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CONECTA 2010: a Inovação como alternativa para o crescimento sustentável

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O Conecta 2010 é um espaço dedicado a conectar empresas que estão sensibilizadas e desejam trocar experiência na implementação de um processo de gestão da inovação que propicie um crescimento sustentável da organização.



Paralelamente, empresas, centros de pesquisa e governo poderão construir consensos para “azeitar” o sistema de inovação brasileiro e facilitar a realização de inovações.

O Conecta 2010 – assim como as edições anteriores do evento – é uma ação articulada com outras iniciativas de disseminação da cultura da inovação. A revista Conhecimento e Inovação – uma iniciativa do Laboratório de Jornalismo Científico da Unicamp; da Anpei; do Fortec; e da Inventta – é uma publicação trimestral que inspirou o formato do Conecta 2010.

No Conecta 2010, o eixo Conhecimento engloba as iniciativas de disseminação de informações qualificadas, relativas à construção de um processo de gestão da inovação para o crescimento. Algumas dessas iniciativas são: as sessões plenárias, os painéis, os palestrantes, conteúdos relacionados.

O eixo Interação abriga ferramentas e ações para estimular a aproximação entre os participantes do evento, como: blogs e sistema de partnering.

O eixo Inovação no Conecta é a Mostra de Tecnologias, que vai expor pesquisas com potencial de mercado dos principais centros de pesquisa do Brasil.

LOCAL:

World Trade Center Hotel

Av. das Nações Unidas, 12.551 – Brooklin Novo – CEP. 04578-903 – São Paulo-SP

PERÍODO : 25 a 26 de agosto de 2010

SPEAKERS INTERNACIONAIS :

Hitendra Patel, IXL Center: foi líder sênior e co-fundador do grupo de Práticas de Inovação do Monitor Group, fundador de várias empresas venture-backed e autor do livro: “Greenovate!”, recentemente lançado.
Amy Smith, do MIT: responsável pela competição de idéias do MIT é reconhecida mundialmente por desenvolver soluções baratas e simples para problemas difíceis em países em desenvolvimento. Ganhou o prêmio MacArthur “genius” em 2004 e foi a primeira mulher a receber o prêmio Lemelson-MIT por ter transformado suas idéias em invenções.

Stefan Lindengard, do 15 Inno: lidera, em Copenhagen, um fórum de benchmarking e capacitação formado por executivos de corporações que estão enfrentando os desafios de inovar. Lançou recentemente o livro: “The Open Innovation Revolution”
Matthew Heim, da Ninesigma: preside a maior empresa do mundo em serviços de inovação aberta.
Leo Burd, do MIT: pesquisador do Centro de Mídias Cívicas do Futuro, onde desenvolve novas tecnologias e soluções para o “empowerment” social e o engajamento cívico.
Além dos speakers internacionais serão mais de 40 palestrantes que irão compartilhar suas experiências em gestão da inovação.

IMPERDÍVEL !

Fica a minha sugestão da possibilidade de disponibilização futura das palestras no site do evento. Infelizmente, nem todos, assim como eu ( risos), podem pagar  as despesas de inscrição, passagem e hotel.

MAIS INFORMAÇÕES : http://conecta2010.inventta.net

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Competitiveness and Innovation Framework Programme (CIP)

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With small and medium-sized enterprises (SMEs) as its main target, the Competitiveness and Innovation Framework Programme (CIP) supports innovation activities (including eco-innovation), provides better access to finance and delivers business support services in the regions.


It encourages a better take-up and use of information and communication technologies (ICT) and helps to develop the information society.

It also promotes the increased use of renewable energies and energy efficiency.

The CIP runs from 2007 to 2013 with an overall budget of € 3621 million.

The CIP is divided into three operational programmes.

Each programme has its specific objectives, aimed at contributing to the competitiveness of enterprises and their innovative capacity in their own areas, such as ICT or sustainable energy:

  • The Entrepreneurship and Innovation Programme (EIP)
  • The Information Communication Technologies Policy Support Programme (ICT-PSP)
  • The Intelligent Energy Europe Programme (IEE)

Entrepreneurship and Innovation Programme (EIP)

The EIP, one of the specific programmes under the CIP, seeks to support innovation and small and medium enterprises (SMEs) in the EU, focusing on:

  • Access to finance for SMEs through “CIP financial instruments” which target SMEs in different phases of their lifecycle and support investments in technological development, innovation and eco-innovation, technology transfer and the cross border expansion of business activities.
  • Business services: the “Enterprise Europe Network“. Business and innovation service centres all around the EU and beyond provide enterprises with a range of quality and free-of-charge services to help make them more competitive.
  • Support for improving innovation policy: Supports transnational networking of different actors in the innovation process and innovative companies, including benchmarking initiatives and the exchange of best practice.
  • Eco-innovation pilot and market replication projects for the testing in real conditions of innovative products, processes and services that are not fully marketed due to residual risks and that are aimed at reducing environmental impacts, preventing pollution or achieving a more efficient use of natural resources.
  • Support for innovation and SME policy-making through contracts and grants: Analytical work and awareness raising activities (i.e. conferences and studies) on certain industrial sectors, SMEs or innovation policy are organised to inform and support policy-makers, and make policy suggestions to increase cooperation between EU Member States.

