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Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador 2010

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A inovação é um instrumento essencial para promover o desenvolvimento social e econômico das diversas regiões do Brasil, impulsionando o crescimento sustentável.


É indiscutível o fato de que empresas inovadoras e as instituições que as apóiam, como parques tecnológicos e incubadoras, ganham, cada vez mais, papel de protagonistas nesse cenário.

Com o objetivo de identificar visões inovadoras e talentos, colher referências e estimular o surgimento de novas ideias, a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) realiza anualmente o Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador, que chega a sua 14ª edição em 2010.

Com etapas regionais e nacional, a premiação reconhece o trabalho de empresas incubadas, graduadas, incubadoras, parques tecnológicos e projetos inovadores que se destacam no ambiente nacional. Os membros da comissão julgadora –profissionais ligados à inovação em setores governamentais, dirigentes da Anprotec, além de jornalistas especializados – buscam ressaltar as inovações mais inspiradoras, que modificam realidades, criam perspectivas, produzem e agregam valor.


Participe! Envie a sua inscrição até o dia 30 de julho de 2010


Clique aqui para baixar o regulamento!

Conheça as categorias!

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Doing Business: fazendo negócios ao redor mundo

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Quando se pretende levar uma Inovação ao mercado é sempre bom saber onde estamos pisando.


doingbus2

Doing Business é uma série de relatórios anuais que investigam as regulamentações que melhoram a atividade de negócios e as regulamentações que a restringem. O mesmo apresenta indicadores quantitativos sobre as regulamentações de negócios e a proteção dos direitos de propriedade que podem ser comparados entre 183 economias e no decorrer do tempo.

O Doing Business oferece uma medida quantitativa de regulamentações para iniciar um negócio, lidar com alvarás de construção, empregar trabalhadores, registrar a propriedade, obter crédito, proteger investidores, pagar impostos, para importar e exportar, cumprir contratos e fechar um negócio — segundo a forma em que elas se apliquem a pequenas e médias empresas nacionais.

Uma premissa fundamental do Doing Business é que a atividade econômica requer boas regras. Isso inclui regras que estabeleçam e esclareçam os direitos de propriedade e reduzam os custos para solucionar disputas, regras que aumentem a previsibilidade das interações econômicas e regras que forneçam às partes de um contrato proteções básicas  contra abuso.

BRASIL

Das 183 economias avaliadas o Brasil ocupa a posição 129, tendo sua pior classificação no quesito Pagamento de impostos ( posição 150 ) e Contratação de funcionários ( posição 113 )

doingbus

Você pode acessar todas as informações ao redor do mundo AQUI ou diretamente através do API do Google Maps



Edson Menezes ( clique no link para  maiores informações ) é professor do Instituto Federal de Sergipe, engenheiro eletricista por formação e professor por paixão.  Editor do site http://openinnovatio.org/


indicadores
quantitativos sobre as regulamentações
de negócios

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Videotecas sobre Inovação , Mercado e Empreendedorismo

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O Professor da USP e escritor José Manuel Moran nos elucida a importância do vídeo no aprendizado em seu artigo ” O Vídeo na Sala de Aula “


“A linguagem audiovisual desenvolve múltiplas atitudes perceptivas: solicita constantemente a imaginação e reinveste a afetividade com um papel de mediação primordial no mundo, enquanto que a linguagem escrita desenvolve mais o rigor, a organização, a abstração e a análise lógica. “

Concordando há muito com a reflexão do Professor Moran , indico ao(à) leitor(a) uma lista de Videotecas   que considero de extrema importância ao aprendizado dos temas Inovação , Mercado e Empreendedorismo : com todas as suas transversalidades.


VIDEOTECAS

Endeavor BrasilO Instituto Empreender Endeavor foi criado a partir de uma parceria com a Endeavor Initiative Inc., uma organização internacional sem fins lucrativos que promove o empreendedorismo em países em desenvolvimento. Com sede em Nova Iorque, a Endeavor Initiative Inc. foi criada em 1997 por um grupo de ex-alunos da Universidade de Harvard que, tendo trabalhado em mercados emergentes, identificou a inexistência de uma cultura de incentivo ao desenvolvimento de novos negócios e de programas que efetivamente apoiassem empreendedores.

HSM Multimídiahsmglobal.com é o portal online da HSM. Contém uma grande variedade de artigos, áudios e vídeos de management, além de acesso à newsletters: Gestão, Marketing, Digital, Economia, Recursos Humanos, Sustentabilidade e Inspiring Ideas. Com mais de 1.350.000 usuários registrados, a hsmglobal.com representa uma comunidade incomparável de negócios online. Em 2007, a HSM lançou o primeiro canal de televisão dedicado exclusivamente ao management. A ManagemenTV reúne , na minha opinião, a melhor programação de negócios de todo o mundo. Com documentários, entrevistas e reality shows, é um canal informativo, que entretém e inspira, destinado a todo aquele que tenha interesse no mundo dos negócios em qualquer nível.

Fundação Nacional da Qualidade - A FNQ antecipa o que há de mais atualizado no mundo corporativo e lança um espaço que reúne palestras de grandes lideranças empresariais em um ambiente colaborativo e de fácil navegação. Boa parte dos vídeos  é restrito aos membros da FNQ, o que particularmente acho que deveria ser reavaliado  e partir para a abertura plena do canal. Para saber mais sobre como se filiar clique aqui

TV  SEBRAE - O Sebrae, uma entidade privada e de interesse público, criada em 1972, apóia a abertura e expansão dos pequenos negócios e transforma a vida de milhões de pessoas por meio do empreendedorismo. Estas são algumas das razões pelas quais o Sebrae tem uma missão clara e focada no desenvolvimento do Brasil através da geração de emprego e renda pela via do empreendedorismo.

Exame TV – A marca EXAME, da Editora Abril, nasceu em 1967 com a revista EXAME, influente publicação de negócios e economia do país. Sob a marca EXAME estão o site EXAME, as revistas EXAME a EXAME PME e o anuário Melhores e Maiores.

Financial TV – Canal de Webcasts do Portal da Comunidade Financeira, Financial WEB.


