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Brasil cai duas posições em preparo tecnológico, aponta relatório

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Fonte : InfoMoney em MSN Dinheiro


O Brasil caiu duas posições no ranking do Relatório Global de Tecnologia da Informação 2009-2010, ficando em 61º lugar. O relatório foi divulgado nesta quinta-feira (25) pelo World Economic Forum.


Na América Latina e Caribe, Barbados é o destaque, na 35ª colocação em preparo tecnológico, seguido pelo Chile (40ª), Porto Rico (45ª) e Costa Rica (49ª). Esses foram os únicos países da região entre as 50 primeiras colocações.


Em primeiro lugar, aparece a Suécia, à frente de Cingapura e da Dinamarca, que perdeu a liderança após três anos. Em seguida, vêm Suíça e Estados Unidos. Finlândia (6ª colocada), Canadá (7ª), Hong Kong (8ª), Holanda (9ª) e Noruega (10ª) completam as dez primeiras colocações.


“A maior capacidade da Suécia, da Cingapura e da Dinamarca de implementar as tecnologias de comunicação e informação como plataforma para desenvolver o crescimento econômico sustentável no longo prazo foi construída a partir de premissas semelhantes, relacionadas com a atenção de longa data de governos e iniciativa privada em educação, inovação, acesso e difusão de TCI (Tecnologias de Comunicação e Informação)”, afirma a economista sênior do setor de Rede de Competitividade Global do World Economic Forum, Irene Mia.


“O sucesso destes países destaca a importância de uma visão compartilhada da TCI , a adoção de abordagens por todas as partes interessadas da sociedade de um país para aproveitar os avanços da TCI no cotidiano e como parte de uma estratégia de competitividade mais ampla”, acrescenta.


O relatório produzido pelo World Economic Forum em colaboração com a Insead foi divulgado pelo nono ano consecutivo e abrange 133 países. A publicação visa avaliar o impacto de TCI no processo de desenvolvimento e competitividade de nações.


O ITI (Índice de Tecnologia da Informação) é baseado em dados no domínio público, de instituições e profissionais do setor de viagens e turismo e nos resultados da Pesquisa de Opinião de Executivos, desenvolvida também pelo World Economic Forum.


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Apple e Google vivem em guerra declarada

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Portal Terra – Tecnologia


Há três anos o chefe executivo da Google, Eric Schmidt, fez um acordo com o co-fundador da Apple, Steve Jobs, para ajudá-lo a introduzir um aparelho inovador – o iPhone – diante de jornalistas e fãs na Mac World Expo.

O Google e a Apple trabalharam juntos para trazer a busca do Google e os serviços de mapeamento para o iPhone, afirmaram os executivos para a platéia, e Schmidt, na ocasião, brincou que a colaboração foi tão próxima que eles deveriam simplesmente fundir suas companhias e chamá-la de “AppleGoo”.

Mas, de acordo com o site The New York Times , atualmente a harmonia deu lugar à animosidade.  As duas empresas estão agora empenhadas em uma “batalha real” sobre o futuro e a forma da computação móvel e dos celulares, com implicações por toda a paisagem digital. Nos últimos seis meses a Apple e o Google disputam aquisições, patentes, diretores, conselheiros e aplicações do iPhone.

A Apple processou a HTC, fabricante taiwanesa de celulares que executam o sistema operacional do Google Android, alegando que a empresa havia violado patentes do iPhone. A ação foi vista como o início de um ataque legal da Apple ao próprio Google, bem como uma tentativa de atrasar os planos do concorrente de estender seu domínio para dispositivos móveis.

A Apple acredita que dispositivos como smartphones e tablets devem ser rigidamente controlados e que os clientes devem utilizar os serviços oferecidos para os aparelhos somente baixados da própria Apple App Store. O Google, por outro lado, quer smartphones de plataforma aberta, para que usuários possam circular livremente na web para utilizar aplicativos que funcionam em diferente dispositivos.

O Google tem muito receio de que rivais como a Microsoft ou a Apple, ou operadoras de telefonia móvel como a Verizon possam bloquear o acesso a seus serviços em dispositivos como celulares inteligentes.

De acordo com entrevistas com dezenas de observadores da indústria, investidores do Vale do Silício e de atuais e antigos empregados das duas empresas ao jornal – a maioria dos quais pediu anonimato para proteger os seus empregos -, o confronto entre Schmidt e Job oferece uma visão de inimizade e de ambição.

No centro da disputa está um sentimento de traição: Jobs acredita que o Google violou a aliança entre as empresas através da produção de telefones celulares que, fisica, tecnologica e espiritualmente são semelhantes ao iPhone. Em suma, sente que seus ex-amigos no Google “colocaram a mão” no seu bolso.

Para colocar mais lenha na fogueira, Tim Bray, co-inventor do XML, foi contratado pelo Google para trabalhar como “desenvolvedor advogado” com foco no Android. De acordo com o site The Business Insider, Bray anunciou e explicou a sua nova função no Google em seu blog (http://bit.ly/9GTBgE) e, de forma extraordinária expôs seu ódio pelo iPhone e tudo que o aparelho representa.

Bray pensa que o sistema fechado da Apple para o iPhone é “terrível” e prometeu vai fazer todo o possível para “destruí-lo”.

