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As 40 melhores empresas do mundo em 2009

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Compromisso com a inovação, portfólio diversificado, expansão agressiva, liderança firme e uma clara visão do futuro. São essas as características que colocaram uma empresa entre as melhores do mundo no ano em 2009.


Encabeçando a lista estão Nintendo, Google, Apple, Doosan, Hyundai, GDF Suez, MTN, Monsanto, Inditex e BHP Billiton, segundo levantamento da revista americana BusinessWeek.


petrobras
Petrobras: a única brasileira entre as melhores

A lista conta com a presença da Petrobras, na 22ª posição, a única empresa brasileira presente no levantamento. A petrolífera e a America Movil, controladora da operadora de telefonia celular Claro, são as representantes da América Latina entre as melhores do mundo.

“Em um ambiente de mudanças constantes, as companhias que têm rigoroso planejamento estratégico conseguem ver além do horizonte. Elas têm chances muito maiores de ganhar do que aquelas que vão levando as coisas”,

afirma Paula Laudicina, presidente da consultoria A. T. Kearney, responsável pelo ranking.


Inovação – Palavra Chave


Na primeira posição, a Nintendo viu suas vendas crescerem 36% nos últimos cinco anos. Apesar dos tempos turbulentos de 2008, a empresa de eletrônicos manteve sua ênfase em inovação, o que no passado lhe permitiu desenvolver o console Wii, para então superar suas rivais Sony e Microsoft.


Assim como a Nintendo, outros representantes do setor de tecnologia, como Google (2), Apple (3) e Amazon.com (17), continuaram a investir pesadamente em inovação, conquistando amplo marketing share com novos produtos, mesmo com os gastos dos consumidores declinando.


Liderança


No levantamento da BusinessWeek, líderes carismáticos também se mostraram essenciais para conquistar uma posição no ranking das melhores. A Apple tem prosperado há anos com Steve Jobs, assim como a espanhola Inditex, proprietária da Zara, com seu fundador Amâncio Ortega Gaona. No México, o bilionário Carlos Slim transformou a América Móvil na quarta maior empresa de telefonia celular do mundo, com mais de 190 milhões de clientes.


As TOP 25


Dados
: A.T. Kearney, Thomson Reuters


Para visualizar o ranking completo e a metodologia aplicada, clique em The World’s Best Companies


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O que as empresas americanas acham das mídias sociais ?

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por Leandro Reinaux Almeida – Inovação e Negócios


Em Julho de 2009 foi realizada uma pesquisa pela eMarketer com os executivos de recursos humanos nos EUA, a respeito de mídias sociais, perguntando quais os pontos positivos e negativos dessa ferramenta.


A primeira parte da pesquisa, mostrada abaixo, mostra os valores  das mídias sociais apontados pelos executivos:

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81% dos entrevistados acreditam que podem melhorar o relacionamento com os clientes e construir a marca da empresa, 69% dizem que é uma ferramenta viável de recrutamento, 64% uma ferramenta de serviços para os clientes e 46% acreditam que melhora a moral dos empregados.


Abaixo é mostrado um segundo quadro com as principais atividades que são feitas utilizando mídias sociais, mostrando que 82% utilizam para fortificar a marca e 60% criar uma rede de relacionamentos.

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Por último é mostrado o quadro que aponta o porquê de não utilizar as mídias sociais. As principais causas do não uso são: falta de conhecimento (51%) e problemas de segurança e confidencialidade (40%).

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Matéria completa em  O que as empresas acham das mídias sociais ?

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Criatividade como ferramenta estratégica

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Por Fernando Viana

Criatividade não é mais apenas uma habilidade, mas nesse mundo de intensas transformações a criatividade tornou-se uma ferramenta estratégica de trabalho. Portanto, as empresas que quiserem sobreviver e progredir neste século vão ter que pensar não apenas no seu plano estratégico, mas essencialmente em como resgatar e desenvolver o pensamento criativo da sua equipe de trabalho.

É complicado pensar nisto, quando percebemos que uma maioria expressiva das empresas ainda não consegue enxergar como incluir a criatividade no seu processo ou como resgatar e desenvolver a criatividade dos seus empregados. Todavia, vale considerar que primeiramente há a necessidade de que os líderes da empresa entendam o significado e a importância da criatividade no âmbito organizacional, para que seja possível disseminar esse processo para os demais empregados da organização.