Information and Communication Technologies Policy Support Programme (ICT-PSP)

The Information and Communication Technologies Policy Support Programme (ICT-PSP) aims at stimulating a wider uptake of innovative ICT based services and the exploitation of digital content across Europe by citizens, governments and businesses, in particular SMEs.

Objectives of the programme

The focus is placed on driving this uptake in areas of public interest while addressing EU challenges such as moving towards a low carbon economy or coping with an ageing society.

The programme contributes to a better environment for developing ICT based services and helps overcome hurdles such as the lack of interoperability and market fragmentation.

Activities supported by ICT-PSP

Funding goes mainly to pilot actions, involving both public and private organisations, for validating in real settings, innovative and interoperable ICT based services in areas such as:

  • ICT for health, ageing and inclusion;
  • Digital Libraries;
  • ICT for improved public services;
  • ICT for energy efficiency and smart mobility;
  • Multilingual web and Internet evolution.

Networking actions for sharing experiences and preparing the deployment of innovative ICT based solutions in such areas are also supported, as well as the monitoring of the Information Society through benchmarking, analyses and awareness raising actions.

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A BM&F Bovespa e o Parque Tecnológico São José dos Campos assinam convênio de fomento à Inovação

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A BM&FBovespa e o Parque Tecnológico São José dos Campos assinam  convênio que prevê o fomento ao empreendedorismo e à inovação.


A ideia é aproximar o mercado financeiro e de capitais às novas empresas, centros tecnológicos e instituições de pesquisa, por meio de atividades que incentivem o contato entre empreendedores e investidores.


O Parque Tecnológico São José dos Campos, criado em 2006, é um ambiente que promove a interação entre empresas, instituições de ensino e pesquisa, governos e agências de fomento e investimento, visando a inovação tecnológica, criação de novos negócios de base tecnológica, melhoria da competitividade industrial e geração de novos empregos.

O convênio com a BM&FBovespa, firmado por meio do Instituto Educacional da Bolsa, uma unidade que tem o objetivo de formar, profissionalizar e certificar empresas e pessoas físicas para atuar no mercado de capitais e derivativos.

A assinatura do acordo foi celebrada em uma cerimônia que contou com a presença do diretor presidente da BM&FBOVESPA, Edemir Pinto, do diretor geral do Parque Tecnológico São José dos Campos, Marco Antônio Raupp, e do prefeito de São José dos Campos, Eduardo Cury.

por Célio Yano, de EXAME.com

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ANPEI promove curso sobre Gestão da Inovação Tecnológica

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Nos dias 22 e 23 de junho próximo, a  Associação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento das Empresas Inovadoras promove, no Rio de Janeiro, o curso “Gestão da Inovação Tecnológica: Modelos e Ferramentas”


O objetivo do curso visa apresentar os conceitos, métodos e ferramentas para gerenciar o processo de inovação que estejam alinhados à estratégia corporativa da empresa e às oportunidades oferecidas pelo sistema nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I).

Voltado aos profissionais ligados diretamente ao gerenciamento do processo de inovação, em especial nas áreas de P&D, engenharia, marketing, manufatura, logística, serviços e qualidade, e gestores de instituições de pesquisa atuantes no segmento de inovação tecnológica, o curso será ministrado pelo professor do Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp, e líder do Grupo de Estudos de Empresas e Inovação – GEMPI, Ruy Quadros.

A programação do curso inclui tópicos como inovação, estratégia competitiva e criação de valor, modelo integrado de gestão da inovação, roadmap de tecnologia, portfólio de projetos, discussão de caso de sucesso, avaliação de projetos de inovação no pipe-line, redes de inovação, parcerias , outsourcing de P&D e fundamentos e exemplos de uma organização inovadora.

Inscrições e Informações: http://pca.anpei.org.br/PresencialDetalhes.asp?TurmaID=76

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Microsoft gasta oito vezes mais em P&D do que a Apple

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Steve Cheney escreveu em seu artigo  Apple’s Incredible Efficient Growth”, publicado na Business Insider, o baixo nível de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) realizados pela Apple , em comparação com seus rivais.


A Apple  é o segundo menor investidor em P&D na terra dos gigantes da tecnologia. Enquanto a Microsoft  lidera a lista com investimentos ,em 2009 , da ordem de US$ 8,6 bilhões , a Apple, que mantém seu título de maior empresa inovadora do mundo , investiu US$ 1, 1 bilhões.

Como explicar então esta relação até então paradoxal entre P&D e Inovação ?


