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IDEIA DE BRASILEIRO : Médicos criam aparelho portátil para detectar anemia

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Pesquisadores brasileiros desenvolveram um aparelho portátil para diagnosticar anemia: o hemoglobinômetro


O projeto, fruto de uma parceria público-privada, poderá ajudar no combate à doença nutricional mais comum do mundo: a anemia causada por falta de ferro, conhecida como anemia ferropriva.

Pelas estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), a deficiência atinge 25% da população mundial e, nos países em desenvolvimento, 50% das crianças com idade inferior a quatro anos.


Basta uma picada no dedo para realizar o exame. Depois de o conteúdo líquido estar homogêneo, a ampola é encaixada em um espaço apropriado no equipamento. A leitura é feita por um fotômetro, composto por um diodo emissor de luz, ou LED (da sigla em inglês light emitting diode), na cor verde – comprimento de onda que a molécula de hemoglobina absorve – e de um detector de luz do outro lado.

“O feixe de luz mede a fração de energia luminosa absorvida pela amostra”, explica Paulo Alberto Paes Gomes, físico de formação e coordenador do projeto apoiado pela FAPESP por meio do Programa Pesquisa Inovativa na Pequena e Micro Empresa (Pipe). Pela quantidade de luz que é absorvida é possível dosar a quantidade de hemoglobina na amostra. Basta apertar um botão que o resultado aparece em um mostrador. A leitura dos padrões de hemoglobina, que correspondem a valores normais ou baixos, é feita por um chip previamente programado.

Nos testes do aparelho, os pesquisadores contaram com a ajuda do médico Mário Maia Bracco, do Centro Assistencial Cruz de Malta, que atende a população carente na zona sul de São Paulo.

Mais de cem crianças de 4 a 6 anos, no Jabaquara, foram avaliadas. O resultado, então, foi comparado com outros métodos de diagnóstico.

Além de validar o aparelho, os agentes de saúde descobriram uma alta prevalência de anemia: pouco mais de 20%. Com o apoio da prefeitura de Ilhabela, litoral norte paulista, e da pediatra Juliana Teixeira Costa, os pesquisadores também avaliaram 670 crianças na cidade. Cerca de 18% apresentavam anemia. As famílias receberam orientações para melhorar a dieta dos filhos. Depois de 45 e 90 dias, o exame foi realizado novamente. A prevalência caiu para 5%.

Adoção pelo SUS

A equipe recebeu um financiamento de R$ 178 mil para testar a viabilidade de incorporação do equipamento ao Sistema Único de Saúde (SUS). Com o dinheiro, realizaram-se exames em Santa Luzia do Itanhi, no Estado de Sergipe, e em comunidades ribeirinhas do Rio Amazonas.

“Testamos o equipamento em diversos cenários”, afirma Jair Chagas, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), um dos responsáveis pela invenção do dispositivo.

O equipamento ainda depende de registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo a agência, o processo está “aguardando análise” e não é possível fazer previsões de quando o registro será concedido. No mês passado, Chagas descobriu que já pode pedir a patente internacional, pois foi reconhecida a originalidade do método de medição.

Existe um aparelho similar chamado Hemocue, produzido por uma empresa sueca. Cada ampola com reagente para realização de um exame custa, em média, R$ 5,30. “Mesmo em pequena escala, conseguiríamos fazer no Brasil por R$ 1,50″, afirma Chagas. O equipamento brasileiro custaria R$ 2 mil. O importado sai por volta de R$ 3 mil, 50% mais caro, portanto.

Desdobramento

De início, os inventores Chagas, Paulo Alberto Paes Gomes e Maurício Marques de Oliveira – que se conheceram na Universidade de Mogi das Cruzes – pretendiam construir um equipamento para determinar a concentração no sangue da enzima conversora de angiotensina, importante para o controle da hipertensão. A ideia inicial foi ampliada para outros parâmetros: sódio, potássio, glicose e colesterol. Por fim, concentraram-se no protótipo para medição de hemoglobina. Já há um protótipo pronto para medir glicohemoglobina, importante para o controle de diabete.

Chagas aponta que, com o aparelho, seria possível realizar campanhas em grande escala contra anemia. “Uma mãe não precisaria ir três ou quatro vezes ao posto de saúde para conseguir o resultado do exame”, afirma o pesquisador. “Sairia na hora junto com a especificação do tratamento.”

Financiamento

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) contribuiu com R$ 520 mil, principalmente por meio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe), que apoia projetos desenvolvidos por cientistas ligados a microempresas.

Contato com o Coordenador da Pesquisa :

Paulo Alberto Paes Gomes

Exa-M Instrumentação do Nordeste, Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento.
Rodovia Ba 512, km 0, INCUBATEC – CEPED
CEPED
42700-000 – Camacari, BA – Brasil
Telefone: (71) 3634-7366

http://lattes.cnpq.br/6473878829028604

FONTE : Jornal  Cruzeiro do Sul

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iPhone 4 pega fogo, ferindo usuário

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Notícia veiculada no SiliconIndia informa que um iPhone 4  pegou fogo nos Estados Unidos ao ser conectado a um computador através do cabo USB da Apple que acompanha o telefone.



