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Amazon lança novo modelo de negócios para autores

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Pensando em escrever um livro? Pare de pensar ! A Amazon tem um novo modelo de negócio que pode lhe dar uma possibilidade de realmente fazer algum dinheiro .


Segundo matéria de Renee Oricchio, publicada na Inc., a Amazon está oferecendo 70% de royalties das vendas líquidas aos autores: sem editores ou agentes  pelo caminho.

Além de ser muito bom para o currículo de qualquer um, a ideia da Amazon com o novo modelo de negócios busca incentivar a produção para o Kindle


Existem algumas condições:


1. O livro deve ter preço fixado entre $ 2.99 e $ 9.99.

2. O preço tem que ser pelo menos 20% mais barato do que a edição em qualquer outro formato de (paperback,  áudio, capa dura e etc).


Conheça o Amazon Kindle’s Publishing Program



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Perspectivas em Tecnologias Energéticas 2010

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A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) publicou nesta semana o estudo ”Perspectivas em Tecnologias Energéticas 2010″ (ETP 2010), que aponta alternativas consideradas viáveis para reduzir as emissões de carbono mundiais da área de energia.


O documento alerta para a necessidade de uma “revolução tecnológica” que ajude a combater o aquecimento global.

As perspectivas em tecnologias energéticas – Energy Technology Perspectives 2010 (ETP 2010) demonstram que um futuro com baixas emissões de carbono constitui também um poderoso instrumento para promover a segurança energética e o desenvolvimento económico.

O ETP 2010 examina as opções futuras em matéria de combustíveis e tecnologias disponíveis para a produção de energia eléctrica e em sectores chave da indústria, como a construção e os transportes. Pela primeira vez, esta edição inclui uma análise da Europa da OCDE, dos Estados Unidos da América, da China e da Índia, que representam conjuntamente cerca de 56% da procura actual de energia primária. Em seguida, define as mudanças tecnológicas necessárias para um futuro energético sustentável e fornece uma série de roteiros tecnológicos para avaliar o caminho percorrido. Outros elementos inovadores desta edição do ETP 2010 são oscapítulos sobre o financiamento, a mudança de comportamentos, a difusão de tecnologias entre as economias desenvolvidas e as economias emergentes, bem como uma discussão sobre os impactos ambientais de certas tecnologias energéticas importantes.

Esta publicação demonstra que será necessário todo um leque de tecnologias existentes e inovadoras para vencer esses desafios e simultaneamente destaca as áreas de acção prioritárias e os mecanismos que podem contribuir para operar essa transição. Esta abordagem destina-se a ajudar os decisores de todas as áreas a identificarem as combinações de tecnologias e políticas mais eficientes nas suas situações específicas. Ao integrar roteiros detalhados para facilitar a implementação das tecnologias, o estudo ETP 2010 pretende desta formapromover dois aspectos da revolução energética: a necessidade de mudar o ritmo de progresso e o maior empenho de todos os países, sectores e agentes.



Fonte: IEA – Internationl Energy Agency

Publcado em : http://renovaveis-energia-pt.blogspot.com/

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Case Dudalina: meio século de empreendedorismo de alto impacto

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Como manter o legado dos fundadores e construir uma das maiores empresas do seu setor? Esta é a trajetória da Dudalina, fundada em 1957 pelo casal Adelina e Duda e que se tornou a principal camisaria da América Latina, com mais de 1200 funcionários e 50 milhões de camisas produzidas.

Neste workshop Endeavor, Sônia Hess, atual presidente da Dudalina é a sexta entre 16 filhos de Adelina e Duda, falará sobre a trajetória de superação e inovação constante da empresa, os desafios de empreender em família e como os obstáculos encontrados no início de sua gestão foram transformados em novas oportunidades.

Inicio: 30/06/2010 às 09:00
Fim: 30/06/2010 às 11:00
Local:Insper
Auditório Steffi e Max Perlman
Endereço: Rua Uberabinha s/n° Vila Olímpia – SP

Sônia Regina Hess de Souza. É catarinense, nascida em 06 de outubro de 1955, casada com João Miranda de Souza Junior, 3 filhas, residente da cidade de São Paulo. É a 6ª filha de uma família  e 16 irmãos, cujos pais – Rodolfo (Duda) e Adelina – fundaram a Dudalina S/A, empresa de moda masculina do sul do país. Cursou Administração de Empresas e em 1974 especializou-se em confecção, pela empresa Unyl de Barcelona (Espanha). De 1977 a 1983 trabalhou em empresas de confecção em Minas Gerais, retornando em 1983 a Dudalina, onde atuou nas áreas Industrial, Comercial, Marketing e Desenvolvimento de Produto. Em janeiro de 2003 assumiu a Presidência da Dudalina S/A, cargo que ocupa atualmente.
Este evento é gratuito. Faça sua inscrição clicando aqui.

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Quem tem medo das mídias digitais?

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por Ramiro Gonçalez (Professor de Inteligência de Mercado e Mídias da FIA e Mestre em Ciências da Comunicação pela USP. Autor do livro: Que crise é essa?)


Era 25 de maio de 1995 quando o primeiro site brasileiro entrou em funcionamento na web – www.bradesco.com.br. A época eu trabalhava no mercado financeiro e havia dúvida entre os executivos se valeria o esforço de entrar na internet, se era um modismo, se haveria volume de uso, e tantos outros ‘ses’. Agora não há mais o SE. Marcas que pensam web já transgridem conceitos arraigados no marketing. Exemplo disso foi o ocorrido nos dias 21 e 22 de maio. Quem acessou o Google percebeu que o logo estava diferente. Nada de novo. Rotineiramente o Google faz isso (basta lembrar a homenagem que fez ao Rio de Janeiro quando ganhou a sede das Olimpíadas de 2016). Ocorre que este era um “doodle” (logo comemorativo) jogável.