“Eu odeio ele. Eu odeio o iPhone, mesmo que o hardware e software sejam ótimos, porque a liberdade não é apenas uma palavra, muito menos um ingrediente opcional”, escreveu em seu blog.

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Entenda como adotar sistemas corporativos de busca

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por Michael Healey , InformationWeek EUA, publicado originalmente no portal FINANCIAL WEB

Todos conhecemos bem a dor de perder uma informação vital, seja a proposta de um cliente, um documento ou um e-mail importante. Este sentimento intensificou-se neste ano, quando muitos foram forçados a vasculhar os dados deixados para trás pelos colegas demitidos. É uma pena, porque a tecnologia principal que permite a criação destes sistemas de busca existe há mais de 15 anos. Ainda assim, de acordo com uma pesquisa da InformationWeek Analytics com 552 profissionais de tecnologia de negócios, nem 25% das empresas usa qualquer tipo de sistema de busca corporativa.

Mas essa não é a pior parte. A pesquisa perguntou quantos dos entrevistados que adotaram algum sistema de busca corporativa realmente o utilizam e se ele oferece uma busca unificada entre redes compartilhadas, banco de dados, aplicativos, intranets, sharepoints e desktops, além de consolidação com navegadores web. Dos 24% que implementaram, menos de 8% oferecem acesso vinculado a diferentes silos. Esses não chegam a 2% do total.

O que está nos segurando? A tecnologia para juntar todos os dados corporativos em um grupo coeso e pesquisável está disponível por meio de vários gigantes como Google, IBM, Microsoft e Oracle, assim como por meio de especialistas como a Automomy, Endeca e Vivisimo. Dito isto, são mais de 50 sistemas de busca disponíveis no mercado e a maioria dos fornecedores continua investindo em novas funções a serem lançadas ou adquiridas, como Microsoft/Fast e Automomy/K2. O problema não é tecnologia, mas os três Ps que prejudicam muitas das iniciativas de TI: políticas, privacidade e percepção.

“Ignorar a opção de busca em e-mails foi uma decisão política, não tecnológica”, disse um dos entrevistados que trabalha em uma grande empresa que usa sistema de busca para praticamente tudo, menos e-mail. “Não temos como lidar com esse tipo de ataque em TI.” Traduzindo: esta empresa resolveu cortar um sistema que tinha potencial de tornar os funcionários mais produtivos para evitar os problemas de uma possível mudança na sua política.

O medo baseia-se no fato de que a busca em e-mail é uma das áreas mais complicadas que um CIO pode encontrar. As políticas oficiais, em quase todas as empresas, é que os correios eletrônicos são de propriedade da empresa e os funcionários não devem esperar ter privacidade, ainda assim, todos os entrevistados pesquisados limitaram a busca de e-mail em nível individual, com apenas 3% permitindo a busca dentro de departamentos ou equipes.

A não ser que você tenha um serviço de e-mail completamente integrado com seu sistema de CRM ou de ERP – algo que raramente vemos – os e-mails trocados entre funcionários e clientes, parceiros e fornecedores são mantidos em suas devidas caixas de entrada. Se você já dependeu de um antigo e-mail para reunir partes de um projeto que deu errado ou entender o porquê da reclamação de um cliente, então, você está familiarizado com as dores de cabeça que isso pode gerar.

Privacidade ou o conceito de privacidade de um usuário é um tópico que deve ser discutido abertamente. Experimente dizer algo como: “a área de TI controla as buscas” na próxima reunião da empresa e veja o telefone do RH tocar sem parar. Nós evoluímos para uma estranha dicotomia. Muitos de nós aceitam que o Google e o Facebook rastreiem todos os nossos movimentos e usem esses dados para nos vender qualquer coisa, desde estudos sobre comportamento até propagandas pay-per-click.

As pessoas passam dados pessoais, sem pensar duas vezes, em supermercados para terem algum desconto . Mas fazem um verdadeiro carnaval ao imaginar a possibilidade de a área de TI ter acesso aos e-mails e às movimentações de web para tornar todos mais produtivos. Não os pagamos para isso?

Existem também questões envolvendo percepções erradas sobre o que é a busca corportativa e o que ela pode fazer pela empresa. Em primeiro lugar, busca corporativa não é uma tecnologia do estilo “implante e esqueça”, não importa o que o fornecedor tenha te falado. A área de TI precisa desenvolver políticas, treinar usuários, analisar as buscas e responder mensagens como “não encontrado”. Internamente, cada retorno em branco deve ser visto como um caso para o help desk, já que se trata de alguém que está, de fato, usando o sistema de busca mas não consegue encontrar o que procura. É um momento de treinamento.

“Não é uma questão de tecnologia, mas uma questão de bom funcionamento”, diz o diretor de busca de uma empresa global de consultoria que vem expandindo seu sistema há dez anos.

Matéria completa neste link

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Em dois anos 50% das organizações do mundo terão criado suas próprias plataformas de redes sociais.

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por CIO

De acordo com o Gartner, em dois anos, 50% das organizações do mundo terão criado suas próprias plataformas para permitir uma troca de informações entre funcionários.

As empresas precisam estar preparadas para lidar com as redes sociais como mais uma ferramenta de TI. A constatação faz parte de um recente relatório do Gartner, no qual a consultoria afirma que, até 2014, esse tipo de plataforma deve subsitituir o e-mail como principal ferramenta de comunicação interpessoal para 20% dos usuários corporativos.