Esta é uma pequena lista no qual espero a contribuição de todos para incrementá-la. Envie sugestões de videotecas através do nosso formulário de contato

Meu desejo de boa semana a todos !

Edson Menezes

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Empreendedorismo Estratégico: um novo conceito emergente

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por Donald F. Kuratko 1 e David B. Audretsch 2

1 Indiana University
2 Max Planck Institute of Economics


O planejamento estratégico é a formulação de planos de longo prazo para a gestão eficaz de oportunidades e ameaças  em função dos pontos fortes e as fraquezas de uma empresa . Ela inclui a definição da missão do empreendimento, especificando objetivos tangíveis, desenvolver estratégias e definir orientações políticas. (Hitt, Ireland, & Hoskisson, 2009).

Recorde-se que o maior valor do processo de planejamento estratégico é o “pensamento estratégico” promovido entre os proprietários do negócio. Embora nem sempre articulado formalmente, o pensamento estratégico sintetiza a intuição e a criatividade de um empresário em uma visão para o futuro (Mintzberg, 1994).

A capacidade de navegar por esse ambiente desafiador, e as nuances da combinação de empreendedorismo e gestão estratégica, levou o foco dos estudiosos em gestão estratégica, empreendedorismo e economia para um novo conceito: “Empreendedorismo Estratégico”

É o novo termo que surgiu na literatura para representar a intersecção da estratégia com o empreendedorismo. Entanto, a natureza exata deste conceito permanece indefinida. A fim de investigar as diferentes perspectivas que este termo representa os autores fornecem uma visão geral dos domínios específicos que constituem o conceito.

O “melhor” plano estratégico será influenciado por muitos fatores, entre eles as habilidades do empreendedor, a complexidade do empreendimento, bem como a natureza da indústria/serviço. No entanto, independentemente da situação específica, cinco etapas básicas devem ser seguidas no planejamento estratégico:

  • Examinar os ambientes internos e externos da empresa (pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças).
  • Formular estratégias de curto alcance e longo prazo da empresa  (missão, objetivos, estratégias, políticas).
  • Implementar o plano estratégico (programas, orçamentos, procedimentos).
  • Avaliar o desempenho da estratégia.
  • Tomar medidas de acompanhamento através de feedback contínuo.

Em empreendedorismo há um consenso de que estamos a falar de um tipo de comportamento que inclui: (1) tomar a iniciativa, (2) organizar ou reorganizar  mecanismos econômicos para transformar recursos e situações em práticas, e (3) a aceitação de riscos e falhas (Shapero, 1975). Depois de analisar a evolução do espírito empresarial e análise de suas diferentes definições , Ronstadt (1984) elaborara uma descrição sumária:

O empreendedorismo é um processo dinâmico de criação de riqueza incremental. Essa riqueza é criada por indivíduos que assumem os maiores riscos em termos de equidade, tempo e / ou comprometimento com a carreira ao fornecer valor a algum produto ou serviço. O produto ou serviço em si pode ou não ser novo ou único, mas de alguma forma o valor deve ser administrado, garantindo e alocando as competências e os recursos necessários.

Empreendedorismo e gestão estratégica  são processos dinâmicos preocupados com o desempenho da empresa. Chama de gestão estratégica para as empresas ao estabelecer e explorar as vantagens competitivas dentro de um contexto ambiental específico, enquanto promove o espírito empresarial na busca de vantagens competitivas através de produtos, processos e inovações no mercado. A nova empresa é normalmente criada para exercer a “promessa” de inovações .

Ao tentar integrar o empreendedorismo com a estratégia, temos de estar cientes do termo “lógica dominante” (Bettis e Prahalad, 1995), que refere-se à maneira pela qual os gestores conceituam o negócio e tomam decisões de alocação de recursos críticos.

A lógica dominante de uma empresa tenta capturar a mentalidade dominante, e que impulsiona o foco global dos sistemas e rotinas . Além disso, filtra e interpreta a informação do ambiente; atenua complexidades; e orientam as estratégias, sistemas e comportamentos da organização. Na verdade, os gestores consideram frequentemente a única informação e inteligência que se acredita ser relevante para a  empresa .

Morris, Kuratko e Covin (2008) sugerem a criação de uma lógica dominante dinâmica a fim de tornar o empreendedorismo, a base sobre a qual a organização é conceituada e os recursos são alocados. Como lógica dominante, o empreendedorismo promove agilidade estratégica, flexibilidade, criatividade e inovação contínua em toda a empresa. Além disso, o principal foco da empresa volta-se para a identificação de oportunidades, a descoberta de novas fontes de valor e a inovação de produtos e processos que conduzirão a uma maior rentabilidade. Finalmente, uma ênfase na atividade empresarial é traduzida em objetivos, estratégias, sistemas de recompensas, sistemas de controle, planejamento de estratégias, estrutura, e assim por diante .

O empreendedorismo torna-se mais do que um curso de uma ação, mas sim uma mentalidade. Ao nível da organização, o empreendedorismo pode fornecer um tema ou direção às operações . Ele pode servir como um componente integral da estratégia de uma empresa e, em alguns casos, servir como o núcleo ou na definição de componente da estratégia corporativa (Kuratko, Irlanda, & Hornsby, 2001). A estratégia, na sua essência, as tentativas de captura, onde a empresa quer ir e como pretende chegar lá. Quando o empreendedorismo é introduzido na estratégia as possibilidades de onde a empresa pode ir, o quão rápido, e como se chega lá são bastante reforçadas.

Não só o empreendedorismo pode servir como a lógica dominante de uma empresa, mas também desempenha um papel importante na estratégia da empresa. A integração do espírito empreendedor com a estratégia tem dois aspectos, ambos os quais são fundamentais Morris et al. (2008) . Referem-se a estes dois aspectos como estratégia: o empreendedorismo e a empresarial .

O empreendedorismo diz respeito à aplicação da criatividade e do pensamento para o desenvolvimento de uma estratégia fundamental para a empresa: definir “uma visão direcionada,  ampla sobre o comportamento empreendedor, que propositalmente rejuvenesce continuamente a organização, e as formas no âmbito das suas operações, através do reconhecimento e exploração de oportunidades empresariais “. Uma estratégia altamente empreendedora não é um exemplo óbvio. Descobrir posições  no mercado é difícil, como é romper formas pré-estabelecidas de fazer as coisas. Essa estratégia implica um maior nível de risco, especialmente quando  implementada.

