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Capacidade e Competência : uma poética reflexão

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Título Original : Capacidade e Competência

Imagine-se conversando com uma lagarta que empreende esforços na ânsia de alcançar o topo de uma árvore pelo cumprimento de “sua missão existencial”. Se perguntada sobre a razão de sua obstinação em alcançar um determinado galho da árvore, o que será que responderia a lagarta?

Será que se lhe disséssemos que todo o seu empreendimento valerá a pena porque deixará de ser um ser rastejante para se tornar uma borboleta e que fará esse mesmo percurso ao topo da árvore num tempo menor, ela acreditaria? Será que acreditaria que o seu corpo pesado e lento será substituído por um corpo esguio de roupagem leve e colorida? Será a lagarta consciente de sua missão e de seu futuro?



Utilizo a história de vida de uma lagarta para propor uma reflexão sobre àquilo que ainda não sabemos em relação as nossas competências. Penso que a competência se diferencia da capacidade por entender que a capacidade é a semente – inerente a todos os seres humanos, e a competência é a germinação da semente, o desvelamento da capacidade – alcançada apenas por alguns indivíduos.

Assim, podemos buscar em nossa história de vida exemplos e situações em que as coisas não faziam muito sentido, não pareciam se encaixar e davam a idéia de um momento “sem saída”. Comumente nos damos conta, depois de certo tempo, que como uma peça avulsa de um quebra-cabeça que aparentemente não se encaixa, tem de fato o seu espaço e compõe um conjunto, dando sentido ao todo.

Portanto, converse com suas partes lagarta – que ainda não descobriram sua porção borboleta, e diga que o empreendimento de agora, por vezes angustiante e sem sentido, faz parte de sua auto-descoberta e conseqüente auto-conhecimento, de uma missão maior que ainda se mostra na forma rastejante e penosa. Ainda é necessário vivenciá-la para que em breve se transforme, para que veja o mundo sob uma perspectiva absolutamente diferente, para que sobrevoe a copa da árvore que hoje escala, visitando suas flores, replicando a vida.


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Empresas recebem recursos para melhoria de gestão

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O Centro Incubador de Empresas (CISE), instituição gestora dos recursos do Prime em Sergipe, assinou contratos com 32 empresas que foram aprovadas após um rigoroso processo de seleção. Destas, 10 são sergipanas e cinco delas estão instaladas no Sergipe Parque Tecnológico, onde também está sediado o Cise.

De acordo com Iracema Machado, diretora geral do Cise, foram inscritas em todo o país 3.154 empresas, sendo 389 do Nordeste. “O Cise captou 88 projetos não só de Sergipe, mas também da Bahia, São Paulo, Ceará, Pernambuco e Alagoas. O grau de inovação dos projetos e a viabilidade de mercado foram alguns dos critérios de eliminação.

Dos 32 empreendimentos aprovados 21 são da área de tecnologia da informação, mas há também projetos de saúde, alimentos e consultoria”, explica ela.

Cada empresa vai receber R$ 120 mil não reembolsáveis, para custear recursos humanos qualificados e serviços de consultoria especializada em estudos de mercado, serviços jurídico, financeiro, certificação e custos, durante 12 meses.


Para o presidente do SergipeTec e diretor adjunto do Cise, Marcos Wandir, o Prime é uma aposta acertada que a  Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) fez  nas incubadoras.

“O fato da Finep ligar o Prime às incubadoras, que contam com o lastro de instituições de ciência e tecnologia locais, vai significar não só a transformação de idéias em produtos e serviços de valor para a sociedade, mas também a possibilidade de atração de novas empresas e pesquisadores para os estados”, ressaltou ele.

O Prime

O Prime é um programa da Finep que visa a apoiar empresas nascentes, com até dois anos de existência, na consolidação de sua estratégia gerencial para o desenvolvimento e a inserção no mercado de produtos, processos ou serviços inovadores. O programa é executado por 17 agentes operacionais  em todo o país.

O programa nasceu da constatação de que a maioria dos empreendimentos inovadores nascentes apresenta fragilidades estruturais e diversas dificuldades de desenvolvimento em sua fase inicial, porque os empreendedores e fundadores das empresas se desviam do foco principal do negócio para dedicar-se a atividades paralelas que garantam sua sobrevivência no curto prazo.

Para o primeiro ano de operação do programa a Finep disponibilizou recursos da ordem de R$ 230 milhões. Nessa primeira edição 1.401 empresas de todo o país foram selecionadas.