O vice-presidente de pesquisas e responsável pela área de portais, conteúdo e colaboração do Gartner, Mark R. Gilbert, alerta ainda que as áreas de TI precisam aprender em sintonia com os departamentos de negócio para dar a devida atenção às redes sociais e transformá-las em vantagem competitiva para as organizações.

Acompanhe as três grandes tendências do Gartner em relação às redes sociais no ambiente corporativo e entenda como as organizações devem responder a essas novas demandas :

Até 2012, mais de 50% das organizações terão criado suas próprias redes sociais, com o intuito de tornar-se uma plataforma para troca de informações entre funcionários.

No entanto, essas iniciativas não devem ter o mesmo sucesso que as redes sociais abertas. Isso porque, no ambiente corporativo, a troca de dados entre funcionários da empresa não será tão apreciada quanto a comunicação estabelecida pelos usuários de ferramentas como o Twitter e o Facebook.

Segundo o vice-presidente de pesquisa do Gartner, Jeffrey Man, a popularidade do Twitter vem exatamente de sua escala universal. Mas quando limitada ao ambiente empresarial, a ferramenta perde seu caráter livre e passa a ser desprezada pelos usuários.

Até 2014, as redes sociais devem substituir o e-mail como principal ferramenta de comunicação interpessoal para 20% dos usuários corporativos.

Por isso, nos próximos anos, grande parte das empresas deve direcionar esforços para criar redes sociais internas e políticas de segurança que permitam o acesso de seus funcionários a sites como o Twitter, LinkedIn e Facebook do ambiente de trabalho.


Mais do que isso, a consultoria aconselha que as organizações criem estratégias de governança de longo prazo, para garantir a integridade dos dados transacionados por funcionários, clientes e parceiros e avaliar como essas novas plataforma de comunicação corporativa podem gerar vantagens ao negócio.

Até 2015, apenas 25% das empresas utilizarão ferramentas de análise das redes sociais internas para melhorar o desempenho das organizações e a produtividade das equipes.

Embora a avaliação dos fluxos de informações e índices de interação entre os usuários, parceiros e clientes seja indispensável às companhias que investem na adoção da Web 2.0, é preciso tomar alguns cuidados no momento de coletar os dados. Isso porque, quando sabem que são monitorados, os funcionários não agem naturalmente nas redes sociais. Ao mesmo tempo, os clientes, quando perguntados sobre a utilidade das ferramentas colaborativas em suas decisões de compra, não são 100% sinceros.

Antes de pesquisar a influência das mídias sociais em seus públicos, as organizações devem garantir quesitos como privacidade dos usuários, privacidade das informações coletadas e outras questões que encorajem os participantes a responder honestamente aos levantamentos realizados.


SUGIRO A LEITURA DE OUTROS ARTIGOS DO CIO, COMO O SEU ACOMPANHAMENTO :

Redes sociais: como utilizar as ferramentas para gerenciar equipes

90% das corporações proíbem o acesso às redes sociais

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Intel e AMD: uma história de batalhas judiciais

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A Intel Corp. disse que irá pagar US$1.25 bilhão à Advanced Micro Devices Inc.,(AMD) em um acordo anunciado nesta quinta-feira. A seguir faremos uma retrospectiva na história de batalhas judiciais entre as duas companhias que essencialmente fabricam a maioria dos chips computacionais do mundo.

1976: as duas companhias assinam o primeiro acordo de troca mútua de licenças e patentes.

1982: a Intel vence um concurso para fornecer microprocessadores para a linha de computadores pessoais da gigante IBM Corp. e renova a contrato de licencimento com a AMD, que se torna no fornecedor alternativo da IBM.

1987: a AMD acusa a Intel de quebrar o contrato e processa legalmente a sua rival. Se seguem anos de disputas judiciais.

1990: a Intel lança um processo judicial de infringimento de patentes contra a AMD.

1991: a AMD entra com uma ação judicial contra a Intel por violação da lei antitruste. A Intel volta a assinar um outro processo contra a AMD, alegadamente por violação de uma outra patente sua, na produção de seus chips.

1992: a AMD processa a Intel por interferir corruptamente através de subornos e outros práticas nos seus negócios.

1993: a Intel processa a AMD por infringimento de patente em outro processador seu.

1995: AMD e Intel chegam a um acordo que encerra todos litígios entre eles. Intel recebe compensação de $58 milhões, enquanto AMD recebe $18 milhões.

1997: Intel processa AMD por outra alegada violação de patente. As duas companhias encerram o caso amigavelmente no mesmo ano.

2000: AMD assina uma queixa à União acusando a Intel de abusar do seu domínio de mercado.

2005: a Comissão das Relações Comerciais do Japão descobre que a Intel tinha violado leis antitruste naquele país. AMD assina um processo de antitruste contra Intel no tribunal federal de Deleware nos Estados Unidos.

2008: reguladores coreanos multam a Intel em $18 milhões. A gigante dos chips recorre em um tribunal nos Estados Unidos.

2009: reguladores europeus multam a Intel no valor recorde de $1.45 bilhão. Intel recorre mas, está pagando a multa. O promotor do Estado de Nova Yorque, Andrew Cuomo processa a Intel por práticas comerciais ilegais.

