Tag Archive | "redes sociais"

25% de usuários afirmam usar rede social para auxiliá-los no processo de compra

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A Frost & Sullivan divulgou uma pesquisa sobre redes sociais com usuários de internet no Brasil produzida durante o mês de junho de 2010.


O estudo analisou a atual penetração dos usuários em diferentes redes sociais, assim como as características de uso e a influência das redes no processo de compra de produtos e serviços dos consumidores.

Dentre os usuários que possuem redes sociais, pelo menos 25% afirmaram ter utilizado alguma rede social para auxiliá-los no processo de compra de um produto nos últimos seis meses.

A utilização de ferramentas de vídeo e pesquisa sobre empresas em fóruns e comunidades se destacam como as mais populares.

De acordo com o analista de pesquisa da Frost & Sullivan, Fernando Belfort, cada rede social possui um perfil bem específico com relação a idade e escolaridade. Estas características se tornam mais evidentes quando levado em consideração os consumidores que já utilizam esses serviços em seus processos de compra.

Para o especialista, as redes sociais se tornaram extremamente populares no Brasil. Ele lembra que mais de 60% dos usuários de internet que possuem redes sociais, estão cadastrados em mais de duas redes ao mesmo tempo.

FONTE : Financial Web, com informações da IT Web

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Marketing nas Redes Sociais : saiba o porquê sua empresa não pode ficar de fora

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Fonte do Vídeo : Canal lapublicidadedigital

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Amazon registra patente de rede social

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Conforme notícia publicada no Olhar Digital (com novo portal, que recomendo a todos ) a gigante Amazon entrará na “guerra” das redes sociais.

Entre os trechos especificados na patente,  registrada no Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos, há descrição de um sistema que permite ao usuário se relacionar com seus contatos, além de apresentar notificações de atualização sempre que os contatos alterarem qualquer informação.

Parece que a Amazon está querendo expandir suas atuação no mundo virtual. Voltada para compras online, a empresa também vem oferecendo serviços de computação em nuvem. Talvez essa patente seja mais uma tentativa de expandir o público alvo da Amazon.

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Quem tem medo das mídias digitais?

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por Ramiro Gonçalez (Professor de Inteligência de Mercado e Mídias da FIA e Mestre em Ciências da Comunicação pela USP. Autor do livro: Que crise é essa?)


Era 25 de maio de 1995 quando o primeiro site brasileiro entrou em funcionamento na web – www.bradesco.com.br. A época eu trabalhava no mercado financeiro e havia dúvida entre os executivos se valeria o esforço de entrar na internet, se era um modismo, se haveria volume de uso, e tantos outros ‘ses’. Agora não há mais o SE. Marcas que pensam web já transgridem conceitos arraigados no marketing. Exemplo disso foi o ocorrido nos dias 21 e 22 de maio. Quem acessou o Google percebeu que o logo estava diferente. Nada de novo. Rotineiramente o Google faz isso (basta lembrar a homenagem que fez ao Rio de Janeiro quando ganhou a sede das Olimpíadas de 2016). Ocorre que este era um “doodle” (logo comemorativo) jogável.

Interessante como o Google se dá a liberdade de transgredir regras estabelecidas (e muitas vezes ultrapassadas). Quantas vezes aprendemos que o logo é sagrado e não pode ser alterado? A empresa inverteu a lógica e permitiu que o Pac-Man fosse jogado pelo usuário dentro da marca Google. Para jogar bastava ir para a página inicial do Google e clicar “Insert Coin”, que substitui a frase “Estou com sorte”. O controle do Pac-Man ficava nas setas do teclado. O som era o original do Pac-Man. Mas não era somente isso, havia uma pegadinha no jogo. Se você clicasse duas vezes no botão “Insert Coin” você poderia interagir com outro jogador.

Eu somente percebi a brincadeira na terceira busca. Parece que não estava só. Uma pesquisa do instituto americano RescueTime, informa que 75% das pessoas que viram o cenário do Pac-Man no lugar do logo não perceberam que o doodle era jogável.  O que realmente importa é que 25% perceberam. É uma enorme audiência que interagiu com a marca. Além disso, em média os internautas passaram 36 segundos a mais na página inicial do Google, em comparação com dias comuns. A marca literalmente interagia com seu usuário. Ações como esta mostram como dogmas de comunicação e publicidade podem desmoronar no mundo on line.
Seria redundante agora se mostrar espantado com isso. Todos conhecem o impacto que houve na vida cotidiana e nas empresas. O que surpreende são mudanças no mundo real causadas pelo mundo virtual. Existem várias: conhecimento colaborativo, liderança em rede e relacionamento marca-consumidor. Este último é o que nos interessa do ponto de vista de modelos de negócios. Nas décadas de 80 e 90 foram montados os SACs das empresas onde reclamações, dúvidas no uso de produtos e sugestões eram gerenciadas pelas empresas (com o objetivo de preservar o valor de suas marcas). A web trouxe uma nova perspectiva para o SAC. Por que não trazer para o SAC as propriedades das redes sociais? Que tal fazer o consumidor responder dúvidas de outro consumidor?