Interessante como o Google se dá a liberdade de transgredir regras estabelecidas (e muitas vezes ultrapassadas). Quantas vezes aprendemos que o logo é sagrado e não pode ser alterado? A empresa inverteu a lógica e permitiu que o Pac-Man fosse jogado pelo usuário dentro da marca Google. Para jogar bastava ir para a página inicial do Google e clicar “Insert Coin”, que substitui a frase “Estou com sorte”. O controle do Pac-Man ficava nas setas do teclado. O som era o original do Pac-Man. Mas não era somente isso, havia uma pegadinha no jogo. Se você clicasse duas vezes no botão “Insert Coin” você poderia interagir com outro jogador.

Eu somente percebi a brincadeira na terceira busca. Parece que não estava só. Uma pesquisa do instituto americano RescueTime, informa que 75% das pessoas que viram o cenário do Pac-Man no lugar do logo não perceberam que o doodle era jogável.  O que realmente importa é que 25% perceberam. É uma enorme audiência que interagiu com a marca. Além disso, em média os internautas passaram 36 segundos a mais na página inicial do Google, em comparação com dias comuns. A marca literalmente interagia com seu usuário. Ações como esta mostram como dogmas de comunicação e publicidade podem desmoronar no mundo on line.
Seria redundante agora se mostrar espantado com isso. Todos conhecem o impacto que houve na vida cotidiana e nas empresas. O que surpreende são mudanças no mundo real causadas pelo mundo virtual. Existem várias: conhecimento colaborativo, liderança em rede e relacionamento marca-consumidor. Este último é o que nos interessa do ponto de vista de modelos de negócios. Nas décadas de 80 e 90 foram montados os SACs das empresas onde reclamações, dúvidas no uso de produtos e sugestões eram gerenciadas pelas empresas (com o objetivo de preservar o valor de suas marcas). A web trouxe uma nova perspectiva para o SAC. Por que não trazer para o SAC as propriedades das redes sociais? Que tal fazer o consumidor responder dúvidas de outro consumidor?

A princípio a ideia é estranha para quem está acostumado ao mundo analógico, mas aos poucos esse novo relacionamento marca-consumidor vai mostrando seus benefícios. A Nokia estimula que usuários de seus produtos criem blogs para responder dúvidas no uso de aparelhos específicos de sua linha de celulares. O Boticário incentiva meninas a trocarem experiências sobre maquiagem e perfumes. O  Santander propicia no twitter que clientes compartilhem sugestões e também críticas a seus produtos e serviços.

A ideia é interessante, pois o consumidor pode explorar com outros as melhores práticas e usos dos produtos. Várias empresas de pesquisa já perceberam isso e lançaram sistemas de monitoramento de redes sociais. Cito alguns sistemas de uso regular por grandes anunciantes: BuzzMetrics, VideoCensus e E-life. Quem pretende trabalhar com CRM ou SAC deve ficar atento a esses novos usos da web.

Evidente que a solução é mais complexa para ser implantada. Há o risco de se expor a críticas (sempre maiores que elogios). Exige monitoramento e mediação dessas interações entre consumidores. Mas parece ser irreversível. Sempre lembro a resposta que o Conde Francisco Mattarazzo- em 1940- deu a um profissional que solicitava telefones para as áreas de produção e comercialização de suas empresas: “Construí este império sem o telefone…” Em duas décadas o grupo entrou em decadência. Era o tempo analógico, lento, pastoso e com mudanças incrementais. Parece que agora a lógica é outra: ruptura ao invés de pequenos avanços.

Os processos que criam inovação na rede têm algumas características: são aleatórios, pouco replicáveis e gerados por indivíduos sem nenhum apego às mídias tradicionais. Isso explica também a grande ocorrência de insucessos entre as novas ideias. Mas será assim mesmo: 1 sucesso para cada 10 erros. Por isso é fácil entender a resistência dos executivos em perceber o que está acontecendo. Os profissionais que têm o poder de decisão foram criados no auge da TV aberta e das mídias impressas no Brasil. É um conforto trabalhar com conceitos familiares. Entretanto, quem tem a intenção de viver o futuro não pode se amarrar ao passado. O que não pode ser confundido com aceitação cega das novidades. Meu conselho: mantenham sempre na equipe alguém familiarizado com o mundo virtual e deixe espaço para as ideias malucas que trouxer. Uma delas vinga!


Publicado originalmente por HSM Online ( Recomendo seguir: grande fonte de conhecimento)

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Doing Business: fazendo negócios ao redor mundo

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Quando se pretende levar uma Inovação ao mercado é sempre bom saber onde estamos pisando.


doingbus2

Doing Business é uma série de relatórios anuais que investigam as regulamentações que melhoram a atividade de negócios e as regulamentações que a restringem. O mesmo apresenta indicadores quantitativos sobre as regulamentações de negócios e a proteção dos direitos de propriedade que podem ser comparados entre 183 economias e no decorrer do tempo.

O Doing Business oferece uma medida quantitativa de regulamentações para iniciar um negócio, lidar com alvarás de construção, empregar trabalhadores, registrar a propriedade, obter crédito, proteger investidores, pagar impostos, para importar e exportar, cumprir contratos e fechar um negócio — segundo a forma em que elas se apliquem a pequenas e médias empresas nacionais.

