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Sistemas de inovação serão avaliados no seminário THE BRICS EXPERIENCE

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A rede de pesquisas GLOBELICS (The Global Network for the Economics of Learning, Innovation and Capability-building Systems) e cinco grupos de pesquisadores a ela associados no Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul iniciaram em 2005, um grande estudo comparativo dos Sistemas Nacionais de Inovação destes países (BRICS).

O projeto BRICS tem como objetivo principal a análise comparativa das diferentes trajetórias e estratégias de desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação, a partir da perspectiva de Sistemas de Inovação. Em sua dimensão internacional, o projeto tem contado com apoio de instituições como o International Development Research Council do Canadá e a União Européia. No Brasil, o MCT, a Finep, o BNDES e o CGEE tem dado importante suporte à pesquisa.

THE BRICS EXPERIENCE

Como parte do Projeto BRICS está sendo organizado um Seminário Internacional, no Auditório Reginaldo Treiger do BNDES, Rio de Janeiro , de 16 a 17 de Novembro.

O objetivo principal do seminário é apresentar e discutir os resultados da pesquisa no período 2007-2009

Serão tratados:

  • A importância do financiamento nos respectivos sistemas de inovação nacionais.
  • O papel do Estado na evolução e dinâmica dos SIN ( Sistemas Nacionais de Inovação )
  • Pequenas e médias empresas nos SIN
  • P&D das empresas transnacionais
  • Impactos da desigualdade nos SIN
  • Os impactos da crise nos sistemas nacionais de inovação dos BRICS
  • Os principais desafios atuais para os respectivos sistemas nacionais de inovação, em especial as questões ligadas à sustentabilidade e às inovações voltadas aos mercados internos dos BRICS.

Mais informações : CLIQUE AQUI

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Triple Hélix na América Latina: conhecimento para a inovação

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O presente evento é o primeiro seminário organizado para lidar especificamente com a realidade dos países da América Latina na perspectiva da Hélice Tríplice. Organizado sob a liderança da PUCRS, compreende um conjunto de mesas redondas tratando esta temática através de múltiplos recortes, com a participação de mais de 30 especialistas de sete países da América Latina, das esferas industrial, acadêmica e governamental

Hélice Tríplice

A abordagem da Hélice Tríplice (Triple Helix), desenvolvida por Henry Etzkowitz e Loet Leydesdorff, situa a dinâmica da inovação num contexto em evolução, onde novas e complexas relações se estabelecem entre as três esferas institucionais (hélices) universidade, indústria e governo.

Na perspectiva da hélice tríplice, a interação universidade – indústria – governo é vista como imprescindível para o desenvolvimento baseado no conhecimento, na inovação.


A metáfora da Hélice Tríplice tem se revelado útil como um quadro analítico para compreender processos de inovação e para a proposição e implementação de políticas públicas , especialmente em ciência, tecnologia e inovação, com o objetivo de apoiar a interação entre os atores das três hélices.

Conferencias internacionais da Hélice Tríplice vem sendo realizadas em média a cada dois anos, começando em Amsterdam (1996), passando por New York (1998), Rio de Janeiro (2000), Copenhagem (2002), Turim(2005), Cingapura (2007) e Glasgow (2009), sendo que a próxima será em Madrid (2010).

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A importância das Incubadoras: Brasil pretende ter maior empresa de soluções educacionais da América Latina

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Agência Brasil – Alana Gandra

Rocha salientou a importância das incubadoras para as empresas inovadoras que surgem no país. “É um sistema muito rico. Talvez, se não fosse a incubadora, a gente não tivesse se conhecido. É um ambiente onde você consegue trocar muitas ideias”.Você está dentro de um ambiente universitário onde em pouco tempo é possível acessar um pesquisador, fazer reuniões com essas pessoas de forma muito rápida. Isso facilita muito”

Incubadora

Três empresas ex-abrigadas na Incubadora Gênesis da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ) vão se juntar em uma empresa de e-learning (educação a distância) e gestão do conhecimento. A empresa resultante da fusão da EduWeb, da Milestone e da QuickMind tem como propósito ser a maior empresa nacional de soluções educacionais e também da América Latina.