Hoje: as duas companhias assinam um acordo que põe fim a todas suas disputas judiciais para sempre…, por enquanto!

Fonte : ibtimes

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Mercado de Software como Serviço deve gerar US$ 7,5 bilhões este ano

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O faturamento mundial do mercado de software como serviço (SaaS – software as a service) deve alcançar a casa dos 7,5 bilhões de dólares em 2009, de acordo com a consultoria Gartner.

A previsão é de que haja um aumento de 17,7% na receita em relação a 2008, que foi de 6,4 milhões de dólares.

SaaS

Analistas da Gartner esperam ainda um crescimento consistente até 2013, quando este setor pode alcançar um faturamento de 14 bilhões de dólares. Cenário que tem como reflexo a adoção do SaaS em conjunto com o mercado de aplicativos corporativos.

Os mercados de conteúdo, comunicação e colaboração (CCC) e de soluções de relacionamento com o cliente (CRM), sendo este o que mais cresce,  continuarão a ter maior participação no faturamento, com cerca de 65 % do total.

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Cresce uso de mídias sociais como ferramenta de busca

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Fonte : UOL Tecnologia – Giga Blog

uso de midias sociais informações

Além de mudar a forma como as pessoas se comunicam, as mídias sociais também estão inovando o modo com que descobrimos conteúdo e navegamos na Web.

A conclusão vem de uma pesquisa da Nielsen Online, que mostrou que cerca de 18% dos usuários da população online utilizam as mídias sociais como ferramenta principal de navegação e descoberta de informações. Ferramentas de busca e portais estão perdendo espaço, mas ainda lideram a pesquisa como fontes primárias de informação.

A pesquisa teve foco em três grandes segmentos (buscas, portais e mídias sociais) como fontes primárias para descoberta de conteúdo. Quando perguntadas sobre em quais tipos de sites procuram informação, 9% dos entrevistados apontaram o Wikipedia. Em seguida, com 5%, ficaram os blogs e, com 4%, sites como Facebook, MySpace e Twitter.

Entretanto, quando perguntados sobre o sentimento de que há informação em excesso disponível na Internet, os “Socializadores” (como são chamadas as pessoas que passam mais de 10% do tempo online em mídias sociais) sentem mais esse efeito do que os demais grupos pesquisados.

E por que esse excesso de informação está levando as pessoas às mídias sociais?

“Os socializadores confiam mais no que seus amigos têm a dizer e as mídias sociais funcionam como uma ferramenta de filtragem das informações”, explica Jon Gibs, analista VP de mídia da Nielsen Online.

A mesma pesquisa indicou os blogs, Facebook e o Twitter como as ferramentas mais confiáveis para informações sobre uma nova compra online.

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Kernel 100 por cento livre de bugs

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Gernot Heiser

Pesquisadores da área de sistemas de computação da UNSW ( University of New South Wales ), Austrália,  podem ter conseguido um avanço em  software que irá proporcionar um aumento significativo da segurança e confiabilidade além de potencial para ser um sucesso de comercialização .

O Professor Gernot Heiser,  da Escola de Ciência da Computação e Engenharia e pesquisador sênior principal do NICTA, disse que pela primeira vez uma equipe foi capaz de provar, com rigor matemático, que um kernel do sistema operacional –  a camada de software mais próxima do hardware, sendo responsável por gerenciar os recursos do sistema computacional como um todo - foi  100 por cento livre de bugs e, portanto, imune a falhas e fracassos.


A descoberta tem implicações importantes para a melhoria da confiabilidade dos sistemas críticos, tais como equipamentos médicos, sistemas militares e aeronaves, onde a falha devido a um erro de software pode ter resultados desastrosos.

“Uma regra de ouro na engenharia de software é a de que , em média,  encontramos 10 bugs por mil linhas de código, com o software de altíssima qualidade você pode obter até talvez um ou três erros por mil linhas de código”, disse o professor Heiser.

O que nós mostramos é que é possível fazer sistemas comprovadamente livres de falhas. Eu acho que não é um exagero dizer que realmente abre um mundo completamente novo com relação à construção de novos sistemas que são altamente confiáveis e seguros”, complementa.

A equipe do NICTA alcançou um resultado de referência que será um divisor de águas . A verificação fornece provas conclusivas de que  é possível desenvolver software sem bugs.


Informações detalhadas sobre o trabalho de pesquisa desenvolvido podem ser acessadas clicando na referência desta notícia : http://ertos.nicta.com.au/research/l4.verified/


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Programa Banda Langa Popular lançado em São Paulo

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são paulo banda larga popularO governador José Serra assinou hoje, 15 de outubro, o decreto que cria o Programa Banda Larga Popular, facilitando o acesso da população ao serviço de internet em alta velocidade graças à redução – de 25% para zero – da alíquota do ICMS cobrado desse serviço.

Pagando no máximo R$ 29,80 por mês, o usuário do pacote popular terá direito a um modem (aparelho que permite a conexão), instalação e os serviços do provedor de internet com velocidade mínima de 200 Kbps (Kilobits por segundo) e máxima de 1 Mbps (Megabits por segundo).

Essa velocidade inicial já é praticamente quatro vezes mais rápida do que a conexão discada. O acesso à internet será ilimitado, sem restrições de horário ou de volume de tráfego de dados. A partir de agora as operadoras já podem oferecer o serviço.