A princípio a ideia é estranha para quem está acostumado ao mundo analógico, mas aos poucos esse novo relacionamento marca-consumidor vai mostrando seus benefícios. A Nokia estimula que usuários de seus produtos criem blogs para responder dúvidas no uso de aparelhos específicos de sua linha de celulares. O Boticário incentiva meninas a trocarem experiências sobre maquiagem e perfumes. O  Santander propicia no twitter que clientes compartilhem sugestões e também críticas a seus produtos e serviços.

A ideia é interessante, pois o consumidor pode explorar com outros as melhores práticas e usos dos produtos. Várias empresas de pesquisa já perceberam isso e lançaram sistemas de monitoramento de redes sociais. Cito alguns sistemas de uso regular por grandes anunciantes: BuzzMetrics, VideoCensus e E-life. Quem pretende trabalhar com CRM ou SAC deve ficar atento a esses novos usos da web.

Evidente que a solução é mais complexa para ser implantada. Há o risco de se expor a críticas (sempre maiores que elogios). Exige monitoramento e mediação dessas interações entre consumidores. Mas parece ser irreversível. Sempre lembro a resposta que o Conde Francisco Mattarazzo- em 1940- deu a um profissional que solicitava telefones para as áreas de produção e comercialização de suas empresas: “Construí este império sem o telefone…” Em duas décadas o grupo entrou em decadência. Era o tempo analógico, lento, pastoso e com mudanças incrementais. Parece que agora a lógica é outra: ruptura ao invés de pequenos avanços.

Os processos que criam inovação na rede têm algumas características: são aleatórios, pouco replicáveis e gerados por indivíduos sem nenhum apego às mídias tradicionais. Isso explica também a grande ocorrência de insucessos entre as novas ideias. Mas será assim mesmo: 1 sucesso para cada 10 erros. Por isso é fácil entender a resistência dos executivos em perceber o que está acontecendo. Os profissionais que têm o poder de decisão foram criados no auge da TV aberta e das mídias impressas no Brasil. É um conforto trabalhar com conceitos familiares. Entretanto, quem tem a intenção de viver o futuro não pode se amarrar ao passado. O que não pode ser confundido com aceitação cega das novidades. Meu conselho: mantenham sempre na equipe alguém familiarizado com o mundo virtual e deixe espaço para as ideias malucas que trouxer. Uma delas vinga!


Publicado originalmente por HSM Online ( Recomendo seguir: grande fonte de conhecimento)

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Rede social ganha importância de call center

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Para o grupo de supermercados Sonda estar presente na web é um dos alavancadores do negócio


A criação de perfis do Sonda nas redes sociais estabeleceu relação positiva entre empresa e cliente. De acordo com o CEO e CFO do supermercado, Roberto Moreno, estar presente na web acarretou importantes ganhos para a companhia.

Confira a entrevista do executivo concedida ao programa Em Foco da Financial TV durante debate, promovido pela IT Mídia na última quinta-feira (20), que abordou os riscos das redes sociais no ambiente corporativo.


Mais vídeos indicamos : http://www.financialweb.com.br/webcasts/

Videotecas sobre Inovação , Mercado e Empreendedorismo

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Twitter lança plataforma de publicidade

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Chega hoje, 13 de abril,   um novo serviço ao Twitter: o Promoted Tweets . A ferramenta permite que empresas enviem aos usuários da rede social anúncios em forma de mensagens comuns.

Os usuários podem não ficar satisfeitos com a iniciativa do Twitter, classificando assim as mensagens como spam. Porém, essa é a primeira inicitativa da companhia para tornar a rede social rentável.

De acordo com a companhia, as mensagens pagas indicarão “promoted” e, inicialmente, 10% dos usuários receberão os anúncios. Entre os anunciantes estão Red Bull, Sony e Starbucks.

No futuro, os tweets publicitários poderão ser incluídos entre os textos escritos pelo próprio usuário, mas a companhia busca, primeiramente, saber como será a aceitação dos usuários da rede social. Havendo desinteresse, as publicidades não serão mais oferecidas.

Fonte : Olhar Digital

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86% de donas de casa estão em redes sociais

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Se a classe C é a grande responsável pelo crescimento da internet no Brasil, as mulheres dessa faixa econômica se demonstram bastante entrosadas com a navegação em rede.


De acordo com pesquisa das empresas Predicta e Multifocus, 83% das donas de casa com idades entre 25 e 49 anos se conectam todo o dia e 86% participam de alguma rede social.


Os dados apontam ainda que 40% passam mais de duas horas diárias conectadas.


