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Um gadget EXCLUSIVO para o Twitter

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Há poucas horas acabei de publicar  ” 11 grandes maneiras de inovar “.  Observem o que anda escrito no item “6″ do artigo !

” Eis que de repente, não mais que de repente “, me deparo com um artigo publicado pelo Rodrigo Ghedin , no site Meio Bit , apresentando-nos o Twitter Peek.

twitterpeek

Twitter Peek

O Twitter Peek  tem o jeitão de smartphone, mas feito apenas para o Twitter. Nele é possível ver e enviar tweets , mensagens diretas, inclusive com uso de atalhos do teclado,  seguir e deixar de seguir pessoas e etc. É um gadget para o Twitter, nada mais, nada menos. Só para o Twitter , ou como descrito em sua propaganda na Amazon :The World’s First Dedicated Twitter Device

O produto é comercializado de duas maneiras, ou melhor, por dois preços. Pagando U$ 99,00, o consumidor tem direito a usá-lo, gratuitamente, por seis meses, e depois disso, caso queira continuar, paga uma mensalidade de U$ 7,95. Já na outra modalidade, o preço sobe para U$ 199,00, mas o uso é infinito, sem taxas, nem nada, para sempre. E com cobertura em todo o território americano.

Twitter Peek já é considerado o Gadget do ano pela revista WIRED


Gadget : (do Inglês: geringonça, dispositivo, engenhoca, instrumento) é uma gíria tecnológica recente que se refere, genericamente, a um equipamento que tem um propósito e uma função específica, prática e útil no cotidiano. São comumente chamados de gadgets dispositivos eletrônicos portáteis como PDAs, celulares, smartphones, tocadores mp3, entre outros.

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Biocombustíveis: novas tecnologias podem virar o jogo da energia limpa

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Biocombustíveis: Novas tecnologias podem virar o jogo da energia limpa

É um objetivo muito difícil: nas próximas décadas o mundo terá que se libertar da sua dependência dos combustíveis fósseis e reduzir bem os gases de efeito estufa. As tecnologias atuais só podem nos levar até certo ponto; são necessários avanços revolucionários.

Eis um resumo de quatro tecnologias que, se derem certo, podem mudar radicalmente o cenário energético mundial.

Nada garante o sucesso, é claro. Essas tecnologias apresentam difíceis desafios de engenharia e algumas exigem grandes saltos científicos. E as inovações têm que ser implementadas a um custo que não torne a energia muito mais cara. Se der para conseguir tudo isso, qualquer uma destas tecnologias pode virar o jogo.

Energia solar baseada no espaço
Há mais de três décadas, visionários já imaginam captar a energia solar onde o sol sempre brilha — no espaço. Se desse para colocar painéis solares gigantes em órbita em torno da Terra, e enviar para a Terra até mesmo uma fração da energia disponível, eles poderiam abastecer qualquer lugar do planeta, ininterruptamente.

Essa tecnologia pode parecer ficção científica, mas é simples: painéis solares em órbita, a cerca de 35.000 quilômetros da Terra, enviam energia sob a forma de microondas para o solo, onde ela é transformada em eletricidade e conectada à rede elétrica. (Esses raios de baixa potência são considerados seguros.) Uma estação receptora em terra, com 1.600 metros de diâmetro, poderia produzir cerca de 1.000 megawatts — o suficiente para alimentar cerca de 1.000 residências nos Estados Unidos.

Central de energia solar no espaço

O custo de enviar esses coletores solares ao espaço é o maior obstáculo; assim, é necessário projetar um sistema leve o bastante para exigir apenas alguns lançamentos. Um punhado de países e empresas tenciona implementar a energia solar baseada no espaço dentro de cerca de dez anos.


Baterias melhores para Carros elétricos podem reduzir radicalmente o uso do petróleo e ajudar na despoluição do ar (se a energia elétrica adotar combustíveis de baixa emissão de carbono, como o vento ou a energia nuclear). Mas é necessário haver baterias melhores.

As baterias de íon de lítio, comuns nos laptops, são as favoritas para os veículos elétricos e híbridos do tipo “plug in”, que podem ser carregados numa tomada comum. Elas têm mais potência do que as baterias comuns, mas são caras e ainda não conseguem muita quilometragem por carga; o Chevy Volt, híbrido plug-in da GM que chega ao mercado no próximo ano, pode rodar cerca de 65 quilômetros só com a bateria. O ideal é que o carro elétrico alcance perto de 650 quilômetros por carga. Embora as melhorias sejam possíveis, o potencial das baterias de íon de lítio é limitado.