Uma premissa fundamental do Doing Business é que a atividade econômica requer boas regras. Isso inclui regras que estabeleçam e esclareçam os direitos de propriedade e reduzam os custos para solucionar disputas, regras que aumentem a previsibilidade das interações econômicas e regras que forneçam às partes de um contrato proteções básicas  contra abuso.

BRASIL

Das 183 economias avaliadas o Brasil ocupa a posição 129, tendo sua pior classificação no quesito Pagamento de impostos ( posição 150 ) e Contratação de funcionários ( posição 113 )

doingbus

Você pode acessar todas as informações ao redor do mundo AQUI ou diretamente através do API do Google Maps



Edson Menezes ( clique no link para  maiores informações ) é professor do Instituto Federal de Sergipe, engenheiro eletricista por formação e professor por paixão.  Editor do site http://openinnovatio.org/


indicadores
quantitativos sobre as regulamentações
de negócios

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6 pequenos passos frequentemente esquecidos no mundo dos negócios

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passos no mundo dos negócios


1. VISITE A HISTÓRIA

A história é  uma grande professora.  Esteja sempre olhando para trás para ver o que foi feito e não funcionou, o que ainda não foi feito e o que deveria ser . Anote , registre os acontecimentos. Poucos fazem isso : acabam cometendo erros recorrentes, adiam ações, não conhecem tendências , não projetam cenários e etc. Quando a maré muda ficam perdidos no meio do oceano.

2. SEJA UM DOADOR DE TEMPO

Doar um pouco do seu tempo é uma excelente fonte de inovação e manutenção para sua empresa. Deixe um tempo na sua agenda  para que você converse com clientes e funcionários, participe de eventos na sua área, leia notícias sobre o mercado, conheça melhor sua concorrência , possa reciclar seus conhecimentos, aumentar sua rede de relacionamentos (networking) e etc.

3. USE O CÉREBRO DOS SEUS FUNCIONÁRIOS E NÃO SOMENTE OS MÚSCULOS

Incentive seus funcionários a pensar criativamente sobre o seu negócio. Não os mande apenas executar tarefas que você, apenas você, acha úteis. Você precisa dar às pessoas a licença para assumir riscos calculados e poder  falhar. Pequenas falhas , por mais contraditório que possa ser, incentivam  grandes sucessos: afinal, ninguém se sente bem quando reconhece uma falha e, por isso, se for um funcionário sério, tentará reavaliar o que foi feito.Você não precisa criar inúmeras reuniões enfadonhas para isso ! Uso as diversas ferramentas virtuais e gratuitas que existem no mercado.

4. SEJA ACONCHEGANTE COM SEUS CLIENTES

Seus clientes são sua salvação! O coração da inovação e do mercado é entender que eles têm problemas que você pode resolver. Seus clientes lhe  dirá como ser bem sucedido ! Visite-os, crie canais físicos e virtuais para receber opiniões e críticas, faça pós-venda, seja humilde para ouvir e receber críticas  e nunca esqueça de dar um retorno . Seja aconchegante com eles e eles serão com sua empresa.

5. COMPARTILHE SUA CARGA

Não queira centralizar tudo achando que somente com a cabeça, o olhar  e a sua mão o negócio anda. Este tempo já se foi. Encontre possíveis  parceiros ou fornecedores que possam estar interessados em compartilhar o tempo e dinheiro para ver se uma idéia é viável ou se o que sua empresa anda fazendo condiz com a necessidade do mercado. Delege e controle funções. Muitos “chefes” têm a intenção de delegar, mas só sabem abdicar, deixando seus subordinados mais inseguros e com a certeza de que lhe foi armada uma arapuca para que caiam e sejam recriminados posteriormente pelo chefe que diz ter delegado. É muito importante saber delegar. Quem delega não interfere a todo momento nas coisas delegadas.

6. NÃO SEJA E QUEIRA QUE OUTROS SEJAM TÃO RÁPIDOS

Anthony Scott é o diretor da Innosight Ventures, uma empresa de investimento em Watertown, Massachusetts. Ele frequentemente atribui um empregado ou grupo para analisar todas as novas idéias da empresa: sejam aquelas vindas de dentro (funcionários) ou de fora da empresa ( clientes, fornecedores,amigos,parceiros ). “Quando pensamos em uma idéia, nós não pedimos para que uma pessoa gaste 5% do seu tempo com isso”, diz Anthony. “Nós dizemos: este é o seu foco nos próximos três a seis meses”. Mover-se de reflexão para a ação pode ser difícil, os empresários admitem. Então estabeleça metas e critérios – tempo ou dinheiro – para analisar uma nova idéia : mas não queira que isso seja feito em pouco tempo, ou para ontem !

Os passos são tão simples , mas muito pouco usados. Acabe com esta mania de seguir  caminhos apenas quando a coisa está feia: seu caixa no vermelho e seus clientes desaparecendo para o concorrente. Faça disso uma rotina ,mesmo sabendo que você tem dinheiro sobrando no caixa.

Edson Menezes

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Qual é o arquétipo cultural da sua empresa?

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Autora do livro “ Walking the talk ”, explica a importância da cultura organizacional e o papel das lideranças no fortalecimento dos valores da empresa.


Carolyn Taylor, consultora inglesa no mercado há mais de 25 anos e autora do livro “Walking the talk”, mesmo nome de sua empresa em Londres, defende o conceito de que as empresas possuem seis arquétipos ou comportamentos que são encontrados em diferentes tipos de cultura: o arquétipo da realização, da centralização no cliente, one-time, inovação, People First e um novo – o Greater Good.

