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Brasil, África do Sul e Índia discutem projetos para pequenas empresas

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por Vanessa Brito, da Agência Sebrae de Notícias.


O convênio de cooperação internacional entre as instituições apoiadoras das micro e pequenas empresas será tema do IV Encontro de Cúpula Tri-Nations, hoje, quarta-feira (14), no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília.


Dirigentes e técnicos do Sebrae, Seda (Small Enterprise Development Agency), da África do Sul, e NSIC (National Small Industries Corporation), da Índia, estarão presentes ao evento, assim como representantes de órgãos federais que possuem programas de intercâmbio internacional.


Banco de Imagens : http://www.sxc.hu/


Durante o evento  as três instituições vão fazer um balanço dos resultados obtidos da cooperação em prol do desenvolvimento dos pequenos negócios.


No Brasil, se destacam os seguintes frutos: o programa de Agentes Locais de Inovação do Sebrae, cuja idéia foi importada da Índia; a Bolsa de Negócios, que está sendo preparada e traduzida para integrar as bases das três instituições, visando a identificação e localização de empresas compradoras e fornecedoras credenciadas na Índia e África do Sul pelos empresários brasileiros e vice-versa; e a transferência de conhecimento e metodologias do Sebrae, por meio dos cursos de capacitação, que estão sendo ministrados aos técnicos da Seda (África do Sul).


Outra ação a ser implementada é o Programa de Incubação Cruzada, em fase final de elaboração:


” Trata-se de iniciativa muito interessante, pois vai identificar incubadoras e parques tecnológicos com capacidade de abrigar empreendedores e empresas brasileiras, indianas e sul-africanas nos três países”, explica Vinicius Lages, gerente da Unidade de Assessoria Internacional (Uain) do Sebrae.


Esse programa visa facilitar a internacionalização das micro e pequenas empresas e de seus produtos e serviços, permitindo o cruzamento de interesses, acrescenta. “Estamos construindo pontes e uma plataforma comum que possibilitará às empresas ter penetração nesses mercados, por meio do estabelecimento de boas relações internacionais, que geram informações relevantes para a inteligência de mercado e o posicionamento da MPE dos três países”, ressalta Vinicius.

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Em dois anos 50% das organizações do mundo terão criado suas próprias plataformas de redes sociais.

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por CIO

De acordo com o Gartner, em dois anos, 50% das organizações do mundo terão criado suas próprias plataformas para permitir uma troca de informações entre funcionários.

As empresas precisam estar preparadas para lidar com as redes sociais como mais uma ferramenta de TI. A constatação faz parte de um recente relatório do Gartner, no qual a consultoria afirma que, até 2014, esse tipo de plataforma deve subsitituir o e-mail como principal ferramenta de comunicação interpessoal para 20% dos usuários corporativos.

O vice-presidente de pesquisas e responsável pela área de portais, conteúdo e colaboração do Gartner, Mark R. Gilbert, alerta ainda que as áreas de TI precisam aprender em sintonia com os departamentos de negócio para dar a devida atenção às redes sociais e transformá-las em vantagem competitiva para as organizações.

Acompanhe as três grandes tendências do Gartner em relação às redes sociais no ambiente corporativo e entenda como as organizações devem responder a essas novas demandas :

Até 2012, mais de 50% das organizações terão criado suas próprias redes sociais, com o intuito de tornar-se uma plataforma para troca de informações entre funcionários.

No entanto, essas iniciativas não devem ter o mesmo sucesso que as redes sociais abertas. Isso porque, no ambiente corporativo, a troca de dados entre funcionários da empresa não será tão apreciada quanto a comunicação estabelecida pelos usuários de ferramentas como o Twitter e o Facebook.

Segundo o vice-presidente de pesquisa do Gartner, Jeffrey Man, a popularidade do Twitter vem exatamente de sua escala universal. Mas quando limitada ao ambiente empresarial, a ferramenta perde seu caráter livre e passa a ser desprezada pelos usuários.

Até 2014, as redes sociais devem substituir o e-mail como principal ferramenta de comunicação interpessoal para 20% dos usuários corporativos.

Por isso, nos próximos anos, grande parte das empresas deve direcionar esforços para criar redes sociais internas e políticas de segurança que permitam o acesso de seus funcionários a sites como o Twitter, LinkedIn e Facebook do ambiente de trabalho.


Mais do que isso, a consultoria aconselha que as organizações criem estratégias de governança de longo prazo, para garantir a integridade dos dados transacionados por funcionários, clientes e parceiros e avaliar como essas novas plataforma de comunicação corporativa podem gerar vantagens ao negócio.

Até 2015, apenas 25% das empresas utilizarão ferramentas de análise das redes sociais internas para melhorar o desempenho das organizações e a produtividade das equipes.

Embora a avaliação dos fluxos de informações e índices de interação entre os usuários, parceiros e clientes seja indispensável às companhias que investem na adoção da Web 2.0, é preciso tomar alguns cuidados no momento de coletar os dados. Isso porque, quando sabem que são monitorados, os funcionários não agem naturalmente nas redes sociais. Ao mesmo tempo, os clientes, quando perguntados sobre a utilidade das ferramentas colaborativas em suas decisões de compra, não são 100% sinceros.

Antes de pesquisar a influência das mídias sociais em seus públicos, as organizações devem garantir quesitos como privacidade dos usuários, privacidade das informações coletadas e outras questões que encorajem os participantes a responder honestamente aos levantamentos realizados.