A ideia é que a nova empresa já esteja constituída em janeiro de 2010. Por enquanto, as três companhias ex-incubadas da PUC/RJ continuarão operando de forma separada, embora já trabalhando como um único empreendimento. O nome da nova companhia ainda não foi escolhido.

Cristiano Rocha informou que o Brasil tem, atualmente, uma posição boa no mercado de soluções educacionais. Lembrou que a EduWeb, por exemplo, foi a empresa que desenvolveu um dos primeiros softwares de educação a distância do mundo.

“É um mercado que demanda muita inovação. O Brasil vai crescer e vai precisar de  muito investimento em inovação. Então, com certeza, o mercado de tecnologia educacional está em franca ascensão”.

A expectativa é que essa nova empresa de soluções educacionais gere no curto prazo até 200 novos empregos.

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Tecnologia nacional de baixo custo amplia uso da telemedicina no Brasil

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O projeto de diagnóstico à distância TIPIRX, financiado pela FINEP, leva soluções de baixo custo a municípios do Estado do Rio para tratamento de doenças pulmonares.

A prioridade é acelerar o diagnóstico da tuberculose feito via internet. Segundo o Ministério da Saúde, o Rio tem a maior incidência de casos e mortes pela doença no Brasil. Males como pneumonia e gripe, de risco especialmente alto para pacientes idosos ou debilitados, também são alvo do programa

A importância do investimento em telemedicina é possibilitar o acesso a exames e médicos a pessoas que moram em lugares onde esses recursos não estão disponíveis. Muitas vezes o paciente é obrigado a se deslocar para outras cidades para suas consultas, e isso frequentemente dificulta ou até inviabiliza o tratamento.  “Há pacientes que nem sequer chegam a ser diagnosticados por isso, ou quando são, já é tarde demais”, diz a doutora Alexandra Monteiro, professora-adjunta da Faculdade de Ciências Médicas e coordenadora do Laboratório de Telessaúde da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

RADIOGRAFIA

Um dos principais problemas a ser enfrentado era o alto custo das soluções disponíveis no mercado para a telerradiologia. A solução sustentável e de baixo custo veio da equipe coordenada pelo professor Amit Bhaya, engenheiro e professor titular da Coppe/UFRJ, que desenvolveu um processo inovador, utilizando um scanner convencional de baixo custo em conjunto com um software original – o ScanX - de uso totalmente amigável, com linguagem simples, e que pode ser operado por leigos.

Basicamente,um exame de raios X em filme convencional é escaneado em quatro partes (por causa do tamanho do filme), e a imagem é automaticamente ‘costurada’, formando uma única imagem digital completa. O arquivo gerado é compactado o suficiente para não perder detalhes de definição, sem se tornar muito pesado para ser transmitido de locais com conexões lentas à internet.

A imagem digitalizada do exame é anexada a um formulário eletrônico desenvolvido no Núcleo RJ no Telessaúde Brasil e enviada a uma equipe de teleconsultores dos serviços de radiologia do HUPE (Hospital Universitário Pedro Ernesto, da Uerj), HUAP (Hospital Universitário Antônio Pedro, da UFF) e HUCFF (Hospital Universitário Clemente Fraga Filho, da UFRJ). A resposta é enviada de volta no mesmo formulário. Todo o procedimento segue as resoluções éticas do Conselho Federal de Medicina e da resolução específica em Telerradiologia, aprovada este ano.