No próprio texto de Cheney há uma passagem que parece esclarecer esta dúvida :

“….se você falar com funcionários da Apple eles sentem que precisam inovar, uma necessidade que realmente todos abraçaram (…). A Inovação tornou-se enraizada no  DNA  da coletividade da  Apple,  que aprendeu e criou uma cultura voltada  à inovação para poder sobreviver.”

Fica-nos a percepção de que a criação de uma Forte Política e Cultura Inovadora tem mais poder que o capital.

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A Inovação e o Risco

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Existem algumas expressões no marketing que viram moda. Uma das que estão mais em alta no momento é a “inovação”. De repente, todo mundo percebeu que o que faz a diferença entre as empresas é, curiosamente (!), fazer as coisas diferentes. Porém, pouca gente consegue levar esse conceito adiante.


Inovar requer coragem

Há uma explicação para isso. A inovação tem um fator associado muito importante, que é o risco. Com raras exceções, tomar uma atitude nova ou optar por um produto novo, ou ainda, tomar uma nova direção nos rumos da empresa envolvem o contato com algo inédito, pouco conhecido e imprevisível. Mas a maioria das empresas (e dos profissionais) têm aversão ao risco. Isso não é infundado, pois não são muitos que podem se dar ao luxo de ficar tentando novas e malucas fórmulas sem ter um mínimo de informação sobre quais podem ser os resultados. Isso é muito normal.

O problema é que, quanto mais se busca a segurança, mais se tende a cair na mesmice, pois ela é a única (ou uma das poucas) garantias de que uma coisa pode funcionar, porque muita gente já fez e já testou. Esta tendência ao seguro pode ser bastante perigosa. Com o tempo, a empresa vai entrando num círculo paradoxal em que as ideias novas são podadas para a redução dos riscos e isso acaba por exigir que idéias ainda mais inovadoras e diferenciadas, e que envolvem riscos maiores, apareçam, pois vai ficando cada vez mais difícil a empresa se destacar no mercado.

Neste momento, uma grande ruptura pode acontecer, pois a pressão sobre os resultados fica maior e a motivação das equipes diminui muito, causando a perda de desempenho e resultados. Isso acaba por influenciar a opinião do consumidor. Primeiro, porque ele passa a ver a empresa como quadrada e pouco original. Se o seu consumidor prefere empresas assim, ótimo, mas hoje, boa parte deles também quer ser visto de forma diferente. Em segundo lugar, a perda de motivação acaba se refletindo em todos os pontos de contato com o cliente e isso pode ser ainda pior, pois pode levar a uma diminuição na qualidade do atendimento e dos serviços, o que, no longo prazo, vai puxando a empresa ainda mais para baixo.

Diferenciação requer prática

O ideal é reverter esta espiral e passar a inovar para que as equipes se motivem e melhorem os resultados e, com isso, melhorem tanto a imagem como a preferência dos consumidores.

Obviamente isso não é fácil, mas deve ser a busca de todo profissional de marketing para que seu trabalho de tornar as marcas bem sucedidas possa ter sucesso

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Brasileiros e Alemães discutem parcerias para Inovação em Munique

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Empresários do Brasil e da Alemanha se reunirão de 30 de maio a 1º de junho, em Munique, para discutir iniciativas de cooperação voltadas para a inovação e competitividade.


Trata-se do Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA), que será promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e sua congênere alemã, a Bundesverband der Deutchen Industries (BDI).

Entre os temas que estarão na pauta destaque para processos de automatização industrial, automóveis e autopeças, fármacos e geradores eólicos, que são assuntos do interesse dos brasileiros. Já os alemães querem saber mais sobre o etanol e a agricultura orgânica do Brasil.

“Inovação é um tema transversal do encontro, pois reúne as comissões mistas de cooperação econômica e de ciência, tecnologia e inovação do Brasil”, explica o coordenador do painel temático no EEBA e vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (Findes), Sérgio Rogério de Castro

Ainda segundo ele, a CNI e a BDI vão levar para o encontro projetos de cooperação realizados no formato “2+2”, por uma empresa brasileira e uma alemã, em conjunto com dois institutos de Ciência e Tecnologia, um de cada país. “Vamos anunciar aos presentes que o canal de cooperação está aberto pela BDI e CNI para receber projetos dos dois países, na área de inovação, com o apoio e recursos dos governos brasileiro e alemão”, afirma Sérgio Castro.

O encontro faz parte das ações de comemoração do Ano Alemanha-Brasil de Cooperação em Pesquisa e Tecnologia, que celebra 40 anos de parceria. De acordo com o coordenador do encontro pela Câmara Brasil-Alemanha, Ingo Plöger, o interesse alemão pelo Brasil em 2010 é quatro vezes maior do que em 2009, quando vieram ao país dez delegações empresariais da Alemanha. Para este ano, estão previstas 40 visitas.

“Já recebemos, até o momento, 13 delegações alemãs diferentes, três das quais encabeçadas por ministros de Estado. Teremos, ainda, outras 27 até o final do ano”, diz.


Informações sobre o encontro e inscrições podem ser obtidas no site www.encontrobrasilalemanha.com.br.