Uma alternativa, a bateria de lítio e ar, promete um desempenho dez vezes superior às de íon de lítio e poderia gerar a mesma quantidade de energia que a gasolina em relação ao seu peso. Como a bateria de lítio-ar suga oxigênio do ar para se carregar, ela pode ser menor e mais leve.

Há um punhado de laboratórios trabalhando nessa tecnologia, mas os cientistas crêem que sem uma descoberta revolucionária, ainda podem se passar dez anos até a comercialização.
Armazenamento de eletricidade Todo mundo está torcendo pelo sucesso da energia eólica e solar. Mas para o vento e o sol fazerem diferença, eles precisam de melhor armazenamento.

Uma maneira em estudo utiliza a energia produzida quando o vento está soprando para comprimir o ar em câmeras subterrâneas; o ar então vai para turbinas movidas a gás, fazendo-as funcionar com mais eficiência. Um dos obstáculos: encontrar grandes cavernas utilizáveis.

Ou então, baterias gigantes podem armazenar a energia do vento, mas algumas tecnologias já existentes são caras, e outras não são eficientes. Embora novos materiais para melhorar o desempenho estejam em estudo, grandes saltos tecnológicos não são prováveis.

A tecnologia de íon de lítio pode ser a mais promissora para o armazenamento na rede elétrica, onde não enfrenta tantas limitações como nas baterias para carros. À medida que o desempenho melhora e os preços baixam, as elétricas poderiam distribuir baterias de íon de lítio na periferia da rede elétrica, mais perto dos consumidores. Ali poderiam armazenar o excesso de potência gerado pelas fontes renováveis e ajudar a compensar as pequenas flutuações de potência, reduzindo a necessidade de usinas de reserva movidas a combustíveis fósseis.


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Uma Faculdade sem salas e professores

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Já havia me deparado com com esta “nova” abordagem de ensino na rede da qual faço parte http://www.ativistadainovacao.com.br/.  Na  época acabei por não publicar nada sobre o tema. Contudo, hoje me deparei no Twitter com um artigo veiculado pelo Filipe Iorio , @filipeiorio, editor do http://www.empreende.net/, no qual reproduzo na íntegra e indico.

Esta abordagem , como nos remete o autor, relembra , sim, a Academia de Platão. A única inserção que faria ao texto seria a de que, tirando-se os caminhos , esta filosofia já vem sendo usada em algumas outras universidades no mundo: onde o problema vem antes da resposta; onde a teoria é suporte à prática; onde o estudo de casos reais ( case) são usados como ponte para chegarmos ao conhecimento concreto. Uma nova cultura indispensável para o processo de Inovação

No Brasil, infelizmente, ainda estamos , desde as escolas profissionalizantes às universidades, tratando a teoria isoladamente da prática , ensinando o que não mais se usa, sem dar respostas nem ouvir as perguntas . Querem Inovar ? Repensem o ensino !


Segue a matéria do Filipe:

Na Finlândia, existe uma universidade um pouco diferente das demais em todo mundo. Nela, os alunos aprendem empreendedorismo na prática! Nada de perder tempo copiando textos gigantes na sala de aula.

Quando tomei conhecimento sobre a Team Academy, logo me lembrei da Academia de Platão, onde o principal objetivo não é transmissão de conhecimento, mas sim, o auxilio para o aluno formar o seu próprio conhecimento.

Confira uma parte da matéria publicada pela Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios:

TRABALHO EM EQUIPE

São apenas 60 alunos por ano, rigorosamente selecionados. Logo no primeiro dia de “aula”, eles se organizam em três grupos. “Trabalhar em time faz com que as pessoas se esforcem mais”, diz Henna, coordenadora da Tem Academy.

VIVÊNCIA EMPRESARIAL

Cada time se registra como uma empresa de verdade e tem que cumprir todas as obrigações fiscais. O lucro gerado pelo negócio montado durante o Team Academy — que chega a 400 mil euros por ano, é destinado em parte aos alunos e em parte à manutenção da escola. Cerca de 30% dos times dão tão certo que continuam como empresas após a conclusão do curso.

LIÇÃO DE CASA

Cada equipe tem que propor um projeto de verdade para grandes empresas (como Ford e Unilver) e executá-lo. No final, é escrita uma tese, em grupo ou individualmente.

COACHING

Em vez de um professor, os alunos contam com a ajuda de um coaching que auxilia no desenvolvimento dos projetos. A maioria dos treinadores são alunos graduados.