Desenvolver uma matriz estratégica empresarial onde medidas de risco e inovação sejam participantes. Para os efeitos desta matriz, inovação é definida como a criação de algo novo e/ou diferente. Em termos de medição, quanto mais novo e/ou mais diferente o produto ou serviço proposto, maior seria em sua escala de medição. Risco é definida como a probabilidade de perdas financeiras importantes. Quais são as chances do empreendimento empresarial ? Como grave seria a consequente perda financeira? Considerando que existem muitas maneiras de aumentar a inovação, a redução do risco de grande parte concentra-se em fatores financeiros, com um aspecto secundário da autoimagem e do ego. O modelo permite que até mesmo os empresários mais inexperientes possam caracterizar as situações de novos riscos  ou os dos já existentes e identificar estratégias apropriadas. O valor da matriz de estratégia empresarial é que sugere caminhos adequados para  empreendedores diferentes. Quando o empresário identifica a célula que melhor descreve o novo empreendimento existente ou a ser contemplado, em seguida algumas estratégias são indicadas como mais provável em ser eficazes.

Integrar o empreendedorismo a estratégia diz respeito à necessidade de desenvolver um caminho para orientar as atividades  que ocorrem dentro da empresa. Em sua essência, esta é uma estratégia empresarial para determinar como a empresa realmente se esforça para ser e como ela irá atingir esse nível . Colocam questões como:

  • Em que medida a ênfase empresarial da empresa é voltada ao crescimento de novos negócios ou início de novos empreendimentos : transformando a empresa existente e as suas operações internas em um ambiente mais empreendedor?
  • Em que áreas da empresa o gerenciamento é observado tanto nos  níveis superior como inferior da atividade empresarial? Quais as unidades de negócios ou áreas de produção são esperadas inovação? Quais serviços são esperados para ser o verdadeiro lar do espírito empresarial, direcionamento e fornecendo a liderança para o resto da empresa?
  • Até que ponto a inovação é esperada vir da alta administração, média gerência ou de primeiro nível? Existe uma orientação clara em termos de tipos de inovação esperados em cada nível?


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Mulheres de fibra, Mulheres capazes, Mulheres empreendedoras

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Extraído do texto de  Maggi Krause (*) , em Papo de Empreendedor ( recomendo)


Durante dois dias Maggi Krause acompanhou o encontro de mulheres empreendedoras de vários estados em Brasília, finalistas do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios.


Para as 22 escolhidas, 11 na categoria Proprietária de Micro e Pequena Empresa e 11 na categoria Grupos de Produção Formal, estar ali já significava uma imensa conquista, pois passaram por uma seleção feita com 3.060 inscritas!



Entre as histórias de coragem e superação no empreendedorismo, chamou a atenção o comprometimento dessas mulheres em perseguir o sonho do próprio negócio. E não é exagero falar que muitas vezes ele se trata de um filho a mais!


BELAS HISTÓRIAS DE FIBRA E CONQUISTA:


Kelly Dantas de Vasconcelos mudou-se para Macapá e encontrou uma escola para crianças de baixa renda em uma casa quase destruída, que alugou e reformou com os próprios recursos. Hoje, a professora é dona da UCRI – Universidade da Criança, com 320 alunos.


Lisalba Camargo Rosa, do Espírito Santo, apostou na formação para informática e carregava os computadores de escola em escola para ensinar. Hoje, publica apostilas didáticas sob a marca Microkids.


Maria Sofia. R. C. Acioli, que teve seus quatro filhos enquanto cursava a faculdade de medicina em Maceió, arregaçou as mangas e abriu um laboratório de análises clínicas – o primeiro do estado a conseguir a certificação ISO 9001.  “Meu maior orgulho foi saber que eu era capaz. Hoje sou apaixonada por gestão, plano estratégico e balanço de qualidade”, relata Sofia, que há 16 anos pilota o laboratório Nabuco Lopes.


Carmita Duarte Medeiros, da Associação das Mulheres Mães Artesãs (AMARTE), do Vale do Jari, no Amapá, pega quatro conduções, entre catraias (um tipo de barco) e ônibus, para chegar à sede do projeto. Ali, para complementar a renda familiar, 35 mulheres trabalham com sementes típicas da região, como o açaí, para montar colares, pulseiras e brincos. A qualidade é tamanha que os produtos são chamados de biojoias. Um prêmio da Petrobrás possibilitou a compra de maquinário e a fundação ORSA ajuda a escoar a produção. Com três filhos criados, Carmita confessa: “É cansativo, mas vale a pena. Ter o reconhecimento do trabalho vale mais do que R$ 10 milhões no bolso”.


Ivana Lúcia Torres, da minha linda  cidade de Aracaju, foi a primeira enfermeira auditora do estado de Sergipe. Começou auditando contas hospitalares para planos de saúde. Percebeu que os pacientes ficavam muito tempo internados e começou a estudar o conceito de home care, em que os doentes, principalmente idosos, recebem cuidados em casa. Montou a Constat enquanto esperava o quarto filho. Cinco anos depois, com 70 colaboradores e quatro ambulâncias, ela contabiliza vários novos negócios: uma empresa de treinamentos, outra de aluguel de equipamentos e ainda apoio médico a eventos. Tudo iniciado a partir da observação e da visão para os negócios. “Implantei uma administração humana. Na Constat, sinto que não tenho funcionários, tenho colaboradores comprometidos e fiéis”, conta Ivana, que mantém o celular ligado 24 horas e faz visitas a pacientes até na madrugada.


“A mulher tem jogo de cintura, é multitarefa e tem quociente emocional bem desenvolvido, o que falta é assumir, cada vez mais, que ela é uma mulher de negócios”, conclui Ieda Novais, do conselho da FNQ – Fundação Nacional da Qualidade.