Fonte : FINEP

Um dos principais problemas a ser enfrentado era o
alto custo das soluções disponíveis no mercado para a telerradiologia.
A solução sustentável e de baixo custo veio
da equipe coordenada pelo professor Amit Bhaya, engenheiro
e professor titular da Coppe/UFRJ, que desenvolveu
um processo inovador, utilizando um scanner convencional
de baixo custo em conjunto com um software original
– o ScanX – de uso totalmente amigável, com linguagem
simples, e que pode ser operado por leigos. Basicamente,
um exame de raios X em filme convencional é escaneado
em quatro partes (por causa do tamanho do filme), e a
imagem é automaticamente ‘costurada’, formando uma
única imagem digital completa. O arquivo gerado é compactado
o suficiente para não perder detalhes de definição,
sem se tornar muito pesado para ser transmitido de locais
com conexões lentas à internet.

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A brasileira Graziela Maciel Barroso

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Valorizar os que nos precederam é, no mínimo, respeitar a construção de nossa história. Seguindo o que disseram  Isaac Newton“Se eu vi mais longe foi por estar de pé sobre ombros de gigantes” — e a astrofísica italiana Margherita Hack , “O conhecimento continua a avançar porque podemos basear-nos no trabalho dos grandes gênios que nos precederam”, criei neste espaço, já se vão alguns meses, uma série dedicada a estas pessoas: OMBROS DA CIÊNCIA BRASILEIRA

Nela você já pode encontrar um pouco de grandes ombros brasileiros , como Carlos Gomes, Anísio Teixeira, Tobias Barreto, Vital Brazil e Cesar Lattes.

Agora conheça Graziela Maciel Barroso :

Dra. Graziela Barroso

A PRIMEIRA DAMA DA BOTÂNICA

Graziela Maciel Barroso é uma referência na área de sistemática de plantas, um ramo da botânica dedicado a descobrir, descrever e interpretar os diversos tipos de vegetais.

Chamada de “primeira grande dama” da botânica brasileira, em sua homenagem cerca de 25 espécies vegetais identificadas nos últimos anos foram batizadas com seu nome, como Dorstenia grazielae(caiapiá-da-graziela), da família das moráceas (a da figueira); Diatenopteryx grazielae (maria-preta), uma sapindácea; e Baubinia grazielae, conhecida como pata-de-vaca. Responsável pela catalogação de vegetais das diferentes regiões do Brasil foi responsável pela formação de gerações de biólogos.

Teve uma trajetória acadêmica inusitada. Aos 30 anos começou a trabalhar no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, ingressando no curso de biologia da Universidade do Estado da Guanabara aos 47 anos e defendendo tese de doutorado aos 60.

A cientista também escreveu dois livros adotados como referência por cursos de botânica: “Sistemática de angiospermos do Brasil, em 3 volumes, e Frutos e sementes – morfologia aplicada à sistemática de dicotiledôneas”.

Como professora, Dra. Graziela atuou em  Universidades como as Federais do Rio de Janeiro e de Pernambuco (UFRJ e UFPE), na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e na Universidade de Brasília (UnB). Também foi a única brasileira a receber, nos Estados Unidos, a medalha Millenium Botany Award, entregue a botânicos dedicados à  formação de pessoal na área.

Nascida em Corumbá, Mato Grosso do Sul, em 1912, morreu em 2003 no Rio de Janeiro, um mês antes de ser empossada  na  Academia  Brasileira de Ciências.


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Astrônoma defende maior participação da mulher na ciência

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Fonte : Agência Lusa

Fonte : Wikimedia Commons

Fonte : Wikimedia Commons

É preciso criar condições de estabilidade de emprego na pesquisa científica para aumentar a participação da mulher , defende Margarida Cunha, do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto.

“O mais importante é criar condições para que elas não abandonem a ciência”, disse  à Agência Lusa, ao destacar que o número de mulheres na astronomia tem aumentado significativamente. “Quando comecei a fazer investigação em astronomia, em 1995, era pequena a fração de mulheres. Hoje ainda não é comparada aos homens, mas é muito superior do que havia no passado“, considerou.

A astrônoma portuguesa está no Rio de Janeiro para participar da 27ª Assembleia Geral da União Astronômica Internacional (IAU, em inglês), que acontece até o próximo dia 14.  O evento é considerado o maior da astronomia mundial e o primeiro realizado no Brasil, que reúne mais de 2.000 especialistas de 72 países.

