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Sistemas de inovação serão avaliados no seminário THE BRICS EXPERIENCE

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A rede de pesquisas GLOBELICS (The Global Network for the Economics of Learning, Innovation and Capability-building Systems) e cinco grupos de pesquisadores a ela associados no Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul iniciaram em 2005, um grande estudo comparativo dos Sistemas Nacionais de Inovação destes países (BRICS).

O projeto BRICS tem como objetivo principal a análise comparativa das diferentes trajetórias e estratégias de desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação, a partir da perspectiva de Sistemas de Inovação. Em sua dimensão internacional, o projeto tem contado com apoio de instituições como o International Development Research Council do Canadá e a União Européia. No Brasil, o MCT, a Finep, o BNDES e o CGEE tem dado importante suporte à pesquisa.

THE BRICS EXPERIENCE

Como parte do Projeto BRICS está sendo organizado um Seminário Internacional, no Auditório Reginaldo Treiger do BNDES, Rio de Janeiro , de 16 a 17 de Novembro.

O objetivo principal do seminário é apresentar e discutir os resultados da pesquisa no período 2007-2009

Serão tratados:

  • A importância do financiamento nos respectivos sistemas de inovação nacionais.
  • O papel do Estado na evolução e dinâmica dos SIN ( Sistemas Nacionais de Inovação )
  • Pequenas e médias empresas nos SIN
  • P&D das empresas transnacionais
  • Impactos da desigualdade nos SIN
  • Os impactos da crise nos sistemas nacionais de inovação dos BRICS
  • Os principais desafios atuais para os respectivos sistemas nacionais de inovação, em especial as questões ligadas à sustentabilidade e às inovações voltadas aos mercados internos dos BRICS.

Mais informações : CLIQUE AQUI

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Encontro de “materiais verdes”

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ecoinovacaoA segunda edição da conferência Amazonic Green Materials Meeting (Encontro em materiais verdes), que acontece entre os dias 4 e 7 de agosto na Faculdade de Tecnologia da Universidade Federal do Amazonas(UFAM), contará com a participação de pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia(INPA).

As palestras dos cientistas Maria de Jesus Varejão e Ruy Sá Ribeiro, ambos da Coordenação de Pesquisas em Produtos florestais (CPPF) do INPA, acontecem respectivamente nos dias 5 (quarta-feira) e 7 (sexta-feira), de 12 às 13h.

O evento, que tem como foco o desenvolvimento de atividades de colaboração em química e compósitos verdes, vai contar ainda com a participação de engenheiros, professores e especialistas da área.

A engenheira química Maria de Jesus Varejão vai falar sobre suas pesquisas desenvolvidas no Instituto, que, segundo ela, beneficiam a população com a redução do uso de materiais poluentes. “Estamos trabalhando com fibras, ou seja, a parte química da produção destes materiais, como folhas e serragens, valorizando o reaproveitamento florestal”, ressalta.

Maria de Jesus destaca que a intenção da pesquisa é popularizar cada vez mais a utilização desses resíduos na produção de novos materiais e divulgar os resultados à sociedade. “O objetivo do evento é fazer maior divulgação do assunto e mostrar que hoje existem muitos trabalhos desenvolvidos a partir de materiais verdes”, enfatizou.

“Química verde”

O termo “química verde” está relacionado aos projetos de produtos químicos e processos que reduzem ou eliminam a geração e o uso de substâncias perigosas, segundo explica o engenheiro civil Ruy Sá Ribeiro, o outro palestrante do Inpa que participa do evento.

Além da movelaria, outros setores utilizam-se da construção sustentável, como a “Casa ecológica modular para a Amazônia”, um projeto desenvolvido na (CPPF) do Inpa e que já recebeu prêmios como o “Professor Samuel Benchimol”, conquistado em 2007.

Segundo Ribeiro, essas alternativas ajudam a diminuir o uso de equipamentos eletrônicos, como o ar condicionado. “Buscamos os recursos naturais renováveis, utilizando tecnologias mais modernas que diminuem a agressão florestal e também os custos”, declarou.

A ficha de inscrição encontra-se disponível no site da UFAM e deve ser entregue no Núcleo de Materiais – Bloco da Pós-Graduação da Faculdade de Tecnologia, ou pelo e-mail nutec@ufam.edu.br. O credenciamento inicia a partir desta terça-feira (04), entre 9h e 16h. Serão oferecidas 100 vagas para o evento.