(*) Maggi Krause , mais uma brasileira de fibra, é jornalista formada pela Escola de Comunicações e Artes da USP-SP. Em 2008, trocou a carreira na Editora Abril – depois de 14 anos, 10 deles como editora nas revistas Casa Claudia e Arquitetura & Construção – pelo trabalho autônomo como jornalista e editora de livros. Tomou essa decisão para acompanhar mais de perto o crescimento dos dois filhos.  Adora artes, viagens e trilhas na natureza, de preferência na companhia do marido. Em parceria com Cecília Troiano é responsável pelo conteúdo do blog Vida de Equilibrista ( que também recomendo)

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Como pular o muro da incerteza e se tornar um empreendedor

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A decisão de se tornar um empreendedor gera muitas dúvidas e incertezas.Como devemos lidar com elas? O que sentimos ao decidir mudar? Quais são as nossas reações? Quais são as ferramentas e estratégias que devemos adotar para vencer a incerteza e insegurança?

No próximo Workshop Endeavor sobre Change Management será abordardo todos estes assuntos e outros importantes sobre o comportamento humano, suas reações a mudanças e como gerenciá-las.


O evento é gratuito e as vagas são limitadas. Faça sua inscrição clicando aqui.

Data: 14/04/2010 • Horário: 9h – 10h30 (Welcome Coffee 8h30) • Local: Insper (ver mapa)


Speaker:


Airton Carlini. CEO da Pritchett Brasil,  empresa de consultoria, líder mundial em Change Management, sendo responsável pela Gestão da Empresa, relação direta com clientes é Palestrante/Treinador.Treinou milhares de profissionais em empresas como Avon, Dupont, Philips, Pamcary, Banco de Sangue, Souza Cruz,Volvo,entre outras, em temas como Gestão de Mudanças. Criou e desenvolveu inúmeros projetos de planejamento de marketing para empresas dos setores de varejo, indústria e serviços; Palestrante nas áreas de marketing, vendas e atendimento em serviços, ministrou inúmeras palestras tanto “in company” como em eventos abertos;É autor do livro MARKETING APLICADO ÀS ONG´s, que  à época do lançamento era o único livro sobre Marketing do setor.

A decisão de se tornar um empreendedor gera muitas dúvidas e incertezas.Como devemos lidar com elas? O que sentimos ao decidir mudar? Quais são as nossas reações? Quais são as ferramentas e estratégias que devemos adotar para vencer a incerteza e insegurança?

No próximo Workshop Endeavor sobre Change Management iremos abordar todos estes  assuntos  e outros importantes sobre o comportamento humano, suas reações a mudanças e como gerenciá-las.


Participe! O evento é gratuito e as vagas são limitadas.

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Empreendedor alça-de-bota: resultados com poucos recursos

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por Luiz Piovesana, originalmente publicado no  Saia do Lugar ( que recomendo)


A realidade é clara: é muito difícil conseguir financiamentos para se começar uma empresa. Mas isso não é e nunca foi motivo pra não começar a sua.


O empreendedor alça-de-bota faz a empresa girar a partir de muito pouco e, claro, fazendo isso de uma maneira mais eficiente que o normal. O termo “alça-de-bota” (bootstrapping) vem da lenda alemã do Barão de Münchhausen, que conseguiu sair sozinho do pântano se puxando pelas alças das próprias botas.


Aqui vão 7 dicas sobre como ser um empreendedor alça-de-bota:


1- Fluxo de caixa positivo ao invés de lucratividade
Sim, a empresa é financeiramente saudável se tiver lucro, mas a realidade é que você paga contas com dinheiro, logo sem dinheiro você não paga nada e suas atividades ficam comprometidas. Enquanto não se tem giro suficiente, priorize receber rápido e jogar pagamentos pro futuro. Aquele super projeto caro que demora pra receber ficará mais pra frente.


2- Comece prestando um serviço
Por exemplo, você está abrindo uma empresa que produz um dispositivo de economia de energia para grandes máquinas e, enquanto você o desenvolve, você também pode oferecer consultoria e outros seviços embasados no progresso já feito. Isso resulta em dinheiro rápido, contato direto com futuros clientes e feedback direto deles.


3- Faça previsões realistas: de baixo pra cima
Não adianta falar que seu mercado vale R$ 500 milhões e que se você pegar 1% do mercado é uma previsão pessimista, porque com certeza uma empresa nova não terá capacidade pra isso. Ao invés, monte suas previsões a partir de suas capacidades (bottom-up): número de vendedores, horas de trabalho, capacidade de produção etc.


4- Lute nos pontos certos e com foco
Tentar abraçar o mundo é furada, principalmente se sua empresa está começando. Escolha onde atuar e, aí sim, coloque recursos nisso – invista no que faz a diferença e no que você faz melhor. Não ache que criar tudo sozinho seja um diferencial, acredite: existem muitas coisas prontas pra usar e parcerias por fazer.


5- Entregue seu produto e converse diretamente com seu cliente
A perfeição é inimiga do suficientemente bom. Entregar seu produto faz não só dinheiro entrar, como também trará respostas de clientes. Além disso, contate diretamente seu cliente final, pois só ele pode falar como melhorar seu produto – distribuidores são sim importantes, mas desde que você tenha clientes.


6- Menos pessoas
Ter gente suficiente pra atender aquele 1% do mercado de 500 milhões é loucura, porque você não vai vender tudo isso e porque você vai ter que pagar esse pessoal. Em caso do mundo acabar de tanto trabalho, quem está lá tem que dar conta até que essa tendência vire regra e você tenha capital para contratar mais – isso é um problema bom, mas não tão comum.


7- Simplifique a comunicação
Pessoas, incluindo seus clientes, são bombardeadas o tempo todo, por isso explique bem seu produto e em pouco tempo (esse pouco é o único que você tem). Pra economizar esse tempo e também dinheiro, posicione seu produto contra o líder – tendo essa referência você economiza o tempo de entendimento do produto e pode gastá-lo comparando-o. Exemplo: “O Lexus é tão bom quanto um Mercedes, mas mais barato”.


Empresas deixam de existir porque morrem, e morrem por falta de dinheiro. Garanta a existência dele e você poderá continuar crescendo pra mudar o mundo.


Artigo baseado em texto de Guy Kawasaki. Para ler o artigo original, clique aqui.