SUGIRO A LEITURA DE OUTROS ARTIGOS DO CIO, COMO O SEU ACOMPANHAMENTO :

Redes sociais: como utilizar as ferramentas para gerenciar equipes

90% das corporações proíbem o acesso às redes sociais

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Conferência Internacional sobre Redes Sociais

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Idealizada por Augusto de Franco, coordenador da Escola-de-Redes , a Conferência Internacional sobre Redes Sociais acontecerá em março deste ano na cidade de Curitiba.

De um grande sonhador se faz sonhos concretos:

Este é o caso de Augusto de Franco e das 3.149 pessoas, até o dia de hoje,  que ele conseguiu reunir na Escola-de-Redes para discutir e investigar  redes sociais e a criação e transferência de tecnologias de netweaving.

Em mais um novo sonho “quase” concretizado ( pois Augusto ainda precisa da ajuda de todos ), trará ao Brasil, dentro da programação da Conferência Internacional de Cidades Inovadoras, nomes como :


Clay Shirky (Nova York) – palestrante internacional com grande projeção no momento, Shirky  é escritor e professor de Efeitos Econômicos e Sociais das Tecnologias da Internet e de New Media na New York University ,

Steven Johnson (Nova York) – palestrante de renome internacional, autor de 6 best-sellers sobre intersecção entre ciências, tecnologia e experiências pessoais. Seus livros têm influenciado desde a forma de campanhas políticas utilizarem a internet até as idéias mais inovadoras de planejamento urbano, passando pela batalha contra o terrorismo do século 21 ,

Pierre Lévy (Ontário) – filósofo, escritor e professor do Departamento de Comunicação na Universidade de Ottawa, Canadá e da Universidade Paris VIII. Lévy estuda o conceito de inteligência coletiva e sociedades baseadas no conhecimento. É um pensador mundialmente reconhecido no campo da cibercultura,

José Pacheco (Portugal) -  educador, escritor, mestre em Ciência da Educação. Idealizador e coordenador da famosa Escola da Ponte, projeto educativo baseado na autonomia dos estudantes,

e as grandes mentes brasileiras como a de Clara Pelaez Alvarez ( São Paulo ) – analista de sistemas pela PUC de São Paulo, CEO da Neuroredes, empresa brasileira de consultoria em gerenciamento e especialista em Neurometria: mapeamento, desenho e análise de redes de conhecimento – e a do próprio Augusto de Franco (São Paulo), netweaver da Escola-de-Redes e autor de mais de vinte livros sobre desenvolvimento local, capital social, redes sociais e democracia.

Conferência Internacional sobre Redes Sociais

Participe e/ou ajude a Divulgar !

Inscrições e mais informações: http://escoladeredes.ning.com


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Redes Colaborativas produzem melhores ideias

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Um aspecto fundamental da Inovação  é a capacidade de coletar e processar ideias .

O professor Ronald Burt, da Universidade de Chicago, estudou a dinâmica do compartilhamento de idéias, ainda em 2003,  escrevendo  um trabalho acadêmico publicado no American Journal of Sociology intitulado Structural Holes and Good Ideas.

Structural Holes, “Buracos Estruturais” , são as lacunas que existem entre as pessoas e grupos de pessoas dentro das organizações.  Segundo ele, cada organização tem a sua lacuna, o seu buraco estrutural.  Eles representam uma falta de comunicação entre as pessoas e são um fator limitante na capacidade das empresas em gerir idéias, possuir maior grau de agilidade  e sensibilidade  às mudanças.

“A Geração de ideias, em algum ponto, envolve o conhecimento de alguém que se desloca a um grupo ou a outro , ou a combinação de pedaços de conhecimento entre os grupos”, afirma Burt.

Sua pesquisa demonstra que a sua hipótese é verdadeira: melhores ligações sociais implica em melhor geração de ideias.

O gráfico abaixo é um exemplo de um sociograma. Sociogramas são utilizados na análise de redes sociais para identificar as conexões e a força das relações entre pessoas e grupos.

sociograma

Nosso mundo social realmente gira em torno de um núcleo forte de relações entre pessoas que se conhecem,ou estejam “conectadas”.

Professor Burt descreve quatro níveis de mediação para a geração crescente de valor:

1. Matenha todos do grupo cientes de seus interesses e dificuldades;

2. Transfira as melhores práticas;

3. Mostre as  analogias entre os grupos que aparentemente são irrelevantes para os outros;

4. Sintetize as crenças e comportamentos que combinam elementos entre os grupos.

Estar bem conectado resulta na geração de idéias de alta qualidade.

A idéia chave aqui é expandir o círculo de colaboração além de um grupo específico de pessoas na organização . Redes mais amplas, incluindo-se  as que estão fora da empresa, alavancam a colaboração e , por consequencia, aperfeiçoam a capacidade de coletar e reter melhores idéias.

Não é a primeira vez, nem será a última, que escrevo sobre este tema :

Criação coletiva para inovar

Ninguém é uma ilha no mundo da inovação

Qual a melhor ideia para a sua empresa ? Simples: deixar que todos tenham ideias

Insistirei enquanto vir a relação força-poder hierarquizada, a manutenção do status-quo, a proibição anacrônica do acesso à Internet no interior das empresas e uma cultura imbecil dos “grandes” executivos e empresários ao achar que são donos da verdade e que seus funcionários(as) não passam de bombeiros e músculos.

Para acessar o artigo do Professor Ronald Burt, clique no link a seguir :

[Download not found]


SOBRE O AUTOR:

Edson Menezes ( clique no link para  maiores informações ) é professor do Instituto Federal de Sergipe, engenheiro eletricista por formação e professor por paixão.  Editor do site http://openinnovatio.org/

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