Margarida Cunha, que estuda astrofísica estelar e a oscilação de brilho entre as estrelas, coordenou uma das principais mesas dos eventos e, ao longo desta semana, deu palestras e fez parte de um grupo de trabalho da União Astronômica Internacional.

A astrônoma portuguesa defende a “igualdade na qualidade científica“. O fato de haver mulheres presentes em painéis e conferências indica que elas são “cientificamente competentes”. É uma “evolução natural” haver mais mulheres nesta área da ciência, considerou. “Infelizmente há uma história da ausência da mulher”, ressaltou.

Citou ainda a necessidade de haver uma “discriminação positiva” para atingir uma paridade de homens e mulheres. A astrônoma explicou que o maior número de mulheres atuantes não significa que elas estejam qualificadas, e isto pode ser “contraproducente”.  A questão da estabilidade no ramo da investigação científica é um grande fator que afasta muitas mulheres da ciência.

“O numero é relativamente grande de mulheres que iniciam a carreira na ciência, mas diminui drasticamente com o tempo”, disse. É ”complicado” conciliar família e pesquisa científica. “Na maior parte das culturas, é mais fácil para os homens permanecerem no meio da pesquisa e, devido a uma situação familiar, elas acabam por abandonar a profissão. É mais complicado no plano cultural, é um processo lento”, concluiu.

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BNDES cria linha de crédito de R$ 100 milhões para programa “Um Computador por Aluno”

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Luiz Queiroz :  Convergência Digital

O Banco Central do Brasil publicou nesta terça-feira, 04/08, a Resolução 3.770 que estabelece linha de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no valor de até R$ 100 milhões para contratação de operações de crédito no âmbito do Programa Um Computador por Aluno (UCA).

O valor programado é menor do que o previsto inicialmente para o BNDES conceder como linha de crédito ao programa UCA, que era estimado, segundo reportagem da Folha de S.Paulo, no valor de R$ 650 milhões. Porém acontece num momento bastante peculiar: O presidente Lula se queixou da indústria nacional pelos preços praticados para laptops.

Na última sexta-feira( 31/07), em Piraí, no interior do Rio de Janeiro, ao participar do lançamento de um programa de inclusão digital naquele município, Lula reclamou da indústria nacional pelo fato de não ter baixado o preço dos laptops ao lembrar que a proposta inicial do governo era a de ter um computador de US$ 100.

Matéria completa em : Convergência Digital


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Sol iluminará noites no Rio

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Fonte e Imagem : Jornal O DIA

por  RICARDO ALBUQUERQUE


O Rio terá iluminação pública gerada por energia solar. A Rioluz já faz testes para empregar o modelo, 70% mais econômico que o convencional, em novos pontos de luz na cidade. A novidade será implantada primeiro nas comunidades do Alemão, onde vivem 85.655 pessoas em 17 favelas.

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Cidade sugere a instalação de lâmpadas LEDs, que consomem 10% menos energia para gerar o mesmo resultado que uma lâmpada incandescente.

“Se tudo der certo vamos levar, gradativamente, a nova iluminação às praças, condomínios e outros pontos que utilizam a energia fornecida pela prefeitura, garantiu o secretário municipal de Meio Ambiente, Carlos Alberto Vieira Muniz. Ele explica que esse tipo de iluminação é ecologicamente correto por ter recarga natural (a luz do sol) e exigir o mínimo de manutenção e infra-estrutura. “A tecnologia avançou muito: não precisamos de cabeamento, nem obras de infra-estrutura para instalar os LEDs, tampouco de dias intensos de sol ininterruptos. Basta um poste com célula fotovoltaica e bateria”, acrescentou Muniz.

O novo sistema é composto de painel solar que alimenta a bateria responsável pela geração de energia para os LEDs de alto brilho. As lâmpadas se apagam quando o dia amanhece. No Rio de Janeiro, 412 mil pontos de luz estão sob a responsabilidade da Rioluz. A maioria deles é composta por lâmpadas de vapor de sódio (257.719) e de vapor de mercúrio (110.462).