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Suecos querem aprender com brasileiros a desenvolver patentes assumindo riscos

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Carl Sundberg, professor de bioempreendedorismo do Instituto Karolinska, sublinhou as oportunidades apresentadas pelo Brasil no campo da pesquisa médica. “A vasta biodiversidade brasileira é um convite para a formação de empresas de base tecnológica”. Esta cooperação não pode ser apenas governo-a-governo ou universidade-a-universidade.


“Temos de criar empresas conjuntas, de capital misto e que possam desenvolver patentes com as quais possamos lucrar. O desafio, na Suécia e no Brasil, é ultrapassar fronteiras acadêmicas e empreender no campo dos negócios”, defendeu.


Thomas Arctaedius, Diretor da Universidade de Estocolmo, identificou complementaridade entre brasileiros e suecos no que diz respeito ao empreendedorismo:


“O talento sueco para a inovação fascina o mundo, o ensino acadêmico na Suécia é baseado em pesquisa. Mas o Brasil está à frente da Suécia em termos de empreendedorismo. Nós, suecos, não estamos habituados a assumir riscos. Podemos aprender muito com o Brasil. Criar joint-ventures em que cada país contribui  com conhecimento e capacidade de empreender”.


Fonte: Jornal do Brasil

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Os diferentes tipos de empreendedores

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por MARCOS PICCINI , publicado em ADMINISTRADORES.COM


O Brasil é considerado um dos dez países líderes em empreededorismo no mundo, segundo relatório do GEM (Global Entrepreneurship Monitor), realizado anualmente desde 2001. Por outro lado, o estudo que o Banco Mundial faz desde 2003 coloca o Brasil em um amargo, e talvez mais realista, 125º lugar entre 181 países no critério “facilidade de fazer negócios”. Este critério é medido por atributos como facilidade em abrir e fechar uma empresa, em obter crédito e em fazer valer contratos.

“A verdade é que para o empreendedorismo qualificado, o Brasil ainda gera pouquíssimo estímulo.”, diz Marcos Piccini, Sócio-Diretor da Piccini & Fumis Consulting and Management.

“A maioria dos cérebros mais brilhantes do nosso país é atraída por grandes empresas, que oferecem condições atrativas de salários, oportunidades de desenvolvimento e crescimento, com relativa segurança.”

Porém, curiosamente, esses mesmos cérebros, quando indagados quanto a um sonho de vida ou carreira, respondem: “Abrir um negócio próprio”, e ainda assim, apenas uma mínima quantidade deles tem coragem de colocar esse sonho em prática.

Para compreender essa discrepância no ranking do empreendedorismo, segundo Piccini é preciso analisar os três tipos de empreendedores existentes no Brasil: os sem oportunidade, os oportunistas e os que “pensam grande”.

Os empreendedores sem oportunidade são aqueles que por não terem chance no mercado de trabalho, acabam encontrando no empreendedorismo a única solução digna de sobrevivência. “Pouco qualificados, muitos fracassam ou gerem o negócio com o único objetivo de sobreviver, causando assim pouco impacto econômico.”, explica Marcos Piccini. Eles são os principais responsáveis pela décima posição do Brasil no ranking dos países líderes em empreendedorismo no mundo, uma vez que a pesquisa é feita tendo como critério o número de indivíduos que possuem empresa no país.

Os empreendedores oportunistas possuem geralmente qualificação e ambição superiores, mas encaram a atitude empreendedora como uma “tacada de sorte”. Para eles, o sucesso se dá pela constante busca de oportunidades pontuais e pela agilidade e coragem em “investir” nelas. “O problema é que o oportunista não está preocupado em construir um negócio duradouro e o seu vínculo é puramente financeiro – com o objetivo de extrair o maior valor possível daquela oportunidade em curtíssimo espaço de tempo. Logo depois, ele parte para a próxima”, esclarece o consultor.

Já os “Empreendedores que Pensam Grande” são indivíduos realmente diferenciados, não necessariamente pela sua qualificação, mas essencialmente pelo seu caráter e comportamento. São indivíduos que carregam consigo uma enorme ambição e entendem o valor de construir algo sólido e sustentável. Com certeza eles esperam maior suporte do governo, porém não justificam suas dificuldades pela ausência destes, e seguem lutando incansavelmente por seu espaço no mercado, crescimento, desenvolvimento e sucesso duradouro.

“É desse tipo de empreendedor que o cenário econômico brasileiro precisa”, alerta Marcos. Os “Empreendedores que Pensam Grande”, se munidos de estímulo e de líderes que não se acomodam, farão de seus negócios estruturas realmente diferenciadas e de grande impacto na economia do país. Gerarão empregos, oportunidades e inovação. É daí que nascerão novos “Buscapés”, “Cacau Shows”, “Totvs” etc.

“Precisamos formar uma geração de brasileiros que se sintam mais seguros em empreender no país.”, diz Marcos. O Brasil perde potenciais empreendedores por falta principalmente de referências e estímulos governamentais – o que acaba com a coragem da decisão de empreender. Entretanto, o cenário do país já mudou e precisamos avisar nossa juventude disso. Conhecendo o potencial empreendedor do brasileiro, é seguro dizer que com os “Empreendedores que Pensam Grande” a capacidade de crescer do país será ainda maior.

Marcos Piccini é Sócio-Diretor da Piccini & Fumis Consulting and Management, trabalha ao lado de “Empreendedores que Pensam Grande®” na construção de organizações vencedoras e sustentáveis. Administrador com MBA pelo MIT Sloan School of Management, e MBA Executivo pelo IBMEC.

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Vendendo geladeira para esquimó

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por Gledson Magalhães (*) , publicado originalmente em INCORPORATIVA


Infelizmente ainda é comum encontrar no manual de vendas de algumas empresas a frase “Vender Geladeira Para Esquimó” , que nada mais é que vender a todo custo mesmo que para isso precise enganar seu cliente.