Fonte : Diário Catarinense

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Não subestimem as redes sociais

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por Bruno Galo em ISTOÉ DINHEIRO


Em 2009, Charlene Li foi apontada pela revista norte-americana Fast Company como uma das mulheres mais influentes na área de tecnologia. É coautora do livro Groundswell: Fenômenos Sociais nos Negócios, um manual repleto de dicas, exemplos e estatísticas para o bom uso das mídias sociais nos negócios.

Fundadora do Altimeter Group, especializada em estratégias online, vem ao Brasil falar para mais de 500 executivos em seminário da HSM a ser realizado no dia 25 de março.


DINHEIRO – O que a sra. quer dizer com a expressão “groundswell” (ground-swell, em inglês, quer dizer algo como “forte e profunda ondulação no oceano” ou “repentina acumulação de forças”)?

CHARLENE  – O groundswell é um movimento espontâneo de pessoas que conseguem o que precisam umas das outras graças às novas tecnologias, como as redes sociais, em vez de irem atrás de empresas, instituições ou governos. Quando nos juntamos online, uma grande força, que é muito difícil de ser parada, se forma. Não víamos isso no passado.


DINHEIRO – Mas por que as empresas devem prestar atenção ao “groundswell”?

CHARLENE – Não se trata apenas da multidão envolvida, mas da possibilidade realmente assustadora de que algum concorrente entenda este fenômeno primeiro e se aproveite dele de uma forma melhor e mais rápida. Mas esta não é a única ameaça. Outra tendência é de que pessoas conectadas e trabalhando de forma colaborativa já podem hoje concorrer com as empresas. E haverá cada vez mais produtos criados dessa maneira que competem com os produzidos pelas grandes empresas. Tudo isso pode ser uma ameaça ou uma oportunidade para as corporações. E para isso ser uma oportunidade é preciso compreendê-la.

DINHEIRO – Qual a importância das redes sociais para os negócios?

CHARLENE – Essencial. E há muitas maneiras de usá-las a favor dos negócios, como divulgação e para estreitar relacionamentos.  O que está acontecendo afeta, sobretudo, a maneira como as pessoas conversam umas com as outras. Elas compartilham suas opiniões sobre produtos e marcas. Mesmo os funcionários podem estar falando de suas empresas. Há muitas formas diferentes de redes sociais. Mas seja você uma pequena empresa, seja uma grande companhia, precisa aprender a lidar com as mídias sociais.

DINHEIRO – O que vem primeiro: as pessoas ou a tecnologia?

CHARLENE – As pessoas, sem dúvida. A tecnologia só tem sentido se ela servir para que nos conectemos. Seja lá o que você ou sua empresa queiram, a tecnologia pode ajudar a conseguir. No livro, proponho um método de quatro etapas para desenvolver estratégias online, que chamamos de Post (acrônimo em inglês de pessoas, objetivos, estratégia e tecnologia). Primeiro, descubra como as pessoas com as quais quer se comunicar usam a tecnologia. Depois, estabeleça os objetivos, como impulsionar o marketing online. A terceira etapa é identificar de que maneira você quer mudar as relações com os clientes. Quer que eles estejam mais comprometidos com a empresa ou prefere que difundam mensagens entre seus conhecidos? Responder a essa pergunta ajuda a planejar a estratégia e medir seus avanços. Por último, vem a tecnologia. Por exemplo: a equipe de marketing da P&G criou uma comunidade no site beinggirl.com, depois de avaliar que meninas entre 12 e 15 anos visitam redes sociais. Assim, conseguiu atingir um público difícil de ser envolvido pelas campanhas tradicionais.

DINHEIRO – Toda empresa precisa ter um blog ou uma conta no Twitter?

CHARLENE – Absolutamente não. Muitas companhias não necessitam ter um blog ou estar em uma rede social. O segredo está em identificar a ferramenta correta, o que vai depender do público com quem você quer falar e do claro entendimento dos objetivos dessa relação. Mas todas as empresas precisam, ao menos, estar atentas ao que as pessoas estão fazendo e dizendo em seus blogs ou perfis do Twitter. Mudar o seu posicionamento e a sua relação pode ser algo muito difícil. Por isso, comece com um plano modesto, mas com potencial de crescimento.


DINHEIRO – Qual o canal mais eficiente para se desenvolver uma marca?

CHARLENE – Entendo que não se trata de um único canal. Alguém pode dizer: “Tenha um blog, essa é a solução. Afinal, todo mundo tem um blog.” Isso não é uma verdade absoluta. O seu caminho talvez passe por um blog, mas talvez passe por uma rede social, se uma boa quantidade de consumidores a estiver usando. No final, tudo depende da relação que as pessoas querem estabelecer. Então, se você está falando em desenvolver a sua marca não há um único caminho. A melhor forma de olhar para isto é pensar em quem quero atingir: são os meus clientes, meus funcionários, meus parceiros ou todos os três?