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MERCADO DE SOFTWARE LIVRE NO BRASIL ESPERA GERAR US$ 134 MILHÕES EM 2009

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Você pode até não pagar nada para usá-lo no seu computador, mas software livre não é de graça. Pelo contrário, é um mercado lucrativo. No Brasil, em 2008, movimentou US$ 106 milhões, aponta um estudo da consultoria E-Consulting, devendo pular para US$ 134 milhões em 2009.

“Hoje, o conhecimento não está mais concentrado, fica distribuído nas redes. Ninguém vai ganhar dinheiro com o código-fonte (como se fosse a receita de como é feito o software) e a cópia, mas na sua implementação, na possibilidade de customizar, dar treinamento na área. Esse é o modelo de negócios”,  explica Marcelo Branco, coordenador-geral da Associação Software Livre (ASL).

No FLISOL 2009,  em Aracaju-SE, o Professor Fábio Prudente, do Instituto Federal de Sergipe, em sua palestra Modelos de Negócios baseados em Software Livre, já tentava derrubar alguns mitos e preconceitos que ainda pesam sobre o conceito de Software Livre, principalmente quando relacionados à sua exploração como atividade lucrativa.

“Não pretendo evangelizar ninguém, nem afirmar que todos devem adotar o software livre em seus modelos de negócios. Quero apenas passar algumas informações, além da minha visão sobre o assunto, para que cada um tire suas próprias conclusões”, afirma Fábio

FABIO

Acesse a palestra Modelos de Negócios baseados em Software Livre”, na íntegra, AQUI


Fontes :
CLICRBS – Vanessa Nunes

Blog Fábio Prudente


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10 DICAS DE CONTEÚDO PARA CRIAR UM BOM CURRÍCULO

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curriculum-vitae

Imagem: Efetividade.net

1 – Nada de pressa. Prepare-se para dedicar algum tempo à tarefa de criar o seu currículo – ele não vai ficar pronto em 10 minutos, e certamente será um tempo bem empregado.

2 – Faça um diagnóstico. Procure se informar (no site da empresa, na imprensa ou de outra forma) sobre o que fazem as empresas para as quais você vai entregar o currículo, e que tipo de profissionais elas procuram. Escreva os currículos dando destaque às características que você tem e que se adequem ao perfil que a empresa deseja.

3 – Seja original. Para se inspirar, não há problema em ver modelos de currículos divulgados na imprensa ou em sites especializados, mas não os copie. Lembre-se que o seu avaliador provavelmente vai receber vários outros iguais a aquele modelo, e tudo o que você NÃO quer é ser apenas “mais um”

4 – Seja localizável. As informações de contato são essenciais. Elas devem vir no alto, em destaque, na primeira folha. Não procure ser mais extensivo do que o necessário: para a minha análise, basta ter o nome completo, telefone fixo, telefone celular e e-mail (todos devem estar atualizados e corretos). Informar múltiplos telefones fixos ou múltiplos e-mails deve ser evitado, a não ser que você tenha uma boa justificativa – o mínimo que se espera de um possível contratado é que ele consiga decidir qual o seu telefone e o seu e-mail de contato.

5 – Tenha um foco. Se você está procurando ao mesmo tempo uma colocação como professor de violão clássico e como programador web, faça um currículo separado para cada uma das vagas, sem misturar neles as aptidões tão diferentes entre si. Mas não tenha medo de mencionar (mas aí como nota adicional, sem destaque) no currículo para uma vaga técnica as suas aptidões artísticas ou humanas, ou vice-versa – as empresas não contratam robôs, e muitas vezes têm interesse em saber desde cedo como é a pessoa (e não apenas o profissional) que está contratando. O mesmo vale para atividades extra-curriculares, trabalhos voluntários e outros “extras”.

6 – Seja claro, direto e verdadeiro. Um ponto essencial é incluir a informação correta e completa, de forma direta e concisa. Tentar mascarar informações que a empresa vá descobrir depois é um risco desnecessário, e pode levar a uma posterior avaliação negativa simplesmente pelo fato de você ter tentado.

7 – Escreva de maneira informal, mas corretamente. Leia e releia, remova os erros de ortografia e gramática. Pontue, acentue. Entregue para alguém revisar, e verifique inclusive os dados e números. A última coisa que você quer é que o seu telefone de contato esteja errado. A penúltima coisa que você quer é que a presença de erros de digitação levem o seu avaliador a acreditar que você não é zeloso, ou que escreve mal.