O programa, disponível apenas para pessoas físicas, irá beneficiar especialmente a população de baixa renda, que já tem computador mas não tem acesso à internet ou ainda utiliza o acesso discado. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD, do IBGE, quase 2,5 milhões de domicílios podem ser beneficiados pelo programa - são os lares que têm computador e não acessam a internet ou aqueles que utilizam a internet discada.

Atualmente, 31,4% dos lares do Estado têm acesso à internet Banda Larga, de acordo com dados do IBGE de 2009.  Já a internet discada chega a 12,7% das residências. Ainda segundo o instituto, para 58% dos que possuem computador e não acessam a internet, o principal problema é o custo. Com o novo programa, o governo de São Paulo espera que a metade dos lares paulistas passe a contar com internet de alta velocidade.

“Estamos zerando o ICMS e fizemos um entendimento com os provedores para que os dois lados reduzam custos. Assim, atenderemos uma faixa bem significativa da população, pessoas que não têm acesso à internet ou usam acesso discado”, disse Serra.

“Isso proporciona um crescimento na economia, mas há também a questão educacional. Ainda que a educação não tivesse nenhum efeito sobre o crescimento econômico, nós deveríamos proporcioná-la, cada vez melhor. Com a internet é a mesma coisa. Educação e conhecimento são ingredientes essenciais da liberdade individual”, afirmou.

SERVIÇO:

Preço mensal do pacote: até R$ 29,80 (as operadoras são livres para cobrar menos)
O que inclui: modem, instalação, provedor de internet
Condições: apenas para pessoas físicas. Um contrato por endereço e por CPF
Velocidade da conexão: mínima de 200 Kbps e máxima de 1 Mbps
Como contratar o serviço: os interessados devem procurar as empresas prestadoras de serviço de acesso à internet por banda larga
Taxas: Não há taxa de habilitação nem multa de cancelamento
Reinstalação do serviço se solicitada antes de 12 meses após o desligamento: até R$ 100
Cancelamento de assinatura de outro serviço para migração para a banda larga popular: até R$ 100
Assistência técnica em domicílio para defeitos causados pelo usuário: até R$ 50

DIFICULDADES :

A partir de agora, o governo estadual aguarda a adesão das operadoras fixas e móveis ao projeto de banda larga popular. O primeiro sinal foi dado pela Telefônica, que anunciou que inicia em 9 de novembro a comercialização do seu serviço de banda larga popular, com velocidade de 256 Kbps. Por enquanto, não há reações de outras operadoras fixa, como a NET, a segunda maior do estado.

No Pará, onde decreto semelhante já havia sido regulamentado, o programa não seguiu adiante justamente porque não houve interesse das operadoras. Segundo um executivo de uma operadora, a conta não fechava principalmente quando se negociava com os provedores de Internet (para as concessionárias é exigido que haja um provedor) que não viam motivo para abrir mão de receita sem qualquer contrapartida. No caso desses players, não há previsão de como eles podem fazer parte do projeto.

Para as celulares, a adesão deverá ser ainda mais difícil. Cálculos de executivos mostram que a proporção de modems entre telefonia fixa e móvel ´é de um para três. Eles podem ser adquiridos por cerca de R$ 70,00 para o caso da operação fixa, e de mais de R$ 170,00 para as móveis.

Espero eu, e todos, que iniciativas desta natureza sejam copiadas: e que as operadoras coloquem em prática os seus discursos de responsabilidade social.

Referências : Portal do Governo de São Paulo e Telecomonline

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Conhecimento é poder: cursos online e gratuitos no Brasil

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“O conhecimento em si mesmo é poder”

conhecimento é poder

Essa pequena e poderosa passagem aparece em Meditationes Sacrae (1597), um enigmático trabalho de Francis Bacon (1561-1626), advogado, filósofo, político, ensaísta….

Embora Bacon não tenha realizado nenhum progresso nas ciências naturais, ele foi o autor do primeiro esboço racional de uma metodologia científica. A frase parece óbvia, especialmente em nossa era de informação.

A inovação depende deste poder: não do poder pejorativo, vinculado à força ( seja ela física, política, etc  ), mas ao poder do saber, do conhecer. Aos desavisados que acreditam que basta ter uma idéia  para que estejamos inovando, meu aviso : sem aliar sua idéia ao conhecimento de nada ela valerá !

Já havia publicado neste site o artigo “…assista gratuitamente aulas das maiores universidades americanas” , onde citava que mais de 100 faculdades e universidades americanas disponibilizaram as suas aulas gratuitamante na Internet.

Esta ação, de forma sistêmica (ordenada), infelizmente ainda não chegou ao Brasil ! Por falta de tecnologia não é ! Por falta de professores competentes, também não ! Logo, não sei o porquê.

Mas tenhamos calma… Nosso Brasil ainda possui sonhadores que dedicam seu tempo no  preparar e disponibilizar estes conhecimentos, gratuitamente ao acesso de todos , via WEB. Assim o sendo, aproveite o que lhe é ofertado e leia, estude, aprenda, conheça e adquira poder: o único que ninguém lhe tirará !