O usuário do telefone sofreu queimaduras e ferimentos na mão.


Segundo a  loja da Apple local o motivo por trás do fogo foi uma porta USB defeituosa, e não devido a qualquer falha de projeto.

Após os recentes problemas com recepção de sinal e manchas amarelas na tela ,relatados por usuários, a notícia corre o mundo,  Boy Genius Report , e agora “queima” as pestanas de Jobs.



Imagens : Boy Genius Report

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Brasil é o segundo em consumo verde

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O Brasil ficou em 2º lugar – atrás apenas da Índia – em um ranking de consumo verde divulgado pela National Geographic Society.


O levantamento foi feito com base em entrevistas e mediu o comportamento e o estilo de vida de 17 mil pessoas em 17 países.

De acordo com a entidade, os norte-americanos se mantém como um dos povos com os hábitos menos sustentáveis do planeta nos últimos três anos, quando o levantamento começou a ser feito. Canadá, França e Inglaterra também estão entre os últimos no ranking.

“Consumidores em economias emergentes continuam a se posicionar no topo do ranking, enquanto os seis últimos são consumidores de países industrializados”, destaca o documento.

Além de Índia e Brasil, o levantamento listou nas primeiras colocações a China e o México.

O melhor desempenho brasileiro foi registrado no quesito moradia, que avalia o impacto ambiental de residências por conta da baixa utilização de aparelhos de ar condicionado ou de aquecimento. Outro destaque trata do alto consumo de biocombustíveis no país.

Os resultados da pesquisa mostram que as  preocupações ambientais motivaram os consumidores a adotar comportamentos ambientalmente mais sustentáveis ao longo do ano passado.

Download para o 2010 Greendex Highlights Report (PDF)

Download para o 2010 Greendex Brazil(PDF)

Referência : Agência Brasil – Paula Laboissière, Andréa Quintiere

Imagem : National Geographic

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Napoleon Hill e o caminho do Sucesso

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Napoleon Hill nasceu em 1883 em uma cabine de um quarto na cidade de Pound, em Wise County, Virgínia. Ele começou sua carreira de escritor aos 13 anos como repórter  de jornais de cidades pequenas e passou a se tornar o autor motivacional mais querido da América . Hill faleceu em novembro de 1970 , após uma carreira  longa e bem sucedida voltada ao ensino e palestras sobre os princípios de sucesso.


O(A) leitor(a) observará que muitos autores “ditos” contemporâneos reproduzem as palavras de Hill como se novas as fossem . ” …Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma (Lavoisier) “, e muito se copia.

Hill  foi um escritor americano pioneiro do gênero de literatura sobre sucesso pessoal. Seu mais famoso livro, Think and Grow Rich (Pense e Enriqueça), é um dos maiores bestsellers de todos os tempos.


Nasceu pobre na cidade rural de Pound, na Virginia. Sua mãe faleceu quando tinha dez anos de idade. Seu pai casou novamente dois anos depois. Aos 13 anos começou a vida como repórter para jornais de cidades pequenas da região. Usou seus ganhos como repórter para entrar para faculdade de direito, mas teve que desistir por razões financeiras.


Em 1908, teve a oportunidade de entrevistar Andrew Carniegie, empresário, filantropista, fundador da Carniegie Steel, hoje US Steel, um dos homens mais ricos do seu tempo. Napoleon Hill descobriu que Carniege acreditava que o sucesso era uma fórmula que poderia ser aplicada a qualquer pessoa.


Impressionado com Napoleon Hill, Carnigie o incumbiu (sem remuneração, apenas com cartas de referência) de entrevistar mais de 500 pessoas, muitas delas milionárias, com o objetivo de descobrir e publicar a fórmula do sucesso.


Como parte do trabalho, Napoleon Hill entrevistou muitas pessoas mais famosas de seu tempo, incluindo: Thomas Edison, Alexander Graham Bell, George Eastman (da Eastman Kodak), Henry Ford, John Rockfeller, Theodore Roosevelt (26º Presidente dos Estados Unidos) , Willian Taft (27º Presidente dos Estados Unidos) e Woodrow Wilson (28º Presidente dos Estados Unidos).

O trabalho durou mais de vinte anos, durante o qual Napoleon Hill tornou-se conselheiro pessoal de Carniege.

A fórmula para o sucesso de Napoleon Hill e Carniegie foi publicada inicialmente no livro The Law of Success (”A Lei do Sucesso”).

De 1919 a 1920, Napoleon Hill foi o editor da Revista Hill´s Golden Rule.

Em 1930 publicou  “The Ladder to Success”.

De 1933 a 1936, foi conselheiro voluntário do Presidente Franklin Roosevelt.

Em 1937, Napoleon Hill divulgou sua fórmula de sucesso em seu mais famoso livro: “Pense e Enriqueça” (Think and Grow Rich), que ainda é publicado em várias línguas e vendeu mais de trinta milhões de exemplares.