A previsão é de que até 5.000 empresas nascentes sejam beneficiadas pelo Prime nos próximos quatro anos, em um investimento total de 1,3 bilhão de reais

Fonte : FINEP

Fonte: FINEP

Conheça os 17 agentes do Prime em todo o País:

Cietec (SP)

Fipase (SP)

FVE/Univap (SP)

Biominas (MG)

Fumsoft (MG)

Inatel (MG)

Coppe/UFRJ (RJ)

InstitutoGênesis (RJ)

BioRio (RJ)

Celta (SC)

InstitutoGene (SC)

PUC/Raiar (RS)

Faurgs/CEI (RS)

Cide (AM)

Parque Tecnológico da Paraíba (PB)

Cesar (PE)

Cise (SE)

Referência(s) : FaxAju , FINEP

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Prêmio “Entrepreneur for the World” homenageia quatro personalidades internacionais

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Yahoo Notícias, por Daniela Sutan – World Entrepreneurship Forum


Quatro personalidades internacionais foram homenageadas com o Prêmio “Entrepreneur for the World” ( Empreendedor para o Mundo ) em 19 de novembro, durante o World Entrepreneurship Forum (Lyon, França, de 18 a 21 de novembro de 2009).

O Prêmio “Entrepreneur for the World” é concedido anualmente a um empreendedor, um empreendedor social, um especialista acadêmico, e um político para destacar seu notável sucesso empreendedor e seu compromisso com a sociedade.


WEF

Bert Twaalfhoven

Recebeu o prêmio “Entrepreneur for the World” na categoria Especialista, que premia um líder acadêmico ou não acadêmico cujas pesquisas, estudos, projetos … tenham contribuído para aperfeiçoar e disseminar o conhecimento sobre empreendedorismo em âmbito mundial.

Twaalfhoven é o típico “empreendedor serial”. Nos últimos 40 anos, fundou 51 empresas de alta tecnologia em 11 países, colaborando com 28 universidades.

Ele é ativo em várias redes universitárias internacionais de empreendedorismo: fundou a Fundação Europeia para Pesquisa sobre Empreendedorismo (European Foundation for Entrepreneurship Research – EFER); iniciou a Associação Europeia de Cotação Automatizada de Negociadores de Títulos (European Association of Securities Dealers Automated Quotation – EASDAQ). Em 2001, recebeu o Harvard Business School Alumni Achievement Award, que é a maior honra concedida pela faculdade.

Fazle Hasan Abed

Recebeu o “Entrepreneur for the World” na categoria Empreendedor Social. Esse prêmio é concedido a uma personalidade que tenha contribuído bastante para melhorar a vida da comunidade.

Fazle Hasan Abed iniciou o Comitê de Desenvolvimento Rural de Bangladesh (Bangladesh Rural Advancement Committee – BRAC), a maior organização de desenvolvimento não-governamental do mundo. É também um dos maiores defensores do microcrédito como forma de tirar os pobres da miséria e da dependência.

Fazle Hasan Abed já recebeu vários prêmios internacionais: Prêmio Ramon Magsaysay para Liderança Comunitária; Prêmio Maurice Pate da Unicef; Prêmio Olof Palme; Prêmio Gates para Saúde Mundial; e o Prêmio Henry R. Kravis em Liderança.

Kazuo Inamori

Recebeu o prêmio “Entrepreneur for the World” na categoria Empresário. Esse prêmio é concedido a uma personalidade que tenha gerado riqueza para a sociedade.

Inamori fundou a Kyocera Corporation e a KDDI Corporation, duas empresas líderes no Japão.

Criou a Inamori Foundation, organização sem fins lucrativos, e o Prêmio Kyoto Prize, um prêmio internacional de reconhecimento a pessoas e grupos em todo o mundo que fizeram contribuições extraordinárias para melhorar a comunidade global e a humanidade.

Como presidente da Seiwajyuku, Inamori ensina sua filosofia de administração a mais de 5.000 proprietários de empresas e empreendedores em todo o mundo.

Mary Robinson

Recebeu o prêmio “Entrepreneur for the World” na categoria Político. Esse prêmio é concedido a uma personalidade que tenha promovido políticas para encorajar o desenvolvimento de atitudes empreendedoras na sociedade por meio de medidas jurídicas, políticas, administrativas ou econômicas.