Fonte : CNI

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R$ 1,6 bilhões para Desenvolvimento de Projetos de Inovação no Brasil

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Os recursos são do Programa FINEP Inova Brasil, que oferece financiamentos reembolsáveis com taxas de juros diferenciadas.

Agora, além do crédito, o Programa também poderá conceder recursos não reembolsáveis no valor de até 10% das operações aprovadas. Nesse caso, o valor iria para a contratação de projetos de Pesquisa e Desenvolvimento capitaneados pelas empresas e executados por Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs). As ICTs deverão ter reconhecida competência na área de atuação das companhias e receberão diretamente o dinheiro.

“Chamamos esse adicional de cupom ou voucher de P&D”, diz Ricardo Jabace, chefe do Departamento de Indústria da FINEP. Segundo ele, a novidade faz parte de um pacote de mudanças que acaba de ser aprovada pela diretoria da FINEP. Foi criada, ainda, a Subvenção-RH, possibilidade de concessão simultânea do benefício de subvenção à contratação de novos mestres e doutores pelas empresas. A FINEP arcaria com até 100% do valor nominal (assinado em carteira) dos salários dos novos pesquisadores contratados para a execução das propostas financiadas, até o limite de 10% do valor do crédito.

A Financiadora aprovou também a criação da sexta linha de crédito do programa – Inovação em Gestão - representada pelo conjunto de ações de estruturação de ambientes internos de estímulo à inovação, com taxa fixa anual de 6,5%.

Além disso, o valor concedido para as seis linhas, agora, vai variar entre R$ 1 milhão e R$ 80 milhões. O Programa FINEP Inova Brasil desembolsou cerca de R$ 900 milhões em operações de crédito no ano passado.

Conheça o Programa de Incentivo à Inovação nas Empresas Brasileiras: FINEP Inova Brasil


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Gastos com P&D no Brasil ficam bem abaixo da meta oficial de inovação

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por PROTEC, em matéria publicada no jornal o Globo

Apesar da conquista da estabilidade econômica, os gastos totais das empresas em pesquisa e desenvolvimento (P&D) continuam estagnados no Brasil. Estimativa do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) aponta para uma taxa de 0,50% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de bens e serviços produzidos no país), mesmo patamar de 2008.

O número ainda está longe da meta de 0,65% do PIB que havia sido prevista para este ano no projeto de Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do governo. A preços de 2008 (último dado oficial disponível), o desembolso privado foi de R$ 15,1 bilhões.

Em estudo concluído em fevereiro, a entidade diz que os mecanismos de incentivo do Governo para alavancar gastos privados em inovação são ineficazes.

De 90 mil empresas consultadas pelo IBGE em 2005, apenas 30 mil se declararam inovadoras e seis mil realizavam, de fato, atividades de P&D. Cinco anos depois, o Iedi diz que os números não mudaram.

Considerando incentivos fiscais e subvenções diretas, o apoio público aos gastos privados é da ordem de 0,18% do PIB (o equivalente a R$ 5,2 bilhões, a preços de 2008), o que colocaria o Brasil entre os países que mais incentivam a inovação.

Mas o Iedi diz que o certo é excluir dessa conta os desembolsos feitos através da Lei de Informática, que responde por dois terços daquela cifra. Neste caso, o montante seria de 0,07% do PIB, percentual só superior ao do México (0,05%) e inferior ao de países como Estados Unidos (0,22%) e Espanha (0,10%).

Para o IEDI a Lei de Informática serviria mais para compensar os incentivos concedidos na Zona Franca de Manaus do que estimular inovação. Além disso, diz que o desenho atual do sistema tributário não ajuda.

Aprovada em 2005, a chamada Lei do Bem, por exemplo, prevê desoneração dos tributos (IR e CSLL) sobre o lucro líquido – deixando de fora quem utiliza o regime de lucro presumido.

Setores mais inovadores são fracos no país

Segundo o economista Carlos Américo Pacheco, autor do estudo, os setores farmacêutico e eletrônico estão sub-representados na base da indústria nacional – dois setores que mais demandam por inovação para não perder mercado. Além disso, há longa trajetória de desequilíbrio econômico no país, que só agora indica estabilidade de longo prazo.

“Por isso, a subvenção do governo é essencial para alavancar os gastos das empresas”, afirmou Pacheco.

As metas incluídas na Política de Desenvolvimento Produtivo foram tema de conversa, na semana passada, entre o presidente Lula e o BNDES. Responsável pela execução da PDP, o banco afirmou que a crise dificultou o cumprimento das metas. A previsão de elevar os gastos com inovação é só uma delas. As outras são: ampliar a taxa de investimento total (para 21% do PIB), aumentar a participação no comércio mundial (a 1,25%) e elevar em 10% o número de pequenos exportadores.

O diretor de Planejamento do BNDES, João Carlos Ferraz, usou a expressão “acidente de percurso” para se referir à crise. Lula pediu a elaboração de metas, a serem alcançadas em 2014. Procurado, o banco não quis comentar o estudo do IEDI.