Em 1939, Napoleon Hill publicou como “How to sell your way through life” e em 1953, “How to Raise your Own Salary”.

De 1952 a 1962 Napoleon Hill trabalhou com W.Clement Stone, proeminente empresário, filantropista, presidente da seguradora Combined Insurance Company of America para ensinar a filosofia de conquistas pessoais de Stone (”Philosophy of Personal Achievement”) e proferir palestras sobre a ciência do sucesso. Como resultado do trabalho com Stone, ele publicou em 1960 “Success Through a Positive Mental” (As Chaves para o Pensamento Positivo).

Napoleon Hill faleceu em 8 de novembro de 1970, na Carolina do Sul, e em 1971 foi publicada sua obra post-mortem: You Can Work Your Own Miracles (”Você pode fazer os seus prórios milagres”)


Algumas Frases de Napoleon Hill:

Conhecimento não tem valor exceto pelo que pode ser ganho pela sua aplicação.

Um objetivo é um sonho com prazo.

Educação vem do interior; você obtém com luta, esforço e pensamento.

Todas as façanhas, todos abastados, têm seu início numa ideia.

Qualquer ideia, plano, propósito deve ser colocado na mente através da repetição de pensamentos.

Não espere: tempo nunca vai dizer ‘agora já’. Começe onde parou, e trabalhe com as ferramentas que você estiver à sua disposição, e melhores ferramentas serão encontradas à medida que você progredir.

Ação é a medida real da inteligência.

Valorize suas visões e sonhos como se fossem filhos de sua alma, os objetivos de suas conquistas.

Desejo é o ponto inicial de toda conquista, não uma esperança, não um pedido, mas um interesse pulsante de desejo que a tudo transcende.

Esforço só liberta toda recompensa quando uma pessoa recusa-se desistir.

Grandes conquistas normalmente nascem com grande sacrifício, e nunca é resultado de egoísmo.

Toda pessoa que vence num empreendimento deve ter desejo de cortar todas as fontes de recuo. Apenas fazendo isso, pode-se estar seguro de manter o estado da mente como um ardente desejo de vencer : essencial para o sucesso.

Ideias são o ponto de início de todas as fortunas.

Se você não pode fazer grandes coisas, faça pequenas coisas num grande estilo.

Assim como seus olhos precisam de luz para ver, sua mente precisa de ideias para conceber um plano.

Sempre foi minha crença que um homem deve dar o melhor de si, inobstante o quanto ele recebe por seu trabalho, ou número de pessoas ele está servindo ou a classe de pessoas servidas.


Livros de Napoleon Hill

The Napoleon Hill Foundation


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A Inovação e o Risco

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Existem algumas expressões no marketing que viram moda. Uma das que estão mais em alta no momento é a “inovação”. De repente, todo mundo percebeu que o que faz a diferença entre as empresas é, curiosamente (!), fazer as coisas diferentes. Porém, pouca gente consegue levar esse conceito adiante.


Inovar requer coragem

Há uma explicação para isso. A inovação tem um fator associado muito importante, que é o risco. Com raras exceções, tomar uma atitude nova ou optar por um produto novo, ou ainda, tomar uma nova direção nos rumos da empresa envolvem o contato com algo inédito, pouco conhecido e imprevisível. Mas a maioria das empresas (e dos profissionais) têm aversão ao risco. Isso não é infundado, pois não são muitos que podem se dar ao luxo de ficar tentando novas e malucas fórmulas sem ter um mínimo de informação sobre quais podem ser os resultados. Isso é muito normal.

O problema é que, quanto mais se busca a segurança, mais se tende a cair na mesmice, pois ela é a única (ou uma das poucas) garantias de que uma coisa pode funcionar, porque muita gente já fez e já testou. Esta tendência ao seguro pode ser bastante perigosa. Com o tempo, a empresa vai entrando num círculo paradoxal em que as ideias novas são podadas para a redução dos riscos e isso acaba por exigir que idéias ainda mais inovadoras e diferenciadas, e que envolvem riscos maiores, apareçam, pois vai ficando cada vez mais difícil a empresa se destacar no mercado.

Neste momento, uma grande ruptura pode acontecer, pois a pressão sobre os resultados fica maior e a motivação das equipes diminui muito, causando a perda de desempenho e resultados. Isso acaba por influenciar a opinião do consumidor. Primeiro, porque ele passa a ver a empresa como quadrada e pouco original. Se o seu consumidor prefere empresas assim, ótimo, mas hoje, boa parte deles também quer ser visto de forma diferente. Em segundo lugar, a perda de motivação acaba se refletindo em todos os pontos de contato com o cliente e isso pode ser ainda pior, pois pode levar a uma diminuição na qualidade do atendimento e dos serviços, o que, no longo prazo, vai puxando a empresa ainda mais para baixo.

Diferenciação requer prática

O ideal é reverter esta espiral e passar a inovar para que as equipes se motivem e melhorem os resultados e, com isso, melhorem tanto a imagem como a preferência dos consumidores.