Sabe-se que o sucesso de se desenvolver a criatividade no âmbito organizacional está diretamente associado no interesse dos líderes em introduzir e aplicar essa habilidade dentro da organização. Portanto, uma pesquisa da Universidade de Lund, Suécia, mostra que o poder das lideranças em disseminar conceitos positivos ou negativos na organização é da ordem de 67%. Na verdade essa resposta é realmente a esperado, porque o que percebemos na maioria dos ambientes organizacionais é que os líderes terminam por se transformar em exemplos bons ou maus seguidos pelas suas equipes.

Uma outra pesquisa afirma que apenas 39% dos produtos propostos chegam a ser realmente desenvolvidos, mas apenas 17% completam o processo e, finalmente, apenas 8% chega a ser introduzido no mercado e apenas 1% atinge os objetivos desejados. Portanto, é grande o desperdício do que é produzido e o que realmente é desejado pelo mercado.

O que provoca essa perda tão grande? O que é dito pelo departamento de marketing das empresas é que os diretores das suas empresas em sua maioria não têm a mínima noção do impacto desses novos produtos no mercado e, ao mesmo tempo, esses altos executivos contribuíram muito pouco para a finalização dos produtos e uma grande parte desses executivos não querem ter o menor envolvimento com os produtos.

Por esse motivo, falamos que se uma empresa quer trabalhar verdadeiramente com inovação, o primeiro passo é cultivar a prática do pensamento criativo na organização; todavia, não basta apenas a famosa “caixinha de idéias criativas”. Esse é um caminho utilizado por muitas empresas que, em seguida, propalam que estão resgatando a criatividade. O processo criativo, antes de qualquer coisa, é um processo atitudinal, ou seja, as pessoas precisam se sentir ouvidas, as suas idéias precisam ser analisadas antes de massacradas, e sobretudo, a criatividade não é apenas para os empregados mais simples ou de áreas específicas. Mais do que nunca a gestão das organizações precisa de doses maciças de criatividade, justamente para que os seus líderes comecem a entender que é possível fazer mais com menos e não afirmem que a empresa não consegue inovar porque para inovar é preciso um investimento muito alto.

Fernando Viana
Diretor Presidente da
FBC


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818 bilhões de dólares foi o investimento mundial em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação : e o Brasil, como está ?

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Para o diretor geral da Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (PROTEC), Roberto Nicolsky, o desnível evidente entre a modesta recuperação brasileira e as vigorosas taxas de crescimento das economias indiana e chinesa pode ser atribuído à diferença entre as políticas nacionais de desenvolvimento tecnológico.

Enquanto os países asiáticos seguem o caminho já percorrido pelo Japão e Coréia do Sul, investindo no aperfeiçoamento contínuo de produtos já existentes – a chamada inovação incremental – o Brasil continua insistindo na busca pela transformação de invenções científicas em produtos de mercado, estratégia em vigor desde a década de 70 sem um resultado consistente.

Hoje a Coreia do Sul é o 8º país no ranking da inovação, resultado do esforço para absorver e adaptar tecnologias importadas, com alta produtividade. A China também começou imitando tecnologias de sucesso internacional e hoje registra patentes nos EUA em números que crescem 25% ao ano, a maior parte de produtos de alta tecnologia. A Índia superou o número de patentes do Brasil em 1998, três anos após promulgar sua abrangente lei de incentivo à inovação, e passados dez anos, em 2008, fez 634 patentes, seis vezes o número de patentes brasileiras (101).

Segundo a Anpei, o investimento mundial em P&D&I foi de US$ 818 bilhões em 2008. Entre os países da OCDE, esse volume de recursos equivale a 2,26% do Produto Interno Bruto (PIB) do bloco, valor semelhante ao registrado nos anos anteriores.

Nos Estados Unidos, o investimento em P&D&I ( Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) foi de 2,62% do PIB.

A China, segundo a Anpei, saiu de 0,95% do PIB em 2001 para 1,42% em 2006, e o plano , segundo a BBC, é chegar a 2,5%.

O Brasil, estima a entidade, deve ter investido 0,9% do PIB em P&D&I no ano passado, sendo 45% dos investimentos vindos do setor privado e 55% do governo.

Segundo Nicolsky, as políticas governamentais de apoio à inovação nestes países estão dando certo porque são direcionadas às indústrias. “O investimento no setor produtivo é mais importante para a própria sociedade do que para a empresa, já que alavanca a competitividade econômica do país como um todo, viabilizando o crescimento rápido, como ocorre na Índia e na China”, explica.