Núcleo de Comunicação Digital (NCD)
Assessoria de Comuniação Social (ASCOM)
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA)

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Ciência na escola

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Raymundo Lima para o Jornal Diário de Maringá
Psicológo, Dr em Educação e professor da UEM


Nesse espaço de jornal, reconhecemos a contradição do nosso Brasil: saltou do 15º para o 13º lugar no ranking mundial em publicação de artigos científicos, mas é o 52º lugar no ensino de Ciências, e 53º de Matemática, dentre 57 países. Ou seja, os indicadores apontam que estamos bem nas pesquisas e mal no ensino.

Nossos professores não aprendem ‘como’ ensinar os conhecimentos sistemáticos, conforme sua área de conhecimentos. O ministro da educação, Fernando Haddad, promete corrigir essa falha propondo revisão nos cursos de formação de professores, e observa ainda que quase não há livros de didática específica, que orientem sobre como ensinar história, matemática, português, enfim, cada área de conhecimento.

Ainda, é preciso admitir que os professores não conseguem desenvolver uma atitude genuinamente científica no ato de ensinar, isto é, de ensinar com pesquisa.

Se é verdade que os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) esvaziaram os conteúdos tradicionais do ensino, as Diretrizes Curriculares do Paraná preparam didaticamente os professores sobre a ‘arte e técnica’ de ensinar? Ou reproduzem a tradição conteudista?

Uma entrevista com o ex-ministro da educação do Chile, Ernesto Schiefelbein, 74 anos, nos provoca algumas ilações por que nosso ensino vai mal.  A formação dos professores necessita de mais aprendizado sobre os fundamentos da ciência, bem como metodologia, história e filosofia da ciência.

Esse aprendizado deve ser necessariamente realizado com o professor se tornando um professor pesquisador (sem hífen). Não se trata de levar o professor a ser um profissional da pesquisa, mas sim, de ele adquirir uma atitude mais problematizadora da realidade e questionadora das teorias aprendidas como se fossem verdades absolutas.

É preciso que saibam provocar diálogos entre autores e teorias, em vez de apenas seguir os argumentos de uma autoridade e sua teoria infalível.

Afinal, ciência só é genuína se for aberta ao diálogo sistemático, ao confronto entre idéias, teorias e métodos. Ser bom professor hoje não é inculcar a “sua” teoria nos alunos, como se esta fosse um texto sagrado, mas sim, confrontá-la com a realidade dos fatos e dos fenômenos.

Infelizmente, a memorização é o método aplicado, em média, por 80% dos professores nas escolas públicas e particulares de países da América Latina, segundo as pesquisas. Paulo Freire o denominou de “bancário”, porque os alunos apenas repetem o que o professor falou ou leu nos livros.

Até mesmo numa boa universidade existem professores que só aceitam como válido, nas provas, frases reproduzidas igual ao texto original. Pior é quando esse estilo tradicional de exercer a docência se justifica como seguidor do método histórico-cultural, construtivista, paulofreriano, etc.

Ingenuidade ou cinismo? Temos uma tradição de seguir esses modismos pedagógicos, talvez para não enfrentar a angústia da realidade complexa da nossa escola. O ato de pensar para além dos modelos prontos, com suas certezas, nos dá medo.

Curioso que, “os professores do Brasil ou do Peru dizem que o que eles mais prezam numa sala de aula é a criatividade. Isso poderia até indicar algo positivo. A criatividade, afinal, está na base da investigação científica. Mas não é esse o caso. Em países da América Latina, ser criativo é o mesmo que ‘improvisar’ diante dos alunos”, diz Schiefelbein.

Também falta visão nos sindicatos de professores nos países da AL: eles estão mais preocupados com conquistas a curto prazo (melhorar o salário, plano de carreira), mas não se envolvem em projetos de capacitação dos professores, e não aceitam as propostas que valorizam os profissionais mais comprometidos com a educação.

“Os sindicatos passam ao largo dos verdadeiros problemas da educação – e dos indicadores. Ignoram, por exemplo, algo que já foi suficientemente demonstrado: que conceder aumento de salário a todos, sem considerar o que cada um produz, não funciona no longo prazo”, alerta Schiefelbein.

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COMPUTAÇÃO VOLUNTÁRIA: “EMPRESTE” SEU COMPUTADOR PARA PROJETOS CIENTÍFICOS

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Mesmo acreditando que seu PC não chega nem perto de ser tão rápido quanto deveria, saiba que ele pode, sim, ser considerado um supercomputador – ou pelo menos parte disso.

Essa é a proposta dos sistemas de computação distribuída, também conhecidos como computação voluntária, que utilizam a capacidade de milhares de máquinas ociosas espalhadas pelo mundo para processar grandes quantidades de informação.
Quando combinada, a capacidade de processamento de computadores pessoais pode trazer resultados impressionantes. O projeto World Community Grid, do qual particularmente faço parte, por exemplo, já registrou mais de 1 milhão de computadores que realizaram, nos últimos quatro anos, o equivalente a 188 mil anos de processamento de dados em diversas áreas.