“Após anos de experiência atuando como consultora em projetos dentro de empresas, conclui que os programas voltados para o desenvolvimento da cultura empresarial devem ser levados para dentro das equipes pelos líderes de RH. Esses profissionais têm condições de fazerem esse papel melhor do que qualquer consultor externo. Isso porque, eles sabem quais são os componentes-chave na gestão de uma grande cultura. Sempre reforço que a prioridade de qualquer organização que busca criar valor através da sua cultura deve ser o aumento da capacidade interna”, afirma Carolyn, que estará no Brasil na segunda quinzena do mês de junho para um evento de cultura organizacional a convite da empresa Torres Associados.

Os cinco arquétipos descritos no livro “Walking the talk”, teve a sexta inclusão devido às mudanças de mercado. Carolyn defende que as empresas precisam compreender o tipo de cultura que irá ajudá-las a atingir estratégias e metas. “A maioria das empresas tem uma força natural (um arquétipo), mas precisa adicionar outro.

Os seis arquétipos descritos em meu livro são:

1 – Achievement - Busca incessante por resultados.

2 – Customer Centric – A empresa que entrega excelência, alcança satisfação e consegue reter seus clientes.

3 – One-Time – Empresas que trabalham juntas para operar fluentemente, de forma eficiente para maximizar a qualidade e a partilha de conhecimentos.

4 – Innovation – Empresa líder na criação de produtos novos e diferentes.

5 – People First – Empresa focada em atrair e manter talentos melhores.

6 – Greater Good (novo arquétipo) – Cultura voltada para uma boa cidadania corporativa, que contribua para a sustentabilidade e bem-estar da comunidade.

Independente da cultura organizacional da empresa, os líderes são os principais influenciadores e responsáveis por levar as mensagens aos seus liderados. A cultura é criada como resultado do que as lideranças conseguem transmitir aos colaboradores, seja no que tange aos valores da companhia ou ao comportamento esperado dos funcionários. “O líder envia essas mensagens através da sua “caminhada” – o seu comportamento, suas decisões e todos os processos que ele usa. Nós chamamos a nossa empresa de “Walking the talk” porque os líderes têm como modelo a cultura que eles determinam. Será a sua “caminhada” mais do que a sua conversa “que as pessoas notarão e absorverão. Orientamos aos líderes para prestarem atenção aos três condutores de uma cultura organizacional: comportamento, símbolo e sistema.

A cultura organizacional voltada a um bom desempenho é descrita pela consultora em oito etapas: acessibilidade a cultura; identificação de lacunas e identificação de prioridades; engajamento da alta gerência; planejamento de negócios; execução; mensuração do progresso; entendimento da estratégia emergencial e a definição da cultura alvo. Com tais etapas bem definidas um processo de fusão e aquisição, por exemplo, pode ter seus impactos um pouco minimizados.

por Katia Cecotosti (Editora do Portal HSM Online)

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Microsoft gasta oito vezes mais em P&D do que a Apple

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Steve Cheney escreveu em seu artigo  Apple’s Incredible Efficient Growth”, publicado na Business Insider, o baixo nível de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) realizados pela Apple , em comparação com seus rivais.


A Apple  é o segundo menor investidor em P&D na terra dos gigantes da tecnologia. Enquanto a Microsoft  lidera a lista com investimentos ,em 2009 , da ordem de US$ 8,6 bilhões , a Apple, que mantém seu título de maior empresa inovadora do mundo , investiu US$ 1, 1 bilhões.

Como explicar então esta relação até então paradoxal entre P&D e Inovação ?


No próprio texto de Cheney há uma passagem que parece esclarecer esta dúvida :

“….se você falar com funcionários da Apple eles sentem que precisam inovar, uma necessidade que realmente todos abraçaram (…). A Inovação tornou-se enraizada no  DNA  da coletividade da  Apple,  que aprendeu e criou uma cultura voltada  à inovação para poder sobreviver.”

Fica-nos a percepção de que a criação de uma Forte Política e Cultura Inovadora tem mais poder que o capital.

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Google : “Contratamos quem acredita no desafio de mudar o mundo”

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Eleita pela revista Fortune como a melhor empresa do mundo para se trabalhar, a Google se posicionou como referência na contratação de profissionais criativos, academicamente notáveis e apaixonados por tecnologia


O diretor de recursos humanos da empresa Google na América Latina, Deli Matsuo, revela ,em enrevista ao Jornal A Tarde, como a empresa recruta seus talentos e como seu nada ortodoxo conceito de gestão de pessoas colaborou para que ela se tornasse o maior gigante da Internet:


A TARDE - Os escritórios da Google são mundialmente conhecidos por proporcionar um ambiente de trabalho que incita a criatividade, proporciona flexibilidade de horários, liberdade de vestimentas e diversos recursos para integrar e relaxar a equipe. O que é mito e o que é realidade neste imaginário?
Deli Matsuo -
É realidade. Valorizamos muito os nossos funcionários, que são pessoas animadas e apaixonadas pelo que fazem, com diversas formações e abordagens criativas com relação ao trabalho, diversão e vida. Nossa atmosfera pode ser casual, mas é esse ambiente que nos permite focar nas interações entre os funcionários e as ideias inovadoras que surgem. Mais de uma vez um projeto novo, destinado ao uso mundial, nasceu na fila do restaurante.
A TARDE -
Como surgiu o modelo de gestão de pessoal da Google? De que forma este modelo aumenta a produtividade dos funcionários?
DM -
O modelo de gestão tem suas raízes na cultura dinâmica e inovadora do Vale do Silício, Califórnia, onde surgiram grande parte das empresas de tecnologia de grande porte, incluindo Google, Adobe, Apple, Atari, HP, Sun Microsystems e outros. Nesse ambiente, companhias muitas vezes nascidas nos corredores universitários precisam sobreviver num contexto de alta competitividade, no qual as ideias nascem e morrem com a rapidez da Internet. Nós tentamos manter esse ambiente como parte do nosso modelo de gestão. Contratamos pessoas bem formadas, criativas e flexíveis, que florescem num ambiente competitivo, onde os funcionários acreditam que bater a meta do trimestre é o mínimo a ser feito, e mudar o mundo é o maior desafio.
A TARDE -
Qual o processo de recrutamento dos candidatos? Em que consiste cada etapa?
DM -
Quando uma pessoa desperta o interesse do Google, ela é convocada para uma entrevista. Avaliamos o seu histórico profissional e seu desempenho na faculdade. Queremos saber quais foram as suas notas e temos a expectativa de que o candidato tenha bom aproveitamento acadêmico, e isso não é surpresa alguma, uma vez que a empresa nasceu praticamente dentro de uma universidade. Nossos fundadores vieram de famílias de doutores e mestres da academia. É natural que isso se reflita no perfil dos talentos que buscamos.
A entrevista com o RH é a primeira etapa do processo de seleção. Não seguimos o modelo de entrevista por competências, mas temos perguntas específicas que são feitas aos candidatos de acordo com a área requisitante da vaga. É preciso, no entanto, deixar claro que a pessoa é contratada para trabalhar no Google e não numa vaga específica, o que significa que ela deve olhar para a empresa como um mundo de oportunidades, tanto no Brasil quanto no exterior.

Depois das entrevistas, a decisão de contratar ou não um determinado profissional é participativa. E isso é feito com o envolvimento dos funcionários do Google das mais variadas áreas. As características do candidato são avaliadas e se transformam num pacote de informações: quem é o candidato, quais cursos ele fez, quem o entrevistou, o que foi perguntado, o que ele respondeu, como se comportou, quantos idiomas domina etc.

O comitê de contratações avalia esse material e decide qual o melhor candidato para a empresa. Uma vez decidido, é encaminhado um documento detalhado para o comitê global, formado por executivos da companhia, que tem como finalidade
avaliar todos os pacotes de candidatos do mundo todo. Portanto, em última instância, são os executivos da empresa que decidem quem deve ou não fazer parte do nosso time. O próprio fundador da empresa se envolve com o processo e também opina. Essa análise leva, em média, dois meses.
A TARDE -
Existe algum perfil que é priorizado nas contratações? A idade do candidato, por exemplo, é relevante?
DM -
Idade não é relevante. Mas independência, motivação, inteligência, curiosidade, liderança (demonstrada na carreira e nos estudos), flexibilidade, amor pela tecnologia e o desejo de transformar o mundo por meio dela são alguns dos elementos que priorizamos nas contratações.
A TARDE -
A Google prefere priorizar no candidato a formação acadêmica ou os resultados e conhecimentos alcançados através da experiência profissional?
DM -
Temos um processo elaborado que inclui a análise da liderança demonstrada nas faculdades e nos empregos anteriores para determinar o potencial de sucesso no ambiente do Google. Dado que o ambiente e o ritmo de nossos escritórios se aproximam do dinamismo, da criatividade e da inovação de uma universidade, acreditamos que a disciplina representada por um alto nível de execução é um sinal forte de sucesso potencial no Google.
A TARDE -
Considerando que o modelo de gestão de pessoal da Google exige profissionais criativos e inovadores, de que forma estas habilidades são observadas no processo de recrutamento?
DM -
Um profissional não começa a demonstrar inovação e criatividade quando já está no Google; essas são características que o profissional deve ter demonstrado durante sua carreira e estudos antes de se candidatar. Abrir um negócio, inventar uma solução ou uma tecnologia inovadora, transformar e tornar mais eficientes o funcionamento de um clube universitário ou uma equipe de trabalho e superar um grande desafio pessoal, profissional ou acadêmico são algumas das coisas que demonstram que o candidato tem os traços que procuramos em um funcionário do Google.
A TARDE -
A flexibilidade de horário priorizada pelo modelo da Google já acarretou algum problema na empresa envolvendo prazos?
DM -
De jeito nenhum. Cada equipe tem metas bem claras, seja de inovar em nossos produtos ou fornecer algum benefício para o cliente e para o mercado. Nós acreditamos que dar a cada profissional, equipe e gerente a liberdade de organizar seu trabalho e agenda da maneira que lhes for útil é a melhor forma de bater e superar essas metas – fato que se prova a cada trimestre. Porém, esse ambiente não é para todos. Contratamos somente candidatos que já demonstraram um alto nível de independência, eficiência e forte iniciativa pessoal. Sem essas características, é impossível entrar no Google e, muito menos, ser bem-sucedido.
A TARDE -
Quais aspectos o empreendedor que deseja implementar o modelo da Google no seu escritório deve levar em consideração?
DM –
A cultura da nossa empresa é única e própria da nossa indústria, que é inovação e tecnologia. Mas o importante não é copiar as nossas regras; o importante é criar um ambiente em que se valoriza o objetivo final mais do que a imagem, a eficiência mais do que a cerimônia e as soluções mais do que as barreiras. Também, e cada vez mais, apoiamos o valor e a voz de cada empregado: a criatividade para mudar o mundo não tem idade.
A TARDE –
No último dia 12, um funcionário da editora Abril foi demitido por criticar uma das publicações da editora no seu Twitter pessoal. A Google faz algum tipo de monitoramento das participações dos seus funcionários em redes sociais? Você concorda que as empresas tenham uma política deste tipo?
DM –
Cada funcionário tem direito de montar um blog se quiser, inclusive, temos vários funcionários cujos blogs são conhecidos e respeitados. A única política que governa esses blogs é respeitar as normas de propriedade intelectual da empresa.

