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Nestlé, Coca-Cola e Rede Globo reconhecidas como as marcas mais poderosas do Brasil

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A Superbrands anunciou as marcas mais poderosas do Brasil.


Operação internacional presente em 82 países, a Superbrands tem como objetivo difundir as supermarcas nos mercados onde atua. Em sua quinta edição no País, Superbrands Brasil é resultado de estudo elaborado pela IAM Consulting – maior empresa do mundo em avaliação e gestão de ativos intangíveis, em parceria com a Revista The Brander.

Em cinco anos de operação da Superbrands do Brasil, nunca vimos nada igual; um ano que começou mal e termina de forma espantosamente boa; apesar da crise financeira mundial ter assolado muitos mercados maduros e suas marcas”, afirma o CEO e sócio da Superbrands e da IAM Consulting, Gilson Nunes.

O índice de Força da Marca é calculado a partir de 35 atributos, com pesos diferenciados. A média ponderada resulta de grupos de macro indicadores como Preço/Valor Agregado, Produto/Serviço, Canal de Venda/Distribuição, Pós Venda, Qualidade e efetividade do Marketing e Comunicação e Sustentabilidade.

“O fato de uma marca ter lembrança fabulosa na mente do consumidor não faz, necessariamente, com que ele adquira o produto dessa empresa; portanto, o levantamento não se pode fixar apenas no recall/top of mind da marca, mas em uma percepção muito mais ampla por parte do consumidor”, explica  Nunes

As TOP 10

As 10 melhores pelo Índice de Força da Marca Segmento Índice de Força da Marca 2009
Nestlé House of Brands/Alimentos 86,8
Coca Cola Bebidas 84,2
Rede Globo Televisão 83,4
McDonald’s Fast food 82,2
Sony Eletroeletrônicos 80,2
Nike Calçados 78,2
Unilever House of Brands/Alimentos 78,2
Mercedes Benz Automóveis 77,3
Bradesco Bancos 75,2
Google Internet – Portal 75,1

Fontes :  MAGALHÃES & ASSOCIADOS e PORTAL DA PROPAGANDA

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Inovação em tempos líquidos

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por Martha Terenzzo


Após a Sociedade do hiperconsumo cunhada pelo professor de Filosofia Gilles Lipovetski, o que virá?

Vivemos em tempos líquidos como explora Zygmunt Bauman, filósofo polonês, que provoca nosso pensar sobre a fragilidade e superficialidade em todos os aspectos do mundo moderno. Tudo se molda mais rapidamente. Inovar em tempos líquidos é possível?


Nada mais é permanente. Necessidades humanas que se alteram diariamente. As informações chegam com velocidade que mal conseguimos alcançar.


Crédito: http://www.sxc.hu/profile/StefanG81

Crédito: http://www.sxc.hu/profile/StefanG81


Uma dissonância cognitiva nas pessoas dificultando nosso entendimento sobre comportamento. Por um lado queremos a velocidade, queremos todas as novidades que a tecnologia nos oferece e somos expostos a mais de sete estímulos diários de tal forma que é impossível gerenciar tudo em nossas vidas.

Instala-se uma fadiga pelo excesso ofertas, de inovações e de estímulos. Não é mais possível nos aprofundarmos nas essências das situações.


Estamos fragmentados em nossas necessidades e queremos a inovação customizada, quando não exclusiva para um determinado momento. Essa customização de necessidades cresce dia-a-dia, e somos mais exigentes.


Com necessidades tão fragmentadas criamos uma demanda incerta com possibilidades infinitas de escolha. Para a indústria que necessita inovar, há mais geração de custos e uma possibilidade de gerar confusão com novos produtos e serviços que as pessoas não necessitam.


Paralelamente, há a pressão tecnológica nos arrebatando com a obsolescência planejada cada vez mais rápida. Vivemos momentos tecnológicos turbulentos. E uma onda de regulamentação ambiental, ainda burocrática, mas prioritária, para sobrevivência futura deste planeta, mas que gera novos custos internos.


O consumidor de hoje tem muita pressa para tudo e o tempo é o fator mais caro para ele – o dia só tem 24 horas e ele muita coisa para fazer. É o que podemos denominar de “consumidor líquido” e que procura os recursos necessários para facilitar a sua vida. A inovação de hoje deve solucionar muitas destas necessidades.


Para inovar em tempos líquidos será necessário entender profundamente o comportamento destas pessoas. E principalmente simplificar a vida delas com o recurso mais escasso nos dias de hoje: TEMPO.