DINHEIRO – Mas como os executivos que desejam estabelecer um canal de comunicação com os seus clientes e consumidores devem agir?

CHARLENE – Neste caso, a primeira questão a ser respondida é: por que um executivo quer estabelecer um relacionamento com o público? Qual o tipo de relação que ele deseja criar? Clientes, consumidores e a audiência em geral precisam e querem entender qual o motivo para a sua presença online. É por que você quer me vender alguma coisa? Ou então por que você quer saber a nossa opinião sobre algo? Entendo que um objetivo claro é o primeiro passo para um bom canal de comunicação.


DINHEIRO – A sra. pode contar um exemplo de uma grande companhia que soube responder de forma efetiva a uma grave crise online?

CHARLENE – Sim, há muitos exemplos no livro, mas destaco um episódio envolvendo a Johnson & Johnson, que não está lá. Ela criou uma campanha voltada para as mães para divulgar uma linha de remédios para dores musculares. De repente, quase dois meses depois, um monte de gente em blogs e no Twitter começou a protestar. A campanha foi acusada de usar um tom impróprio para divulgar o remédio para mães que carregam seus bebês em suportes junto ao corpo. A peça trazia uma série de frases que tentavam se conectar com as mães ressaltando as dores causadas pelo ato de se carregar uma criança e mostrava o remédio como solução para elas. Alguns críticos notaram que a peça tratava os bebês como acessórios. “Vestir seu bebê parece estar na moda” era a frase que abria um dos vídeos. Em 48 horas, a Johnson & Johnson tirou a campanha do ar e a vice-presidente de marketing da companhia começou a se desculpar com blogueiros pessoalmente. A Johnson & Johnson foi hábil em lidar com essa crise e falar com a imprensa, criando inclusive o seu próprio blog para tratar do assunto. Paralelamente, a empresa encontrou mães que haviam usado o produto e estavam dispostas a dar os seus testemunhos sobre os efeitos positivos do tratamento. Logo, a empresa colocou alguns vídeos no YouTube com depoimentos dessas mães. Essa virada, é claro, só foi possível porque ela já tinha construído previamente sua credibilidade junto ao público. O melhor dos mundos, no entanto, é quando você consegue criar uma relação tão forte com uma parcela do público que ela mesma defenda você.


DINHEIRO – Qual a importância de ouvir nas redes sociais?

CHARLENE – Total. Só assim você pode se antecipar ou ao menos ter conhecimento de uma crise que pode estar se formando. Empresas como a HP e Dell não costumam esperar que o consumidor ligue para a empresa para reclamar de alguma coisa. Ao primeiro sinal, elas costumam entrar em contato com os clientes insatisfeitos em seus blogs ou no Twitter e perguntam: “O que está acontecendo? Como posso lhe ajudá-lo?” Isso é algo que você não poderia fazer no passado. E essa é a forma mais proativa que uma empresa que presta um serviço pode agir. Além disso, a relação que se estabelece entre cliente e empresa é outra.


DINHEIRO – Nos últimos anos vimos a ascensão da web 2.0 e das redes sociais. O que a sra. espera para os próximos anos?

CHARLENE – A internet vai se tornar cada vez mais móvel e interligada, quase tudo que você precisa fazer conseguirá  pelo telefone. Dessa forma, poderemos estar conectados a qualquer hora e em qualquer lugar. E as redes sociais vão estar em toda parte. Elas vão se tornar como ar. Estaremos sempre conectados, mas precisamos manter um equilíbrio, não devemos nos tornar escravos da tecnologia. E é assim que lido com ela.


DINHEIRO – Qual a sua principal mensagem para os executivos brasileiros?

CHARLENE – Não subestimem as redes sociais. As comunidades online que você usa na sua vida pessoal, como passatempo, podem e devem ser usadas no seu trabalho, para que a empresa em que você trabalha possa atingir seus objetivos. As companhias que conseguem fazer isso bem estabelecem uma relação de confiança com o público, mas o controle é relativo. A principal razão para muitas empresas não participarem dessa revolução é que elas temem não estar no controle do que as pessoas vão dizer. E o meu ponto é que tudo isso não vai embora de uma hora para outra. Então é preciso aprender a lidar com isso e, se possível, tirar proveito desse movimento.

Link original da matéria :
http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/8745_NAO+SUBESTIMEM+AS+REDES+SOCIAIS


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05 Exemplos de Inovação com o Twitter

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Fonte: GESTÃO e INOVAÇÃO , em Neville Hobson


Nós sabemos como a Dell ganha dinheiro com o Twitter – $6,5 milhões dólares até agora, segundo informações da empresa.  É um  caso fantástico. No entanto,  essa conquista não só parece fora do alcance para  muitas organizações, mas também não estão necessariamente dentro dos seus objetivos, que  pode  não ser ganhar dinheiro diretamente  com o Twitter.