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Videotecas sobre Inovação , Mercado e Empreendedorismo

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O Professor da USP e escritor José Manuel Moran nos elucida a importância do vídeo no aprendizado em seu artigo ” O Vídeo na Sala de Aula “


“A linguagem audiovisual desenvolve múltiplas atitudes perceptivas: solicita constantemente a imaginação e reinveste a afetividade com um papel de mediação primordial no mundo, enquanto que a linguagem escrita desenvolve mais o rigor, a organização, a abstração e a análise lógica. “

Concordando há muito com a reflexão do Professor Moran , indico ao(à) leitor(a) uma lista de Videotecas   que considero de extrema importância ao aprendizado dos temas Inovação , Mercado e Empreendedorismo : com todas as suas transversalidades.


VIDEOTECAS

Endeavor BrasilO Instituto Empreender Endeavor foi criado a partir de uma parceria com a Endeavor Initiative Inc., uma organização internacional sem fins lucrativos que promove o empreendedorismo em países em desenvolvimento. Com sede em Nova Iorque, a Endeavor Initiative Inc. foi criada em 1997 por um grupo de ex-alunos da Universidade de Harvard que, tendo trabalhado em mercados emergentes, identificou a inexistência de uma cultura de incentivo ao desenvolvimento de novos negócios e de programas que efetivamente apoiassem empreendedores.

HSM Multimídiahsmglobal.com é o portal online da HSM. Contém uma grande variedade de artigos, áudios e vídeos de management, além de acesso à newsletters: Gestão, Marketing, Digital, Economia, Recursos Humanos, Sustentabilidade e Inspiring Ideas. Com mais de 1.350.000 usuários registrados, a hsmglobal.com representa uma comunidade incomparável de negócios online. Em 2007, a HSM lançou o primeiro canal de televisão dedicado exclusivamente ao management. A ManagemenTV reúne , na minha opinião, a melhor programação de negócios de todo o mundo. Com documentários, entrevistas e reality shows, é um canal informativo, que entretém e inspira, destinado a todo aquele que tenha interesse no mundo dos negócios em qualquer nível.

Fundação Nacional da Qualidade - A FNQ antecipa o que há de mais atualizado no mundo corporativo e lança um espaço que reúne palestras de grandes lideranças empresariais em um ambiente colaborativo e de fácil navegação. Boa parte dos vídeos  é restrito aos membros da FNQ, o que particularmente acho que deveria ser reavaliado  e partir para a abertura plena do canal. Para saber mais sobre como se filiar clique aqui

TV  SEBRAE - O Sebrae, uma entidade privada e de interesse público, criada em 1972, apóia a abertura e expansão dos pequenos negócios e transforma a vida de milhões de pessoas por meio do empreendedorismo. Estas são algumas das razões pelas quais o Sebrae tem uma missão clara e focada no desenvolvimento do Brasil através da geração de emprego e renda pela via do empreendedorismo.

Exame TV – A marca EXAME, da Editora Abril, nasceu em 1967 com a revista EXAME, influente publicação de negócios e economia do país. Sob a marca EXAME estão o site EXAME, as revistas EXAME a EXAME PME e o anuário Melhores e Maiores.

Financial TV – Canal de Webcasts do Portal da Comunidade Financeira, Financial WEB.


Esta é uma pequena lista no qual espero a contribuição de todos para incrementá-la. Envie sugestões de videotecas através do nosso formulário de contato

Meu desejo de boa semana a todos !

Edson Menezes

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Estudo sobre BRICS cita produtos mais competitivos do Brasil

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Bens primários e recursos naturais são os itens que mais se destacam na pauta de exportações brasileira.

Os bens primários, como carne, produtos à base de óleo e semente, e os recursos naturais são os itens mais competitivos na pauta de exportações brasileira, aponta estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre a competitividade dos Brics (Brasil, Índia, China e Rússia).

Segundo o documento os produtos russos com melhor preço no mercado global são as commodities energéticas, como gás natural e petróleo.

na China, o destaque é para os produtos com elevado nível de trabalho a partir dos quais o país consegue atingir menores preços por conta da mão de obra abundante e barata. A força de trabalho também é vantagem para a Índia. No país, os itens de maior competitividade externa são aqueles de menor sofisticação tecnológica, como chá e arroz.

O estudo também analisa o Investimento Direto Estrangeiro (IDE). O crescimento dos aportes russos em outros países o colocou no topo dos integrantes dos Brics neste quesito. A Rússia ocupa a 14ª posição entre os maiores investidores no mundo, e o principal destino é o grupo dos antigos países integrantes da União Soviética e a Europa.

A abertura do capital chinês a investimentos estrangeiros teve de passar pela aprovação do Governo. A flexibilização das regras fez o IDE do país asiático crescer 60 vezes entre 1990 e 2008.

O foco dos investidores chineses é buscar negócios em países que contribuam com o crescimento do mercado interno, como os de forte produção de commodities. Cerca de 80% do IDE chinês está concentrado em Hong Kong e paraísos fiscais, como as Ilhas Virgens.

As operações indianas no exterior foram marcadas pela alta alavancagem, com empresas adquirindo ativos superiores ao próprio patrimônio líquido. O fluxo anual de IDE subiu de US$ 1,7 bilhão ao ano de 2000 a 2005 para US$ 16 bilhões entre 2006 e 2008, com destaque para a área de Tecnologia da Informação (TI).

Clique aqui para acesso ao estudo.