Partindo desse princípio não é raro encontrarmos empresas que para vender só faltam carregar o cliente no colo, empurrando para o cliente até o que ele não quer. Algumas pessoas podem dizer: mas isso é um vendedor de verdade; eu discordo, pois temos que analisar o foco do cliente e NÃO o foco NO cliente, ou seja, entramos numa questão onde precisamos encontrar qual o VALOR que nosso produto tem para o nosso cliente, dessa forma estamos tendo o Foco do Cliente, mas se observarmos somente o preço do produto estamos entrando em foco no cliente, ou seja, quanto vou faturar e quanto meu cliente pode pagar.

Já participei de consultorias onde me disseram que determinado produto para venda não tinha preço, tal a importância do produto. Vai falar para o financeiro/Faturamento sobre custo/preço e ouça o que eles tem a dizer. Isso de não ter preço não existe e um dia meu cliente vai deixar de comprar da minha empresa porque sempre vai ter alguém que conseguirá vender com preço mais baixo e não adianta dizer que o preço é imbatível, pois sempre vai aparecer um concorrente com um preço menor.

Qual é a saída? Vender Valor, pois isso o meu concorrente dificilmente conseguirá proporcionar e o meu cliente saberá que somente comigo encontrará a valorização necessária do produto para ser um diferencial no mercado que atua.

Então vender Valor é fácil ? Claro que não !

Caso tenha o pensamento do esquimó, tire o manual da cabeça e pense que para vender valor tem que:

1º) Saber qual a necessidade do cliente e não a sua necessidade;
2º) Estude o cliente, pesquise sobre ele;
3º) Analise o mercado que o seu cliente atua, quais são os concorrentes;
4º) Monte para ele uma consultoria gratuíta.

Com esses quatro pontos, quando for para a apresentação leve seu trabalho e mostre que quer vender para ele algo que irá valorizar a marca, pois você sabe o Valor necessário para satisfazer seus clientes, superar seus concorrentes e ser destaque no mercado.

Lembre-se que fazer uma venda é otimo, mas entenda que esse cliente voltará quando você supriu a necessidade dele e não a sua própria necessidade.

(*) Gledson Magalhães – Administrador de Empresas pela Oswaldo Cruz, Pós-Graduado em Finanças e Controladoria pelo Instituto Nacional de Pós-Graduação, Docente em Graduação da UNINOVE-SP (Empreendedorismo, Administração Estratégica, Jogos de Empresas), SENAC (Gestão Empresarial) e SEBRAE-SP, credenciado como Instrutor nos módulos de Recursos Humanos e Depto. Pessoal. Palestrante e Instrutor nas áreas de Empreendedorismo, Negócios, Liderança e Motivação, Co-autor do Livro “SER+LÍDER – O Caminho da Liderança na Visão de Grandes Especialistas. Atua também como Gestor e Consultor em empresas na área Administrativa (RH, Compras, Vendas e Atendimento ao Cliente) e Financeira (Tesouraria, Contas a Pagar/Receber, Cobrança). Palestrante focado nas áreas de Liderança, Motivação, Empreendedorismo e Gestão de Negócios;
e-mail: gledson.magalhaes@ig.com.br
www.mudodolider.blogspot.com

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45% dos brasileiros abrem negócio por necessidade

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No Brasil, 45% das pessoas que resolvem abrir uma empresa na verdade buscam um trabalho e uma fonte de renda. Ou seja: não tomam essa iniciativa porque têm espírito empreendedor, mas por necessidade. Os outros 55%, sim, montam um negócio porque vislumbram uma boa oportunidade de ganhar dinheiro.


Esse foi o resultado de um levantamento realizado pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), pesquisa global sobre atividade empreendedora, referente a 2009. A falta de talento – ou de preparo para empreender – leva muita gente a enfiar os pés pelas mãos. Abrir uma empresa e colocá-la em funcionamento é muito mais difícil do que pode parecer.

Decidido o conceito do negócio, é hora de fazer o planejamento, orienta. Nesse momento, é preciso refletir sobre a localização, o processo de venda, como conseguir clientes, o que será feito para ocupar o mercado, quem são os fornecedores e os concorrentes, por que os clientes iriam à loja e não à do vizinho.

O professor da Fundação Dom Cabral (FDC) e da Fundação Getulio Vargas (FGV) Pedro Paulo de Oliveira Melo alerta que o ingrediente essencial para abrir uma empresa de sucesso é planejamento.

“Perde-se menos desistindo em tempo do que levando adiante uma má ideia”, diz.

Já para consolidar o negócio, ele aconselha o empreendedor a não ter medo de crescer, desde que os riscos sejam calculados. Contudo, não é isso que acontece no dia a dia do brasileiro

Em 2008, pela primeira vez na série de pesquisas GEM, o Brasil atingiu a razão de dois empreendedores por oportunidade para cada empreendedor por necessidade. Esse fato deve ser comemorado como o primeiro degrau de uma longa escada de desenvolvimento.


Paola Carvalho - Estado de Minas  e
Zulmira Furbino - Estado de Minas

http://www.uai.com.br/

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Startup brasileira de biotecnologia prepara abertura de capital no Canadá

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O desafio a padrões estabelecidos, que faz parte do DNA das empresas inovadoras, também pode ser observado na forma como os empreendedores buscam recursos para sustentar e impulsionar seus projetos.

A percepção de que apenas empresas de grande porte, com muitos anos de existência, são capazes de acessar o mercado de capitais, não limitou, por exemplo, os planos de expansão da FK Biotec.

Com pouco mais de 10 anos de existência, a empresa gaúcha de pesquisa na área de saúde humana planeja abrir seu capital na Bolsa de Valores de Toronto, Canadá, no segundo semestre deste ano.

Fundador e presidente da companhia, o médico Fernando Kreutz explica a jornalista Carla Falcão, no canal ÚLTIMO SEGUNDO, PORTAL IG, que a escolha da Bolsa de Valores de Toronto está relacionada às dificuldades encontradas para se fazer um IPO no Brasil. “Além de não estar preparada para empresas que trabalham com ativos intangíveis como os nossos, a Bovespa também exige volumes maiores para a abertura de capital de uma empresa”, diz Kreutz.