Exemplos da Franchises Go Social, incluídos  na edição de janeiro da revista americana Entrepreneur magazine, são a seguir apresentados:

SUBWAY: a  sua presença   no Twitter – @subwayfreshbuzz, atraiu mais de 6.000 seguidores em menos de seis meses. A franquia de lanchonete usa o Twitter para interagir com os seus fãs de duas formas: enviando notícias sobre produtos e promoção e acompanhamento  de informações sobre sua marca no Twitter.

MCDONALD’S: opera em dois caminhos no Twitter. O  @McDonalds, que tem mais de 4.700 seguidores, é usado para notícias e informações da marca, bem como atendimento ao cliente. (Pesquisa interna mostra que a empresa é mencionada a cada 10 a 20 segundos no Twitter.). O  @McCafeYourDay promove a linha de cafés especiais da empresa.

7-ELEVEN: A gigante loja de conveniência  7-Eleven lançou sua primeira campanha  no Twitter –  @7eleven em setembro, quando ele criou um jogo online para promover seu café brasileiro Bold.  Depois de algumas semanas, o jogo já tinha  cerca de 100 seguidores.

H & R BLOCK: H & R BLOCK usa seu link no Twitter – @HRBlock, lançado em novembro de 2007, como uma  ferramenta de relacionamento com seus clientes e de perguntas e respostas,  mais do que um veículo de marketing. Embora a empresa  preste informações sobre as mudanças nas leis fiscais ou notícias da empresa,  ela é mais frequentemente utilizada para  responder perguntas sobre impostos e  recebe ajuda  de seus  mais de 3.600 seguidores.

DUNKIN DONUTS : Em pouco mais de um ano, @DunkinDonuts conquistou  mais de 38.000 seguidores, criando um espaço  onde as pessoas possam compartilhar suas experiências “Dunkin ‘Donuts”, ou seja, falar sobre o quanto eles amam seus produtos.

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Estratégia de Redes Sociais no mundo Corporativo

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As redes sociais ocupam a cada dia uma fatia maior do tempo e das atenções de milhões de cidadãos conectados: as empresas já perceberam o poder das mesmas como agente de inovação e alavancagem.

Pensando nisso vi que a HSM já se antecipou e trará ao Brasil um seminário com Charlene Li, considerada uma Guru mundial no tema redes socais e mercado.

Clique na imagem para acesso a currículo

O tema será tratado em uma tarde intensiva, com ênfase na importância e na pertinência das redes sociais no mundo corporativo, o  poder das tecnologias sociais de ruptura na transformação da estratégia, do marketing, da inovação e do relacionamento com os clientes.

Data : 25 de março de 2010
Local : São Paulo-SP

Assuntos que serão abordados :

I – Como preparar a sua empresa para utilizar as redes sociais com eficácia
• Qual é o papel que as novas tecnologias de envolvimento com o cliente terão na criação de valor
• Como obter o tipo de relacionamento que você deseja com os seus clientes
• Qual é a trajetória para transformar um relacionamento impessoal e anônimo em um relacionamento duradouro e marcante
• Como entender a “sociografia” dos clientes – a sociografia vai além da demografia, da geografia e da segmentação e oferece uma visão completa e holística dos clientes e do que eles estão fazendo com as mídias sociais

II – Como conectar-se com seus clientes de novas maneiras
• Entendendo as novas maneiras como as pessoas estão se conectando
• Diversos exemplos de empresas que mantêm diálogos autênticos com seus clientes
• Como a participação em uma comunidade existente ou a criação de uma nova comunidade se harmoniza com a sua estratégia
• Como dar permissão e ferramentas para que seus fãs ardorosos e seus clientes apaixonados divulguem seu nome – a campanha de Obama foi um ótimo exemplo deste tipo de atitude

III – Inovando com as Redes Sociais
• Como reduzir custos de suporte ao cliente, recorrendo ao apoio das comunidades
• Como obter conhecimentos e informações da multidão
• Como e quando é apropriado obter conteúdos gerados pelos usuários
• Como conduzir o feedback dos clientes ao ciclo de vida dos produtos e serviços da sua empresa
• Como terceirizar inovações para os clientes

IV – Como liderar uma organização aberta
• O que significa ser uma empresa aberta, autêntica e transparente
• Como incentivar a transparência e o compartilhamento das informações por meio da tecnologia
• Como tornar-se um líder aberto – exemplos reais
• Como criar uma cultura de compartilhamento e aprendizado utilizando as redes sociais
• Como medir o sucesso da sua estratégia de redes sociais

Mais informações, clique no link ESTRATÉGIA DE REDES SOCIAIS

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Em dois anos 50% das organizações do mundo terão criado suas próprias plataformas de redes sociais.