Fonte : PROTEC

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A Força Econômica das Startups

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por: Prof.  Ruy José Guerra Barretto de Queiroz,  Centro de Informática da UFPE.
Título Original: Problemas como Oportunidades e a Força Econômica das Startups

Publicado originalmente em: Investimentos e Notícias

Indicou esta notícia : Prof. Edson Barbosa – Instituto Federal de Sergipe


Nas palavras de quem conduz o empreendimento que está mudando radicalmente o mundo em que vivemos, Eric Schmidt, CEO da Google: “A vida é longa, mas o tempo é curto. A vida é longa no sentido de que temos memória longa. O tempo é curto porque você tem que se mover muito rapidamente. Mas, para mim a coisa mais importante a saber é que a vida tem uma forma de lidar com as coisas.

Esquecemos tão rapidamente qual era o problema três ou quatro anos atrás. Daí, minha visão pessoal da vida é que todo problema é uma oportunidade.” É exatamente nesse espírito que Spencer Ante, blogueiro e comentarista econômico até pouco tempo da BusinessWeek, e hoje Deputy Bureau Chief no Wall Street Journal, em matéria intitulada “Fertile Grounds for Startups” (BusinessWeek, 12/11/09), chama à atenção para o fato de que a história mostra que o empreendedor se alimenta de condições adversas. Ante começa citando o exemplo de Caterina Fake, co-fundadora do portal de compartilhamento de fotos Flickr, adquirido pela Yahoo!, que, aos 40 anos de idade, mesmo com a economia em ritmo de recessão em pleno mês de Junho de 2008 e sem dar sinais de que se recuperaria em breve, deixou um posto executivo confortável na Califórnia para co-fundar uma empresa de internet chamada Hunch em New York que, com base nas experiências de outras pessoas, se presta para ajudar seus usuários a tomar decisões. “O espírito empreendedor floresce em situações de adversidade. O mundo está cheio de mais possibilidades”, diz Fake acrescentando que ama recessões. A aposta da Hunch é que há espaço para uma nova tecnologia de busca, indo além do que oferece o engenho de busca da Google: propiciar respostas com base na chamada “sabedoria das multidões” (em inglês, “wisdom of crowds”). “A próxima fase em busca é um certo casamento de algoritmos de força bruta com conteúdo gerado pelo usuário,” prevê Fake.

Em contribuição como blogueiro convidado do TechCrunch intitulada “Why a Bad Economy Is the Best Time to Start a Business” (10/04/2010), Adam Penenberg (autor do livro “Viral Loop”, Hyperion, Outubro/2009), relata que seu trabalho de investigação cuidadosa sobre os fatores que levaram empresas como Facebook, Twitter, Flickr, e Skype a um crescimento tão volumoso e tão rápido o fez se deparar com o fato de que cada uma delas foi fundada quando a economia estava estagnada, em má situação, ou até mesmo em recessão. Um tanto emblemático é o caso da Hewlett-Packard que, em 1939, nos últimos anos da Grande Depressão, foi fundada em uma garagem por dois engenheiros formados em Stanford. Aliás, o próprio Vale do Silício foi, em grande medida, criado durante período de incômoda recessão em meados da década de 1970. Admitindo que essa seja supostamente uma característica de toda empresa do ramo de internet fundada desde o estouro da bolha da Nasdaq, Penenberg observa que na verdade isso caracteriza algumas das empresas mais bem sucedidas em toda a história. A começar por Procter & Gamble, General Electric, Home Depot, Microsoft, até Apple, todas surgiram num período de depressão econômica e/ou estagnação. Igualmente contrárias à negatividade do cenário econômico vigente, e hoje verdadeiros ícones da industria da tecnologia da informação, Adobe, Lotus, Silicon Graphics, e Sun surgiram e cresceram em meio à recessão de 1982. Além disso, o estouro da bolha da internet em 2001 não impediu que toda uma leva de empresas de internet e mídia social que inclui MySpace, Facebook e Twitter, atingissem valores de mercado na casa dos bilhões de dólares em apenas uns poucos anos.

Como explicar essa resiliência, ainda mais quando se sabe que o volume de investimentos em capital de risco cai dramaticamente quando a economia se encontra em má situação, resultando em menos disponibilidade de financiamento para as startups? Em números concretos, se no auge do entusiasmo em torno da economia da internet em 2000 o total investido em startups chegou a atingir a casa dos US$100 bilhões, em 2008 o volume caiu para US$27 bilhões, caindo ainda mais para US$20 bilhões em 2009 (mesmo patamar de 1998). Penenberg acredita que a explicação está no fato de que em tempos difíceis o dinheiro é gasto mais sabiamente, ou seja, quando a economia passa por um aperto os investidores tendem a gravitar em torno das empresas com planos de negócios (e de receita) bem articulados. Mas há outros fatores determinantes, a começar pela relativa facilidade de atrair e reter os melhores talentos em tempos de maior taxa de desemprego, passando por custos menores em termos de aluguel de escritório, e de contratação de mão de obra. O fato é que as startups continuam figurando como principais agentes da criação de empregos.

A confirmação vem sob forma de dados estatísticos trazidos num relatório intitulado “Where Will The Jobs Come From?”, de autoria de Dane Stangler e Robert E. Litan, publicado pela Ewing Marion Kauffman Foundation em Novembro de 2009. Partindo da observação de que a recessão de 2007 a 2009 se revelou como a pior desde o final da Segunda Guerra Mundial em termos do número de empregos perdidos, o relatório afirma que a chave para a recuperação econômica deverá vir sob a forma de empregos novos a serem criados.  E se propõe a responder a uma pergunta que não quer calar: de onde virão esses novos empregos?