Clique aqui para acessar o estudo

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Não subestimem as redes sociais

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por Bruno Galo em ISTOÉ DINHEIRO


Em 2009, Charlene Li foi apontada pela revista norte-americana Fast Company como uma das mulheres mais influentes na área de tecnologia. É coautora do livro Groundswell: Fenômenos Sociais nos Negócios, um manual repleto de dicas, exemplos e estatísticas para o bom uso das mídias sociais nos negócios.

Fundadora do Altimeter Group, especializada em estratégias online, vem ao Brasil falar para mais de 500 executivos em seminário da HSM a ser realizado no dia 25 de março.


DINHEIRO – O que a sra. quer dizer com a expressão “groundswell” (ground-swell, em inglês, quer dizer algo como “forte e profunda ondulação no oceano” ou “repentina acumulação de forças”)?

CHARLENE  – O groundswell é um movimento espontâneo de pessoas que conseguem o que precisam umas das outras graças às novas tecnologias, como as redes sociais, em vez de irem atrás de empresas, instituições ou governos. Quando nos juntamos online, uma grande força, que é muito difícil de ser parada, se forma. Não víamos isso no passado.


DINHEIRO – Mas por que as empresas devem prestar atenção ao “groundswell”?

CHARLENE – Não se trata apenas da multidão envolvida, mas da possibilidade realmente assustadora de que algum concorrente entenda este fenômeno primeiro e se aproveite dele de uma forma melhor e mais rápida. Mas esta não é a única ameaça. Outra tendência é de que pessoas conectadas e trabalhando de forma colaborativa já podem hoje concorrer com as empresas. E haverá cada vez mais produtos criados dessa maneira que competem com os produzidos pelas grandes empresas. Tudo isso pode ser uma ameaça ou uma oportunidade para as corporações. E para isso ser uma oportunidade é preciso compreendê-la.

DINHEIRO – Qual a importância das redes sociais para os negócios?

CHARLENE – Essencial. E há muitas maneiras de usá-las a favor dos negócios, como divulgação e para estreitar relacionamentos.  O que está acontecendo afeta, sobretudo, a maneira como as pessoas conversam umas com as outras. Elas compartilham suas opiniões sobre produtos e marcas. Mesmo os funcionários podem estar falando de suas empresas. Há muitas formas diferentes de redes sociais. Mas seja você uma pequena empresa, seja uma grande companhia, precisa aprender a lidar com as mídias sociais.

DINHEIRO – O que vem primeiro: as pessoas ou a tecnologia?

CHARLENE – As pessoas, sem dúvida. A tecnologia só tem sentido se ela servir para que nos conectemos. Seja lá o que você ou sua empresa queiram, a tecnologia pode ajudar a conseguir. No livro, proponho um método de quatro etapas para desenvolver estratégias online, que chamamos de Post (acrônimo em inglês de pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia). Primeiro, descubra como as pessoas com as quais quer se comunicar usam a tecnologia. Depois, estabeleça os objetivos, como impulsionar o marketing online. A terceira etapa é identificar de que maneira você quer mudar as relações com os clientes. Quer que eles estejam mais comprometidos com a empresa ou prefere que difundam mensagens entre seus conhecidos? Responder a essa pergunta ajuda a planejar a estratégia e medir seus avanços. Por último, vem a tecnologia. Por exemplo: a equipe de marketing da P&G criou uma comunidade no site beinggirl.com, depois de avaliar que meninas entre 12 e 15 anos visitam redes sociais. Assim, conseguiu atingir um público difícil de ser envolvido pelas campanhas tradicionais.

DINHEIRO – Toda empresa precisa ter um blog ou uma conta no Twitter?

CHARLENE – Absolutamente não. Muitas companhias não necessitam ter um blog ou estar em uma rede social. O segredo está em identificar a ferramenta correta, o que vai depender do público com quem você quer falar e do claro entendimento dos objetivos dessa relação. Mas todas as empresas precisam, ao menos, estar atentas ao que as pessoas estão fazendo e dizendo em seus blogs ou perfis do Twitter. Mudar o seu posicionamento e a sua relação pode ser algo muito difícil. Por isso, comece com um plano modesto, mas com potencial de crescimento.


DINHEIRO – Qual o canal mais eficiente para se desenvolver uma marca?

CHARLENE – Entendo que não se trata de um único canal. Alguém pode dizer: “Tenha um blog, essa é a solução. Afinal, todo mundo tem um blog.” Isso não é uma verdade absoluta. O seu caminho talvez passe por um blog, mas talvez passe por uma rede social, se uma boa quantidade de consumidores a estiver usando. No final, tudo depende da relação que as pessoas querem estabelecer. Então, se você está falando em desenvolver a sua marca não há um único caminho. A melhor forma de olhar para isto é pensar em quem quero atingir: são os meus clientes, meus funcionários, meus parceiros ou todos os três?