” A solução para este impasse está na alteração do foco das políticas públicas de incentivo à inovação tecnológica. Abandonar o modelo atual que privilegia a pesquisa de caráter acadêmico é necessário mesmo na subvenção econômica: indo para o que fizeram a China e a Índia que apostaram no setor produtivo. ”

para o  presidente do Conselho das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), Mário Neto Borges, o Brasil tem todas as oportunidades para gerir a inovação, trazendo desenvolvimento sustentável, mas precisa colocar como prioridade cinco aspectos: estruturação da relação entre empresas, universidades e governo, maior investimento em inovação,  política de inovação coerente, fiscalização adequada e legislação mais moderna.

“As agências de fomento alegam que sobram recursos todos os anos no Brasil por falta de projetos, mas a complexidade das normas e a burocracia para a elaboração acabam afugentando as empresas”, afirmou a presidente da Anpei, Maria Angela do Rego Barros.

Referências : Anpei, PROTEC, BBC e Financial Web

Compilação: Edson Menezes

o País tem todas as oportunidades para gerir a inovação, trazendo desenvolvimento sustentável, mas precisa colocar como prioridade cinco aspectos: estruturação da relação entre empresas, universidades e governo, investimento em inovação, uma política de inovação coerente, fiscalização adequada e legislação mais moderna.

“As agências de fomento alegam que sobram recursos todos os anos por falta de projetos, mas a complexidade das normas e a burocracia para a elaboração acabam afugentando as empresas”, afirmou a presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Empresas Inovadoras (Anpei), Maria Angela do Rego Barros.

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Os 10 mandamentos da revolução de processos

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por Paulo Almeida * em Portugal Digital


No princípio era a “força da globalização” e você teve que se tornar um “cidadão do mundo”. A quebra de barreiras internacionais e a entrada de grandes grupos estrangeiros no país fizeram com que você tivesse que aprender a ser “globalizado”. Só a língua portuguesa não foi mais suficiente, foi necessário o inglês, e mais tarde também o espanhol, e atualmente já é necessário o japonês e até mesmo o chinês! Trabalho somente das 9 as 18h, nem pensar! A diferença de fuso horário entre os países fez com que você tivesse que “ficar disponível” para a sua empresa 24 horas por dia, e às vezes, sem ser remunerado pelas horas extras dedicadas a essa disponibilidade!

Conhecer a cultura brasileira somente não bastava mais. Foi importante saber de costumes de outros países como que em Cingapura não se deve dar gorjetas, ou que no Japão você deve tomar sopa direto da tigela sem usar colher, ou mesmo que na Itália a salada é servida somente depois do prato principal.

Depois veio a “onda da reengenharia” e você teve que enfrentar a diminuição de cargos e níveis hierárquicos na sua empresa (isso é, se você conseguiu sobreviver a esta onda). As empresas cresceram tanto que foram obrigadas a acrescentar aos seus negócios, serviços e atividades que fugiam totalmente aos seus “core business” e então você foi surpreendido com o corte na hierarquia e a transformação de áreas internas de negócio da empresa em empresas isoladas e independentes. Seu cargo foi repensado e reestruturado. Suas funções foram mudadas e ,via de regra, essa mudança fez com que você assumisse muito mais atribuições do que antes.

E hoje, como não podia deixar de ser, depois de assimilar (e sobreviver!) a todas essas revoluções, você vive uma nova revolução: “a revolução dos processos”, e isso vem fazendo com que você se transforme em “process owner”.

Para te ajudar neste novo desafio, elencamos abaixo os 10 Mandamentos que podem fazer com que você passe ileso e consiga sobreviver a mais essa revolução.


Dedicated to ... - Dedicada a ...

Image by * starrynight1 via Flickr


1º Mandamento: Não confundirás atividade com processo.
Atividade reflete o trabalho isolado de cada pessoa na organização, já o processo descreve como a organização funciona (ou deveria funcionar) para atingir seus objetivos de negócio.

2º Mandamento: Entenderás que seu cargo pode não refletir exatamente as funções que você deve realizar.

Atualmente a denominação do cargo pode ser apenas uma classificação para fins de remuneração e natureza profissional. Já as funções visam identificar o verdadeiro trabalho que você deve executar e qual a capacitação você deve ter para tanto.