8 – Seja seletivo. Dificilmente o seu avaliador desejará saber onde você fez o pré-escolar, ou o estágio obrigatório para se formar no segundo grau. É provável que ele queira saber se você fez cursos de informática ou de formação profissional em alguma área, mas o número de vagas para as quais é relevante a informação de que você fez curso de piano quando tinha 12 anos é bastante limitado. Incluir este tipo de detalhe no currículo é praticamente uma confissão de que o candidato não tem nada de mais relevante para informar, ou que não tem discernimento do que é importante. Duas boas razões para sair da pilha dos currículos que serão chamados para a entrevista…

9 – Inclua o essencial. Em um bom currículo, não podem faltar as informações de contato atualizadas, uma caracterização sobre você (nome completo, data de nascimento, cidade onde mora, estado civil, se tem filhos) dados sobre as experiências profissionais recentes (empregos, estágios – incluindo período e atividade desempenhada em cada um deles, no mínimo), a formação acadêmica (com detalhes apenas sobre as mais relevantes), e outras atividades e fatos que possam ajudar a definir você como profissional: participação em cursos e eventos, atividades como instrutor, atividades comunitárias, domínio de idiomas, aptidões adicionais (exemplo: dirigir, ter carro próprio…) e outros itens, desde que sejam relevantes para a vaga pretendida!

10 – Capriche no visual. Claro que a parte mais importante do seu currículo é o conteúdo, mas você definitivamente não deseja causar má impressão. Imprima com capricho, e entregue originais (e não xerox) do seu currículo em cada empresa. Se você tiver que corrigir alguma coisa, simplesmente edite e imprima de novo, nada de alterar escrevendo com esferográfica sobre o seu original desatualizado. Lembre-se que se você caprichar, o seu currículo pode ser o primeiro contato que a empresa terá com você. Mas se você não caprichar, é provável que ele seja o último.

E lembre-se sempre: nada de excessos. A sabedoria está no equilíbrio!

Veja  as 10 dicas de visual e formatação para criar um modelo de curriculum caprichado no Efetividade.net, de onde este texto foi extraído.

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ATENÇÃO FUNCIONÁRIO: SEU TELEFONEMA PODE SER/ESTAR GRAVADO

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Novo produto é lançado no mercado de TI :  foi esta a notícia estampada hoje no Portal WEB da Revista Fator:

B.I. Tecnologia lança produto essencial às empresas que prezam por economia e organização.

VOZ é o novo produto lançado no mercado pela B.I. Tecnologia. O novo gravador telefônico digital proporciona experiências fascinantes aos usuários que agora podem ter um controle muito maior de tudo o que acontece dentro da sua empresa. E a grande novidade: via internet.

O empresário poderá saber o que acontece em sua empresa de onde estiver.

Após adquirir o produto, o proprietário de uma empresa poderá gravar todas as ligações efetuadas e recebidas, ou acompanhá-las no momento em que estão sendo realizadas, e gerar um relatório detalhado com as diversas informações que necessitar.

Tempo de duração de uma ligação, quem atendeu ou quem efetuou a chamada e os procedimentos adotados durante o atendimento, são alguns dos benefícios que o empresário terá e que permitirá a ele ter um controle muito maior sobre a sua empresa, fazendo com que a conta telefônica diminua significativamente. Com esse controle que ele terá sob as ligações, poderá, até mesmo, promover treinamentos aos seus funcionários para melhorar algum tipo de atendimento que venha sendo realizado.

Ninguém falou em privacidade ! Só de coisa boa para o empresário. Perceberam ? Mas isto é algo cada dia mas usual no ambiente corporativo. O controle já é adotado sobre sua navegação na Internet ( existem vários programas “baratinhos” e gratuitos para isso) e agora será nas suas ligações telefônicas.

Não adianta espernear e reclamar. Estando claro no seu contrato , ou aditivo a ele, ou nas normas internas da empresa dando a devida ciência de que você está sendo monitorado, este processo NÃO É ILEGAL.

Logo, em ambiente de trabalho , faça como os três macaquinhos : não fale, não veja e não ouça nada que não seja ligado diretamente às suas atividades laborais. No máximo uma pausa para o café ( e cuidado para não ter câmera no local )

Alerta dado. Depois não diga que não avisei !

Quer conhecer o produto ? Acha que é “papo” ? Então CLIQUE AQUI

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CITAÇÕES

Se você não sabe para onde está indo, você provavelmente vai acabar em algum outro lugar. ( Yogi Berra )

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