Obviamente isso não é fácil, mas deve ser a busca de todo profissional de marketing para que seu trabalho de tornar as marcas bem sucedidas possa ter sucesso

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Laboratório da USP disponibiliza produção científica em 3D no Youtube

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O Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Escola Politécnica da USP disponibilizou parte de sua produção científica em vídeos 3D no canal aberto da internet Youtube.


De acordo com o professor Marcelo Knörich Zuffo, que coordena o LSI, a ideia de disponibilizar parte da produção surgiu no momento em que o LSI desenvolveu a pesquisas na área de a TV Digital 3D.

As experiências de produção de imagens 3D com câmeras e de veiculação em 3D na internet resultam de uma parceria entre a TV USP e o LSI, que começou em 2008. Na oportunidade, a TV USP acompanhou e divulgou a participação de projetos da FEBRACE, a Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, promovida pela Poli, na Intel ISEF 2008, realizada em Atlanta, nos EUA. Fábio Durand, cinegrafista que integra a equipe audiovisual da TV USP, conta que a partir daquele evento surgiu a ideia de disponibilizar conteúdos do LSI e da TV USP em 3D na internet.

“O LSI já havia adquirido um par de câmeras com a intenção de produzir em 3D. Em Atlanta, conversando sobre uma projeção em 3D que tínhamos acabado de ver, ficamos sabendo do nosso interesse em comum pela estereoscopia. Em agosto fizemos a primeira gravação, na Nave Mario Schenberg, uma parceria entre o LSI e o Parque CienTec da USP”, conta o professor.

Mais informações : marcelo.zuffo@poli.usp.br

Youtube : http://www.youtube.com/user/LSILaboratorio#p/a

Fonte: por Antonio Carlos Quinto, Agência USP de Notícias

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Editais para Desenvolvimento Científico e Tecnológico: Banco do Nordeste do Brasil

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Banco do Nordeste

Desde 1971, com a criação do Fundo de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – FUNDECI, o Banco do Nordeste (BNB) vem apoiando a realização de pesquisas tecnológicas e a difusão de seus resultados, ciente da importância dessas atividades para o desenvolvimento regional e para a sustentabilidade dos empreendimentos financiados.


Administrado pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (ETENE), órgão do BNB responsável pela realização de estudos sócio-econômicos na Região, o FUNDECI até o momento  já apoiou 1.858 projetos, comprometendo cerca de R$ 253,6 milhões em toda a Região.

A partir de 1995, os recursos do Fundo tiveram sua aplicação orientada por Avisos, o que permitiu uma melhor divulgação do FUNDECI junto à comunidade científica regional, contribuindo favoravelmente para o aumento da demanda por esses recursos e uma melhor distribuição espacial dos mesmos. Com esse processo, totalmente operacionalizado via Internet, elevou-se substancialmente o número de projetos apresentados ao Banco, cujo processo seletivo tem sido orientado pelas seguintes diretrizes:

• mérito intrínseco;
• sintonia com as políticas do Banco;
• interesse do setor produtivo;
• prioridade dos estados;
• parcerias técnicas e financeiras;
• desenvolvimento regional.

Dessa forma, os recursos do FUNDECI têm possibilitado ao Banco a diminuição do risco operacional de seus ativos, um melhor conhecimento das competências técnico-científicas existentes na Região e, simultaneamente, têm permitido a elevação do nível de articulação com os atores do processo de desenvolvimento tecnológico, ampliando sua presença nesse ambiente e fortalecendo sua imagem institucional perante a comunidade científica nordestina.

Novos Avisos:

Aviso ETENE/FUNDECI 05-2010 - Apoio à pesquisa sobre bioprodutos a partir da flora nativa (até 04 de junho de 2010)

Aviso ETENE/FUNDECI 04-2010 – Apoio à pesquisa e difusão de tecnologias sobre agroenergia (até 04 de junho de 2010)

Aviso ETENE/FUNDECI 03-2010 – Apoio à pesquisa e difusão de APLs de Base Mineral (até 04 de junho de 2010)

Aviso ETENE/FUNDECI 02-2010 – Apoio ao programa de Teses e Dissertações (até 07 de maio de 2010)

Aviso ETENE/FUNDECI 01-2010 - Apoio à pesquisa e difusão de tecnologias sobre apicultura e meliponicultura  (até 04 de junho de 2010)

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Brasil aumenta número de bolsas de iniciação tecnológica

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O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) decidiu, nesta semana, reforçar o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBIT) .


Ainda na próxima semana deve ser publicada uma Chamada Pública convocando instituições de ensino e/ou pesquisa que atuam na área tecnológica e de inovação para apresentarem propostas e concorrerem à cota de três mil bolsas disponíveis.

Na decisão do CNPq foi levada em conta a importância que a área tecnológica e de inovação representa na atual política governamental de incrementar o sistema de C,T&I.

Segundo a vice-presidente do CNPq, Wrana Panizzi, responsável pelo programa, a exemplo do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), que atua com cerca de 24 mil bolsas, a ideia é contribuir decisivamente para a formação e engajamento de recursos humanos em atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação.