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por CIO

De acordo com o Gartner, em dois anos, 50% das organizações do mundo terão criado suas próprias plataformas para permitir uma troca de informações entre funcionários.

As empresas precisam estar preparadas para lidar com as redes sociais como mais uma ferramenta de TI. A constatação faz parte de um recente relatório do Gartner, no qual a consultoria afirma que, até 2014, esse tipo de plataforma deve subsitituir o e-mail como principal ferramenta de comunicação interpessoal para 20% dos usuários corporativos.

O vice-presidente de pesquisas e responsável pela área de portais, conteúdo e colaboração do Gartner, Mark R. Gilbert, alerta ainda que as áreas de TI precisam aprender em sintonia com os departamentos de negócio para dar a devida atenção às redes sociais e transformá-las em vantagem competitiva para as organizações.

Acompanhe as três grandes tendências do Gartner em relação às redes sociais no ambiente corporativo e entenda como as organizações devem responder a essas novas demandas :

Até 2012, mais de 50% das organizações terão criado suas próprias redes sociais, com o intuito de tornar-se uma plataforma para troca de informações entre funcionários.

No entanto, essas iniciativas não devem ter o mesmo sucesso que as redes sociais abertas. Isso porque, no ambiente corporativo, a troca de dados entre funcionários da empresa não será tão apreciada quanto a comunicação estabelecida pelos usuários de ferramentas como o Twitter e o Facebook.

Segundo o vice-presidente de pesquisa do Gartner, Jeffrey Man, a popularidade do Twitter vem exatamente de sua escala universal. Mas quando limitada ao ambiente empresarial, a ferramenta perde seu caráter livre e passa a ser desprezada pelos usuários.

Até 2014, as redes sociais devem substituir o e-mail como principal ferramenta de comunicação interpessoal para 20% dos usuários corporativos.

Por isso, nos próximos anos, grande parte das empresas deve direcionar esforços para criar redes sociais internas e políticas de segurança que permitam o acesso de seus funcionários a sites como o Twitter, LinkedIn e Facebook do ambiente de trabalho.


Mais do que isso, a consultoria aconselha que as organizações criem estratégias de governança de longo prazo, para garantir a integridade dos dados transacionados por funcionários, clientes e parceiros e avaliar como essas novas plataforma de comunicação corporativa podem gerar vantagens ao negócio.

Até 2015, apenas 25% das empresas utilizarão ferramentas de análise das redes sociais internas para melhorar o desempenho das organizações e a produtividade das equipes.

Embora a avaliação dos fluxos de informações e índices de interação entre os usuários, parceiros e clientes seja indispensável às companhias que investem na adoção da Web 2.0, é preciso tomar alguns cuidados no momento de coletar os dados. Isso porque, quando sabem que são monitorados, os funcionários não agem naturalmente nas redes sociais. Ao mesmo tempo, os clientes, quando perguntados sobre a utilidade das ferramentas colaborativas em suas decisões de compra, não são 100% sinceros.

Antes de pesquisar a influência das mídias sociais em seus públicos, as organizações devem garantir quesitos como privacidade dos usuários, privacidade das informações coletadas e outras questões que encorajem os participantes a responder honestamente aos levantamentos realizados.


SUGIRO A LEITURA DE OUTROS ARTIGOS DO CIO, COMO O SEU ACOMPANHAMENTO :

Redes sociais: como utilizar as ferramentas para gerenciar equipes

90% das corporações proíbem o acesso às redes sociais

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Pesquisa da IBM mostra como a tecnologia muda hábitos de clientes e varejo

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por Doug Henschen , InformationWeek EUA, traduzido e publicado no Brasil pela IT WEB

Título original : Tecnologia muda hábitos de clientes e varejo


Entre o estado da economia e o crescimento tecnológico, os consumidores estão, mais do que nunca, abraçando a internet, os telefones móveis e outras tecnologias  para encontrar formas de mudar a maneira de fazer compras. Para atender a essas demandas, e não perder espaço, as redes varejistas devem responder com promoções e ofertas cada vez mais personalizadas.

Essas afirmações fazem parte de um estudo divulgado pela IBM em sua National Retail Federation Annual Convention & Expo 2010, evento que acontece em Nova York.

Baseado em entrevistas com 32 mil consumidores em seis países, o levantamento revela que compras baseadas em conhecimento tecnológico não são mais apenas um nicho. ( Grifo Nosso )

“Em todos os mercados, de todos os grupos de idade e segmentos de varejo que estudamos, de guloseimas às lojas especializadas em roupas, descobrimos grande uso de tecnologia entre os consumidores”, afirmou a líder de indústria de varejo da IBM, Jill Puleri.

A surpresa do estudo é que o uso da tecnologia era mais pronunciado em mercado de crescimento elevado como Índia, China e Brasil , que em mercados mais estabilizados como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.