ALGUNS  CURSOS NO BRASIL :


1. UNICAMP – Minicursos

2. Internet
Aprendendo Internet
Confecção de Web Pages – básico
Desenvolvimento de Websites
Ferramentas Gráficas – adobe photoshop 5.5 – básico
DreamWeaver – básico

3. Redes de Computadores
Arquitetura TCP / IP
Segurança de Sistemas Computacionais

4. Sistemas Operacionais
Unix – Básico
Unix avançado – Programação C-Shell
Instalação Linux
Linux – Comandos Básicos
5. Linguagem & Banco de Dados
Linguagem C

6. Projeto Linux Brasil


IDIOMAS PELA WEBFonte: Olhar Digital

“Conheça sites gratuitos de ensino de idiomas na internet.   Segundo pesquisas, a procura por cursos de idiomas online cresce por volta de 50% ao ano. Recursos interativos como jogos educativos, chats, fóruns e simulados de exames ajudam iniciantes e aceleram o aprendizado de quem quer aperfeiçoar o idioma. Separamos algumas das ‘escolas’ de línguas estrangeiras mais bacanas do mundo virtual.”

BBC

MANGO

UOL


Participe e nos encaminhe cursos Online Gratuitos, que você conheça , fazendo um comentário nesta página.


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O futuro da interação familiar: conheça o projeto TA2

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TA2

Como a tecnologia pode ajudar a cuidar da família e de suas relações ? Esta é a pergunta feita pelo projeto colaborativo “Together Anywhere, Together Anytime” (TA2) : juntos em qualquer lugar, juntos a qualquer momento

O objetivo geral do TA2 é permitir novas experiências de mídia  através do qual as pessoas possam estimular e desenvolver as suas relações.

Embora os avanços tecnológicos tenham permitido que as pessoas possam realizar várias tarefas com facilidade e sem gastar muita energia, a tecnologia atual é frequentemente acusada de reduzir a quantidade de tempo que as pessoas gastam com os outros. Por exemplo, em vez de “contato direto”, os adolescentes geralmente preferem ficar em casa e jogar jogos de vídeo, e as pessoas se comunicam umas com as outras através de mensagens de texto em seus telefones móveis.

O projeto TA2 está determinado a mudar esta tendência ao investigar como a tecnologia pode apoiar a comunicação em grupo. O objetivo é usar essa tecnologia para ajudar as pessoas a cultivar e manter relacionamentos .

O projeto é modelado em novas experiências de mídia,   através dos seguintes  conceitos/desafios:

1. Modelagem interação-linguagem  , para descrever sistemas de controle  que irão orquestrar a captura e a   transmissão de sinais de áudio e vídeo entre os grupos envolvidos em uma   interação dinâmica;

2. Normas de composição e transmissão multimídia necessárias para satisfazer o aumento incremental e a valorização dos conteúdos e, ao mesmo tempo, proteger a integridade dos mesmos;

3. Análise e interpretação da interação dos grupos de pessoas, a fim de identificar, para efeitos de tempo real,   a segmentação da região de interesse dentro de uma cenário de interação e assim contribuir para melhorar sua   representação;

4. Novos métodos de captura , codificação, processamento e transmissão de áudio ;

5. Novos modelos de arquiteturas de software, em que os componentes das tecnologias envolvidas possam operar de forma mais eficiente;

6. Novos modelos de design com  capacidade de proporcionar experiências sociais mais agradáveis  através da comunicação áudio-visual interativa.

A idéia dos pesquisadores e parceiros envolvidos no projeto reside na possibilidade de reproduzir ambientes onde as famílias e grupos de amigos, em locais distantes, possam facilmente exercer as mesmas, ou quase as mesmas, atividades que  normalmente fazem quando  fisicamente juntos.

Segundo o consórcio, seria uma oposição à orientação individual dos meios de comunicação, como e-mail e telefone: o desafio  é desenvolver novos produtos e serviços que facilitem, sejam atraentes e úteis, tornando mais natural e divertida a interação social.

Liderado pelo European Institute for Research and Strategic Studies in Telecommunications da Alemanha , 13  parceiros de 7 países europeus estão envolvidos no projeto que trabalha com um “pequeno” fundo de quase 13 milhões de euros .

O que se apresenta como uma “ajuda” e uma “preocupação” social envolve grandes empresas do setor de telecomunicações e eletrônica na busca de  Inovações .

Entre no site do projeto e conheça os parceiros e suas “preocupações” e inovações.


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A invenção do código de barras

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codigo-de-barras-google

Quem acessa o Google , acho que poucos não acessam, deve ter notado alguma novidade em seu logo.

A página inicial do gigante de buscas modificou o seu clássico logo para homenagear o 57º aniversário do código de barras. E ao que tudo indica, a imagem estampada no site é a codificação da própria palavra ‘Google’.

Código de barras é uma representação gráfica de dados que podem ser numéricos ou alfanuméricos ( letras e números) dependendo do tipo de código utilizado. A decodificação (leitura) dos dados é realizada por um scanner de leitura que emite um raio vermelho que percorre todas as barras. Onde a barra for escura a luz é absorvida, e, onde a barra for clara (espaços) a luz é refletida novamente para o scanner reconhecendo os dados que ali estão representados. Os dados capturados nesta leitura são compreendidos pelo computador, que por sua vez os converte  em letras ou números legíveis.