Além disso, Wrana entende que é fundamental “introduzir jovens graduandos nas atividades, metodologias, conhecimentos e práticas próprias ao desenvolvimento tecnológico e processos de inovação”.

A coordenadora técnica do PIBITI, Isabel Tavares, esclarece que a proposta pretende, além de reorganizar o programa com uma identidade mais focada na área tecnológica, criar espaços mais definidos de atuação e especificar áreas, critérios e indicadores consistentes do setor.

Podem submeter proposta à Chamada, que será divulgada na página eletrônica do CNPq, instituições de ensino e/ou pesquisa públicas, privadas, confessionais e comunitárias, desde que atuem nas área tecnológica e de inovação e que mantenham comprovada interação com a empresa e com a comunidade.

Fonte: MCT

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Bill Gates funda Conselho Americano de Inovação Energética

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Bill Gates funda Conselho Americano de Inovação Energética

O desenvolvimento de fontes de energia alternativas ganhou um importante apoio. Bill Gates, fundador da Microsoft, criou com um grupo de executivos de grande empresas o conselho americano de inovação energética , cujo objetivo visa “estimular o crescimento econômico, criar empregos em novas indústrias e reestabelecer a América na liderança das tecnologias energéticas com investimentos públicos robustos no desenvolvimento dessas tecnologias”.

Além de Gates, o grupo reúne Chad Holliday (ex-CEO da Du Pont), Norm Augustine (ex-presidente da Lockheed Martin), Ursula Burns (CEO da Xerox), John Doerr (sócio da Kleiner Perkins), Jeff Immelt (CEO da GE) e Tim Solso (CEO da Cummins).

O objetivo do grupo é incentivar o governo federal americano a investir em energias mais limpas. Em artigo publicado no Washington Post , Gates e Holliday apontam três motivos pelos quais acreditam que a iniciativa desse tipo de pesquisa deve partir do Estado:

Segundo ele, o desenvolvimento dessas tecnologias é de interesse público, por ter implicações na segurança nacional, saúde econômica e questões ambientais. Essas não seriam motivações para a iniciativa privada, mas “dão mérito a um comprometimento do setor público”.

Em segundo lugar, Gates aponta que a natureza do negócio exige investimento público, pelo alto custo de pesquisa e risco de de não haver retorno. “Um novo carro elétrico pode custar bilhões para ser desenvolvido e ainda assim não funcionar”, exemplifica o artigo. Além disso, o executivo argumenta que há pouco mercado para novos modelos energéticos, pois as usinas atuais são baratas de se manter, depois de construídas.

O artigo aponta diversas oportunidades na área, citando o setor de energia solar e eólica, a necessidade de tecnologias mais avançadas de armazenamento de energia para carros elétricos e a possibilidade de energia nuclear a partir de urânio não-enriquecido.

No artigo, os empresários elogiam a capacidade de pesquisa das universidades e agências americanas, mas afirmam que é preciso mudar a “escala e urgência dos esforços na área de energia”. O Conselho deve oferecer em alguns meses recomendações para o setor.

Com informações do Jornal o Globo

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Empreendedorismo Estratégico: um novo conceito emergente

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por Donald F. Kuratko 1 e David B. Audretsch 2

1 Indiana University
2 Max Planck Institute of Economics


O planejamento estratégico é a formulação de planos de longo prazo para a gestão eficaz de oportunidades e ameaças  em função dos pontos fortes e as fraquezas de uma empresa . Ela inclui a definição da missão do empreendimento, especificando objetivos tangíveis, desenvolver estratégias e definir orientações políticas. (Hitt, Ireland, & Hoskisson, 2009).

Recorde-se que o maior valor do processo de planejamento estratégico é o “pensamento estratégico” promovido entre os proprietários do negócio. Embora nem sempre articulado formalmente, o pensamento estratégico sintetiza a intuição e a criatividade de um empresário em uma visão para o futuro (Mintzberg, 1994).

A capacidade de navegar por esse ambiente desafiador, e as nuances da combinação de empreendedorismo e gestão estratégica, levou o foco dos estudiosos em gestão estratégica, empreendedorismo e economia para um novo conceito: “Empreendedorismo Estratégico”

É o novo termo que surgiu na literatura para representar a intersecção da estratégia com o empreendedorismo. Entanto, a natureza exata deste conceito permanece indefinida. A fim de investigar as diferentes perspectivas que este termo representa os autores fornecem uma visão geral dos domínios específicos que constituem o conceito.

O “melhor” plano estratégico será influenciado por muitos fatores, entre eles as habilidades do empreendedor, a complexidade do empreendimento, bem como a natureza da indústria/serviço. No entanto, independentemente da situação específica, cinco etapas básicas devem ser seguidas no planejamento estratégico:

  • Examinar os ambientes internos e externos da empresa (pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças).
  • Formular estratégias de curto alcance e longo prazo da empresa  (missão, objetivos, estratégias, políticas).
  • Implementar o plano estratégico (programas, orçamentos, procedimentos).
  • Avaliar o desempenho da estratégia.
  • Tomar medidas de acompanhamento através de feedback contínuo.