3º Mandamento: Desempenharás mais de um papel… mesmo que com isso você tenha que dividir seu tempo entre um papel e outro.
A filosofia por processos faz com que você mude sua visão da empresa e entenda que, dependendo das funções sob sua responsabilidade, é necessário que você desempenhe mais de um papel ao mesmo tempo.

4º Mandamento: Terás que responder a mais de um líder:
seu líder funcional e o líder do processo pelo qual você trabalha.
A revolução dos processos exige que você comece a ver a empresa de duas formas: a visão tradicional a partir do organograma e níveis hierárquicos existentes, e outra, a partir da cadeia de valor, identificando os “process owners” de cada processo existente nessa cadeia.

5º Mandamento: Farás bom uso da tecnologia a sua disposição
, sempre a alinhando à estratégia do negócio da sua empresa.
A visão por processos permite que você veja a tecnologia como meio para prover melhoria e aprimoramento do trabalho e não simplesmente pelo modismo de usar novas ferramentas e dispositivos tecnológicos.

6º Mandamento: Saberás o sentido da cadeia de valor, qual seu elo e sua posição nessa cadeia e como deves agir para trabalhar integrado aos outros elos dessa cadeia.
A visão por processos permite descrever a empresa como uma grande rede de atividades, cada qual colaborando umas com as outras a fim de atingir aos objetivos de negócio traçados pela sua alta direção.

7º Mandamento: Refutarás idéias e paradigmas anteriores,
substituindo-os pelos novos conceitos e regras trazidas pela revolução dos processos.
Para ter sucesso nessa revolução, é necessário que você abandone idéias anteriores, traumas e fracassos do passado. A visão por processos exige que cada qual se comprometa totalmente com as inovações e as reestruturações implementadas.

8º Mandamento: Entenderás que aquele funcionário que depende de seu trabalho é seu cliente interno, e como tal deve ser tratado com respeito, dignidade, rapidez e qualidade.
A visão por processos exige que cada funcionário da empresa trabalhe na filosofia cliente-fornecedor interno, alternando esses estados, onde, no papel de cliente, o funcionário deve exigir qualidade, eficiência e integridade nos serviços realizados pelos seus fornecedores. E por outro lado, no papel de fornecedor, o funcionário deve se esforçar ao máximo para garantir tudo aquilo que seus clientes internos necessitarem.

9º Mandamento: Entenderás que seu comportamento assertivo é fundamental para sua sobrevivência.
Em razão da nova visão implementada e dos novos papéis que você terá que assumir, você deve aprimorar sua forma de ver o mundo, seu estilo de comunicação, seu jeito de negociar, sua forma de liderança e sua postura assertiva na prestação de serviços.

10º Mandamento: Deverás saber que todo seu trabalho só tem sentido se puder ser convertido em valor agregado para os clientes da empresa.
A visão por processo define que todo trabalho, por mais simples ou complexo que seja, deverá refletir em algum tipo de valor agregado para os clientes da empresa. Isso exige um comportamento racional e pragmático para identificar, analisar e eliminar atividades burocráticas ou de excesso de controle que não agregam em nada no resultado final para os clientes e consumidores da empresa.


* Paulo Almeida é diretor da KPO Consulting and Education Services.

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Sancionada Lei Estadual de Inovação em Sergipe

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Foi sancionada  pelo governador em exercício de Sergipe, Belivaldo Chagas, a Lei Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (C,T&I).

A lei, que foi construída com a participação das instituições de ciência e tecnologia do Estado, cria medidas de incentivo à inovação e pesquisa de novas tecnologias e o desenvolvimento destas no ambiente produtivo, de modo a estimular o crescimento econômico e social de Sergipe.

Na prática a lei possibilita a regulamentação de contratos de contratos de transferência de tecnologia, a utilização de infra-estrutura em instituições de C,T&I e a participação do pesquisador nos projetos de inovação e ainda a utilização de subvenção econômica e outros benefícios para projetos inovadores.

Skyline de Aracaju com o encontro dos rios Ser...

Image via Wikipedia

A Lei institui também o Sistema de Inovação de Sergipe, que vai ser regulamentado pelo Poder Executivo, com objetivo de promover o desenvolvimento sustentável do Estado, estimulando projetos e programas especiais articulados com os setores público e privado, além da construção de ambientes especializados e cooperativos de inovação que contam com a participação de científicas e tecnológicas, a exemplo das universidades e do SergipeTec.