O código EAN/UPC é um sistema internacional que auxilia na identificação inequívoca de um item a ser vendido, movimentado e armazenado, sendo o EAN-13 o mais conhecido e utilizado mundialmente. A estrutura numérica do código (que geralmente fica abaixo das barras) representa as seguintes informações (tomando como exemplo o código 7898357417892):

  • os 3 primeiros dígitos representam a o prefixo da organização responsável por controlar e licenciar a numeração no país; 789 representam o Brasil;
  • os próximos dígitos, que podem variar de 4 a 7, representam a identificação da indústria dona da marca do produto; no exemplo é 835741 (6 dígitos);
  • os dígitos 789 representam a identificação do produto determinado pela indústria;
  • o último dígito 2 é chamado de dígito verificador, auxilia na segurança da leitura.

No total o código EAN-13 deve ter 13 dígitos. Existem outros tipos de códigos padrões para diversas aplicações.

Apesar de a patente do código de barras ter sido concedida no dia 7 de outubro de 1952, o sistema só passou a ser utilizado comercialmente anos depois. O primeiro leitor de código de barras em um supermercado só foi instalado em 1974.

Às 8:01 da manhã de 7 de outubro de 1974, um cliente do supermercado Marsh’s em Troy, no estado norteamericano de Ohio, fez a primeira compra de um produto com código de barras. Era um pacote com 10 chicletes Wrigley’s Juicy Fruit Gum. Isso deu início a uma nova era na venda a retalho, acelerando as caixas e dando às companhias um método mais eficiente para o controle do estoque.

Aquele pacote de chiclete ganhou seu lugar na história e está atualmente em exibição no Smithsonian Insititute’s National Museum of American History .

Aquela compra histórica foi o ponto de partida para quase 30 anos de pesquisa e desenvolvimento. O primeiro sistema para codificação automática de produtos foi patenteado por Bernard Silver e Norman Woodland, ambos estudantes graduados pelo Drexel Institute of Technology (Instituto de Tecnologia Drexel), agora Drexel University (Universidade Drexel). Eles usaram um padrão de tinta que brilhava debaixo de luz ultravioleta. Esse sistema era caro demais e a tinta não era muito estável. O sistema usado hoje foi descoberto pela IBM, em 1973, e usa leitores criados pela NCR.


Em Portugal, o código de barras surgiu pela primeira vez em 1985. O código de país de origem para Portugal é “560″ (lê-se no início do código). Já no Brasil, o código de barras teve início operacional implantado na década de 1990.

A substituição do logo do Google por um código de barras faz parte de uma série de homenagens do site para comemorar datas e acontecimentos importantes. Uma das mais recentes, por exemplo, foi uma imagem do Corcovado, para celebrar a seleção do Rio como sede da Olimpíada de 2016.

TIC 2008

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Conferência Latino-Americana de Software Livre – Latinoware 2009

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Em outubro, Foz do Iguaçu será, mais uma vez, a sede da Conferência Latino-Americana de Software Livre – Latinoware 2009.


livreCerca de 4 mil pessoas, entre estudantes, profissionais e especialistas da áreas, são esperadas para a sexta edição do evento, que será realizada entre os dias 22 e 24 de outubro, no Parque Tecnológico Itaipu (PTI), localizado na Usina Hidrelétrica de Itaipu.

Promovida pela Itaipu Binacional, Fundação Parque Tecnológico Itaipu – Brasil, Companhia de Informática do Paraná (Celepar) e Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), a Latinoware é um evento que abre espaço para discussões e reflexões sobre a utilização do Software Livre na América Latina, além de promover a integração e a valorização latino-americana.

Como nas edições anteriores, a Latinoware deve bater recorde de público e, mais uma vez, será palco para personalidades internacionais e representantes de órgãos públicos e privados de diversos países da América Latina apresentarem suas soluções em Software Livre.

Para isso, a programação da Latinoware 2009 contará com palestras, mesas-redondas e workshops sobre temas ligados às tecnologias da informação e da comunicação, sustentadas em sistemas de software livres desenvolvidos no continente.

Veja alguns números alcançados na edição de 2008 da Latinoware:

3.549 participantes
199 palestras
34 minicursos
23 reuniões
16 expositores

A utilização de ferramentas em software livre para a criação de artes gráficas e publicações será um dos temas abordados na Latinoware 2009. Durante o evento, será realizado o II Libre Graphics Meeting Brasil, em que serão apresentadas soluções como o GIMP, o Inkscape, o Blender e o Scribus, ferramentas em software livre destinadas à edição de imagens, editoração eletrônica, animação 3D, diagramação e produção audiovisual.

Também será realizado durante a Latinoware 2009 a III Olimpíada Latino Americana de Robótica Livre. Durante o evento serão demonstrados trabalhos realizados com o uso de ferramentas de hardware e software livre.

LINKS IMPORTANTES:

Programação geral do evento

Programação de minicursos

Inscrições

Site do Evento


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Governo brasileiro lança Software Livre para Gestão Integrada de Municípios

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e-cidadeOs municípios brasileiros terão à disposição um software público capaz de gerenciar em um único sistema as principais áreas da prefeitura.

Trata-se do e-cidade, desenvolvido para integrar áreas diversas do município como educação, controle de medicamentos, orçamento, finanças públicas, recursos humanos e tributária. A solução também permite gerir serviços que prestam atendimento ao cidadão ao gerar guias para pagamento bancário sem a necessidade de deslocamento.