DINHEIRO – Mas como os executivos que desejam estabelecer um canal de comunicação com os seus clientes e consumidores devem agir?

CHARLENE – Neste caso, a primeira questão a ser respondida é: por que um executivo quer estabelecer um relacionamento com o público? Qual o tipo de relação que ele deseja criar? Clientes, consumidores e a audiência em geral precisam e querem entender qual o motivo para a sua presença online. É por que você quer me vender alguma coisa? Ou então por que você quer saber a nossa opinião sobre algo? Entendo que um objetivo claro é o primeiro passo para um bom canal de comunicação.


DINHEIRO – A sra. pode contar um exemplo de uma grande companhia que soube responder de forma efetiva a uma grave crise online?

CHARLENE – Sim, há muitos exemplos no livro, mas destaco um episódio envolvendo a Johnson & Johnson, que não está lá. Ela criou uma campanha voltada para as mães para divulgar uma linha de remédios para dores musculares. De repente, quase dois meses depois, um monte de gente em blogs e no Twitter começou a protestar. A campanha foi acusada de usar um tom impróprio para divulgar o remédio para mães que carregam seus bebês em suportes junto ao corpo. A peça trazia uma série de frases que tentavam se conectar com as mães ressaltando as dores causadas pelo ato de se carregar uma criança e mostrava o remédio como solução para elas. Alguns críticos notaram que a peça tratava os bebês como acessórios. “Vestir seu bebê parece estar na moda” era a frase que abria um dos vídeos. Em 48 horas, a Johnson & Johnson tirou a campanha do ar e a vice-presidente de marketing da companhia começou a se desculpar com blogueiros pessoalmente. A Johnson & Johnson foi hábil em lidar com essa crise e falar com a imprensa, criando inclusive o seu próprio blog para tratar do assunto. Paralelamente, a empresa encontrou mães que haviam usado o produto e estavam dispostas a dar os seus testemunhos sobre os efeitos positivos do tratamento. Logo, a empresa colocou alguns vídeos no YouTube com depoimentos dessas mães. Essa virada, é claro, só foi possível porque ela já tinha construído previamente sua credibilidade junto ao público. O melhor dos mundos, no entanto, é quando você consegue criar uma relação tão forte com uma parcela do público que ela mesma defenda você.


DINHEIRO – Qual a importância de ouvir nas redes sociais?

CHARLENE – Total. Só assim você pode se antecipar ou ao menos ter conhecimento de uma crise que pode estar se formando. Empresas como a HP e Dell não costumam esperar que o consumidor ligue para a empresa para reclamar de alguma coisa. Ao primeiro sinal, elas costumam entrar em contato com os clientes insatisfeitos em seus blogs ou no Twitter e perguntam: “O que está acontecendo? Como posso lhe ajudá-lo?” Isso é algo que você não poderia fazer no passado. E essa é a forma mais proativa que uma empresa que presta um serviço pode agir. Além disso, a relação que se estabelece entre cliente e empresa é outra.


DINHEIRO – Nos últimos anos vimos a ascensão da web 2.0 e das redes sociais. O que a sra. espera para os próximos anos?

CHARLENE – A internet vai se tornar cada vez mais móvel e interligada, quase tudo que você precisa fazer conseguirá  pelo telefone. Dessa forma, poderemos estar conectados a qualquer hora e em qualquer lugar. E as redes sociais vão estar em toda parte. Elas vão se tornar como ar. Estaremos sempre conectados, mas precisamos manter um equilíbrio, não devemos nos tornar escravos da tecnologia. E é assim que lido com ela.


DINHEIRO – Qual a sua principal mensagem para os executivos brasileiros?

CHARLENE – Não subestimem as redes sociais. As comunidades online que você usa na sua vida pessoal, como passatempo, podem e devem ser usadas no seu trabalho, para que a empresa em que você trabalha possa atingir seus objetivos. As companhias que conseguem fazer isso bem estabelecem uma relação de confiança com o público, mas o controle é relativo. A principal razão para muitas empresas não participarem dessa revolução é que elas temem não estar no controle do que as pessoas vão dizer. E o meu ponto é que tudo isso não vai embora de uma hora para outra. Então é preciso aprender a lidar com isso e, se possível, tirar proveito desse movimento.

Link original da matéria :
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/8745_NAO+SUBESTIMEM+AS+REDES+SOCIAIS


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Inovação e Cocriação : em Busca do Oceano Azul

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por André Coutinho , publicado originalmente em Financial Web


O livro Estratégia do Oceano Azul, do coreano Chan Kim e da francesa Renée Maugborne , tornou-se um best seller no Brasil, com mais de 200 mil cópias vendidas.

Trabalhando uma idéia ao mesmo tempo simples e poderosa, a “busca por espaços de mercado não explorados que tornem a concorrência irrelevante”, este parece ser afinal o sonho de qualquer empresa.