A companhia gaúcha recebeu, no início de suas operações, o apoio de um investidor angel que investiu US$ 30 mil no novo negócio. “Nessa época, a empresa era uma sala, uma mesa e um computador”, lembra Kreutz. Logo após o aporte do angel, a FK Biotec tornou-se uma das primeiras empresas brasileiras de biotecnologia a contar com investimento de capital de risco, tendo recebido US$ 600 mil do fundo RSTec.

Para os empreendedores que desejam seguir o caminho já traçado por sua empresa, Kreutz recomenda uma análise rigorosa das necessidades do mercado. De acordo com ele, é comum que o pesquisador desenvolva todo o projeto para, no final tentar convencer o mercado de que aquele produto ou serviço é útil.

“Aconselho que o pesquisador observe o mercado antes de colocar em prática sua capacidade de pesquisa. Com isso, ele não precisará persuadir ninguém a comprar seu produto ou pagar pelo novo serviço. O próprio mercado reconhecerá a importância da solução desenvolvida”, diz.

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‘Estado’ lança novo caderno de negócios

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O Estado lança, no dia 1º de fevereiro, um novo caderno semanal dedicado à cobertura de negócios. A publicação faz parte da estratégia do Grupo Estado de reforçar ainda mais a sua cobertura da área econômica.

Além do caderno, o projeto inclui novos conteúdos e seções no atual caderno Economia & Negócios, um novo site econômico em parceria com a Agência Estado e um programa na Rádio Eldorado .


O novo caderno semanal vai mergulhar no assunto, com reportagens exclusivas, perfis de empresários e tendências do mundo dos negócios. Além da cobertura dos setores tradicionais da economia, a publicação vai abordar temas como inovação, empreendedorismo, gestão e carreiras.

Semanalmente, a edição vai trazer a seção Negócios por quem faz Negócios , com artigos escritos por personalidades do meio empresarial, gestores de finanças e advogados especializados em fusões e aquisições e no mercado de capitais.

A seção Mídia & Publicidade será ampliada. Além de matérias sobre o setor, haverá um novo espaço para comentários e análises curtas sobre peças publicitárias.

Outra novidade é uma coluna de notas editada pelo jornalista Clayton Netz. A coluna também circulará de terça a sexta-feira no atual caderno diário, que terá outras novidades, como uma nova seção de finanças pessoais às segundas-feiras. A ideia é orientar o investidor em meio às profundas mudanças do cenário econômico no País e no mundo. O atual time de articulistas terá o reforço dos economistas José Roberto Mendonça de Barros e Affonso Celso Pastore.

“É um projeto multimídia por excelência, e representa mais um avanço na integração das redações do papel, da internet, dos serviços em tempo real e da rádio”, afirma o diretor de conteúdo do Grupo Estado, Ricardo Gandour.

“O grupo quer criar uma plataforma na área de economia que poucos têm no Brasil e no mundo. Queremos atender ainda melhor o leitor qualificado, como empresários, executivos, formadores de opinião, estudantes e estrangeiros que fazem negócios no Brasil”, afirma o diretor-presidente do grupo, Silvio Genesini.

O Grupo Estado tem forte tradição jornalística e de prestação de serviços nessa área, construída há décadas por meio do caderno de Economia do Estado, das plataformas de notícias em tempo real e de análises da Agência Estado, e da prestação de serviços do Jornal da Tarde e da Rádio Eldorado. “Com esse novo projeto, o grupo amplia sua contribuição ao País nesses assuntos”, afirma Gandour.

Fonte : O Estado de São Paulo

Meus parabéns e desejos de sucesso !

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“A um Passo de Mim”: infinitas chances de negócios na internet

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por Regina Werneck – http://www.hojeemdia.com.br/

Título original : Infinitas chances de negócios na web


Márdel Cardoso, professor de gestão de projetos na área de web, em Belo Horizonte, aproveitou sua experiência na área de tecnologia e escreveu “A um Passo de Mim”, uma ficção que retrata a realidade do mundo digital, na qual, o protagonista, Paulo, é um empresário que cria um portal de sucesso, mas que, acontecimentos nacionais e mundiais, modificam sua situação.

“O livro é uma lição para aqueles que sonham com o sucesso fácil, ou acham que o sucesso é apenas sorte”, afirma.

clique na capa para saber onde comprar

Ficção baseada em fatos reais que traz algumas histórias espelhadas na vida de executivos do setor de tecnologia. A história de empresas como Yahoo, Starmedia, Uol, Terra, Cadê, Zip.net ,entre outras é apresentada.

Para Cardoso, o brasileiro tem boa criatividade e jogo de cintura para criar, mas falta empreendedorismo e muita força de vontade para enfrentar os revezes que possam existir no mercado da internet, além da tímida parceria com investidores internacionais.. “No livro eu mostro como o protagonista tentou buscar sócios e investidores internacionais. Isso nem sempre é uma coisa fácil de fazer. Quantos negócios naufragaram devido ao relacionamento ruim entre os sócios.” Confira a entrevista a seguir:

O que falta ao brasileiro, já que ele é um dos maiores empreendedores do mundo?
A boa formação é um dos pilares principais no crescimento da alma empreendedora. Sem isso, vai esbarrar em várias dificuldades que podem fazer o negócio fechar prematuramente. O Brasil tem deixado a desejar muito nesse ponto. A cada ano chegam à universidade alunos mais despreparados. A educação de base precisa melhorar muito para que possamos entregar ao mercado gente mais preparada e com mais jogo de cintura. Isso deveria incluir uma visão internacional, saber e experimentar o que está acontecendo lá fora, além do conhecimento em pelo menos uma língua estrangeira. Em um mundo globalizado, as oportunidades aparecem a todo instante. É preciso visualizá-las para antecipar o desenvolvimento de uma boa estratégia de negócio e ganhar o mercado antes do seu concorrente. O brasileiro precisa também se acostumar a pensar globalmente e imaginar que ele precisa de apoio.

O senhor percebe que há pouca experiência dos profissionais e sobram ideias? Por que?
O brasileiro cresceu em meio a várias crises internacionais diferentes. Isso o fez se acostumar a buscar soluções alternativas de todo tipo para sair das dificuldades. Acho que parte da criatividade dos brasileiros vem da necessidade de buscar soluções diferentes que minimizem os problemas do dia a dia. Esse talento faz parte dos maiores executivos brasileiros e tem sido muito bem aproveitado por grandes companhias. O problema é que são poucos os preparados para estar à frente de negócios internacionais. O brasileiro tem dificuldade em manter a rotina diária em uma economia estável e de enxergar que a qualidade dos processos ou produtos faz a diferença.