O Rio gasta R$ 100 milhões por ano com a iluminação de ruas e avenidas hoje. Se todos os postes fossem alimentados por energia solar o custo cairia para R$ 30 milhões.

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GOVERNADOR DO RIO CEDE IMÓVEL PARA CIÊNCIAS

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por Edson Menezes – http://openinnovatio.org/

Uma ideia que deveria ser posta em prática pelo
Governo de Sergipe ou Prefeitura de Aracaju

O prédio do início do século XX que abriga a Secretaria de Fazenda foi cedido à Academia Brasileira de Ciências (ABC) por trinta anos. O decreto de cessão do histórico imóvel da Rua da Alfândega, no Centro do Rio de Janeiro, foi assinado pelo governador Sérgio Cabral, na manhã desta segunda-feira. A medida auxiliará no desenvolvimento científico e tecnológico do Estado.

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o edifício de número 42/48 começou a fazer parte da história arquitetônica da cidade em 1926. O imóvel, eclético, foi construído para servir como sede do Banco Alemão Transatlântico e tornou-se um dos prédios mais luxuosos e modernos da época. Na década de 40, a construção foi vendida à então Prefeitura do Distrito Federal e, em 1974, passou a pertencer ao governo estadual.

Uma ideia que deveria ser posta em prática pelo Governo de Sergipe e/ou Prefeitura de Aracaju, onde avistamos o prédio que era ocupado pela Receita Federal , dentro do patrimônio da história do nosso estado,  esvaindo-se ao longo do tempo em pleno centro da cidade de Aracaju.

Neste prédio funcionou a Alfândega, na época da fundação da cidade de Aracaju tendo sua construção iniciada em 1856. O governo federal o doou ao município de Aracaju que tem a intenção de transformá-lo em Museu da Cidade, mas, infelizmente, este ainda encontra-se fechado, e o tempo , implacável, continua a destruir nosso patrimônio.

receita

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OMBROS DA CIÊNCIA BRASILEIRA: ANÍSIO TEIXEIRA

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1900 – 1971

Anísio Spínola Teixeira foi um dos maiores educadores brasileiros, graças ao pioneirismo na implantação de modelos educacionais como a Escola Parque, defesa da escola pública e implantação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

Na década de 60, participou, juntamente com Darcy Ribeiro, da criação da Universidade de Brasília, vindo a ser seu segundo reitor.

Escreveu vários livros, aonde defendeu a renovação do sistema educacional brasileiro em bases democráticas, atendendo à formação das classes menos favorecidas.


Acreditava que a educação é a base de uma sociedade e que só por ela é possível chegar à justiça social e igualdade de direitos.

Nordestino de Caetité, sertão da Bahia, nasceu em 12 de julho de 1900 falecendo  no Rio de Janeiro, em março de 1971. Estudou Direito no Rio de Janeiro e no Teachers College da Universidade de Columbia.

Caetité , distante 757 quilômetros de Salvador

Em 1931, de volta ao Brasil, trabalhou junto ao recém-criado Ministério da Educação e Saúde, dedicando-se à tarefa de reorganização do ensino secundário. Por essa época, assumiu a presidência da Associação Brasileira de Educação (ABE) e foi – junto com Lourenço Filho, Fernando de Azevedo e outros – um dos mais destacados signatários do Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova, documento que defendia uma escola pública gratuita, laica e obrigatória. Em contrapartida, sofreu forte oposição da Igreja Católica, cujo projeto educacional era calcado em pressupostos inteiramente diferentes dos seus.