Tudo começou com a Lei Federal de Incentivo à Inovação, LEI No 10.973,  criada no final de 2004 , prevendo incentivos à inovação tecnológica. Esta Lei estabelece medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo, com vistas à capacitação e ao alcance da autonomia tecnológica e ao desenvolvimento industrial do País, nos termos dos arts. 218 e 219 da Constituição.

“A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e as respectivas agências de fomento poderão estimular e apoiar a constituição de alianças estratégicas e o desenvolvimento de projetos de cooperação envolvendo empresas nacionais, ICT e organizações de direito privado sem fins lucrativos voltadas para atividades de pesquisa e desenvolvimento, que objetivem a geração de produtos e processos inovadores.”

OUTROS ESTADOS:

  • Amazonas: Lei Estadual nº 3.095, de 17 de novembro de 2006, dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo no âmbito do Estado do Amazonas.
  • Mato Grosso: Lei Complementar nº 297, de 7 de janeiro de 2008 dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica visando alcançar autonomia tecnológica, capacitação e o desenvolvimento do Estado.
  • Santa Catarina: Lei nº 14.348, de 15 de janeiro de 2008, sobre incentivos à pesquisa científica e tecnológica e à inovação no ambiente produtivo no Estado de Santa Catarina.
  • Minas Gerais: Lei nº 17.348, de 17 de janeiro de 2008, dispõe sobre o incentivo à inovação tecnológica no Estado.
  • São Paulo: Lei Complementar nº 1049, de 19 de junho de 2008, dispõe sobre medidas de inventivo à inovação tecnológica, à pesquisa científica e tecnológica, ao desenvolvimento tecnológico, à engenharia  não-rotineira e à extensão tecnológica em ambiente produtivo, no Estado de São Paulo, e dá outras providências correlatas.
  • Ceará: LEI Nº 14.220, de 16 de outubro de 2008, dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no estado do Ceará. Diário Oficial do Estado, série 2, ano XI nº 201, Fortaleza, 21 de outubro de 2008, pág. 05.
  • Bahia: Lei nº 17.346/2008, conhecido como a Lei de Inovação da Bahia, foi aprovada em 25/11/2008
  • Rio Grande do Sul : LEI Nº 13.196, DE 13 DE JULHO DE 2009
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    Recursos do Prime, Primeira Empresa Inovadora , serão liberados em dezembro

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    FINEPNo dia 30 de novembro termina o prazo para contratação de todos os aprovados no Programa Primeira Empresa Inovadora (Prime). As 17 incubadoras-âncora que operam o programa em todo o Brasil vão liberar a primeira parcela do financiamento, no valor de R$ 60 mil, ainda no mês de dezembro.

    Cada empresa receberá no total R$ 120 mil em recursos não-reembolsáveis, ou seja, que não precisam ser devolvidos. Para o primeiro ano de operação do Programa, foram disponibilizados recursos da ordem de R$ 230 milhões, dos quais cerca de R$ 84 milhões serão liberados em dezembro.

    O programa Prime – Primeira Empresa Inovadora – da FINEP entrou em operação no ínicio de 2009. Seu objetivo é criar condições financeiras favoráveis para que um conjunto significativo de empresas nascentes de alto valor agregado possa consolidar com sucesso a fase inicial de desenvolvimento dos seus empreendimentos.

    A maioria dos empreendimentos inovadores nascentes apresenta fragilidades estruturais e diversas dificuldades de desenvolvimento em sua fase inicial, porque os empreendedores e fundadores das empresas desviam-se do foco principal do negócio para dedicar-se a atividades paralelas que garantam sua sobrevivência no curto prazo.

    A visão propulsora do Prime é proporcionar uma mudança de patamar quantitativo e qualitativo dos programas de fomento da FINEP, contemplando cinco mil empresas nascentes voltadas a novos produtos, serviços e processos de elevado valor agregado, em todas as regiões.

    As empresas que atingirem as metas estabelecidas nos planos de negócios poderão candidatar-se a um empréstimo do Programa Juro Zero e  também poderão ser alavancadas por outros programas da FINEP, em especial o programa INOVAR Semente.

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    Microsoft abre inscrições para o programa Students to Business (S2B)

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    A Microsoft abriu as inscrições para a quinta edição do programa Students to Business (S2B), que irá abranger 25 localidades de 15 estados do Brasil.