…Mesmo um supercomputador seria cerca de cem vezes mais lento do que o nosso sistema, diz o Folding@home, que usa a capacidade de 350 mil processadores de voluntários.

computação voluntária é freqüentemente chamada de grid computing, mas este segundo termo é mais específico para o uso de capacidade ociosa dentro de organizações, e não de computadores pessoais. Por realizarem o processamento quando as máquinas dos voluntários estão ligadas, mas não em uso, essas iniciativas teoricamente não tornam os PCs mais lentos.

Voluntários dessa comunidade doam, no mundo todo, a cada semana, o equivalente a 1,4 mil anos do tempo de suas máquinas para pesquisas sobre o combate ao câncer, à Aids , à dengue, à fome, gripe, testes de novas fontes de energia, distrofia muscular e etc.

Não fiquem preocupados com a segurança e a performance do seu computador. Sou um dos voluntários da World Community Grid (WCG) há mais de 4 meses e nada foi invadido, nem meu PC ficou mais lento.

A WCG é baseada em programa desenvolvido pela IBM e as comunidades científicas mundias envolvidas partem de instituições como : AFM (French Muscular Dystrophy Association),CNRS (French National Center for Scientific Research)Universite Pierre et Marie CurieENS LyonUniversité Paris XINational Institute of General Medical Sciences, Department of Chemistry and Chemical Biology, Harvard University, Department of Chemical Engineering, Stanford University, Massachusetts Institute of Technology, dentre tantas outras instituições respeitadas mundialmente.

Faça parte e ajude! Muito simples. Basta entrar no site World Community Grid, baixar o programa da IBM e seguir as instruções. Pronto ! Você estará ajudando pesquisadores de todo o mundo a encontrar soluções para a sociedade global.


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280 Bolsas de Estudos no Brasil e Exterior

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Estão abertas as inscrições para mais de 280 bolsas de estudos oferecidas pela TWAS (Academia de Ciências para o Mundo em Desenvolvimento) para pesquisadores que desejam cursar o doutorado ou o pós-doutorado ou realizar pesquisa avançada em países em desenvolvimento.

Também há oportunidades para que pesquisadores visitantes seniores realizem visitas de curta duração à China e à Malásia.

bolsas_de_estudoAs bolsas são oferecidas em cooperação com agências e organismos nacionais de ciência e tecnologia, universidades e centros de pesquisa. O Brasil participa da iniciativa por meio do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

Além do Brasil, os países participantes do programa da TWAS são China, Índia, Malásia, México e Paquistão. A primeira restrição à participação é que os interessados não podem se candidatar para bolsa em seu próprio país. Também serão considerados inelegíveis candidatos que já residam no país almejado para estudar. Os demais critérios são específicos de cada país:

FONTE : UNIVERSIA

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Inventores Europeus do Ano

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Prof. Adolf Goetzberger

Prof. Adolf Goetzberger

O Escritório Europeu de Patentes (EPA) e a Comissão Européia anunciaram durante o Fórum Europeu de Patentes, em Praga, os ganhadores do prêmio Inventor Europeu do Ano de 2009.

O prêmio é o oferecido em quatro categorias: Conjunto de Obra, Indústria, Pesquisa e Inventor não-europeu.

Na categoria Conjunto de Obra, o premiado foi o alemão Adolf Goetzberger, considerado o pai do uso comercial da energia solar.

O prêmio da Indústria foi para o americano Brian Druker e o suíço Jürg Zimmermann, pelo desenvolvimento do medicamento anticancerígeno Glivec.

Na premiação de Pesquisa, o francês Joseph Le Mer convenceu a comissão de especialistas com invenções para tornar mais eficientes e menos poluentes os sistemas de calefação.

Na categoria Inventor não-europeu, o chinês Yiqing Zhou foi premiado pelo desenvolvimento de um remédio menos dispendioso contra malária, baseado em substâncias ativas vegetais.

Entre os finalistas da categoria Conjunto da Obra também estava a bioquímica alemã Maria-Regina Kula, cujas pesquisas possibilitaram a produção de medicamentos mais sustentável e menos nociva ao meio ambiente.

Uma das publicações do Prof. Adolf

Uma das publicações do Prof. Adolf

Clique sobre a capa do livro para
baixá-lo gratuitamente

Neste ano, os temas energia, meio ambiente e saúde dominaram as indicações. Um júri internacional selecionou 12 inventores de dentro e fora da Europa que, com suas inovações patenteadas, contribuíram para vencer doenças, desenvolver novas fontes energéticas, aprimorar medidas de segurança e possibilitar novas formas de mobilidade.