Todas as prefeituras poderão acessar a ferramenta e-cidade, que será lançada e disponibilizada gratuitamente no Encontro Nacional de Tecnologia da Informação para os Municípios Brasileiros. O evento será promovido pelo Ministério do Planejamento, nos dias 27 e 28 de outubro, no Centro de Convenções Brasil 21, em Brasília.

O Encontro é direcionado a prefeitos, secretários, gestores e técnicos municipais que atuam na área de Tecnologia da Informação. O objetivo é debater o potencial das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) na melhoria da gestão municipal e no oferecimento de serviços virtuais para qualificar o atendimento ao cidadão. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas no endereço www.softwarepublico.gov.br/4cmbr

A liberação do e-cidade é fruto de uma parceria entre a empresa Dbselller e a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento. Entre as suas funcionalidades estão a autorização, emissão e liquidação de empenhos totalmente integrados ao processo de aquisições e emissão de notas fiscais.

O e-cidade também integra os módulos de compras com os almoxarifados, registra a prestação de contas e gerencia procedimentos como pagamentos de diárias e de restos a pagar. Possibilita o controle dos imóveis, das obras executadas e da dívida ativa do município, além da consulta a processos administrativos. E administra ainda as informações relativas ao Plano Plurianual (PPA), Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e Lei Orçamentária Anual (LOA), entre outros.

A solução já está em funcionamento em 15 municípios brasileiros e será disponibilizada no Portal do Software Público Brasileiro (www.softwarepublico.gov.br). No local, há um ambiente direcionado ao apoio tecnológico para os municípios, o 4CMBr – Colaboração, Comunicação, Conhecimento e Compartilhamento -, que já disponibiliza outros softwares para a gestão municipal em www.softwarepublico.gov.br/4cmbr

O titular da SLTI, Rogério Santanna, salientou que a redução de custos é apenas um dos benefícios propiciados pela iniciativa

“Não é só economia do ponto de vista do livre acesso a esses aplicativos de software, mas também pela melhoria da qualidade da gestão pública”, destacou.

Santanna disse que os programas já são testados e que podem ser utilizados pelos municípios evitando o desperdício do dinheiro público e aumentando a eficiência da gestão.

“Quem ganha é o cidadão com a melhoria da qualidade dos serviços e com a presteza do atendimento por parte das prefeituras”, ressaltou. O secretário lembrou que o Portal do Software Público Brasileiro permite o compartilhamento das soluções e práticas bem-sucedidas nas prefeituras brasileiras e no Governo Federal.

Fonte : Ministério do Planejamento

Indicação : Prof. Edson Barbosa – Instituto Federal de Sergipe

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Saiba quais são as pessoas mais influentes da indústria global da tecnologia em 2009

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as-collage-top10Desde o ano 2000, todos os anos,  a CBS Interactive, através de uma de suas marcas , a silicon.com, prepara uma lista das pessoas mais influentes da indústria global da tecnologia.

Saber quem são , acompanhar suas histórias e passos e entender o que pensam nos serve para projetar cenários futuros: variável indispensável para a Inovação

O grupo responsável pela Agenda 2009 Setters ,formada por pessoas do mundo da tecnologia, acadêmicos e estudiosos, reuniram-se em agosto de 2009, em Londres, para  debater os possíveis candidatos para inclusão . Nas 24 horas seguintes ao debate , os membros do painel em processo de votação produziram a lista final com o top´s 50 .

Steve Jobs,CEO da Apple, foi nomeado a pessoa mais influente na indústria global de tecnologia . Jobs fez a pole position na lista pela segunda vez (a primeira em 2003) – sendo a única pessoa a conseguir esse feito na história de 10 anos da Agenda.

Logo a seguir, na segunda posição, vem  Evan Williams, CEO e um dos fundadores do Twitter, ratificando a posição do novo rolo compressor das redes sociais.

A lista dos top 50 pode ser classificada pelos 10 primeiros lugares e pelos Top: líderes, empresários, políticos, CIO´s e  Inovadores.

No caso específico de nosso site, voltado à Inovação , listo os TOP 10 da lista pensadores e inovadores, deixando aos leitores e leitoras mais curiosos(as) a busca da lista completa, com os 50 nomes, no link abaixo.

TOP 10 INOVADORES :

  1. Tim Berners-LeeTim Berners-Lee - Pai da World Wide Web
  2. Nicholas NegroponteNicholas Negroponte – Fundador do programa Um Laptop por Criança

  3. Linus TorvaldsLinus Torvalds – Pai do Linux
  4. Karen PriceKaren Price – CEO da e-skills Reino Unido
  5. Dr Robert AtkinsonDr. Robert Atkinson -Presidente da Information Technology and Innovation Foundation
  6. Martha Lane FoxMartha Lane Fox – Responsável pela  Inclusão Digital do governo do Reino Unido
  7. Chris Anderson Chris Anderson – Editor da Wired  e autor do best seller “A Cauda Longa”
  8. Stephen Fry Stephen Fry – Geek, Blogger e performer
  9. Richard StallmanRichard Stallman – fundador da GNU
  1. Michael A Cusumano  Michael A Cusumano – Professor do MIT Sloan School of Management

Para acessar a lista contendo a relação completa dos 50 nomes, CLIQUE AQUI

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CITAÇÕES

“Inovação distingue um líder de um seguidor.” (Steve Jobs)

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