    O objetivo da iniciativa é oferecer de forma gratuita capacitação em tecnologia da informação para estudantes do ensino médio, técnico e universitário.

    Os interessados podem se inscrever através do site do programa, onde estão disponíveis os formulários. Durante o curso, as capacitações são feitas nas áreas de desenvolvimento e infra-estrutura. Os alunos também aprendem sobre o uso da tecnologia Microsoft e em algumas localidades recebem informações sobre banco de dados e criação de Web-sites.

    O programa facilita também o acesso de estudantes às oportunidades de trabalho em empresas da área de tecnologia. Os participantes também recebem as licenças para download gratuito dos softwares utilizados nos treinamentos. Ao final da capacitação, empresas que apoiam o programa e que necessitam de mão de obra especializada oferecem oportunidade de emprego ou estágio para os alunos.

    DATAS IMPORTANTES :

    Até 27/09 – Inscrições

    De 01 a 04/10 – Publicação dos classificados para a 1ª Etapa

    De 05 a 10/10 – Realização da 1ª Etapa

    De 16 a 19/10 – Publicação dos resultados 1ª Etapa

    De 20 a 31/10 – Realização da 2ª Etapa

    De 05 a 08/11 – Publicação dos resultados da 2ª Etapa

    De 17 a 30/11 – Realização da 3ª Etapa

    Dia 30/11 – Apresentação do projeto final

    De 07 a 11/12 – Publicação dos resultados da 3ª Etapa

    De 07 a 11/12 – Evento de Formatura

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    POR QUE AS EMPRESAS DEVEM INOVAR

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    por Irani Cavagnoli

    Promover a inovação tornou-se imprescindível para as empresas aumentarem sua competitividade. Mais do que isso, o fator inovação é de extrema importância para o setor empresarial, sendo uma das alternativas para sustentar o seu crescimento e sua rentabilidade.

    Com o aumento da produtividade, provocado pela inovação em processos, a empresa obtém vantagem de custo sobre seus concorrentes, auferindo, dessa forma, maior margem de lucro em relação aos preços praticados no mercado.

    Na inovação em produto, a empresa pode obter uma posição monopolista, devido a uma patente (monopólio legal) ou ao tempo que os concorrentes demoram em imitá-la. Essa condição permite que a empresa estabeleça preço mais elevado do que seria possível em um mercado competitivo, favorecendo o incremento em seu lucro.

    A empresa pode ter uma abordagem reativa e inovar para evitar perder participação de mercado para concorrentes inovadores. Pode, também, ter uma abordagem preventiva desenvolvendo, por exemplo, padrões técnicos mais elevados para seus produtos.

    Além desses fatores, outros podem ser alinhados como justificativa para o desenvolvimento de inovações:

    ·      Dar respostas adequadas, em tempo hábil às demandas do mercado e dos clientes;

    ·      Atender uma estratégia de liderança;

    ·      Estabelecer novo mercado;

    ·      Imprimir qualidade e velocidade ao ciclo produtivo;

    ·      Promover ampliação da linha de produtos e serviços;

    ·      Adequar-se às normas e aos padrões governamentais;

    ·      Responder às mudanças tecnológicas e de mercado cada vez mais rápidas, devido à redução do ciclo de vida dos produtos e pelo surgimento de novos concorrentes;

    ·      Atender a necessidade de criar diferenciação de produtos e serviços em resposta ao fenômeno da customização;

    ·  Dar atendimento aos clientes cada vez mais sofisticados, segmentados e exigentes, com expectativas de itens customizados, novidades, qualidade e preço.

    Com mercados e tecnologias em rápida mutação, e as boas idéias sendo velozmente copiadas, maiores são as pressões para conceber novos e melhores produtos, processos e serviços.


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    10 DICAS DE CONTEÚDO PARA CRIAR UM BOM CURRÍCULO

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    curriculum-vitae

    Imagem: Efetividade.net

    1 – Nada de pressa. Prepare-se para dedicar algum tempo à tarefa de criar o seu currículo – ele não vai ficar pronto em 10 minutos, e certamente será um tempo bem empregado.

    2 – Faça um diagnóstico. Procure se informar (no site da empresa, na imprensa ou de outra forma) sobre o que fazem as empresas para as quais você vai entregar o currículo, e que tipo de profissionais elas procuram. Escreva os currículos dando destaque às características que você tem e que se adequem ao perfil que a empresa deseja.