Numa era caótica a inovação, os gestores das empresas devem ter como “drive” uma maior capacidade de correr risco. Planejar é importante, mas com muita tolerância em errar e tentar mais vezes. Temos que ser mais “betas” para testar na própria experiência qualquer tipo de sucesso de inovação.


Ao lançar um novo olhar à inovação é importante colocar seus parceiros, colaboradores, fornecedores, juntos para conversar e entender os “gargalos”, os problemas de cada área e conseqüentemente suas soluções. A empresa que quer inovar terá que criar sua própria metodologia e ter uma voz própria para fazer a diferença na vida das pessoas, colaboradores, parceiros, fornecedores. Criar relevância nas reais necessidades será uma prioridade.


O consumidor apressado não tem tempo e estará cada vez mais exigente em relação as suas compras e marcas, por um lado sempre ávido por novidades, mas sempre disposto a trocar de marcas e produtos que não atendam suas expectativas e que não simplifiquem seu dia-a-dia. A inovação nestes tempos deve resolver qualquer que seja o problema: desde incrementar o lucro da empresa, integrar negócios numa mesma empresa, redefinir um modelo de negócio e até reposicionar uma marca tradicional. A inovação será de fato a que gerar valor para o negócio e resolva um problema ainda não resolvido.

Em tempos líquidos é necessário:


-Conhecer muito bem o consumidor que você deseja impactar , entendendo as suas reais necessidades, seus motivadores e discriminadores de experiência de compra

-Lidar com frustração e aprender a verdadeira razão da palavra resiliência

-Ser rápido nas decisões, a economia de tempo será o seu maior aliado

-Sintonizar-se com tudo que está ao seu redor em termos de tendências e sinais periféricos do que vem por aí. Antecipar-se as necessidades das pessoas é uma vantagem competitiva

-Gerar relevância para as pessoas. Inovação sem relevância está fadada ao insucesso

-Buscar incansavelmente o fator WOW-gerando maior poder de atratividade, surpreendendo positivamente

-Introduzir a co-criação na empresa através de redes de inovação com participação ativa do consumidor, consultores externos e parceiros. Eles trarão novos “insights” através de reais problemas do dia-a-dia e com uma visão mais aberta para inovar.


O líquido não tem forma, ele se adapta, não fixa no tempo e tem facilidade de adaptação. Esta é a analogia com a Inovação nos dias de hoje. Ela deve ser moldada a necessidade individual da empresa e das pessoas.


MARTHA TERENZZO -  GESTORA DE INOVAÇÃO E BUSINESS

Twitter @marthaterenzzo9

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42% das grandes marcas brasileiras já estão no Twitter

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em Magalhães & Associados


Um estudo realizado pela consultoria do Instituto Digital (iDig) mostra a presença das grandes marcas brasileiras no Twitter. Segundo a pesquisa, das 50 grandes marcas, 42% têm perfil no microblog, com uma média de 3.053 seguidores. Além disso, a conclusão é de que a presença do Twitter pode dobrar o número de mensagens sobre a empresa na rede.

O estudo analisou 91.145 mensagens trocadas no microblog sobre 50 marcas de relevância nacional, de oito setores econômicos, durante o período de 20/09 a 24/10/09. A pesquisa foi realizada em parceria com o consultor em mídias sociais Claudio Torres.

twitter_logo

Segundo a pesquisa, apesar dos setores de telefonia e automotivo apostarem mais no Twitter, a quantidade de mensagens postadas pelas marcas e consumidores é maior nos setores de bebidas, telefonia e financeiro. Entre as marcas mais comentadas, destacam-se Coca-Cola, Tim, Telefônica, General Motors e Natura.

Além de um simples post no Twitter, mensagens sobre marcas também têm poder de propagação. Em média, 11,2% dessas mensagens são retwittadas. No setor de cosméticos, esta taxa chega a dobrar, com 22,6% dos posts retransmitidos.

A presença das empresas no microblog corresponde a 74% das mensagens sobre marcas, contra 26% das companhias que não adotaram um perfil no Twitter. Das empresas pesquisadas, as dez marcas mais citadas correspondem a 57% do total de mensagens sobre marcas.

Além disso, o estudou também mediu a velocidade de propagação das marcas e mostrou que a cada 600 mensagens, uma menciona alguma das empresas analisadas, sendo que a cada 33 segundos há uma mensagem citando uma dessas marcas.

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CITAÇÕES

Os grandes espíritos sempre tiveram que lutar contra uma feroz oposição de mentes medíocres. ( Albert Einstein )

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