Estimulados pela idéia, no Brasil muitas empresas estão criando seus próprios comitês, institutos ou projetos de “Oceano Azul”, cujo objetivo principal é o de se lançar em busca de oportunidades, incentivando a inovação de valor para o cliente e os novos negócios. Este é o caso da Kimberly Clark, da Mapfre, da DuPont, da Tecnisa, entre outras empresas. São apenas 5 anos de experiência com o Oceano Azul, mas já é possível extrair algumas “lições de campo”…

O Oceano Azul tem essencialmente a ver com mudanças no modelo de negócio. Desde 2004 tenho visto algumas empresas aumentarem, diminuirem, elimarem ou criarem os tais elementos de valor (tipo variedade de produtos ou portfolio de serviços) para o cliente achando que estão criando o Oceano Azul, quando na verdade estão apenas jogando o jogo do Oceano Vermelho (afinal os concorrentes também estão fazendo o mesmo movimento de aumentar, diminuir, eliminar ou criar elementos de valor).

A verdadeira inovação de valor é aquela em que “reeditamos”, “reescrevemos” a oferta de valor para os clientes, ou seja, a oferta de valor passa a ser tão única e gera uma experiência tão inusitada para os clientes, que é quase como se partíssemos do papel em branco…

ESPM/Centro de Inovação e Criatividade está organizando um CURSO INÉDITO que irá não só desvendar o Oceano Azul omo trabalhar com os participantes o como chegar lá.

Mais informações sobre o curso em: Desvendando a Estratégia do Oceano Azul


André Ribeiro Coutinho
é um dos sócios da Symnetics. Coordena no Brasil e AL a aliança com a Experience Co-Creation Partnerhsip. Nos últimos 12 anos, trabalhou com 60 organizações privadas e públicas no Brasil, AL e África. Coautor do livro “Gestão da Estratégia: Experiências e Lições de Empresas Brasileiras”, é professor da Business School São Paulo e da Fiap. Diretor da Anefac, tem MBA pela FDC, pós-graduação pela JFK School of Government (Harvard), é mestre em RI pela University of Reading e economista pela Unicamp. Na coluna do Financial Web, dá detalhes sobre os processos de inovação e cocriação.

Matéria Completa : Em Busca do Oceano Azul

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Presidente da Fiat América Latina fará palestra gratuita sobre Inovação

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Cledorvino Belini, presidente da Fiat América Latina, é o palestrante que abrirá o V Ciclo de Encontros FNQ . Nesta palestra, transmitida ao vivo, pela internet, Belini falará sobre o processo e a cultura de Inovação na organização.


O webcast será transmitido diretamente da nova videoteca da FNQ, que oferece recursos que permitem ao internauta interagir por meio de chat, avaliação do vídeo, comentários e etc.


Para assistir a palestra é necessário instalar o aplicativo Microsoft Silverlight.

Acesse o link abaixo para fazer o download :

http://www.microsoft.com/brasil/windows/silverlight/default.mspx


ATENÇÃO:

A palestra deverá ser acessada através do link  abaixo, no dia e horário divulgados.

Webcast : http://www2.fnq.isat.com.br/Home.aspx


Encontro FNQ: Inovação na Fiat
Dia e horário: 11 de março, das 9 às 11 horas : Evento transmitido ao vivo pela internet.
Para vagas presenciais :
Para assistir presencialmente é necessário fazer inscrição. Clique aqui e inscreva-se

Fonte e Informações: http://www.fnq.org.br

Mais uma vez meus parabéns pelas sucessivas iniciativas da FNQ através do seu programa “Ciclo de Encontros “

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Seminário discutiu excelência em gestão de entidades tecnológicas

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O objetivo do evento, que teve início no dia 4, era apresentar as atividades do ciclo 2010 e os resultados de 2009.


A Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica (Abipti), o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT) e a Fundação de Seguridade Social (Ceres) concluiram o seminário “Em busca da excelência nas Entidades Tecnológicas”, que integra o programa de Excelência na Gestão, proposto pela Abipti.

Na solenidade de abertura, a presidenta da Abipti, Isa Assef dos Santos, ressaltou a importância da instituição para a área de tecnologia, bem como o apoio que o MCT e instituições parceiras, e também as políticas públicas voltadas para esse setor.

O secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCT, Ronaldo Mota , também falou sobre a importância da formação de recursos humanos para a inovação :

“Ao longo dos anos, aprendemos a fazer inovação, isso é o que mostra os indicadores, mas a transferência desse conhecimento ainda é feito com muita fragilidade”. Para ele, “o alento é que não há nenhum País no mundo que não tenha passado por esse processo” .

Na ocasião, também foi realizada  a apresentação das Boas Práticas de Gestão do Ciclo 2009, com participação do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello Petroléo Brasileiro S.A, da Embrapa Tabuleiros Costeiros, da Fundação Centro de Analise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi), e do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar).