“O mundo emergente tem percentual superior de entrevistados que usam duas ou mais tecnologias para comprar”, afirma Puleri. A internet e os celulares  foram as opções mais citadas, respectivamente.

Mas como os consumidores querem usar essas tecnologias?

- 79% querem usar os sites para acessar e imprimir cupons;

- 75% dos entrevistados desejam utilizar os celulares para encontrar onde estão as lojas mais próximas;

- 66% gostaria de saber quais mercadorias estão em estoque antes de chegarem a algum ponto de venda;

- 78% dos consumidores disseram que contribuiriam ou co-criariam com os varejistas por meio de feedbacks.

Para extrair inteligência de um grande volume de comentários, como pesquisas por e-mail ou posts em blogs e redes sociais, como Facebook ou Twitter, essas redes e também as fabricantes estão cada vez mais aderindo a análise das informações dos clientes. Essas novas aplicações de Business Intelligence (BI) podem, rapidamente, encontrar documentos, pesquisas, comentários e avaliá-los por meio de palavras negativas ou positivas associadas a uma marca em particular, produtos ou serviços.

Glossário do Open Innovatio :

O termo Business Intelligence (BI), que pode ser traduzido como Inteligência de/ou em Negócios, refere-se ao processo de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte a gestão. Termo surgido na década de 80, através do  Gartner Group , descreve as habilidades das corporações para acessar dados e explorar informações , analisando-as e desenvolvendo percepções e entendimentos a seu respeito: o que lhes permite incrementar e tornar mais pautada em informações a tomada de decisão .Fonte: Wikipedia


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Conferência Internacional sobre Redes Sociais

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Idealizada por Augusto de Franco, coordenador da Escola-de-Redes , a Conferência Internacional sobre Redes Sociais acontecerá em março deste ano na cidade de Curitiba.

De um grande sonhador se faz sonhos concretos:

Este é o caso de Augusto de Franco e das 3.149 pessoas, até o dia de hoje,  que ele conseguiu reunir na Escola-de-Redes para discutir e investigar  redes sociais e a criação e transferência de tecnologias de netweaving.

Em mais um novo sonho “quase” concretizado ( pois Augusto ainda precisa da ajuda de todos ), trará ao Brasil, dentro da programação da Conferência Internacional de Cidades Inovadoras, nomes como :


Clay Shirky (Nova York) – palestrante internacional com grande projeção no momento, Shirky  é escritor e professor de Efeitos Econômicos e Sociais das Tecnologias da Internet e de New Media na New York University ,

Steven Johnson (Nova York) – palestrante de renome internacional, autor de 6 best-sellers sobre intersecção entre ciências, tecnologia e experiências pessoais. Seus livros têm influenciado desde a forma de campanhas políticas utilizarem a internet até as idéias mais inovadoras de planejamento urbano, passando pela batalha contra o terrorismo do século 21 ,

Pierre Lévy (Ontário) – filósofo, escritor e professor do Departamento de Comunicação na Universidade de Ottawa, Canadá e da Universidade Paris VIII. Lévy estuda o conceito de inteligência coletiva e sociedades baseadas no conhecimento. É um pensador mundialmente reconhecido no campo da cibercultura,

José Pacheco (Portugal) -  educador, escritor, mestre em Ciência da Educação. Idealizador e coordenador da famosa Escola da Ponte, projeto educativo baseado na autonomia dos estudantes,

e as grandes mentes brasileiras como a de Clara Pelaez Alvarez ( São Paulo ) – analista de sistemas pela PUC de São Paulo, CEO da Neuroredes, empresa brasileira de consultoria em gerenciamento e especialista em Neurometria: mapeamento, desenho e análise de redes de conhecimento – e a do próprio Augusto de Franco (São Paulo), netweaver da Escola-de-Redes e autor de mais de vinte livros sobre desenvolvimento local, capital social, redes sociais e democracia.

Conferência Internacional sobre Redes Sociais

Participe e/ou ajude a Divulgar !

Inscrições e mais informações: http://escoladeredes.ning.com


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10 razões para adotar redes sociais nas empresas

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por Marcelo Bastos


Muitas empresas possuem receio em utilizar redes sociais dentro das empresas alegando que haverá queda na produtividade de seus funcionários. Isso prova, como sempre, que as pessoas preocupam-se mais em identificar os problemas do que em enxergar as oportunidades presentes em certas decisões. Esse tipo de pensamento focado apenas no problema faz com que as empresas substimem a capacidade criativa, de mobilização e criatividade coletiva das pessoas dentro das empresas.