Robinson foi a primeira mulher a ser presidente da Irlanda  e foi Alta Comissária das Nações Unidas para Direitos Humanos.

O projeto mais recente de Robinson chama-se Concretizando Direitos: Iniciativa de Globalização Ética (Realizing Rights: the Ethical Globalization Initiative), que promove o trabalho decente e o comércio justo, o direito a saúde e políticas de migração mais humanas, obras para fortalecer a liderança das mulheres e promover a responsabilidade corporativa.

Recebeu vários prêmios: em 1997, foi uma das vencedores do North-South Prize; em 2006, recebeu o prêmio Príncipe das Astúrias de Ciências Sociais.

Sobre o World Entrepreneurship Forum

Fundado por iniciativa da EMLYON Business School e da KPMG, o World Entrepreneurship Forum é beneficiado pelo alto patrocínio de Nicolas Sarkozy, Presidente da República Francesa.

É o primeiro catalisador de idéias mundial dedicado aos empreendedores, geradores de riquezas e justiça social. O fórum reúne anualmente mais de 100 membros.

Para mais informações, visite: http://www.world-entrepreneurship-forum.com


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Empreendedores(as) ! Saiba o que é Microcrédito Produtivo Orientado e como obtê-lo

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O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) promove esta semana a entrega de 500 certificados de capacitação de microempreendedores do projeto Plano Setorial de Qualificação – Planseq Microcrédito das cidades de Recife (PE) e Fortaleza (CE), respectivamente. Os participantes do programa, diplomados nesta quinta e sexta-feira, são empreendedores de atividades produtivas de pequeno porte e beneficiários de projetos de microcrédito oferecidos pela rede de instituições habilitadas ao Programa Nacional do Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO).

O que é o Microcrédito Produtivo Orientado?

  • O microcrédito produtivo orientado é o crédito concedido para o atendimento das necessidades financeiras de pessoas físicas e jurídicas empreendedoras de atividades produtivas de pequeno porte, utilizando metodologia baseada no relacionamento direto com os empreendedores no local onde é executada a atividade econômica, devendo ser considerado, ainda, que:
    • o atendimento ao empreendedor deve ser feito por pessoas treinadas para efetuar o levantamento socioeconômico e prestar orientação educativa sobre o planejamento do negócio, para definição das necessidades de crédito e de gestão voltadas para o desenvolvimento do empreendimento;
    • o contato com o empreendedor deve ser mantido durante o período do contrato de acento, visando ao seu melhor aproveitamento e aplicação, bem como ao crescimento e sustentabilidade da atividade econômica; e
    • o valor e as condições do crédito devem ser definidos após a avaliação da atividade e da capacidade de endividamento do tomador final dos recursos, em estreita interlocução com este.


No âmbito do PNMPO, quem é o Microempreendedor Popular ou o Tomador Final?

São pessoas físicas e jurídicas empreendedoras de atividades produtivas de pequeno porte, com renda bruta anual de até  R$ 120 mil

No ano passado, foram R$ 1,8 bilhão destinado a esses empreendedores, a maioria deles (64%) era mulher. De 2005 a 2008, o valor repassado cresceu 200%

INSTITUIÇÕES HABILITADAS


O microempreendedor que pretenda solicitar um empréstimo ou obter mais informações sobre o microcrédito pode acessar o endereço www.mte.gov.br/microcredito/emprestimos ou ligar 0800-285-0101 (para as regiões Sudeste, Nordeste e os Estados do Amapá, Amazonas, Roraima e Pará) ou 0800-61-0101 (para as regiões Sul e Centro-Oeste e os Estados do Acre, Rondônia e Tocantins).

SAIBA MAIS :  PNPMO

Fonte: BRASIL: Ministério do Trabalho e Emprego


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Estudo revela perfil dos empreendedores de empresas de alto crescimento

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empreendedor

Embora saibamos que os empresários bem sucedidos fornecam a maioria dos postos de trabalho nos Estados Unidos, pouco se sabe sobre eles. A Anatomia de um Empreendedor, um estudo recentemente liberado pela Kauffman Foundation, preenche algumas lacunas, fornecendo insights sobre os fundadores de empresas que possuem altas taxas de crescimento , relatando   suas motivações sócio-econômicas, educacionais e familiares.

“Este estudo ajuda a esclarecer as origens dos empresários empreendedores  e os fatores que influenciaram na  sua formação “, disse Robert E. Litan, vice-presidente de Pesquisa e Política na Fundação Kauffman.