O que um empreendedor deve fazer para obter sucesso na internet?
O mercado de internet ainda está começando. Existe um imenso campo de crescimento e vários modelos de negócio irão surgir. Mas é altamente mutável, sujeito a muitas turbulências. O empreendedor precisa ser uma pessoa versátil, capaz de mudar seu plano de negócios de um ano para o outro. E precisa enxergar as oportunidades que surgem no exterior e saber que um investidor internacional pode fazer muito bem para o negócio. Confrontar ideias com investidores pode ajudar a crescer e ganhar o mercado internacional. Para isso, ele precisa ter sempre em mãos um plano de negócios atualizado. No livro eu mostro que o protagonista chegou um pouco atrasado na aproximação com investidores internacionais. Se ele tivesse tido mais visão internacional, ou uma melhor preparação, talvez tivesse conseguido trazer milhões de dólares para seu negócio. A história mostra que a maioria dos negócios na internet naufragaram antes do segundo ano de vida. A grande maioria dos empreendedores tinha vontade, coragem, mas faltava persistência. E em um país como o nosso é preciso ser mais persistente que o normal.

Quais os erros que um empreendedor deve evitar?
O principal erro que o empreendedor deve evitar é investir em um segmento ou ramo de negócios sem uma prévia pesquisa. Existem empresas preparadas para fazer este tipo de trabalho. Colocar um produto no mercado exige preparação prévia, de marketing a estratégia de vendas. Se o mercado ainda não está preparado para seu produto, não adianta fazer grandes investimentos. É claro que o verdadeiro empreendedor também segue seus instintos. O empreendedor deve fazer sociedade com alguém que tenha um talento diferente do dele. A empresa ganha conhecimento e experiência.

Que dicas daria para quem deseja iniciar negócio na internet?
Invista em uma boa formação que inclua o estudo do empreendedorismo e um idioma. É importante ter conhecimento ou experiência no ramo que pretende atuar. A outra é a tecnologia. Hoje não existe mais forma de fugir. A internet veio aí para ficar e vai estar em todo o lugar. É importante conhecer e se atualizar com as novidades. Você tem que utilizar as ferramentas que já estão aí. A primeira delas são as redes sociais. É outra onda que veio para ficar. O conhecimento do comportamento do usuário na internet hoje é um diferencial. Ferramentas como Twitter e Facebook já viraram coqueluche. Atualizar seus clientes com as novidades pode gerar mais vendas e visibilidade do seu negócio. Esteja preparado para que parte do seu negócio tenha um braço na internet e que isso seja uma rotina pessoal diária. Dessa maneira, podem nascer clientes em outras regiões do país e você poderá obter informações preciosas da opinião dos seus clientes .

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R$ 8 milhões para capacitação empresarial em Inovação

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O Ministério da Ciência e Tecnologia , MCT, e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico ,CNPq, instituições públicas brasileiras de apoio e fomento,  lançam  Edital Público para capacitação empresarial em empreendedorismo inovador.


OBJETIVO


O presente Edital tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que visem a capacitação de empresários para o empreendedorismo inovador, mediante a oferta de cursos de curta duração que contribuam para melhorar a competência para absorver ou criar novas tecnologias e processos produtivos.




Data limite para submissão das propostas 1º de fevereiro de 2010
Divulgação dos resultados no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet A partir de abril de 2010

Início da contratação das propostas aprovadas

A partir de abril de 2010


ITENS FINANCIÁVEIS


II.1.4.1 – Os recursos do presente edital serão destinados ao financiamento de itens de custeio, compreendendo:

II.1.4.1.1 Custeio:

a) material de consumo e didático;

b) serviços de terceiros – pagamento integral ou parcial de contratos de manutenção e serviços de terceiros, pessoa física ou jurídica, de caráter eventual. Qualquer pagamento a pessoa física deve ser realizado de acordo com a legislação em vigor, de forma a não estabelecer vínculo empregatício. Assim, a mão-de-obra empregada na execução do projeto não terá vínculo de qualquer natureza com o CNPq e deste não poderá demandar quaisquer pagamentos, permanecendo na exclusiva responsabilidade do Coordenador/Instituição de execução do projeto;

c) passagens e diárias, até o limite de 25% do valor total da proposta, e de acordo com as Tabelas de Valores de Diárias para Auxílios Individuais e Bolsas de Curta Duração.

O valor total solicitado para os itens de custeio descritos nas alíneas “a” e “b” deverão ser incluídos no campo “custeio” do Formulário de Propostas Online. Os valores de passagens e diárias deverão ser incluídos em campos do mesmo nome do referido formulário, seguindo as instruções lá contidas.


II.1.4.2 – São vedadas despesas com:


a) com obras civis (ressalvadas as obras com instalações e adaptações necessárias ao adequado funcionamento de equipamentos), entendidas como de contrapartida obrigatória da instituição de execução do projeto;

b) pagamento de salários ou complementação salarial de pessoal técnico e administrativo ou quaisquer outras vantagens para pessoal de instituições públicas (federal, estadual e municipal); e

c) com crachás, pastas e similares, certificados, ornamentação, coquetel, jantares, shows ou manifestações artísticas de qualquer natureza;

d) despesas de rotina como contas de luz, água, telefone e correios, entendidas como despesas de contrapartida obrigatória da instituição de execução do projeto;

e) pagamento, a qualquer título, a servidor da administração pública, ou empregado de empresa pública ou de sociedade de economia mista, por serviços de consultoria ou assistência técnica, conforme determina a Lei de Diretrizes Orçamentárias da União;

f) pagamento de taxas de administração, de gerência, a qualquer título.


Para maiores informações clicar em Edital Capacitação Empresarial em Inovação


Outro Edital em Vigor : 30 milhões para fixar pesquisadores nas empresas brasileiras


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CITAÇÕES

A imaginação é mais importante que o conhecimento ... ( Albert Einstein )

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