Em empreendedorismo há um consenso de que estamos a falar de um tipo de comportamento que inclui: (1) tomar a iniciativa, (2) organizar ou reorganizar  mecanismos econômicos para transformar recursos e situações em práticas, e (3) a aceitação de riscos e falhas (Shapero, 1975). Depois de analisar a evolução do espírito empresarial e análise de suas diferentes definições , Ronstadt (1984) elaborara uma descrição sumária:

O empreendedorismo é um processo dinâmico de criação de riqueza incremental. Essa riqueza é criada por indivíduos que assumem os maiores riscos em termos de equidade, tempo e / ou comprometimento com a carreira ao fornecer valor a algum produto ou serviço. O produto ou serviço em si pode ou não ser novo ou único, mas de alguma forma o valor deve ser administrado, garantindo e alocando as competências e os recursos necessários.

Empreendedorismo e gestão estratégica  são processos dinâmicos preocupados com o desempenho da empresa. Chama de gestão estratégica para as empresas ao estabelecer e explorar as vantagens competitivas dentro de um contexto ambiental específico, enquanto promove o espírito empresarial na busca de vantagens competitivas através de produtos, processos e inovações no mercado. A nova empresa é normalmente criada para exercer a “promessa” de inovações .

Ao tentar integrar o empreendedorismo com a estratégia, temos de estar cientes do termo “lógica dominante” (Bettis e Prahalad, 1995), que refere-se à maneira pela qual os gestores conceituam o negócio e tomam decisões de alocação de recursos críticos.

A lógica dominante de uma empresa tenta capturar a mentalidade dominante, e que impulsiona o foco global dos sistemas e rotinas . Além disso, filtra e interpreta a informação do ambiente; atenua complexidades; e orientam as estratégias, sistemas e comportamentos da organização. Na verdade, os gestores consideram frequentemente a única informação e inteligência que se acredita ser relevante para a  empresa .

Morris, Kuratko e Covin (2008) sugerem a criação de uma lógica dominante dinâmica a fim de tornar o empreendedorismo, a base sobre a qual a organização é conceituada e os recursos são alocados. Como lógica dominante, o empreendedorismo promove agilidade estratégica, flexibilidade, criatividade e inovação contínua em toda a empresa. Além disso, o principal foco da empresa volta-se para a identificação de oportunidades, a descoberta de novas fontes de valor e a inovação de produtos e processos que conduzirão a uma maior rentabilidade. Finalmente, uma ênfase na atividade empresarial é traduzida em objetivos, estratégias, sistemas de recompensas, sistemas de controle, planejamento de estratégias, estrutura, e assim por diante .

O empreendedorismo torna-se mais do que um curso de uma ação, mas sim uma mentalidade. Ao nível da organização, o empreendedorismo pode fornecer um tema ou direção às operações . Ele pode servir como um componente integral da estratégia de uma empresa e, em alguns casos, servir como o núcleo ou na definição de componente da estratégia corporativa (Kuratko, Irlanda, & Hornsby, 2001). A estratégia, na sua essência, as tentativas de captura, onde a empresa quer ir e como pretende chegar lá. Quando o empreendedorismo é introduzido na estratégia as possibilidades de onde a empresa pode ir, o quão rápido, e como se chega lá são bastante reforçadas.

Não só o empreendedorismo pode servir como a lógica dominante de uma empresa, mas também desempenha um papel importante na estratégia da empresa. A integração do espírito empreendedor com a estratégia tem dois aspectos, ambos os quais são fundamentais Morris et al. (2008) . Referem-se a estes dois aspectos como estratégia: o empreendedorismo e a empresarial .

O empreendedorismo diz respeito à aplicação da criatividade e do pensamento para o desenvolvimento de uma estratégia fundamental para a empresa: definir “uma visão direcionada,  ampla sobre o comportamento empreendedor, que propositalmente rejuvenesce continuamente a organização, e as formas no âmbito das suas operações, através do reconhecimento e exploração de oportunidades empresariais “. Uma estratégia altamente empreendedora não é um exemplo óbvio. Descobrir posições  no mercado é difícil, como é romper formas pré-estabelecidas de fazer as coisas. Essa estratégia implica um maior nível de risco, especialmente quando  implementada.

Desenvolver uma matriz estratégica empresarial onde medidas de risco e inovação sejam participantes. Para os efeitos desta matriz, inovação é definida como a criação de algo novo e/ou diferente. Em termos de medição, quanto mais novo e/ou mais diferente o produto ou serviço proposto, maior seria em sua escala de medição. Risco é definida como a probabilidade de perdas financeiras importantes. Quais são as chances do empreendimento empresarial ? Como grave seria a consequente perda financeira? Considerando que existem muitas maneiras de aumentar a inovação, a redução do risco de grande parte concentra-se em fatores financeiros, com um aspecto secundário da autoimagem e do ego. O modelo permite que até mesmo os empresários mais inexperientes possam caracterizar as situações de novos riscos  ou os dos já existentes e identificar estratégias apropriadas. O valor da matriz de estratégia empresarial é que sugere caminhos adequados para  empreendedores diferentes. Quando o empresário identifica a célula que melhor descreve o novo empreendimento existente ou a ser contemplado, em seguida algumas estratégias são indicadas como mais provável em ser eficazes.

