um processo atitudinal, ou seja, as pessoas precisam se sentir ouvidas, as suas idéias precisam ser analisadas antes de massacradas, e sobretudo, a criatividade não é apenas para os empregados mais simples ou de áreas específicas. Mais do que nunca a gestão das organizações precisa de doses maciças de criatividade, justamente para que os seus líderes comecem a entender que é possível fazer mais com menos e não afirmem que a empresa não consegue inovar porque para inovar é preciso um investimento muito alto.

Fernando Viana
Diretor Presidente da
FBC


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Para os amantes da criatividade

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by Rindert Dalstra


Uma ótima maneira de ganhar a exposição para seu produto ou serviço é fazer propaganda em pontos de ônibus. As pessoas têm de esperar até que o ônibus chegue e não tem muito o que fazer além de esperar. Mas também existem motoristas e pedestres que são atraídos por estes anúncios , quando bem produzidos.

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CITAÇÕES

O mundo está cheio de pessoas que desde a infância nunca entraram por uma porta aberta com a mente aberta. ( Elwyn Brooks White )

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