Foi , dentre outros :

  • Inspetor Geral de Ensino da Bahia;
  • Diretor-Geral da Instrução Pública e Secretário de Educação e Cultura do Distrito Federal, criando a Universidade do Distrito Federal (UDF), atual UnB
  • Consultor geral da UNESCO;
  • Secretário de Educação e Saúde da Bahia;
  • Secretário Geral (Presidente) da Campanha Nacional de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) onde, em 1953, é implantado o Programa Universitário, principal linha  junto às universidades e institutos de ensino superior. Teixeira contrata professores visitantes estrangeiros, estimula atividades de intercâmbio e cooperação entre instituições, concede bolsas de estudos e apóia eventos de natureza científica;
  • Diretor do Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (INEP), que hoje leva o seu nome, quando criou o Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais (CBPE).

Frase

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EMPRESA DE MINERAÇÃO PROMETE INVESTIR 30 MILHÕES EM PESQUISAS NO ESTADO DE SERGIPE

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Sergipe deverá ganhar em breve um investimento significativo na produção mineral do Estado. Representantes da mineradora Talon Metals Corp do Canadá estiveram na última semana na Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência e Tecnologia e do Turismo (Sedetec), onde conversaram com o secretário Jorge Santana e com o adjunto da pasta, Carlos Augusto Franco.

O presidente da empresa, Stuart Comline, que tem larga experiência na área de mineração e participou do encontro, afirmou que acredita muito na potencialidade mineral do Estado, e a sua vinda a Sergipe confirma o interesse da empresa canadense em investir no Estado.

A visita, que oficializa o início dos preparativos para o investimento em pesquisas no Estado, é fruto de uma série de encontros anteriores entre Sedetec, Codise e Talon Metals. No mês de junho, por exemplo, o secretário adjunto da Sedetec esteve na sede da Talon Metals no Brasil, que fica no Rio de Janeiro, com o objetivo de prospectar negócios para Sergipe.

” O Governo de Sergipe está buscando e apoiando uma empresa multinacional interessada em explorar nossas riquezas minerais. O fato de termos um subsolo rico em sais potássicos e de sermos o único produtor de potássio do país facilita esses entendimentos. Além disso, Sergipe está se transformando em um pólo nacional na produção de fertilizantes“, disse o secretário Jorge Santana.

O secretário adjunto da Sedetec, Carlos Augusto Franco, afirmou que a Talon Metals receberá todo o apoio do Governo e que a chegada da empresa traz inúmeros benefícios. “Estamos apoiando a Talon Metals porque ela é a primeira novidade no setor de mineração em Sergipe desde a chegada da Vale. Somos o único Estado do país que produz potássio. Os próprios diretores da Talon disseram que o melhor lugar para procurar potássio é obviamente onde ele já existe”, comentou Carlos Augusto.

Já o diretor de operações da Talon Metals Corp no Brasil, Luís Maurício Azevedo, afirmou que pesquisas para esta exploração já mostraram que há boas áreas com potássio no estado. “Identificamos em Sergipe áreas de muito potássio, que foram perfuradas na década de 60. Estamos em fase de reavaliação desses estudos, com a idéia de produzir o produto tal como a Vale. Técnicos do Brasil e Canadá estão com intenções de ter concessões para essa exploração, pelo método de levar o sal de potássio à superfície e depois vender o produto”, explicou. Participaram também da reunião o presidente da Talon Metals, Stuart Comline, e o vice-presidente operacional da empresa, Paulo Elídio Brito.

Fonte : SEDETEC
Foto: Jairo Andrade / SEDETEC


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FORMALIZE O SEU NEGÓCIO

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crescimentoOs quase 11 milhões de homens e mulheres em todo o país que trabalham por conta própria no comércio, na indústria e na prestação de serviço, com faturamento anual de até R$ 36 mil, já podem, desde o dia 1º de julho,  formalizar seu negócio.

O Programa do Empreendedor Individual, criado pela Lei Complementar 128/08, garante a entrada desses brasileiros também no novo tempo da Previdência Social. O processo de formalização será totalmente gratuito, simples e será feito exclusivamente pela internet. Basta acessar, (www.portaldoempreendedor.gov.br), informar os dados pessoais, imprimir o documento que será gerado e levá-lo assinado à Junta Comercial com cópia da identidade e do CPF.