A realidade das empresas mudou. A competição é muito maior do que no século passado e isso faz com que a inovação seja a principalmente competência a ser desenvolvida pelas empresas. Inovação que deve vir de todos os lugares da empresa. A empresa deve buscar conhecimento onde quer que ele esteja, seja dentro ou fora da empresa. Alguns dizem que ela deve ser “chuveiro” (de cima para baixo), outros dizem que deve ser “bidê” (de baixo para cima), mas o importante é que ela seja do tipo “hidromassagem” (de todos os lados). ( brilhante passagem – grifo nosso)


Mauro Segura, consultor da IBM, revelou o resultado de uma pesquisa que a própria IBM faz regularmente, chamada “CEO study – The enterprise of the future”. O estudo apontou 5 tendências:

- As empresas serão ávidas por mudança;

- Inovação de fora para dentro;

- Empresas globalmente integradas;

- Disruptivas por natureza;

- Pensam na sustentabilidade e no longo prazo;

Diante desse cenário, as empresas devem basear suas ações no desenvolvimento do seu capital intelectual a fim de criar uma cultura de inovação em que todos sintam que são livres para expor suas idéias. Para isso, é preciso dar voz as conversas existentes dentro das organizações. Nesse sentido, as redes sociais são ótimas ferramentas para criar esse ambiente de conversas dentro das empresas, pois ela aproxima as pessoas e facilita a conexão entre pessoas com interesses comuns e que poderiam compartilhar ideias.

Nesse sentido, Mauro apresenta as 10 razões para se adotar redes sociais dentro das empresas:

- Acesso rápido e fácil ao conhecimento: com as ferramentas atualmente existentes, é muito fácil criar um ambiente onde as pessoas possam discutir, apresentar suas idéias e registra-las para outras pessoas consultarem.

- O ser humano adora redes sociais: especialmente os brasileiros, uma vez que mais de 80% dos brasileiros, que se conectam a Internet, participam de algum tipo de rede social. Brasileiro gosta de conversar;

- A inovação aparece: o ambiente das redes sociais facilita o surgimento da diversidade de perspectivas e opiniões, condição essencial para surgimento da inovação;

- Quebra da barreira geográfica: você pode conversar com qualquer pessoa independente da localização geográfica em que ela esteja;

- Quebra da barreira hierarquia: talvez seja esse o maior temor de quem está no comando das empresas. Não existem escadinhas que deve ser escaladas para que as informações e as opiniões cheguem ao alto escalão da empresa. Isso é irreversível e incontrolável;

- Comunicação direta sem intermediários: comunicação sem filtros. Não existe mais aquela de que “Quem conta um conto aumenta um ponto”;

- Identidade pessoal: nas redes sociais, você tem a oportunidade de mostrar quem você é. Você pode expressar suas opiniões e suas crenças;

- Referências: é uma oportunidade de criar um grande conjunto de referências para posteriores consultas;

- Política de portas abertas: deixe a comunicação fluir livremente e você se surpreenderá com a capacidade de criar coletivamente de seus funcionários;

- Tecnologia simples e fácil: não é preciso ser um expert em tecnologia ou em construção de sites para você montar sua rede social. Existem ferramentas que auxiliam qualquer pessoa na criação de um blog, por exemplo.

Adotar redes sociais dentro das empresas potencializa a geração de inteligência coletiva dentro das empresas, além de descobrir pessoas talentosas, que ficam escondidas na imensidão dos cargos e departamentos das empresas, e facilita a identificação dos agentes de mudança dentro da empresa e que podem influenciar outras pessoas a se tornarem inovadoras. Aliás, Mauro apresentou o resultado de um estudo da universidade de Melbourne de que funcionários que utilizam redes sociais são 9% mais produtivos do que aqueles que não usam.

Com certeza, no século XXI o valor está no intangível.


Marcelo Bastos (http://hsm.updateordie.com/author/mbastos/)

Este texto foi publicado originalmente no Blog da HSM. Para ler este e outros posts, QUE  PARTICULARMENTE SUGIRO, clique em http://hsm.updateordie.com/.

Clique em CEO study – The enterprise of the future para acesso ao ambiente IBM


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Campus Party Brasil 2010

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Prepare seu computador, sua mochila e reserve na agenda a semana de 25 a 31 de janeiro de 2010!

Mais uma vez a cidade de São Paulo vai receber milhares de internautas do Brasil e do mundo para participar da Campus Party, o principal ponto de encontro daqueles que cotidianamente usam as redes sociais para compartilhar conhecimento, trocar experiências e realizar todo tipo de atividades relacionadas à tecnologia, à cultura digital, ao mercado  e ao entretenimento em rede.



É o momento do encontro, em carne e osso, da Web 2.0, da Internet interativa.


Acompanhe no site oficial todas as novidades e informações sobre a programação. Serão 24 horas de atividades por dia, com uma grade diversificada de palestras, desafios e apresentações em quatro zonas temáticas: Ciência, Criatividade, Entretenimento Digital e Inovação.


Inscreva-se e garanta sua participação na maior festa da Internet brasileira!


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CITAÇÕES

Pensar é fácil. Agir é difícil. Agir conforme o que pensamos, isso ainda o é mais. ( Goethe )

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