Fonte : MCT


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Como ter estratégia nas redes sociais ? 10 dicas para fazer seu mapa estratégico

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Entrar ou não nas redes sociais? Os nativos digitais com certeza responderiam que sim. Já os mais “analógicos” e conservadores seriam mais ponderados em suas respostas.


Preocupadas em reforçar a marca e aumentar as receitas, as empresas de diversos segmentos fazem ginásticas para desenvolver estratégias que se apliquem as mídias sociais. Todas querem estar lá. Mas será mesmo estratégica a mesma fórmula para todos?

Adrian Slywotsky, especialista em estratégia, cita em vídeo que as estratégias de mercado mudaram para as empresas na Era Digital. Ele reforça que nem sempre quem detém o market share é quem tem mais lucratividade.

Para ele três perguntas precisam ser respondidas: onde nós como fornecedores poderemos criar lucratividade em nosso setor? O que acontece com a forma que os clientes estão mudando, não somente em suas preferências, mas também no seu poder que redefine o espaço de oportunidades? Qual o design ou modelo de negócios da próxima geração que temos que construir para capturar e proteger a lucratividade?

Responder a estas perguntas antes de definir a estratégia de lucro é um bom começo, assim como fazer um levantamento completo do tipo de relação que a empresa tem com as mídias sociais. Rene de Paula, especialista em experiência do usuário da Microsoft Brasil e professor do I-Group, dá um alerta: “Talvez estar fora seja a melhor estratégia”.


10 dicas para fazer seu mapa estratégico

Algumas estratégias têm demonstrado retorno na Web 2.0. Mas antes de sair testando, tome nota de alguns pontos que devem ser levados em conta e podem te ajudar no desenho do mapa de estratégias digitais.

1- Se a estratégia estiver voltada para gerar negócios, o Twitter tem demonstrado uma boa ferramenta com retorno para promoções específicas para quem está nesta rede social. Não se esqueça que promessa é dívida. Só ofereça aquilo que você poderá entregar. Na Web 2.0 a quantidade de pessoas atingidas por uma ação é totalmente imprevisível. O que pode ser bom ou ruim. Portanto, prepare sua infraestrutura para entregar e gerar acesso. Divulgue suas ações promocionais sempre com muito respeito e de maneira honesta….

Matéria completa : http://br.hsmglobal.com/notas/56584-como-ter-estrategia-nas-redes

Autora: Katia Cecotosti, editora do portal HSM Online

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Curso de Inovação para quem for participar do Edital Senai-Sesi

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PROTEC dará capacitação em projetos de inovação tecnológica com foco no Edital Senai-Sesi de Inovação 2010. O curso, gratuito, será oferecido em 12 estados, em março e abril

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Social da Indústria (Sesi) vão patrocinar uma série de 12 cursos gratuitos de elaboração de projetos de inovação tecnológica que serão oferecidos pela Sociedade Brasileira Pró-Inovação Tecnológica (PROTEC) sob coordenação do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), entidade do Sistema S da Indústria.

A série de cursos, que será oferecida entre março e abril, coincide com a vigência do Edital Senai-Sesi de Inovação 2010, a ser lançado no dia 10 de março, no Rio de Janeiro, durante a Olimpíada do Conhecimento e a mostra Inova Senai. A capacitação é voltada para empresários que pretendam participar do edital e para técnicos e gestores do Senai, Sesi e IEL.


Este ano o edital, que está em sua sétima edição, deve contar com uma verba total de R$ 15,5 milhões, com um teto de R$ 300 mil por projeto, para subvencionar o desenvolvimento de inovações em empresas. Segundo o diretor geral da PROTEC, Roberto Nicolsky, que será palestrante dos cursos, o modelo do edital, que envolve obrigatoriamente uma parceria entre a empresa e uma unidade regional do Senai ou do Sesi, tem elevada eficiência, já que assegura todo o desenvolvimento tecnológico necessário para viabilizar a inovação, incorporar produtos e processos à cadeia produtiva das empresas e levar o resultado ao mercado.

Professor do curso de projetos de inovação tecnológica, o consultor Joel Weisz – mestre em engenharia de produção pela New York University com MBA Executivo da Coppead-UFRJ e ex-gerente de Tecnologia da Finep – é autor do livro Projetos de Inovação Tecnológica: planejamento, formulação, avaliação, tomada de decisões e do manual Mecanismos de Apoio à Inovação Tecnológica, editado pelo Senai. O curso, com duração de oito horas, será ministrado em um único dia, dividido em dois módulos de quatro horas, um teórico e outro prático, durante o qual os alunos irão formular um projeto de inovação tecnológica e ter sua proposta avaliada. Serão oferecidas apenas 30 vagas por curso. Em breve a Protec irá divulgar os procedimentos para as pré-inscrições.


Clique aqui para ver a lista preliminar de datas e locais dos cursos

Clique aqui para conhecer o edital Inovação do ano passado


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CITAÇÕES

O mundo está cheio de pessoas que desde a infância nunca entraram por uma porta aberta com a mente aberta. ( Elwyn Brooks White )

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