O sistema de formalização está disponível, nesse primeiro momento, para o Distrito Federal. No dia 24 de julho entrarão no ar São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O cronograma dos demais estados se iniciará a partir de 27 de julho.

Entre os benefícios, terão direito à aposentadoria e licença-maternidade, pagando até R$ 57,15 mensais. “Se fosse se registrar como empresa eles pagariam, em média, R$ 250 mensais e se fosse como autônomo o gasto seria de aproximados R$ 300”, exemplifica o diretor-técnico do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Barboza.

Assista o vídeo abaixo,  disponilizado no YouTube, pelo canal mesadenegocios :

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MUSIBRAILLE: APRENDIZAGEM MUSICAL PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL

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O Musibraille é um produto brasileiro criado no Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sendo o primeiro software em português capaz de transcrever partituras musicais para o braille. A meta é distribuir versões dele em todas as universidades e escolas de música no país.

O projeto Musibraille destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes às dos colegas de visão normal. A técnica de Musicografia Braille é uma das principais ferramentas que permitem essa equivalência. Ela foi desenvolvida em 1828 por Louis Braille, que adaptou a técnica para transcrição de textos anteriormente desenvolvida para a transcrição musical. Através desta técnica um texto musical de qualquer complexidade pode ser transcrito para a forma tátil e facilmente assimilado pelos deficientes visuais.

Apesar desta vantagem, existe um grande problema para os deficientes visuais: a escassa quantidade de obras transcritas para esta técnica. Existem alguns poucos programas disponíveis no mercado para transcrição musical. Esses programas permitem de forma bastante limitada que uma pessoa cega (ou não) introduza o texto musical através de um teclado alfanumérico ou de uma interface digital para um instrumento musical (MIDI). O texto digitado pode ser escutado musicalmente e a transcrição se dá de forma automática. Alguns desses programas conseguem ler uma partitura e fazer uma pré-transcrição, através de uma técnica chamada OCR (Optical Character Recognition), economizando tempo no processo de entrada de dados musicais.

Para contexto brasileiro, entretanto, estes programas estão fora da realidade, pois além de caros são incompletos. Mais importante: não existe conhecimento disseminado nem para sua utilização direta nem para o ensino qualificado.

A situação hoje é que, como os professores de música não têm conhecimento da musicografia Braille, acabam por recusar-se a lecionar para estudantes cegos por julgarem impossível passar para eles o conteúdo das partituras com efetividade. Desta forma, torna-se muito difícil a inclusão de músicos cegos nas escolas de música regular.

CONHEÇA AQUI o site do Projeto e clique AQUI para ter acesso ao software Musibraille: que é livre e gratuito

Parabéns, MAIS UMA VEZ, ao  Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Referência : BR-Linux.org

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BNDES VAI FINANCIAR R$ 1,7 MILHÃO PARA REAPROVEITAMENTO DE RESÍDUOS DE BIOCOMBUSTÍVEIS

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ecoinovacaoBNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social aprovou ontem um financiamento de R$ 1,7 milhão para ser aplicado no desenvolvimento de novos materiais renováveis a partir de resíduos do processo industrial de biocombustíveis.

O financiamento será concedido à Redetec – Rede Tecnologia do Rio de Janeiro, que reúne 47 universidades, centros de pesquisa e instituições de fomento.

De acordo com o secretário executivo da Redetec, Armando Augusto Clemente, uma das principais aplicações dos resíduos será na indústria aeronáutica. “A Embraer tomou conhecimento do projeto e é uma das interessadas em usar esse tipo de material que você produz por meio desses rejeitos para [fabricar] acessórios de avião, como painéis, por exemplo”.

O projeto será desenvolvido pela empresa Fibra Design Sustentável, que há cerca de dois anos e meio funciona na Esdi – Escola Superior de Desenho Industrial. Clemente esclareceu que parte dos recursos será usada na construção do Laboratório de Materiais Sustentáveis, dentro das dependências da Esdi. Ali serão feitas todas as experiências com os novos materiais gerados por resíduos da produção de oleaginosas, entre as quais a mamona, o pinhão e o girassol.