Integrar o empreendedorismo a estratégia diz respeito à necessidade de desenvolver um caminho para orientar as atividades  que ocorrem dentro da empresa. Em sua essência, esta é uma estratégia empresarial para determinar como a empresa realmente se esforça para ser e como ela irá atingir esse nível . Colocam questões como:

  • Em que medida a ênfase empresarial da empresa é voltada ao crescimento de novos negócios ou início de novos empreendimentos : transformando a empresa existente e as suas operações internas em um ambiente mais empreendedor?
  • Em que áreas da empresa o gerenciamento é observado tanto nos  níveis superior como inferior da atividade empresarial? Quais as unidades de negócios ou áreas de produção são esperadas inovação? Quais serviços são esperados para ser o verdadeiro lar do espírito empresarial, direcionamento e fornecendo a liderança para o resto da empresa?
  • Até que ponto a inovação é esperada vir da alta administração, média gerência ou de primeiro nível? Existe uma orientação clara em termos de tipos de inovação esperados em cada nível?


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Embrapa expõe mais de 200 tecnologias agropecuárias

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Mais de 200 novas tecnologias agropecuárias desenvolvidas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), poderão ser visitadas na 7ª Feira Ciência para Vida, na sede da empresa, em Brasília, a partir deste sábado (24/04). A exposição  é realizada todos os anos em comemoração ao aniversário da empresa.

Segundo o presidente da Embrapa, Pedro Pereira, o objetivo é aproximar a pesquisa agropecuária da vida da população.

Neste ano, 15 novos produtos agropecuários serão lançados no evento. Entre eles o Tag Ativo, um sistema de rastreabilidade para bovinos com tecnologia 100% nacional, que reduz o tempo gasto na fiscalização, substitui o uso de formulários preenchidos à mão e evita fraudes.

De acordo com a analista da Embrapa Pecuária Sudeste, Milena Teles, o sistema integra os três elos da cadeia produtiva. O produto criado pela Embrapa coleta e armazena informações dos identificadores eletrônicos (anéis) colocados na orelha dos bovinos. O Tag Ativo é colocado junto com os animais nos caminhões que fazem o transporte.

Nas barreiras de fiscalização, haverá outro dispositivo eletrônico que captará as informações do Tag Ativo quando o veículo passar pelo local. O objetivo é reduzir o tempo de fiscalização e possibilitar a inspeção de 100% dos veículos, informando quantos e quais animais trafegaram pelas barreiras.

O produto será comercializado tanto para pecuaristas como para frigoríficos e estará disponível comercialmente até o final deste ano. Se houver aprovação da nova tecnologia, o dispositivo eletrônico das barreiras de fiscalização será adotado pelo governo federal.

A 7ª Exposição de Tecnologia Agropecuárias Ciência para a Vida pode ser visitada, diariamente, das 9h às 21h, até o dia 6 de maio, na sede da Embrapa, localizada no final da Avenida W3 Norte, em Brasília.

por Agência Brasil

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Capital humano inovador: computador nasce do lixo e é vendido por R$ 5 ao mês

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por Gilberto Dimenstein ( texto) e Olhar Digital ( vídeo)

Num galpão de 1.800 metros quadrados, 22 trabalhadores recrutados em uma favela das redondezas conseguem produzir um computador que custa R$ 199,00, com capacidade de acesso à internet e garantia de um ano. A máquina começa, neste ano, a ser vendida para estudantes universitários, em 24 prestações.

A inspiração do negócio não saiu dos planos de laboratórios de engenharia americanos que propuseram o computador de U$ 100,00. Saiu literalmente do lixo.

Na década de 1950, Jair Martinkovic tinha 9 anos de idade e morava num cortiço na zona norte de São Paulo. Para ganhar uns trocados, revendia latas e garrafas encontradas no lixo. Mas não vendia por peso.

Montou no quintal de sua casa uma pequena oficina de remanufatura, transformando os objetos descartados em produtos de valor. “Assim eu conseguia mais dinheiro.” Como naquela época muitos animais circulavam, especialmente pela periferia, ele vendia esterco embalado. Era motivo de piada, chamado na rua de “Jair Merdeiro”. Está aí a base do negócio que ele inventaria, muitos anos depois, para vender computadores baratos.