Para o comissário europeu de Empresas e Indústria, o alemão Günter Verheugen,

“esse prêmio mostra que a Europa dispõe de potencial para desenvolver invenções realmente revolucionárias, de que hoje precisamos urgentemente para impulsionar o crescimento da nossa economia”.


Referência : BBC

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Honda anuncia entrada no mercado de Bioetanol

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bioetanolA Honda anunciou que vai construir um centro de pesquisa e desenvolvimento para a produção do bioetanol. Um acordo foi assinado com o governo da província de Chiba (nas proximidades de Tóquio) e com o Kazusa Akademia Park, instituto de estudos relacionados à biotecnologia.

As obras do centro começam em este mês e devem ser concluídas em novembro. São 1.050 metros quadrados de área construídas, em um terreno de mais de 5 mil metros quadrados dentro do Kazusa Akademia Park.

Em 2006, a Honda deu início a pesquisas em parceria com o Research Institute of Innovative Technology for the Earth para a produção do bioetanol. Agora, o novo centro possibilitará a aplicação prática das descobertas e seu teste em larga escala.

No Brasil

O Centro de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE) ainda está em construção em espaço do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), no Pólo Ciatec II de Campinas (SP), mas um grupo de 20 pesquisadores trabalha ativamente na montagem dos três projetos básicos do centro: a instalação de uma planta semiindustrial de hidrólise enzimática (processo que utiliza água e enzimas para obter etanol de celulose de qualquer fonte vegetal, especialmente resíduos agrícolas); o desenvolvimento de uma máquina de mecanização de baixo impacto que permitirá a implantação do plantio direto na cultura de cana, a exemplo do que se faz com soja e milho; e a busca de metodologias para analisar o impacto econômico, social e ambiental da implantação de novas tecnologias na cadeia produtiva da cana e do etanol.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou no início deste mês  a terceira usina de biodiesel da Petrobrás, em Montes Claros (MG). Batizada como Usina de Biodiesel Darcy Ribeiro, a nova unidade tem capacidade para produzir 57 milhões de litros de biodiesel por ano. A unidade pode operar com matéria-prima de origem vegetal ou animal (sebo bovino), além de óleos e gorduras residuais usados em fritura de alimento. A empresa dará prioridade à agricultura familiar. Para o suprimento de matéria-prima já foram contratados 8.200 agricultores familiares, sendo 7 mil para fornecimento de mamona e girassol, mil para macaúba e 200 para soja. A meta é alcançar 20 mil agricultores familiares.

Em Sergipe

Núcleo Regional de Competência em Petróleo, Gás e Biocombustíveis - NUPEG-SE é destinado a desenvolver atividades de pesquisa, ensino e extensão em áreas relacionadas às temáticas de petróleo, gás natural, energias renováveis e meio ambiente. O NUPEG terá uma área total construída de 9.739,92 m² com investimentos da ordem de R$ 40 milhões.

Em março deste ano foram iniciados os trabalhos para o segundo plantio de girassol destinado à produção de biodiesel em Sergipe. Cerca de cinco mil famílias de 45 municípios estão sendo cadastradas para participar.  Elas irão receber 20 toneladas de sementes selecionadas a serem fornecidas pela Petrobrás. Em 2008 foram cultivados 3600 hectares com girassol, cultura escolhida por sua alta produtividade quando associada às condições climáticas favoráveis, como é o caso de Sergipe.

O Programa Sergipe de Biodiesel envolve mais de 30 instituições públicas, privadas e de pesquisa, associações e cooperativas de produtores. A Embrapa-Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, por exemplo, desenvolveu as sementes de girassol que têm alto poder de germinação. O Governo do Estado garante a assistência técnica. O Sebrae-Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas contribui com a capacitação de técnicos e produtores. A Petrobras compra toda a produção e o SergipeTec-Sergipe Parque Tecnológico atua como um articulador das ações.

Aqui o girassol está sendo cultivado em consórcio com outras culturas como laranja e maracujá e todos os produtores fazem parte do segmento da agricultura familiar. Cada família pode plantar apenas um hectare de girassol, para evitar que haja substituições de culturas como ocorreu em outras regiões do mundo

, explica Ângela Souza, diretora de tecnologia do SergipeTec.


Referências : Terra-Invertia , SEDETEC/SE, Portal UFS


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CITAÇÕES

Pensar é fácil. Agir é difícil. Agir conforme o que pensamos, isso ainda o é mais. ( Goethe )

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