Outras aplicações dos novos materiais seriam para substitutos de compensados de madeira, de modo a reduzir o impacto na devastação das florestas, e na produção de plásticos para uso desde computadores até o interior de automóveis.


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LIVRO DIGITAL FALADO: TECNOLOGIA BRASILEIRA PARA DEFICIENTES VISUAIS

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Fernando Haddad e o deficiente visual Neno Henrique da Cunha

O ministro da Educação, Fernando Haddad, apresentou a tecnologia desenvolvida em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para a produção do livro digital falado.

O programa que transforma texto escrito em áudio, também permite a ampliação de caracteres e a impressão dos textos em braille. Os recursos de navegabilidade são bem simples.

Foram investidos R$ 680 mil para criar a nova ferramenta. O MEC vai destinar R$ 180 mil a cada um dos 55 centros de produção do livro acessível espalhados pelas cinco regiões do país.

Ao participar da cerimônia de lançamento do  software Mecdaisy , Fernando Haddad afirmou  que o objetivo não é substituir o braille.

O programa  tem como base o padrão Digital Accessible Information System e possibilita que alunos com capacidade de visão reduzida ou cegueira tenham acesso gratuito a livros e documentos. A tecnologia transforma texto escrito em áudio.

“Algumas pessoas veem a tecnologia como uma ameaça, mas a alfabetização em braille vai continuar. O que temos é mais um parceiro. Quando se trata de educação inclusiva, temos que pensar em somar e multiplicar e não em subtrair e dividir”, afirmou o ministro.

Além do áudio, o software oferece a opção de impressão do material em braille. Mas o diferencial, de acordo com o ministro, são recursos de navegabilidade que permitem anotações e marcações de texto a partir de movimentos de teclas de atalhos ou do mouse. É possível também mudar de página.

A ideia é produzir os livros didáticos distribuídos às escolas em formato acessível para deficientes visuais. O material também vai integrar o Acervo Digital Acessível, espaço virtual criado pela Universidade de Brasília (UnB) para deficientes visuais.

Segundo a secretária de Educação Especial do MEC, Cláudia Dutra, todos os estados brasileiros aderiram ao projeto do livro digital falado. O material, de acordo com ela, vai ser destinados à educação básica e ao ensino superior. “Por muito tempo, perdurou a ideia do ensino e do espaço diferenciados, mas os deficientes visuais querem acesso pleno em espaços comuns”, afirmou.

Para o estudante Neno Henrique da Cunha, o software permite 100% de interação com o deficiente visual de maneira bastante simples. Ele perdeu a visão quando tinha 23 anos, ao levar um tiro no rosto durante um assalto no Rio de Janeiro. Cunha disse que teve dificuldades para aprender o braille e que o novo programa é uma alternativa para pessoas que foram alfabetizadas quando ainda enxergavam.

“Não estou desmerecendo o braille. Ele tem o seu espaço e nunca vai deixar de ser importante. O software é uma coisa a mais, que vem facilitar o acesso à cultura e à educação”, avaliou. Cunha participou dos testes realizados para o desenvolvimento do Mecdaisy e é aluno de mestrado da UFRJ.

O estudante lembrou que outros programas de leitura voltados para deficientes visuais ainda são limitados. Segundo ele, é preciso recorrer a outras pessoas para ler, por exemplo, notas de rodapé e numeração de páginas.

O novo programa pode ser acessado gratuitamente no endereço eletrônico www.intervox.nce.ufrj.br/mecdaisy e também no portal do Ministério da Educação.

Agência Brasil – Paula Laboissière, Juliana Andrade – Fotografia: Elza Fiúza

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CITAÇÕES

Os grandes espíritos sempre tiveram que lutar contra uma feroz oposição de mentes medíocres. ( Albert Einstein )

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