    3 – Seja original. Para se inspirar, não há problema em ver modelos de currículos divulgados na imprensa ou em sites especializados, mas não os copie. Lembre-se que o seu avaliador provavelmente vai receber vários outros iguais a aquele modelo, e tudo o que você NÃO quer é ser apenas “mais um”

    4 – Seja localizável. As informações de contato são essenciais. Elas devem vir no alto, em destaque, na primeira folha. Não procure ser mais extensivo do que o necessário: para a minha análise, basta ter o nome completo, telefone fixo, telefone celular e e-mail (todos devem estar atualizados e corretos). Informar múltiplos telefones fixos ou múltiplos e-mails deve ser evitado, a não ser que você tenha uma boa justificativa – o mínimo que se espera de um possível contratado é que ele consiga decidir qual o seu telefone e o seu e-mail de contato.

    5 – Tenha um foco. Se você está procurando ao mesmo tempo uma colocação como professor de violão clássico e como programador web, faça um currículo separado para cada uma das vagas, sem misturar neles as aptidões tão diferentes entre si. Mas não tenha medo de mencionar (mas aí como nota adicional, sem destaque) no currículo para uma vaga técnica as suas aptidões artísticas ou humanas, ou vice-versa – as empresas não contratam robôs, e muitas vezes têm interesse em saber desde cedo como é a pessoa (e não apenas o profissional) que está contratando. O mesmo vale para atividades extra-curriculares, trabalhos voluntários e outros “extras”.

    6 – Seja claro, direto e verdadeiro. Um ponto essencial é incluir a informação correta e completa, de forma direta e concisa. Tentar mascarar informações que a empresa vá descobrir depois é um risco desnecessário, e pode levar a uma posterior avaliação negativa simplesmente pelo fato de você ter tentado.

    7 – Escreva de maneira informal, mas corretamente. Leia e releia, remova os erros de ortografia e gramática. Pontue, acentue. Entregue para alguém revisar, e verifique inclusive os dados e números. A última coisa que você quer é que o seu telefone de contato esteja errado. A penúltima coisa que você quer é que a presença de erros de digitação levem o seu avaliador a acreditar que você não é zeloso, ou que escreve mal.

    8 – Seja seletivo. Dificilmente o seu avaliador desejará saber onde você fez o pré-escolar, ou o estágio obrigatório para se formar no segundo grau. É provável que ele queira saber se você fez cursos de informática ou de formação profissional em alguma área, mas o número de vagas para as quais é relevante a informação de que você fez curso de piano quando tinha 12 anos é bastante limitado. Incluir este tipo de detalhe no currículo é praticamente uma confissão de que o candidato não tem nada de mais relevante para informar, ou que não tem discernimento do que é importante. Duas boas razões para sair da pilha dos currículos que serão chamados para a entrevista…

    9 – Inclua o essencial. Em um bom currículo, não podem faltar as informações de contato atualizadas, uma caracterização sobre você (nome completo, data de nascimento, cidade onde mora, estado civil, se tem filhos) dados sobre as experiências profissionais recentes (empregos, estágios – incluindo período e atividade desempenhada em cada um deles, no mínimo), a formação acadêmica (com detalhes apenas sobre as mais relevantes), e outras atividades e fatos que possam ajudar a definir você como profissional: participação em cursos e eventos, atividades como instrutor, atividades comunitárias, domínio de idiomas, aptidões adicionais (exemplo: dirigir, ter carro próprio…) e outros itens, desde que sejam relevantes para a vaga pretendida!

    10 – Capriche no visual. Claro que a parte mais importante do seu currículo é o conteúdo, mas você definitivamente não deseja causar má impressão. Imprima com capricho, e entregue originais (e não xerox) do seu currículo em cada empresa. Se você tiver que corrigir alguma coisa, simplesmente edite e imprima de novo, nada de alterar escrevendo com esferográfica sobre o seu original desatualizado. Lembre-se que se você caprichar, o seu currículo pode ser o primeiro contato que a empresa terá com você. Mas se você não caprichar, é provável que ele seja o último.

    E lembre-se sempre: nada de excessos. A sabedoria está no equilíbrio!

    Veja  as 10 dicas de visual e formatação para criar um modelo de curriculum caprichado no Efetividade.net, de onde este texto foi extraído.

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    CITAÇÕES

    Valorize suas visões e sonhos como se fossem filhos de sua alma, os objetivos de suas conquistas. ( Napoleon Hill )

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