Usando dados de 2007 do United States Census Bureau, os autores avaliam a criação de empregos em termos da idade da empresa ao invés do seu tamanho. Segundo eles, de 1980 até 2005 quase todo o saldo de criação de empregos nos EUA ocorreu em empresas com menos de cinco anos de idade.  Em geral, o acréscimo líquido de empregos de ano para ano vem de três fontes: (1) startups (tecnicamente, empresas de zero anos de fundação); (2) empresas jovens (de 1 a 5 anos de fundação); e (3) as empresas maiores e mais antigas. Existe, naturalmente, o efeito sanfona com a criação de empregos nos extremos mais jovem e mais antigo do espectro de idades das empresas, e essencialmente estável no meio do espectro. Isso não diz tudo, pois não apenas é preciso levar em conta que nas empresas jovens ocorre o vai-e-vem de criação e destruição de empregos como também é necessário prestar atenção à dinâmica interativa entre as empresas mais jovens e as mais antigas. Não obstante, a criação de empregos em startups fundadas em períodos turbulentos é “menos volátil e menos sensível a declínios que a criação de empregos na economia como um todo”, afirma o relatório.

Os dados também mostram que sem startups a criação de empregos da economia americana seria negativa em praticamente todos os anos, com exceção de uns 4 a 5 anos. Uma análise do censo de 2007 sem considerar as startups mostra que empresas jovens ainda são responsáveis por aproximadamente dois-terços da criação de empregos, dando uma média de quase quatro novos empregos por empresa em cada ano.  Segundo os autores, diante desses dados, fica claro que empresas novas e jovens e os empreendedores que as criam são os motores da criação de empregos e da eventual recuperação econômica. Dos 12 milhões de novos empregos criados em 2007, quase 8 milhões se devem a empresas jovens.

Ainda segundo o relatório da Kauffman Foundation, é muito frágil a relação entre o volume de empregos criados em empresas pequenas em um dado setor e o crescimento do setor como um todo em termos do número de postos de trabalho. Por outro lado, há uma relação extremamente estreita entre o crescimento de empregos de qualquer que seja o setor e o desempenho de empresas jovens naquele setor. Definitivamente, empresas jovens são os motores da criação de empregos, conclui o relatório. A separação por idade da empresa, e não seu tamanho, como o puxador da criação de empregos, tem diversas implicações, especialmente para os responsáveis por políticas públicas que insistem na visão de que pequenas empresas são a resposta para um cenário de empregos preocupante. Nesse caso, ao que tudo indica, idade é documento. Sem desmerecer o papel da pequena empresa, analisar empregos em termos do tamanho da empresa parece revelar muito pouco sobre a criação de novos empregos. Seria mais preciso e muito mais revelador, segundo o estudo da Kauffman, discutir emprego em termos da idade da empresa.

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Há um produto que vai fazer muito sucesso nos próximos meses. Só que ninguém sabe qual é !

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por Marcos Kahtalian


A centelha de gênio é aquela em que apostamos ainda num mar nunca antes navegado.


Descobrimos (descobrimos?) o Post-it, o Walkman, o Iphone, o Windows, o Twittter entre outros produtos que nasceram quase como brincadeiras, com baixíssima perspectiva de sobrevida.

Quem numa pesquisa pode dizer que deseja um  produto que nunca viu? Inovação radical é aquilo que até ser feito ninguém podia imaginar e então, depois de existente, passa a ser quase óbvio.

Como não havíamos pensado nisso antes? Estava na cara… muitos produtos e ideias inovadoras nasceram assim, da simples observação e da associação criativa de ideias.

Por exemplo, a metalúrgica Rojek, de São Paulo, observando a dificuldade de abrir as latas de conservas, criou e patenteou o seu sistema abre fácil, com fecho à vácuo e uma lingueta de plástico – hoje presente em quase todas as marcas.

Outras vezes a inovação ocorre nos próprios ciclos de vida do produto.  O caso da havaianas é um exemplo disso.

E, muitas vezes, a inovação vem de onde menos se espera, de onde sequer poderíamos suspeitar que nosso negócio estaria ameaçado: como a Kodak poderia prever que celulares seriam como câmeras fotográficas?

clique na capa

Como a inovação desestrutura um modelo de pensamento, raramente conseguimos detectá-la pelos métodos tradicionais.

Ao invés da pesquisa clássica, que tal fazer a escuta criativa e a observação poética e atenta? O caminho para a inovação consiste nessa persistente busca do novo, feita de tentativas, erros, acasos, e, como todo empreendedor sabe – muita perseverança.

Fonte : SEBRAE-PR

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Publicidade online bate recorde

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por Jay YarowKamelia Angelova

Pesquisa do Interactive Advertising Bureau mostra que a  publicidade online para o quarto trimestre de 2009 totalizaram US $ 6,3 bilhões, um recorde .

Apesar da publicidade online ter decrescido 3,4% em todo o ano de 2009 , a melhoria no último trimestre mostra ” … que as sementes de crescimento foram plantadas”, diz David Silverman da PricewaterhouseCoopers

A publicidade em mecanismos de busca foi responsável por 47% das vendas, ou US$ 2.96 bilhões de dólares


O relatório completo  pode ser acessado no link IAB Internet Advertising Revenue Report

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Os caminhos para enfrentar a concorrência

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Nada como  boas discussões em vídeo, com casos reais, para entendermos um pouco mais sobre os caminhos a seguir.


É isso o que faz a TV SEBRAE  !  Dedique um pouco do seu tempo para assisti-los. Você só tem a ganhar !



PARTE 1

PARTE 2

PARTE 3

Fonte : TV SEBRAE

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CITAÇÕES

Devemos definir quem nós somos e o que fazemos bem. Esta é a essência da estratégia ( Michael Porter )

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