“Quando começarmos a compreender as circunstâncias que favorecem ou induzem o empreendedorismo, também vamos ganhar insights sobre novas metodologias que nos ajudará a apoiar os empresários existentes e adicionar novos às suas fileiras”.

Uma equipe de pesquisadores liderados por Vivek Wadhwa, da Universidade Duke, Raj Aggarwal, da Universidade de Akron, Krisztina Holly, da Universidade da Califórnia do Sul e Salkever Alex, da Universidade Duke, pesquisaram 549 fundadores de companhias de  sucesso em indústrias de alto crescimento, incluindo aeroespacial, defesa, informática, eletrônica e saúde.

PRINCIPAIS RESULTADOS:

A pesquisa descobriu que mais de 90 por cento dos empresários vieram da classe média, ou inferior, e foram bem-educados ;

95,1 por cento dos entrevistados tinha  graus de bacharel e 47 por cento tinham níveis mais avançados;

Os de classe social mais baixa eram mais susceptíveis  em começar um negócio do que o empresário  de classe média  (25 por cento x 18,5 por cento);

Setenta e cinco por cento dos entrevistados classificam seu desempenho acadêmico como fator de importância ;

Na faculdade, 67 por cento dos fundadores se dizem  entre os 30 por cento melhores de suas turmas de graduação, e 37 por cento classificam  o seu desempenho entre os 10 por cento melhores;

Mais da metade dos fundadores da empresa , 52 por cento, tinham pelo menos algum interesse em um  empreendimento ainda na faculdade. Daqueles que se descreveram como “muito interessado” durante a faculdade, 47 por cento passou a pesquisar mais de duas possibilidades;

Quando abriram suas empresas a tendência mostra que os mesmos  já estavam na meia-idade, 40 anos em média,  quase 70 por cento eram casados  e quase 60 por cento tinham pelo menos uma criança, desafiando o estereótipo do empreendedor workaholic sem tempo para a família.

“A crença comum de que os grandes empreendedores são jovens estudantes universitários  é simplesmente errada”, diz o autor Wadhwa, diretor adjunto do Centro de Empreendedorismo e Comercialização de Investigação da Universidade Duke e pesquisador associado sênior da Harvard Law School. “Pelo contrário, em média, eles tendem a ser altamente experientes, bem-educados e possuem família. Tornaram-se empresários em uma etapa de suas vidas quando eles  estão simplesmente cansados de trabalhar para os outros e querem criar riqueza real antes de se aposentar.”

A pesquisa também constatou outros fatores . Para acessá-la na íntegra clique no texto a seguir :
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Comissão Europeia lança Rede de Empreendedorismo Feminino

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mulheres

A Comissão Europeia lançou  em Estocolmo a Rede Europeia de Empreendedorismo Feminino para incentivar as mulheres a criar o seu próprio negócio.

O objetivo é criar o empreendedorismo de oportunidade e não de necessidade. Ter uma ideia e avançar

Cada estado membro escolhe empresárias (denominadas de embaixadoras) que, pela sua experiência, servem de modelo e inspiração junto das potenciais empreendedoras. A ideia é que divulguem o mais possível o seu percurso, dificuldades e sucessos.

“A maior parte das mulheres que criam o seu negócio fazem-no porque não têm outra alternativa”, disse Anna Danti, representante daComissão Europeia, durante a apresentação do projeto.

Há poucas estatísticas sobre o peso econômico do empreendedorismo feminino na União Europeia. Um cálculo conservador da OCDE diz que as mulheres que hoje trabalham em empresas que não próprias poderiam empregar 15 milhões de pessoas caso fossem empresárias.

Na Suécia, as mulheres empregam 10,7 por cento da população trabalhadora; na Alemanha mais de um milhão de negócios são geridos por mulheres.

Em Portugal da população empregada, apenas 23 por cento são trabalhadores por conta própria e destes 41 por cento são mulheres.

Os países que aderiam à Rede Europeia de Empreendedorismo Feminino foram a França, Alemanha, Eslováquia, Itália, Islândia, Noruega, Dinamarca, Polônia, Suécia e Irlanda. Numa fase posterior, as embaixadoras poderão acompanhar de perto outras empreendedoras, ajudando na criação de novos negócios.

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CITAÇÕES

Sinto, por vezes, um espantado temor das minhas inspirações, dos meus pensamentos, compreendendo quão pouco de mim é meu . ( Fernando Pessoa )

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