Jair descobriu cedo o talento de comerciante. Como vendedor de uma loja, conseguiu pagar a mensalidade de uma faculdade privada e se formou em contabilidade.  Muito tempo depois, montou uma empresa de processamento de dados,Planac, e, com o tempo, vendeu equipamentos de informática – aceitava, como parte do pagamento, máquinas antigas. “  (Trecho da da coluna Urbanidade, publicada no jornal Folha de São Paulo )

Fontes : Catraca Livre (Gilberto Dimenstein) e Olhar Digital

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Inaugurada primeira fábrica de chips da América Latina: e é no Brasil

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O presidente da República do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, junto com o ministro de C&T, Sergio Rezende, inaugurou  a fábrica do Ceitec S.A., a primeira fábrica de chips da América Latina.

Instalada em Porto alegre (RS), é um investimento de mais de R$ 400 milhões do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) para o desenvolvimento da indústria de semicondutores no Brasil.

Os chips do Ceitec são produzidos a partir de wafers de seis polegadas de diâmetro. O processo produtivo da fábrica se inicia com os wafers, que são lâminas de silício – que é um material semicondutor – e termina com os chips impressos em processos fotoquímicos nessas lâminas. Cada chip é fruto de um processo de 200 etapas, desde a difusão dos wafers em fornos até a aplicação de íons sobre o chip para alteração de suas características de condutibilidade.

Ceitec é a primeira empresa especializada no desenvolvimento e produção de chips da América Latina. É uma estatal, com fins lucrativos, vinculada ao MCT, criada por decreto presidencial em novembro de 2008.



O investimento feito pelo governo tem o objetivo de desenvolver a indústria de semicondutores no Brasil, atraindo novos fabricantes, gerando as condições para a consolidação da indústria microeletrônica avançada no País. Segundo dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), nos países desenvolvidos, o setor eletrônico responde por 12% do Produto Interno Bruto (PIB). No Brasil, a indústria eletrônica é responsável por apenas 1,7% do PIB.

Fonte : MCT


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Suécia supera EUA em uso de tecnologia

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por Diário Digital

A Suécia ultrapassou os EUA e chegou ao topo do ranking anual de uso de tecnologias de  informação e  telecomunicação, mostra  relatório divulgado nesta quinta-feira.

A Connectivity Scorecard, criada por Leonard Waverman, professor da London Business School, em 2008, avalia dezenas de indicadores em 50 países, entre os quais capacitação tecnológica e uso de tecnologias da informação e comunicação.

“A Suécia não só tem a melhor combinação de atributos, no momento, como mostra poucas indicações de que perderá a sua vantagem”, disse Waverman.

“Em contraste, começou a surgir uma disparidade naquilo que um dia representou a essência da liderança dos EUA na maioria dos setores industriais e de serviços: educação e capacitação”, acrescentou.

A Suécia ficou em segundo lugar na pesquisa anterior, atrás dos EUA. A Noruega subiu para o terceiro posto.

No âmbito da lista de países em desenvolvimento, a Malásia lidera, seguida pela África do Sul, Chile, Argentina, Rússia, Brasil, Turquia, México, Colômbia e Ucrânia.

A Malásia, beneficiada pela boa cooperação entre o setor público e o privado, continua a liderar a lista, enquanto a África do Sul subiu para o segundo posto ajudada pelo forte investimento empresarial em hardware, software e serviços de tecnologia da informação.

“A recuperação econômica e os pacotes governamentais de estímulo para o desenvolvimento da banda larga e das tecnologias de informação e comunicação devem ser causas de otimismo nos próximos anos”, disse Waverman.

Veja o ranking das 10 maiores economias impulsionadas por inovação, avaliadas pelo estudo, numa escala de 1 a 10 pontos:

1. Suécia 7,95
2. EUA 7,77
3. Noruega 7,74
4. Dinamarca 7,54
5. Holanda 7,52
6. Finlândia 7,26
7. Austrália 7,04
8. Reino Unido 7,03
9. Canadá 7,02
10. Japão 6,73


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Como a Comunicação transparente e a ética podem agregar valor a sua marca ?

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Com esta chamada  acontecerá entre os dias 13 a 15 de abril de 2010 , em São Paulo, a Conferência Comunicação Corporativa.

Como a Comunicação transparente e ética pode agregar valor a sua marca e envolver os stakeholders na construção de uma reputação sólida.

Troque experiências sobre:

  • O impacto da nova postura do comunicador nas organizações
  • Formação da imagem, marca e reputação através da Comunicação Corporativa
  • A importância de ações de comunicação segmentadas para fortalecer a reputação da empresa
  • Criação de uma cultura de comunicação corporativa na empresa para engajar os colaboradores
  • Comunicação interna para auxiliar no fortalecimento da marca e lançamento de novos produtos
  • Construção de uma identidade corporativa para auxiliar a relação com os consumidores
  • A importância de alinhar a imagem corporativa a marca do produto para fortalecer a reputação
  • O bom gerenciamento de riscos e crises para minimizar os danos na marca, empresa e produto
  • Como se posicionar e reposicionar no mercado com uma comunicação adequada e transparente
  • A importância da comunicação interna alinhada a comunicação externa

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CITAÇÕES

A maneira de ajudar os outros é provar-lhes que eles são capazes de pensar. ( D. Helder Câmara )

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